Meu Marido Me Levou Ao Safari E Eu Que Fui Devorada Pelos Negros - Parte 6 (FINAL)

Um conto erótico de mandinha
Categoria: Heterossexual
Contém 7678 palavras
Data: 17/02/2026 05:50:43

Na parte anterior dessa história, a Bruna foi mais ou menos estuprada de novo pelo Cacique Zoomama e três membros negros da tribo. Três deles tinham gozado dentro do útero desprotegido dela. No passado tinham dado para ela essa bebida chamada *kekpa* que deixava ela tão excitada que estava pronta e disposta a foder até com uma onça. E essa mesma bebida derrubava o Rique a noite toda. Mas nesse dia ela foi amarrada e estava totalmente sóbria. Como dizem, é difícil estuprar quem tá afim! Tudo isso aconteceu enquanto ela foi deixada sozinha na aldeia enquanto o marido, Rique, foi numa trilha com o Jameraka, o guia de safári, e um grupo de ajudantes dele.

Ao voltar da trilha, o Rique encontrou a Bruna sentada numa clareira sozinha. Ela então contou para ele o que tinha acabado de acontecer com ela, de novo. A Bruna ficou muito surpresa com o quanto o Rique estava curtindo ela ser comida por esses negões. Na verdade, ele ficou tão transtornado que a levou ali mesmo para a cabana deles e fodeu a buceta melada e molhada dela.

Enquanto estavam na cabana fodendo, o Rique tinha que ouvir ela contar todos os detalhes do dia. Quantas vezes ela tinha gozado? Como as rolas pretas compridas tinham sido boas dentro dela? E também se ela ia deixar ele assistir ela fodendo um ou mais deles?

Então o que realmente chocou a Bruna foi quando o Rique desceu nela e chupou a porra dele e de outros três homens da buceta molhada dela. Esse foi um grande ponto de virada na vida dos dois. Nada assim tinha acontecido lá em São Paulo. Ela nunca tinha nem sonhado em ser comida por quatro caras seguidos. Ou mesmo foder com negões! Ela nunca tinha olhado para negros daquele jeito. Agora, nesse safári, até o momento o Cacique e o guia Jameraka se revezaram comendo ela a noite toda numa ocasião. E de novo hoje o Cacique e outros três se revezaram comendo ela. O Rique não tinha visto isso acontecer ainda e estava implorando para ela fazer isso para ele. O Rique já tinha convencido ela a andar pela aldeia vestida só com sutiãs e calcinhas sexy.

Então depois do sexo incrível que tinham acabado de ter, o Rique estava agora pedindo para ela ficar de peito de fora na frente da tribo.

A Bruna estava pensando: "Que diabos a gente virou?"

Agora, continuando a história, pegando exatamente de onde parou.

***

Depois do nosso sexo quente e abafado na cabana ter acabado, disse ao Rique:

— Vamos descer até o rio e nos limpar antes do jantar.

Tendo dito isso, me levantei e vesti de volta minha calcinha de renda preta que tinha usado para descer ao rio mais cedo naquela manhã para tomar banho. Ela tinha secado bem pendurada na cabana quente o dia todo. Depois peguei meu sutiã de renda preta combinando do gancho e comecei a vestir.

Assistindo enquanto me vestia, o Rique então disse:

— Vamos lá, Bruna, deixa o sutiã aqui. Por favor, fica de peito de fora para mim! Você não faz ideia de como isso seria excitante para mim, ver todos esses moradores da aldeia conferindo seus peitos gostosos.

Comecei a protestar, mas então simplesmente cedi e disse:

— Tá bom, você que sabe! Se você gosta de caras vendo meus peitos, seu desejo foi atendido — enquanto joguei meu sutiã sexy nele.

— Hmmmmm essa é minha garota — ele gemeu enquanto se levantou e deu um tapinha na minha bunda.

Peguei algumas toalhas, sabonete e shampoo enquanto o Rique vestia de volta o shorts.

Sair da nossa cabana pela primeira vez totalmente de peito de fora foi uma adrenalina do caralho para mim. E para o Rique também, tenho certeza.

Seguimos pela trilha que leva ao rio e à cachoeira. Me senti tão estranha andando pela aldeia com meus peitos balançando enquanto meus mamilos duros apontavam o caminho que estávamos indo. Os homens tribais não conseguiam tirar os olhos dos meus peitos enquanto passávamos pela aldeia.

Disse ao Rique:

— Deus, esses caras agem como se nunca tivessem visto peitos antes.

Não se esqueça, como disse na parte um dessa história, tenho peitos pequenos. Então não é como se eu fosse peituda nem nada. Aliás, a maioria das mulheres tribais têm peitos que pendem até a cintura. Então não via qual era a dos meus peitos. Além do fato de que meus mamilos parecem estar sempre duros e cutucando para fora!

O Rique respondeu:

— Porra, Bruna, você tem os peitos mais bonitos desse lugar. Esses caras nunca viram peitos bonitos antes. E são brancos, o que deixa negões loucos. Olha todas essas negras, os peitos delas parecem doentes do jeito que pendem no peito. E seus mamilos duros são de matar.

Tendo dito isso, ele deu um apertãozinho no meu seio direito enquanto andávamos.

Bati no braço dele e disse:

— Você é horrível por falar assim. Eles têm sido tão legais com a gente. Você não deveria falar dos peitos delas assim.

Rindo, o Rique disse:

— Bom, os caras têm sido muito mais legais com você do que as garotas têm sido comigo! Talvez eu devesse tentar conseguir uma bucetinha preta?

Bati no braço dele de novo e disse:

— Vou te dar buceta preta. É melhor você ficar longe dessa buceta preta!

Parando no meio do caminho, o Rique olhou para mim e disse:

— Então você pode experimentar rola preta, muitas rolas pretas, e eu não posso ter nenhuma buceta preta? É isso que você tá dizendo?

Sem saber como responder a isso, apenas disse:

— Amor, é assim. Não saí por aí tentando foder nenhum desses negões. Eles me deram algo naquela bebida *kekpa* que me transformou numa, não sei o quê. Mas de qualquer jeito não fui até eles tentando ser fodida. Eles meio que me enganaram para transar com eles. Então se eles fizerem isso com você, vou ficar de boa. Mas se você simplesmente conseguir uma negra para foder, eu não ia gostar.

Sorrindo para mim, o Rique então disse:

— Amor, tô só te zuando. Não tô procurando foder nenhuma dessas garotas aqui. Porra, odeio peitos caídos, isso me broxa totalmente. Você tem toda a buceta que preciso, e você é gostosa com peitos bonitos. Por mais doente que pareça, adoro o fato de você estar experimentando um pau diferente. Curte, amor, você não vai ter essa oportunidade quando voltarmos para casa.

Então dando outro tapinha na minha bunda coberta pela calcinha, nos beijamos e seguimos para o rio.

Uma vez debaixo da cachoeira, nós dois nos lavamos bem. Fiz muita lavagem dentro da minha calcinha tentando limpar todo o esperma que tinha em mim. Parecia que nunca ia parar de vazar de dentro de mim.

Agora que estávamos os dois bem limpos, voltamos para nossa cabana para nos vestir para o jantar. E a verdade é que estava começando a curtir exibir meus seios para todos os homens tribais enquanto voltávamos.

De volta na cabana, o Rique me pegou nos braços e me beijou. Ele quebrou o beijo e disse:

— Cara, todos aqueles caras adoraram seus peitos.

Ele então beliscou meu mamilo esquerdo duro e disse:

— Olha só aqui, você gostou de mostrar tanto quanto eles gostaram de ver!

Sorri para ele e respondi:

— Você tá curtindo isso demais.

— Curtindo? Porra, tô adorando. Adoro o fato de que tenho algo que todo cara aqui adoraria enfiar o pau, e essa é você! E não mente e diga que não tá curtindo se exibir na frente de todos esses caras — o Rique respondeu.

De novo apenas sorri e disse:

— Acho que você tá curtindo isso bem mais do que eu.

Agora brincando com meus dois mamilos duros, o Rique disse:

— Mentira, esses mamilos tão contando a verdade. Você gosta disso tanto quanto eu!

Ele estava certo, estava me excitando. Ainda não entendo que tipo de pessoas a gente virou.

Justo então o Jameraka bateu do lado da nossa cabana e gritou que o jantar seria servido em uns vinte minutos.

O Rique vestiu um shorts limpo e uma camiseta. Vesti uma calcinha pequena com amarração nas laterais, estampa de oncinha e rosa branca. A frente era um V pequeno e a parte de trás cobria minha bunda bonitinho.

Enquanto estava amarrando o lado direito da minha calcinha sexy, o Rique gemeu:

— Ai porra, Bruna, os caras no jantar vão adorar essa calcinha.

Depois de amarrá-la e colocá-la no lugar, dei uma volta completa modelando para o Rique e disse:

— Então, acha que os caras vão gostar?

Sorrindo de orelha a orelha, o Rique respondeu:

— Porra, sim, vão adorar. Todo cara aqui vai desejar poder entrar dentro dela hoje à noite. O que acha? Vai deixar alguém entrar dentro dessa calcinha sexy?

Olhando para ele, disse:

— Você realmente e verdadeiramente gostaria de ver isso acontecer? Você de fato gostaria de assistir algum cara me foder?

— Ai Deus, sim, amor, eu adoraria ver seu rosto enquanto você goza na rola preta grande fundo dentro da sua buceta — o Rique respondeu. — Vai fazer isso acontecer hoje à noite para mim, amor? — enquanto me pegou nos braços e me beijou.

Meio puta e meio excitada com a ideia de fazer isso na frente do Rique, decidi aceitar o desafio dele.

Olhei nos olhos dele e disse:

— Tá bom, se vou fazer isso, precisamos de algum tipo de plano!

Meu plano era esse: "Quando passarem o *kekpa* no jantar hoje à noite, você pega e de algum jeito joga o seu no chão e não bebe. Isso me transforma numa vadia louca e excitada, então vou simplesmente beber o meu. Depois de jogar duas ou três taças fora, comece a agir como se estivesse desmaiando. Uma vez que parecer que você está totalmente apagado, o Cacique Zoomama vai mandar dois ou três homens dele te levarem de volta para nossa cabana. Nessa hora tenho certeza de que o *kekpa* vai ter me deixado no clima para qualquer coisa. Então, uma vez que as coisas começarem, não vou para a cabana deles, vou fazer eles irem para a nossa. Você simplesmente continua agindo como se estivesse apagado e assiste o que acontecer."

— Uau, esse é um plano ótimo. Você realmente vai fazer isso? — o Rique perguntou.

Tentando sorrir, disse:

— Sim, Rique, vou, se é isso que você quer que eu faça. Mas você tem que saber desde já que o *kekpa* me deixa louca. Você não ia ficar puto comigo se eu curtir o que tá acontecendo comigo, ia?

— Porra nenhuma, não vou ficar puto com você — o Rique respondeu.

— Rique, quero dizer que eu posso realmente, realmente curtir o que tá acontecendo comigo! Posso até ter alguns orgasmos! Você vai ficar de boa se isso acontecer? — perguntei.

Sorrindo, o Rique disse:

— Porra, sim, vou curtir. Quanto mais eles te fizerem gozar, mais feliz vou ficar. Então você vai fazer?

— Tá bom, amor, vou tentar — disse para ele enquanto nos beijamos de novo. Não conseguia acreditar que ele estava tão disposto a ver isso acontecer.

Então peguei um sutiã de renda branco e comecei a vestir enquanto continuava me arrumando para o jantar.

Justo então o Rique puxou o sutiã de mim antes de eu conseguir abotoar. Olhando para mim, ele disse:

— Sem sutiã, amor, usa só o que você já tem!

Em choque, disse:

— De jeito nenhum, Rique. Não posso sair usando só essa calcinha pequenininha, ela não esconde quase nada! Por favor, me deixa usar o sutiã.

— Não, você vai para o jantar hoje à noite igual o resto das mulheres dessa aldeia: de peito de fora. Não vejo qual é o problema. Porra, a maioria dos caras aqui já viram seus peitos até agora. Então quando estiver na África, faça como os africanos. Além disso, amor, eles não vão estar olhando para seus peitos de qualquer jeito. Sua bunda tá tão linda nessa calcinha sexy, você vai ter sorte se eles não te estuprarem antes de chegarmos à mesa.

Ele então me beijou de novo e deu um aperto na minha bunda coberta pela calcinha.

Me afastei dele e disse:

— Tá bom, se é isso que você quer, tá bom. Talvez amanhã eu ande totalmente nua o dia todo. Isso ia te deixar feliz?

Sorrindo, o Rique disse:

— Hmmmmm isso deixaria muita gente feliz.

Passando a escova no meu cabelo, dei para ele um daqueles olhares que só uma esposa consegue dar e disse:

— Você é um babaca. Tá bom, vamos logo para eu poder mostrar meus peitos para todo mundo e manter sua bunda feliz!

Segurando a porta aberta para mim, o Rique disse:

— Isso mesmo, e a gente vai com seu plano hoje à noite, né?

Puta da vida, disse:

— Sim, vamos com o plano. Todo mundo aqui vai ver os peitos da sua esposa. E todos os homens podem me foder hoje à noite. Esse é o plano, espero que você fique feliz com isso.

— Tô muito feliz com isso, vamos lá — disse ele, enquanto saímos da nossa cabana e fomos para a área de refeições.

O Rique estava tão orgulhoso enquanto fazíamos nosso caminho pela aldeia. As pessoas estavam vendo a esposa dele de um jeito que ninguém deveria ver a esposa de um homem. De peito de fora e usando uma das calcinhas mais sexy que a Hope vende. Peitos balançando no meu peito com mamilos duros que nem pedra. Estava tão envergonhada enquanto chegávamos à mesa comprida para sentar. Cada olho ali estava nos meus seios, virilha e bunda. O Cacique Zoomama e o Jameraka continuaram me olhando da cabeça aos pés enquanto me sentava. O Jameraka nos deu boas-vindas ao jantar e o Cacique disse algo, mas vai saber o quê. Apenas sorrimos de volta para ele e balançamos a cabeça. Da última vez que sentamos nessa mesa, fui sentada ao lado do Cacique Zoomama com o Rique do meu outro lado. Dessa vez me colocaram entre o Cacique Zoomama e o Jameraka, com o Rique ao lado do Cacique.

Uma vez que estávamos todos sentados e prontos para comer, foi igual da vez anterior. Os tambores começaram e pessoas tribais, homens e mulheres, começaram a dançar e pular no ritmo das batidas dos tambores. Outras pessoas começaram a trazer comida e bebidas para todos os outros membros tribais. Colocaram nossa comida na nossa frente junto com os copinhos fofinhos de coco com *kekpa*. Dei um gole do meu *kekpa* e olhei para ver que o Rique estava segurando o dele perto da borda da mesa esperando o momento certo para jogar fora. Olhei para outro lado por um minuto. Quando olhei de volta para ele, ele meio que me mostrou que o copo dele estava vazio agora e tinha um sorrisão no rosto e balançou a cabeça que sim.

Naquele momento simplesmente disse para mim mesma: foda-se, e bebi todo o meu copo de *kekpa*. Os copos meu e do Rique foram rapidamente reabastecidos. De novo bebi todo o meu e olhei para ver que o Rique tinha conseguido de novo jogar o dele fora. Enquanto nossos copos estavam sendo enchidos pela terceira vez, vi o olhar safado que tanto o Cacique quanto o Jameraka me deram. Eles sabiam muito bem que logo teriam eu deitada de costas me enchendo de rolas pretas. E também sabiam que o Rique estaria apagado e poderiam fazer o que quisessem comigo. Mal sabiam que o Rique ia conseguir ver o que aconteceria comigo hoje à noite.

O *kekpa* pareceu funcionar em mim igual da vez anterior. De repente minha visão ficou muito embaçada. Estava tentando focar nas pessoas em volta de mim e não conseguia. Comecei a ficar muito quente e meus mamilos estavam doendo. Olhei para baixo para ter certeza de que os dois estavam cutucando direto para frente e precisando ser tocados tão mal. E minha buceta também estava começando a formigar de um jeito que estava me deixando muito excitada. Olhei e vi que o Rique estava com a cabeça baixa na mesa como se estivesse dormindo.

Olhei para o Jameraka e disse:

— Tem algo errado com o Rique.

Rindo, o Jameraka respondeu:

— O branquinho só não aguenta o *kekpa* dele.

Ele então disse para dois homens levarem o Rique de volta para nossa cabana.

Dois homens vieram, pegaram o Rique e o levaram embora. Assim que ele saiu de vista, senti a mão do Jameraka na minha coxa. Ele passou os dedos para dentro da minha coxa e começou a fazer pequenos círculos bem abaixo da virilha agora molhada da minha calcinha estampada de oncinha.

Ai meu Deus, estava tão excitada que não fiz nada para pará-lo. Aliás, estava esperando que os dedos dele subissem até minha virilha molhada. Então senti outra mão na minha outra coxa. Olhei para baixo e vi que o Cacique estava agora esfregando a parte interna da minha outra coxa. Quase gozei na hora olhando para baixo para minhas coxas brancas com duas mãos pretas grandes esfregando elas.

Depois a outra mão do Jameraka subiu até meu seio e começou a brincar com meu mamilo super duro. Empurrei a mão dele e disse para ele parar, que as pessoas estavam nos olhando. Um segundo depois senti algo muito escorregadio sendo esfregado no meu mamilo duro pelo Jameraka. Ele estava esfregando aquela coisa tipo mel nele que o Cacique tinha usado em mim na outra noite. E de novo, igual na outra noite, meu mamilo ficou quente como se estivesse pegando fogo, precisando de uma boca para chupar nele.

— Ai Deus, por favor, não faz isso comigo na frente de todas essas pessoas — gemi para o Jameraka.

Os dentes brancos grandes do Jameraka sorriram para mim enquanto ele disse:

— Gatinha, adoro o jeito que os peitos de todas vocês gringas ficam bem saltados no peito como se estivessem pedindo para brincar com eles.

Naquela hora ele começou a esfregar a coisa tipo mel no meu outro mamilo.

Ainda esfregando minha coxa, o Cacique estava agora passando o polegar para cima e para baixo na virilha molhada da minha calcinha de oncinha. Levando seu tempo para rodar meu grelo duro através da minha calcinha.

Ai Deus, estava ficando tão excitada tão rápido. Meus mamilos precisavam ser chupados e minha buceta estava ficando mais molhada a cada segundo.

O Jameraka pegou meu seio esquerdo e estava apertando ele e fazendo meu mamilo duro cutucar direto para fora. Ele então disse:

— Gatinha, ainda acho que você tem os melhores mamilos que já vi.

Tendo dito isso, ele se curvou e chupou meu mamilo duro direto para dentro da boca dele.

Nessa altura o *kekpa* que tinha bebido me tinha levado para o estágio de vadia. Não me importava quem estava olhando para meus seios sem sutiã. Ou que tinha um negão chupando meu mamilo e um esfregando minha virilha coberta pela calcinha. Tudo que sabia é que estava excitada e precisava de alguém para me foder.

O Cacique Zoomama parou de esfregar minha buceta e mergulhou o dedo dele na taça daquela coisa de mel que o Jameraka tinha esfregado nos meus mamilos. Depois ele puxou a virilha da minha calcinha de oncinha para o lado e esfregou aquela coisa de mel por todos os lábios da minha buceta molhada e no clitóris duro. Apenas gemi e mexi meus quadris no ritmo dos dedos dele esfregando enquanto o Jameraka se revezava nos meus mamilos duros.

Em menos de dois segundos minha buceta passou de uma buceta excitada para uma buceta molhada e quente precisando de foda. Ai meu Deus, aquela coisa de mel deixou minha buceta pegando fogo. O Cacique mergulhou na taça de mel de novo e dessa vez afundou dois dedos cobertos de mel fundo dentro de mim.

Gemi:

— Ai Deus, sim, isso é tão gostoso.

Comecei a rebolar meus quadris no ritmo da dedada que estava recebendo do Cacique. Minha mente tentou pensar direito, mas simplesmente não conseguia fazer funcionar direito. Lá no fundo da minha mente sabia que naquele momento dois homens estavam dando prazer ao meu corpo ao mesmo tempo. Nunca estive com dois homens ao mesmo tempo antes. Um depois do outro aconteceu nessa viagem até agora, mas não dois de uma vez. Seja lá o que estivesse acontecendo comigo, não me importava. Estava adorando o fato de que tinha dois homens trabalhando em mim.

O Cacique disse algo para o Jameraka na língua nativa deles que não entendi. O Jameraka respondeu de volta para ele e sorriu para mim.

— O que ele disse? — perguntei.

Sorrindo, o Jameraka disse:

— O Cacique gostaria de te foder aqui mesmo na mesa e deixar toda a tribo assistir.

Comecei a pensar no pobre Rique lá na cabana esperando eu me apresentar para ele. Disse:

— Não, não, a gente não pode fazer aqui. Vamos para minha cabana. Por favor, vamos para minha cabana, vou deixar vocês dois me terem lá.

O Jameraka deu um sorrisão e perguntou:

— Você já chupou uma rola preta?

Comecei a responder, mas justo então a dedada do Cacique estava me levando ao ponto de um orgasmo.

— AI DEUS SIMMMMMM — gemi enquanto gozava nos dedos dele.

O Jameraka assistiu enquanto eu gozava com o Cacique e então me perguntou se eu chuparia o pau dele enquanto o Cacique me fodesse de volta na minha cabana.

Ainda me recuperando do orgasmo, gemi:

— Claro, amor, vou chupar vocês. Vou chupar vocês dois desde que vocês me fodam. Deus, tô tão excitada, preciso ser fodida muito.

O *kekpa* me tinha deixado tão excitada naquela hora que nem me importei que toda a tribo tinha acabado de ver o Cacique me fazer gozar na frente deles. Então acho que o Jameraka disse ao Cacique que eu estava disposta a transar com os dois ao mesmo tempo de volta na minha cabana. E que também estava disposta a chupar os dois.

O Cacique balançou a cabeça que sim enquanto puxou os dedos pegajosos de dentro de mim e se levantou.

Os dois me ajudaram a levantar enquanto fazíamos nosso caminho até minha cabana.

Uma vez lá, o Jameraka abriu a porta de capim e disse:

— Porra, o Rique tá aqui. Vamos para minha cabana!

Estiquei a mão e segurei o pau dele através das calças e disse:

— Não, vamos fazer aqui. O Rique tá apagado a noite toda. Preciso de vocês agora.

Sorrindo de orelha a orelha, o Jameraka disse:

— Adoro donas de casa brancas excitadas chapadas de *kekpa*. Elas fodem qualquer um e qualquer coisa, até bem na frente dos maridos. Vamos lá, mal posso esperar para entrar dentro dessa calcinha sua.

Tendo dito isso, nós três entramos na minha cabana.

O Rique estava deitado na esteira dele de lado, meio de lado de frente para minha esteira do outro lado da cabana. Então ele tinha uma boa visão do que quer que fosse acontecer comigo.

O Cacique Zoomama estava atrás de mim com os braços em volta de mim segurando meus dois seios nas mãos dele. Os dedos dele estavam rodando meus mamilos duros e escorregadios de mel, me deixando louca. Podia sentir o pau duro dele subindo e descendo na minha bunda coberta pela calcinha, enquanto ele se esfregava a seco em mim por trás.

O Jameraka caiu de joelhos bem na minha frente. Olhando para mim, ele sorriu e disse:

— O coitado do Rique vai perder de ver a esposa branca gostosinha dele sendo recheada com duas rolas pretas hoje à noite.

Ele então segurou meus quadris nas mãos pretas grandes dele e enterrou o rosto na minha virilha coberta pela calcinha. Quase gozei quando senti a língua quente dele subindo e descendo na minha fenda através da calcinha.

O Jameraka continuou me lambendo através da calcinha enquanto o Cacique trabalhava nos meus mamilos duros. Estava exatamente no ponto em que estava prestes a gozar quando ele parou e disse:

— Acho que vou deixar você toda aquecida para o Cacique foder, enquanto te dou sua primeira rola preta para chupar, o que acha?

Olhei para o Rique e depois de volta para o Jameraka e gemi:

— Não me importo, tudo que sei é que preciso ser fodida, e muito.

Olhando de volta para mim, o Jameraka sorriu e disse:

— Ah, amor, você vai ser fodida, pode contar com isso. Alguns dos outros caras por aqui gostariam de afundar uma carne preta nessa sua bucetinha branca e quente.

Ele então esticou a mão e puxou as duas cordinhas que mantinham minha calcinha amarrada nos quadris.

Assim que minha calcinha de oncinha caiu no chão, a língua comprida do Jameraka saiu da boca dele e ele a enterrou fundo na minha buceta quente e molhada. Ele estava me dando apenas a segunda lambida longa quando comecei a gozar em cima da língua dele. Agarrei a cabeça dele e puxei apertado contra minha buceta enquanto o Cacique ainda estava beliscando meus mamilos por trás. Gemi:

— AI DEUS SIMMMMMM, AI SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOO.

Enquanto meu orgasmo estava diminuindo, olhei para baixo e vi que o Rique tinha meio que um sorriso no rosto. Parece que o babaca curtiu me ver gozar com outro homem.

O Jameraka então disse:

— Tá bom, Bruna, deita aí na esteira. Vou deixar o Cacique Zoomama te foder primeiro enquanto você me chupa.

Ele então contou ao Cacique o que estava acontecendo. O Cacique disse algo de volta para ele, sorriu e balançou a cabeça que sim.

Fiz como me mandaram e deitei de costas olhando para os dois. Olhei na direção do Rique de novo para ver que o sorriso no rosto dele estava ainda maior agora. O Cacique Zoomama jogou o tapa-sexo no chão e se moveu para entre minhas pernas bem abertas. Ele estava ostentando um pauzão duro que parecia um cano preto grande de onde eu estava. Ele então mergulhou os dedos na tacinha de mel e começou a esfregar em toda a carne preta e dura dele. Depois ele ficou de joelhos bem no meio das minhas pernas. Sorrindo, ele estava olhando para minha buceta esperando enquanto batia uma punheta no pau escorregadio dele, coberto com aquele mel quente.

Agora que o pau dele estava duro que nem pedra, ele limpou o excesso de mel das mãos e dedos na minha bucetinha quente. Gemi enquanto ele esfregava por todos os lábios da minha buceta molhada. Ele então pegou minhas pernas e colocou meus tornozelos um de cada lado da cabeça dele. Depois ele desceu sobre mim, se segurando com os braços.

Ele começou a balançar os quadris em minha direção. Isso fez o pau quente dele me cutucar por toda a minha buceta receptiva. Depois de umas cinco cutucadas, o pau dele acertou na mosca. A cabeça escorregadia do pau dele estava cutucando bem na entrada da minha buceta. Gemi para ele e balancei meus quadris para cima para receber aquele pau duro dentro de mim. Ele sabia do que eu precisava e naquela hora começou a me dar.

Ele deu um empurrão gostoso e fácil que deixou o pau duro dele começar a afundar dentro de mim. Assim que a cabeça grande entrou em mim, olhei para o Rique e gemi:

— Ai Deus, Rique, ele tá me fodendo.

Ele estava fodendo gostoso e devagar, me enchendo com mais e mais pau preto cada vez que empurrava. Estava enlouquecendo, era tão bom. Então de repente o pau dele bateu no fundo dentro de mim. Doeu quando bateu no fundo e gemi:

— Ai, não tão forte, dói.

Ele não sabia o que eu tinha acabado de dizer e apenas sorriu e bateu no fundo de novo. De novo empurrei contra ele e gemi:

— Isso dói, por favor, não vai tão forte.

O Jameraka naquela hora estava abaixando o shorts perto da cabeceira da minha esteira. Ele disse ao Cacique o que eu tinha acabado de dizer na língua dele. O Cacique sorriu e respondeu algo para o Jameraka. O Cacique então diminuiu as batidas fortes. Ele começou os empurrõezinhos fortes para entrar mais fundo em mim. Então aconteceu de novo, senti o pau dele deslizar todo para dentro do meu útero. Quase gozei na hora enquanto gemia para ele:

— AI PORRA SEU PAU É TÃO GOSTOSO.

Olhando para o Rique de novo, gemi:

— Ai amor, ele tá tão fundo dentro de mim.

O Rique não respondeu, apenas continuou agindo como se estivesse apagado enquanto assistia a esposa sendo preenchida por um pau preto grande.

Não tinha atuação da minha parte. Com o pauzão do Cacique dentro do meu útero, aquilo era tudo que eu aguentava. Comecei a foder ele de volta que nem uma vadia local. Olhei para baixo entre nós para ver que tinha cada centímetro do pau do Cacique dentro de mim. Naquele ponto eu era dele. Comecei a foder contra ele e gemer:

— Ai simmmm, ai Deus simmmm, me fodeeeeeee.

Estava com os olhos fechados agora enquanto rebolava para receber mais do pau duro do Cacique dentro de mim. Então senti algo cutucando minha boca. Abri os olhos para encontrar o Jameraka tentando deslizar o pau duro dele na minha boca.

Assim que vi o que estava acontecendo, apenas abri a boca o máximo que pude e chupei aquele pau preto grande para dentro. Era tão comprido que só consegui colocar pouco mais que a cabeça na boca. Então enrolei meus dedos no meio dele e comecei a bater uma para ele enquanto chupava e lambia a cabeça.

Nunca na vida sonhei em transar com dois homens negros ao mesmo tempo! Agora estava fazendo isso bem na frente do meu marido, e estava adorando.

Puxei o pau do Jameraka da minha boca e gemi para o Cacique:

— AI PORRAAAA EU VOU GOZARRRR. AI DEUS NÃO PARA, ME FODE, AI DEUS SIMMM ME FODE.

Virei para ver se o Rique estava me assistindo prestes a gozar no pauzão do Cacique. Justo quando virei a cabeça para o lado do Rique, o Jameraka puxou minha cabeça de volta para ele e deslizou o pau duro de volta na minha boca. De novo comecei a bater uma para ele na minha boca enquanto rebolava contra o pauzão do Cacique.

Em menos de um minuto aconteceu de novo. Meu orgasmo atravessou meu corpo como fogo selvagem. De novo a rola preta do Jameraka pulou da minha boca enquanto empurrei contra o Cacique e gritei:

— AI SIMMMMMM, SIMMMMMM, AI SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOO.

Meu orgasmo deve ter disparado o orgasmo do Cacique também. Enquanto eu estava gozando, ele empurrou fundo dentro de mim e gemeu, ahhhhhhh, enquanto senti o pau duro e comprido dele pulsando fundo no meu útero. Ele continuou bombeando mais e mais esperma quente fundo dentro de mim. Não achava que o pau dele ia parar de gozar nunca.

Olhei para o Rique e gemi:

— Ah amor, ele tá gozando em mim.

O Rique tinha acabado de ter o desejo dele atendido. Ele conseguiu me ver gozar com outro homem. E conseguiu ver outro homem gozar dentro de mim. E eu estava mais do que disposta a dar muito mais show para ele. Ainda estava excitada pra caralho e precisando ser fodida de novo e de novo.

O Jameraka disse algo para o Cacique na língua deles. O Cacique respondeu rindo e começou a puxar lentamente o pau ainda duro de dentro de mim. Uma vez que a cabeça saiu, pude sentir a porra quente dele escorrendo de mim descendo para a esteira.

O Jameraka e o Cacique trocaram de lugar. Isso colocou o Jameraka bem no meio das minhas pernas segurando o pau preto grande dele na mão. Ele então soltou o pau e pegou minhas pernas, colocando meus tornozelos um de cada lado da cabeça dele, igual o Cacique tinha feito.

Agora voltando a segurar o pauzão preto na mão de novo, ele olhou para minha buceta vazando e disse:

— Uau, o Cacique com certeza fez uma bagunça na sua bucetinha branca bonitinha. Acho que vou deixar um pouco mais bagunçada.

Tendo dito isso, ele alinhou a cabeça com minha fenda melada e empurrou para dentro de mim. Eu estava tão molhada e escorregadia que o Jameraka afundou todo o pau dele em mim num empurrão lento.

Gemi:

— Ai Deus simmmm — enquanto ele afundava fundo dentro de mim. Meus quadris saíram da esteira tentando receber ainda mais daquele pau adorável dentro de mim.

O Jameraka estava olhando para mim enquanto dizia:

— Deus, sua bucetinha branca é tão gostosa enrolada no meu pau. Pena que o Rique não tá acordado para ver a esposinha dele sendo enchida de pau preto.

Ele então começou a bombear em mim na velocidade exata para me deixar louca.

Olhei para o Rique de novo enquanto começava a rebolar contra o Jameraka. Estava tão molhada e melada de toda a porra do Cacique Zoomama e dos meus sucos que os sons da minha buceta molhada enchiam a cabana. Sabia que o Rique estava curtindo me ver sendo fodida por esses homens. Tinha acabado de começar a gemer quando senti o pau duro do Jameraka também afundar no meu útero. Ai Deus, que sensação é essa. Algo que o Rique nunca tinha conseguido fazer comigo. De novo digo: a pessoa que disse que tamanho não importa tinha que ser homem. Gemi:

— Ai sim, sim, simmmm, ai Deus sim, me fode, Deus não para.

Então senti o pau molhado e ainda duro do Cacique Zoomama bater direto na minha boca. Estava coberto com a porra dele e meu suco de buceta. Nem pensei duas vezes, apenas peguei a cabeça grande direto na boca e comecei a chupar. Diria que o pau dele era quase do mesmo tamanho do Jameraka. Também era tão comprido que só conseguia colocar pouco mais que a cabeça na boca. Então fiz a mesma coisa com ele, enrolei meus dedos no meio e comecei a bater uma enquanto chupava e lambia a cabeça. Esse foi o primeiro boquete do Cacique e eu ia garantir que não fosse um que ele esquecesse tão cedo.

Deus, a sensação de dois paus, dois paus pretos grandes no seu corpo ao mesmo tempo era demais para mim. Comecei a gozar de novo. Só que dessa vez continuei chupando o pau na minha boca e rebolando contra o que estava fundo na minha buceta. Os dois homens gemeram enquanto minha buceta apertava no pau do Jameraka e minha boca chupava com força o pau do Cacique Zoomama.

Enquanto meu orgasmo diminuía, o Jameraka começou a aumentar a velocidade. Ele agora estava me martelando cheio de pau preto. Então comecei a chupar e bater pro pau do Cacique Zoomama no ritmo da foda que estava recebendo. Não conseguia ver se o Rique estava assistindo isso ou não, mas sabia no fundo da minha mente que estava. Ele estava prestes a ver pela primeira vez a esposa dele sendo enchida de esperma de dois homens ao mesmo tempo. E eu também mal podia esperar para isso acontecer.

Isso não demorou nada. Os dois homens começaram a gemer quase ao mesmo tempo enquanto trabalhavam os paus no meu corpo. Eu também estava enlouquecendo com dois paus dentro de mim que estava tentando fazer gozar ao mesmo tempo.

O Jameraka foi o primeiro a começar. Ele empurrou fundo dentro de mim e gemeu:

— Ah sim, lá vem o suco de bebê.

Senti o pau dele começar a pulsar fundo dentro de mim enquanto estava sendo preenchida com o esperma quente dele. Ele puxou meus quadris contra o corpo dele enquanto o pau gozando dele afundava ainda mais fundo no meu útero. Então aconteceu, o Cacique Zoomama gemeu e senti o pau dele pulsar na minha boca, o que logo foi seguido por um jato de esperma quente. Na maioria das vezes não engulo, eu cuspo. O Cacique estava segurando minha cabeça no lugar enquanto enchia minha boca de porra. Tudo que pude fazer foi começar a beber. E devo dizer, minha primeira vez engolindo não foi nada mal. Aliás, gostei e comecei a chupar o pau dele mais forte para tirar mais da porra dele.

Assim que os dois homens drenaram todo o esperma dentro de mim, ambos caíram na esteira, um de cada lado de mim. O Cacique Zoomama disse algo para o Jameraka na língua deles. O Jameraka então disse:

— O Cacique disse para te agradecer pelo boquete. Ele pode fazer você ensinar a esposa dele como chupar pau.

Olhei na direção do Rique e sorri enquanto sentia uma gota da porra do Cacique Zoomama escorrendo pela minha bochecha.

O Cacique Zoomama e o Jameraka logo se levantaram conversando e rindo um com o outro na língua deles. O Jameraka olhou para mim e disse:

— Fica aí mesmo, gatinha. Alguns dos outros caras gostariam de experimentar uma buceta branca. Vou mandar eles entrarem agora mesmo.

Então rindo, os dois saíram pela porta.

Assim que a porta fechou atrás deles, o Rique rastejou para o meu lado e deu um beijão na minha boca coberta de esperma. A mão direita dele foi direto entre minhas pernas e ele afundou dois ou três dedos dentro da minha buceta molhada e bagunçada. Quebrando o beijo, o Rique disse:

Ai meu Deus, Bruna, isso foi tão quente. Gozei nas calças te vendo foder com eles. Deus, mal posso esperar para te foder e comer sua buceta eu mesmo.

Ele então se moveu rapidamente de volta para o lado dele da cabana quando ouviu passos vindo na nossa direção. Ele voltou direto a fingir que estava apagado para poder assistir meu próximo show.

Um segundo depois, um negão grande entrou pela porta e na nossa cabana. Ele ficou lá sorrindo, olhando para mim, uma mulher branca nua aos pés dele.

Naquele momento me senti a maior vadia da África, e não me importei. Sorri de volta para ele e lentamente abri minhas pernas o máximo que pude para mostrar o prêmio que ele estava prestes a receber.

Sorrindo de orelha a orelha, esse novo homem rapidamente jogou o tapa-sexo no chão e se moveu para entre minhas pernas escancaradas. Agora de joelhos vi que ele também tinha um pau preto grande muito bonito na mão que estava alinhando para deslizar dentro de mim.

Eu estava tão molhada e escorregadia que minha buceta simplesmente engoliu o pau dele assim que ele começou a empurrar para dentro. Travei minhas pernas nas costas dele e estava pronta para dar a ele sua primeira cavalgada em mulher branca. Ali mesmo me transformei na fodedora, não na fodida. Estava rebolando contra esse homem como tenho certeza que nenhuma outra mulher jamais tinha feito. Ia garantir que a primeira buceta branca dele fosse a melhor foda que ele já teve.

Ele se curvou bastante e estava se revezando beijando e chupando meus mamilos longos e duros enquanto a carne dele bombeava em mim na velocidade exata. O kekpa e esse pau gostoso dentro de mim me fizeram esquecer tudo sobre o Rique enquanto me concentrava em ter outro orgasmo. Cravei minhas unhas nas costas dele enquanto trabalhava meus quadris no ritmo dele. Minha bunda estava levantada uns quinze centímetros da esteira enquanto trabalhava meus músculos vaginais no pau gostoso dele.

Em apenas alguns segundos senti meu terceiro pau preto da noite deslizar fundo no meu útero. Assim que senti a cabeça afundando, comecei a gozar de novo. Empurrei com força contra ele recebendo tudo que ele tinha para oferecer fundo na minha buceta molhada. Então agarrei a bunda dele e puxei apertado enquanto gritava:

— AI DEUS SIMMMMMM, SIMMMMMM, AI EU TÔ GOZANDOOOOOOO.

Enquanto esse orgasmo diminuía, o Rique voltou à mente. Olhei para ele e sorri. Sabia que ele tinha acabado de curtir me ver gozar em mais um pau preto duro.

Meu novo negão estava agora me fodendo a toda velocidade. Senti o pau dele crescendo mais e mais fundo dentro de mim. E então aconteceu, ele empurrou mais fundo dentro de mim e grunhiu enquanto o pau dele começava a descarregar esperma quente fundo no meu útero receptivo. Fiz o meu melhor para ordenhar o pau dele até secar enquanto ele me enchia. Olhando de volta para o Rique de novo, gemi:

— Hmmmmm amor, tô recebendo mais porra bombeada na minha buceta pra você.

Uma vez que esse homem tinha bombeado sua última gota de esperma dentro de mim, ele caiu meio que ao meu lado e voltou a chupar meus mamilos ainda muito duros. Podia sentir o pauzão dele que ainda estava fundo dentro de mim começando a encolher.

De repente a porta abriu e um garoto negro magrelo estava parado na entrada olhando para nós. Ele disse algo para o homem dentro de mim na língua deles. O homem respondeu de volta, e então puxou para fora de mim. O pau dele fez um som alto de sucção quando saiu da minha buceta molhada. Ele então se levantou e estava conversando com esse garoto enquanto colocava o tapa-sexo de volta. Ao mesmo tempo o garoto magrelo jogou o dele no chão expondo para mim o próximo pau preto longo e bonito que estava prestes a receber.

Enquanto o cara saía pela porta, o garoto magrelo caiu de joelhos entre minhas pernas ainda abertas. Ele estava lentamente acariciando o pau enquanto olhava para minha buceta vazando. Eu tinha um fluxo constante de esperma branco e quente escorrendo de mim.

Enquanto ele subia em cima de mim alinhando o pau com minha buceta receptiva, dei uma olhada rápida para o Rique. Então, tão rápido quanto, olhei para esse garoto que estava agora deslizando o pau duro dentro de mim. Gemi:

— Ai Deus simmmmmmmmm me fode — enquanto empurrava contra ele.

Depois que esse garoto me encheu com a porra quente dele, perdi a conta de quem me fodeu depois. Lembro de ter um orgasmo ótimo com ele, e depois devo ter meio que desmaiado. Lembro de outros me fodendo, mas é só isso. Quantos outros não fazia ideia.

Acordei na manhã seguinte com o Rique em cima de mim me enchendo com o pau duro dele. Justo nessa hora ele gemeu:

— Ai Deus, eu te amo — enquanto o pau dele começava a esguichar mais esperma dentro de mim.

Podia sentir o pau do Rique pulsando enquanto descarregava dentro de mim. Uma vez que ele esvaziou sua última gota de porra dentro de mim, rolou de cima de mim para deitar de costas ao meu lado.

Enquanto começava a acordar mais, podia sentir o fogo na minha buceta. Não um fogo bom, um fogo doído. Parecia que tinha tido um pau de lixa enfiado dentro de mim. Estava tão dolorida que não achava que ia sentir vontade de transar de novo nunca mais.

Justo então o Rique me beijou e disse:

— Puta que pariu, Bruna, não acredito que todos aqueles caras te foderam ontem à noite. Aquilo foi a coisa mais quente que já vi. Não preciso perguntar se você gostou ou não, nunca te vi gozar tanto na minha vida!

Beijando ele de volta, respondi:

— Ai Deus, minha buceta tá tão dolorida. Quantos caras me foderam?

— Porra, não sei ao certo. Acho que depois do décimo cara o Jameraka fez eles pararem antes que te fodessem até a morte.

Olhei para ele surpresa:

— Dez caras? Tá brincando comigo? Ai foda-se, não sou nada além de uma puta aos olhos deles.

O Rique me beijou de novo, sorriu e disse:

— Você não é uma puta. Você é minha esposa e eu te amo. Além disso, você teve onze caras ontem à noite se contar comigo. Depois que eles terminaram, fodi seu corpo desmaiado duas vezes. Sua buceta estava tão quente e molhada que não consegui me segurar. E de novo assim que acordei, tive que te ter mais uma vez.

Beijei o Rique e disse:

— Graças a Deus essa viagem tá quase acabando. Acho que não aguento muito mais pau.

Então olhando para ele bem nos olhos, perguntei:

— Você tem certeza de que tá de boa com o que aconteceu? Isso não vai machucar a gente depois que voltarmos para casa, vai?

Me abraçando e beijando, o Rique disse:

— Machucar a gente? Porra nenhuma. Essa foi a melhor viagem que já tivemos. Talvez a gente tenha que voltar ano que vem. A única coisa ruim é que não podemos contar para nossos amigos e família toda a diversão real que tivemos aqui embaixo.

...

Tive que tirar os próximos dias de folga, sem sexo nenhum. Não tive mais nenhum gangbang ou como quer que chamem quando você tem um cara atrás do outro. Transei com o Cacique Zoomama e o Jameraka mais algumas vezes. E no resto da estadia não bebi mais kekpa. Também com a bênção do Rique passei duas noites inteiras na cabana do Cacique Zoomama sendo fodida a noite toda. O Rique realmente adorou me ter na manhã seguinte enquanto contava o que o Cacique tinha feito comigo.

Por mais que odiasse ir embora, tivemos uma viagem segura de volta para casa. Uma vez em casa, o Rique saiu e comprou um consolo preto grande e bonito que ele usa em mim toda vez que transamos. Fingimos que estamos de volta na África e estou sendo fodida por um dos muitos homens. A coisa real é bem melhor, mas fazer o quê.

Dois meses depois de voltar para casa, marquei uma consulta médica porque estava com gripe e não melhorava. Acontece que a gripe era enjoo matinal, estava grávida de dois meses.

Chorando e em choque, tive que contar ao Rique naquela noite que estava grávida. A parte ruim é que não sei de quem é o bebê negro que tenho dentro de mim. O Rique inventou uma boa história para contar a todos os nossos amigos e família. A história é que fui estuprada enquanto estávamos na viagem e estávamos tentando manter para nós mesmos até o médico confirmar que estava grávida.

Isso só mostra que às vezes quando você brinca, você paga. Agora vou ter que passar pela vida com uma criança negra. As pessoas vão saber que fodi um negão. A única coisa que não vão saber é que fodi uma tribo de negões, e adorei.

———

FIM!!

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