After Party #3 - "Dando" tudo pela empresa

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 1128 palavras
Data: 16/02/2026 19:00:49

Antunes, o chefe de Sol e dono do restaurante / bar onde ela trabalhava havia fechado um evento externo, uma festa num sítio de um figurão rico da cidade, por essa época, além de Alex, Jonas, Douglas e Sol, ele havia contratado Verônica pra reforçar o time. Como nossa casa era caminho pro evento combinaram que a pegariam de carro lá mesmo, iriam num carro só.

Sol se preparou com uma camisa social branca com botões suficientemente abertos pra formar um belo decote e destacar seus seios, uma saia também social com corte lateral, meia sete oitavos preta, salto e um belo delineado que destacava mais ainda ainda seus olhos grandes e verdes. Estava usando seu cabelo ruivo no estilo chanel e um destacado batom vermelho escuro. Seu look remetia ao mesmo tempo a um ambiente formal e a um fetiche de filme porno. Verônica, a nova contratada, que também era ruiva, usava o mesmo look, pois tinha combinado com Sol.

Quando chegaram, Sol confirmou o que temia. Antunes e Verônica iam na frente e Douglas, Alex e Jonas atrás, praticamente não havia espaço pra ela no carro. Antunes disse:

–Aperta ai, pessoal. Dá espaço pra ela.

Chegando no sítio começaram a arrumar as coisas pra festa. Logo conheceram o Germano, o ricaço dono do sítio e da festa. Um cinquentão barbudo e bombado, com uma clara pose de soberba típica daqueles que deixaram o dinheiro subir pra cabeça. Não menos esnobe também estava lá Enzo, o filho dele, um garoto magrelo de uns 18 anos, loiro, bonito e arrogante.

O sítio era grande e havia mesas para arrumar por toda parte, pois esperava-se muitos convidados. Isso fez com que a equipe se espalhasse. Enquanto os outros ficaram responsáveis pela parte externa onde existia maior demanda, Sol ficou responsável por arrumar o bar e as mesas que ficavam na parte de cima do casarão no centro do terreno.

Enquanto arrumava as coisas, apareceu Enzo, encarando ela com olhar tarado sem disfarçar puxou assunto:

–E ai, qual seu nome, moça?

–Sol. E o seu? - Respondeu sem olhar.

–Enzo, prazer. O Antunes sempre monta as festas pro meu pai, mas eu nunca tinha te visto na equipe dele.

–É, eu sou nova.

–Bem gostosona você, hein. - Falou na maior cara de pau.

–E bem atrevido você, hein. - Retrucou ela.

–E você não gosta? Tem a maior cara de vadia.

O primeiro pensamento de Sol foi dar uma patada das boas, mas olhou pra ele com mais calma e viu que, apesar de folgado, era bem bonitinho. E pensou que aproveitaria pra tirar uma com a cara dele (do jeito dela).

Fingiu ir ao banheiro, mas logo voltou e retomou suas tarefas, arrumar as coisas num balcão que estava na frente dele. Mas tinha um detalhe diferente, ela tinha aberto mais botões da sua camisa, e agora, ela se posicionava de maneiras e ângulos, que Enzo podia ver os peitos dela, que ela supostamente estava “deixando escapar” da camisa. Também subiu mais a saia, mostrando a renda de suas meias pretas sete oitavos. Os movimentos sinuosos que ela passou a adotar, seus peitos à mostra, surtiram exatamente o efeito que ela esperava, o carinha que já estava com pensamento devassos ficou até nervoso de tanto tesão. Começou até a gaguejar pra falar, nunca tinha se deparado com uma mulher tão gostosa e altiva como ela. Nunca tinha chegado nessa parte, ficou sem reação, estupefato. Ela percebendo que tinha conseguido alcançar seu objetivo, riu.

Enzo só saiu do choque quando, de repente, chegou um amigo seu. Um tal Bernardo, do mesmo estilo dele, só que tinha o cabelo preto, magrelo, bonitinho e arrogante. Sentaram-se num sofá por ali mesmo e Sol começou a os servir. Logo Bernardo notou o corpão dela e comentou com Enzo:

–Caralho, que putinha gostosa!

–Não é! Grandona.

–Essa deve chupar até a rola de um cavalo.

–Total! Fora essa roupa, toda hora pagando peitinho.

–É, já tô com tesão.

–A gente tem que dar um jeito de comer essa puta.

Resolveram então chamá-la para beber com eles, ela, como boa porra louca que era e sem se importar que estava trabalhando, aproveitou que estava longe da vista do chefe e dos outros convidados, aceitou. Sentou no sofá entre eles com seu copo. Papo vai, papo vem, a bebida já fazendo seu efeito, Bernardo perguntou:

–Ai, princesa. Você tem namorado?

–Tenho sim.

–Cara de sorte, muito linda você.

–Obrigada. Ele é mesmo.

–Mas ele aguenta dar um trato legal nesse corpão todo ai? - Perguntou Enzo.

–Oh, se aguenta!

–E ele é ciumento? - Retomou, Bernardo.

–Nada, tranquilinho.

–Então, ele não vai ligar se eu te der um beijo. - Disse deslizando a mão na coxa dela.

–Só um beijo, acho que não. - Respondeu Sol.

Bernardo a puxou e deu um beijo demorado de língua. Em seguida, disse:

–Agora beija meu amigo também, não vai deixar ele passando vontade, né?

Sol virou e beijou Enzo também. E Bernardo retomou:

–Você disse que seu namorado não ia ligar se a gente te beijasse, mas se a gente trepasse com você, será que ele ficaria chateado? Será que ele iria ligar se soubesse que metemos a rola em você?

–Não sei, talvez. - Falou com voz sensual e olhar de piranha.

–Ai, lembrei que num dos quartos aqui em cima tem um quadro bem maneiro, não é Enzo? Vamos lá pra gente te mostrar.

Sol, já no seu modo piranha, aceitou. Chegando no quarto, Bernardo e Enzo começaram a alternar ao mesmo tempo entre beijar sua boca e seu pescoço já enchendo a mão na bunda e nos peitos dela. Logo Bernardo foi desabotoando a camisa dela enquanto Enzo descia a sua saia e depois sua calcinha deixando-a só com suas meias pretas de renda. Já subiram cada um mamando um dos peitos dela e logo estava Enzo dedando a buceta dela enquanto Bernardo deu um cuspida no próprio dedo e enfiou no cu da putinha. Ela não oferecia nenhuma resistência, só fazia caras e bocas e gemia. Os moleques estavam afobados e não querendo perder tempo a deitaram na cama, Bernardo subiu nela que já arreganhava as pernas e enfiou a rola bombando freneticamente. Torou com força até gozar e saiu. Veio Enzo então, que até o momento só observava Sol ser fodida pelo amigo e se masturbava. Igualmente, subiu nela e começou a socar louco, Sol gemia entusiasmada levando rola, porém Enzo durou menos que Bernardo gozando rapidamente.

Todos se levantaram, se limparam e se vestiram. Bernardo disse:

–Caralho, hein, putinha. Você é gostosa mesmo.

–Puta cavala. - Emendou Enzo.

–Depois que acabar a festa a gente podia brincar um pouco mais.

–Vou pensar no caso de vocês. - Respondeu Sol.

Voltaram a festa como se nada tivesse acontecido, mas a noite estava só começando…

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