Trabalho de Faculdade na Casa das Colegas Alternativas - Parte 1

Um conto erótico de Noite
Categoria: Heterossexual
Contém 4098 palavras
Data: 16/02/2026 18:17:32

Era outubro de 2023, segundo ano da faculdade de Ciências Contábeis em uma Universidade Estadual do interior de São Paulo. Eu tinha 20 anos e morava sozinho num apartamento pequeno e simples no centro da cidade, daqueles que a gente aluga com o dinheiro do estágio parcial, ajuda dos pais e da bolsa de permanência. A reta final do semestre estava me matando. Provas acumuladas, relatórios para entregar e o peso de manter a média alta para não estragar meus planos futuros.

Naquela tarde de quarta-feira, na aula de Contabilidade Gerencial, uma das matérias mais pesadas e decisivas do curso, com o professor conhecido por ser rigoroso e por gostar de trabalhos em grupo para simular o ambiente corporativo, ele anunciou que a avaliação final do semestre seria feita em grupos de quatro pessoas, formados por sorteio aleatório na próxima aula.

Na semana seguinte o professor fez o sorteio. Eu sempre tive meu grupo fixo desde o primeiro ano, mas dessa vez não tinha escapatória.

Ele leu os nomes em voz alta: “Grupo 7: Amanda, Anabella, Luiz e Henrique”.

Amanda e Anabella eram do DCE (diretório central estudantil), assíduas nas assembleias estudantis e festas e visual alternativo. Luiz era um ilustre desconhecido, que jamais fora a uma aula naquele ano.

O professor terminou a lista, mandou os grupos se reunirem ainda naquela semana e saiu. Fiquei olhando o papel com os nomes, meu semestre tranquilo tinha acabado de virar bagunça.

Não deu cinco minutos depois que o professor saiu da sala e meu WhatsApp apitou. Era um grupo novo: “Trab. de Cont. na Rep das Minas”.

Amanda tinha criado na hora, adicionando todos nós. A primeira mensagem dela veio com um áudio de 7 segundos: “Ei, pessoal! É a Amanda. Vamos marcar pra hoje mesmo? Tipo, 21h na república das minas, aqui na rua da biblioteca. Tragam notebook e vontade de não reprovar. Beijos!”. Em seguida, um emoji de fogo e outro de cerveja.

Anabella respondeu com um “Tô dentro rs”.

Luiz permaneceu sem falar nada.

Eu fiquei olhando a tela, o polegar pairando no teclado, sem saber o que responder.

A república das minas era onde Amanda morava com Anabella e outras duas garotas que eu não conhecia. Casa grande, bagunçada, cheia de festas do DCE, música alta até de madrugada e cheiro de baseado misturado com café queimado. Eu nunca tinha entrado lá. Meu plano era ir pra casa, estudar sozinho e entregar minha parte. Suspirei, digitei um seco “Ok, chego lá” e enviei.

O grupo ficou quieto por uns segundos, depois Amanda mandou um sticker de uma garota dançando seguido de “Isso aí, Henrique! Bora trabalhar”. Meu estômago apertou de novo.

Cheguei na república das minas por volta das 21h05, suando um pouco da caminhada rápida do ponto de ônibus. Toquei a campainha e Amanda abriu a porta quase na hora, sorrindo largo.

Ela usava uma camiseta branca longa que servia como vestido, larga o suficiente para cair solta até o meio da coxa, sem sutiã por baixo, os mamilos pontudos marcavam o tecido fino e claro. Era gata mesmo, cabelo preto liso caindo nos ombros, pele muito branca, olhos amendoados que pareciam sempre sorrir um pouco mais do que a boca.

“Chegou, Henrique! Entra aí”, disse ela, me puxando com um beijão estalado na bochecha, o cheiro de perfume doce misturado com algo herbal.

Nem sinal do Luiz.

Dentro da casa bagunçada, Anabella estava largada no sofá, pernas cruzadas com preguiça, shortinho subindo devagar nas coxas. O cabelo ruivo ondulado caía solto sobre os ombros, refletindo luzes quentes, sardas suaves salpicando nariz, bochechas e colo como poeira dourada na pele clara. Olhos verdes-claros com brilho calmo e profundo, lábios carnudos curvados num sorriso lento. Na coxa esquerda, uma mandala em traços pretos finos subia em espirais delicadas, desaparecendo sob a borda do tecido, destacando a curva sutil da perna. Ela tragava o baseado devagar, soltando fumaça preguiçosa, o olhar me percorrendo com uma promessa quieta e sem pressa.

Amanda me guiou pela sala bagunçada até a cozinha, onde uma mesa grande de madeira estava coberta de livros, cinzeiros e latas de cerveja vazias.

Sentamos ali, eu no meio, as duas de cada lado. Peguei o notebook da mochila, abri o arquivo e disse que já tinha feito a estrutura completa do seminário: introdução, objetivos, metodologia, análise dos casos e conclusão, tudo dividido em tópicos claros com referências bibliográficas. Expliquei rápido, mostrando as telas. Elas ouviram atentas, trocando olhares. Quando terminei, Amanda sorriu e disse: “Ótimo, Henrique, por hoje está bom”. Anabella assentiu, tragando o baseado de novo. “Temos duas semanas ainda. Dividimos em três partes: eu faço a primeira, Anabella a segunda, você a terceira. Faltando dois dias a gente junta tudo aqui. Você revisa o texto final e, se o Luiz aparecer, ele apresenta. Se não, você fala e a gente complementa.”

Amanda pegou o celular e concluiu: “Eu faço os slides, capricho neles”. Elas se olharam de novo, riram baixo, e o clima pareceu relaxar de vez.

Anabella se levantou do sofá, foi até a geladeira e voltou com uma lata de cerveja gelada, estendendo pra mim com um sorriso. “Toma, relaxa aí”.

Sentamos de novo à mesa, e elas começaram a puxar papo:

“Você é calado mesmo, hein? Que legal que veio, a gente achou que ia furar com a gente”, disse Anabella.

Amanda riu, pegou um baseado do cinzeiro, acendeu devagar e deu uma tragada longa antes de oferecer pra mim. “Quer dar um tapa?”.

Agradeço e nego com a cabeça. Elas trocaram um olhar e riram baixo, o cheiro subindo no ar da cozinha.

Enquanto a fumaça do baseado subia preguiçosa, eu tomei um gole da cerveja e comentei, meio sem graça: “Pelo menos com a estrutura pronta a gente já tem base sólida pro seminário, né? Evita correria de última hora”.

Elas se entreolharam e caíram na risada. Amanda apontou pra mim com o baseado na mão: “Nerd total, Henrique! Olha só, já pensando em evitar correria”.

Anabella balançou a cabeça, ainda rindo: “Eu também gosto de nerds, mas não tanto quanto a Amanda aqui”.

Amanda deu de ombros, sorrindo maliciosa: “Eu gosto de nerds, sim. Não é palavra ruim, é elogio. Gente que faz as coisas direito, sabe?”.

Elas riram mais alto, o som ecoando na cozinha bagunçada. Eu corei um pouco e respondi: “É que eu sou preocupado com a carreira, quero sair bem no curso pra conseguir um bom estágio depois”.

Elas explodiram em risadas de novo, Amanda batendo de leve no meu braço: “Tá vendo? Nerd clássico. Mas relaxa, a gente cuida de você”. O clima ficou mais leve, o baseado passando de mão em mão entre elas, e eu ali, no meio, sentindo o calor da cerveja e do papo subir devagar.

Amanda apagou o baseado no cinzeiro e se inclinou pra frente, apoiando os cotovelos na mesa.

“E aí, Henrique, qual é o seu signo?. Eu respondi sem pensar muito: “14 de setembro”. Sabia que era Virgem, mas quis fingir não saber.

As duas trocaram um olhar rápido e Amanda riu alto: “Virgem! Tá vendo? Organizado por isso, Virgem ama planejamento, né? Tudo certinho, tudo no lugar”.

Anabella balançou a cabeça, ainda rindo, e completou com voz mais baixa e maliciosa: “Mas é come quieto, gosta de safadeza escondida... aposto que tem um lado que ninguém vê”. Elas explodiram em risadas juntas, Amanda batendo na mesa de leve, Anabella cobrindo a boca com a mão enquanto me olhava de lado, os olhos brilhando.

Eu corei um pouco e tentei disfarçar com um gole longo da cerveja, mas o riso delas só aumentou, o ar da cozinha ficando mais quente e carregado.

Amanda se inclinou pra frente, pegando a lata da minha mão e balançando devagar na frente do meu rosto. “Vai, bebe um pouco mais pra acompanhar as minas aqui, Henrique. Tá muito sério ainda”. Eu ri sem graça e dei outro gole longo, sentindo o álcool subir quente pelo peito.

Anabella se espreguiçou no sofá, jogando a cabeça pra trás. “Nossa, tá um calor do caralho hoje. Tô suando tudo”. Ela puxou a gola larga da regata cinza desbotada com os dois dedos, abrindo o tecido pra se abanar, e revelou exatamente o que eu já imaginava óbvio, estava sem sutiã mesmo.

Os peitos médios e firmes apareceram por um segundo, a pele clara brilhando de suor leve, os mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco que entrava pela janela aberta. Desviei o olhar rápido, mas não antes de notar o resto, por baixo da camada alternativa de roupas largas e despojadas, escondia um corpo atlético, definido nos ombros e na barriga, como se ela fosse dedicada pra academia ou pra algum esporte.

No centro, logo abaixo dos peitos, uma tatuagem delicada em estilo rendado, traços finos e pretos que desciam em arabescos até o umbigo, destacando a pele lisa e tonificada. Meu pau deu um pulo discreto na calça, e eu cruzei as pernas pra disfarçar, tomando mais um gole da cerveja enquanto elas riam baixo, como se soubessem exatamente o que eu tinha visto.

Amanda se inclinou mais perto, o cotovelo na mesa, o decote da camiseta larga abrindo um pouco mais enquanto ela sorria. “Vai, fala mais de você, Henrique. Namora?”

Eu balancei a cabeça: “Não”.

Anabella entrou na roda, tragando o baseado e soprando a fumaça pro lado: “Já namorou alguma vez?”

“Não”, respondi de novo, sentindo o álcool soltar a língua.

Amanda ergueu a sobrancelha: “Tá enrolado com alguém agora?”

“Não também”.

Anabella riu baixo, olhando pra mim de lado: “Mas é virgem só no signo, né?” As duas pararam, esperando.

Já meio alterado pela cerveja e pelo clima, dei uma risada rouca e confirmei: “Só no signo”.

Elas explodiram em “ufa!” ao mesmo tempo, Amanda batendo palmas leves e Anabella jogando a cabeça pra trás, rindo alto. “Sabia!”, disse Amanda, os olhos brilhando.

“Virgem, mas com potencial. A gente gosta assim”.

O riso delas encheu a cozinha de novo, e eu senti o calor subir pelo pescoço, o pau dando um pulo discreto na calça enquanto o papo ficava cada vez mais solto.

De repente a luz caiu, um estalo seco no quadro e a cozinha mergulhou na escuridão total. A república velha, com fiação ruim e muitos aparelhos ligados, não aguentou o pico.

Amanda xingou baixo: “Porra, de novo isso”.

Tateamos no escuro por uns segundos, até ela achar uma vela aromática no armário, daquelas de baunilha barata, e acender com um isqueiro.

A chama fraca iluminou só o suficiente pra ver contornos, a mesa bagunçada, os rostos delas brilhando alaranjados, o cheiro doce misturando com o baseado. “É tudo que temos além dos celulares”, disse Anabella, “mas vamos poupar a bateria, nada de ligar tela agora”.

Concordamos com um aceno, o calor piorando sem ventilador, o ar parado e pesado na penumbra.

Anabella bufou, abanando o rosto com a mão. “Tá insuportável esse calor sem ventilador. Vou tirar essa regata suada, não aguento mais”.

Sem cerimônia, ela cruzou os braços, puxou a regata cinza desbotada pela cabeça e jogou no encosto da cadeira. Ficou só de shortinho, os peitos médios e firmes expostos, mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco que entrava pela janela entreaberta. A tatuagem rendada abaixo deles brilhava sutil na luz tremulante da vela, traços pretos descendo até o umbigo na pele tonificada e suada.

Amanda riu rouca, balançando a cabeça. “Se é pra ficar no escuro e no calor, então foda-se”.

Ela se levantou, puxou a camiseta branca longa pela cabeça num movimento rápido e deixou cair no chão, ficando só de calcinha preta simples, o corpo esguio e branco contrastando com a penumbra, peitos pequenos pontudos livres, suor brilhando leve no colo.

Eu fiquei parado na cadeira, o coração batendo forte, vendo só silhuetas e contornos na chama fraca da vela e na luz amarelada que vazava da rua pela janela.

O cheiro de suor misturado com baseado e baunilha subia quente, as respirações delas mais audíveis no silêncio, risadinhas baixas ecoando.

Meu pau endureceu completamente na calça, latejando, o tesão explodindo enquanto tentava não encarar demais, mas era impossível desviar os olhos das curvas que dançavam na luz fraca.

Anabella se mexeu na cadeira, tateando no escuro com a mão. “Cadê meu isqueiro? Caiu no chão quando a luz apagou”.

Ela deslizou da cadeira e se abaixou devagar entre minhas pernas, o corpo nu roçando de leve na minha coxa enquanto procurava. O peito firme e quente encostou na minha perna por um segundo longo demais, o mamilo endurecido traçando uma linha sutil pela calça. “Ops... desculpa, Henrique”, murmurou ela, a voz rouca e baixa, sem se afastar de imediato.

Eu prendi a respiração, o pau latejando forte contra o tecido, sentindo o calor da pele dela contra a minha.

Amanda riu baixinho do outro lado da mesa.

“Deixa eu ajudar, senão a gente fica a noite toda sem baseado”. Ela se levantou, contornou a mesa por trás de mim e se inclinou sobre meu ombro, as costas nuas e suadas encostando no meu braço enquanto esticava o braço pra baixo. O seio pequeno roçou no meu ombro, o suor dela escorrendo devagar pela minha manga.

“Ai, que escuro do caralho...”, disse ela, fingindo procurar, mas demorando pra se endireitar, o corpo colado no meu por trás, o quadril roçando de leve na minha nuca suada. “Tá sentindo o calor? Ou é só impressão minha?”

Anabella subiu devagar, ainda entre minhas pernas, as mãos apoiadas nas minhas coxas pra se equilibrar. “Achei o isqueiro... mas olha só, sua calça tá bem apertadinha aí embaixo”. Ela passou os dedos de leve pela virilha, só um toque rápido, quase acidental, mas suficiente pra sentir que meu pau estava muito duro.

“Ops, mão boba no escuro. Desculpa de novo”.

As duas riram juntas, o som ecoando na cozinha quente.

Amanda se sentou na beira da mesa bem na minha frente, as pernas abertas, a calcinha preta marcando na penumbra da vela. “Sabe o que eu acho? No escuro ninguém vê nada... então pode rolar o que quiser sem ninguém saber”. Ela esticou o pé descalço e roçou a sola na minha canela, subindo devagar até o joelho. “Ou você prefere ficar só olhando, Henrique? Porque a gente tá pelada aqui, suando, e você ainda tá todo vestido... não é justo”.

Anabella se aproximou mais, ajoelhando devagar no chão entre minhas pernas, os peitos roçando nas minhas coxas de novo enquanto olhava pra cima. “Se quiser, a gente te ajuda a ficar mais confortável. Tipo... tirar essa camisa suada. Ou mais”. Ela lambeu os lábios, os olhos brilhando na luz fraca. “Ou você pode só sentar aí e deixar a gente brincar um pouco. Prometo que é só pra refrescar... ou pra esquentar mais ainda”.

Meu coração batia tão forte que eu mal conseguia falar. O tesão pulsava em ondas, o pau duro demais na calça, o cheiro delas enchendo o ar.

“Vocês... estão falando sério?”, consegui murmurar, a voz rouca.

Amanda se inclinou pra frente, o rosto perto do meu, os lábios quase roçando na minha orelha. “Muito sério, Henrique. No escuro, tudo vale. E a gente tá morrendo de curiosidade pra ver esse lado safado escondido que você tem”.

Ela mordeu de leve o lóbulo da minha orelha, depois sussurrou: “Agora diz: quer que a gente pare... ou quer que a gente continue?”

Anabella, ainda ajoelhada entre minhas pernas, subiu as mãos devagar pelas minhas coxas, parando bem perto da virilha. “É isso aí, Henrique. A gente já tá pelada aqui, suando, com tesão... e você aí todo duro na calça. Não faz a gente esperar”.

Ela apertou de leve a coxa, os dedos roçando o volume da calça, sentindo o pau pulsar sob o tecido. “Tira essa camisa, vai. Ou deixa a gente tirar por você”.

Eu respirei fundo, o coração disparado, o corpo inteiro tenso de desejo. “Não para”, murmurei rouco.

Amanda sorriu contra meu ouvido, a respiração quente. “Boa resposta, Virginiano”.

Ela se afastou um pouco, mas só pra puxar minha camisa pela cabeça num movimento rápido. O tecido saiu, deixando meu peito nu, e ela passou as unhas leves pelas minhas costas, arranhando de leve enquanto se posicionava atrás de mim de novo, os peitos nus colando nas minhas omoplatas. “Olha só que gostoso”.

Anabella se levantou devagar, ficando em pé entre minhas pernas abertas. Ela se inclinou, os peitos roçando no meu peito nu, os mamilos duros traçando linhas quentes na minha pele. “Agora a calça. Deixa a gente ver o que você tá escondendo”.

Ela abriu o botão com dedos ágeis, desceu o zíper devagar, provocante, e puxou a calça junto com a cueca até os joelhos. Meu pau saltou livre, duro, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo na luz fraca da vela.

“Caralho... olha isso”, sussurrou Anabella, lambendo os lábios. “Tá assim desde quando a gente tirou a roupa, né?”. Ela envolveu a base com a mão quente, masturbando devagar, o polegar circulando a glande.

Amanda riu baixo atrás de mim, as mãos descendo pelo meu peito, abdômen e chegou no pau.

Elas se entreolharam por cima do meu ombro, sorrindo maliciosas, e Anabella se ajoelhou de novo, a boca quente se aproximando da cabeça do meu pau enquanto Amanda me beijava o pescoço, mordendo suave.

O tesão era insuportável, o escuro amplificando cada toque, cada respiração, cada gemido baixo que escapava de nós três.

Eu respirei fundo, o tesão misturado com uma coragem que veio do nada, talvez da cerveja, talvez delas me provocando tanto tempo.

Levantei devagar da cadeira, a calça ainda nos tornozelos, e estendi a mão pra cada uma, tocando leve na cintura nua delas. “Vem comigo pro sofá”, falei baixo, a voz firme e decidida. “Aqui na cadeira tá apertado demais, e eu quero ver vocês melhor”.

Elas hesitaram um segundo, os olhos se arregalando na luz fraca da vela, surpresas com a mudança.

Amanda ergueu uma sobrancelha, um sorriso lento se abrindo: “Olha só... o nerd resolveu tomar as rédeas”. Anabella riu baixinho, mas me deixou guiá-las pela sala escura até o sofá velho.

Sentei no meio, puxando as duas pra perto com gentileza, uma de cada lado, as coxas quentes colando nas minhas. “Posso ser nerd, mas não sou louco”, murmurei, sorrindo de lado enquanto passava o braço por trás de Amanda, os dedos roçando devagar as costas dela, e a outra mão descansando na coxa de Anabella, subindo um pouco, sentindo a pele arrepiar.

Elas se acomodaram, corpos se inclinando pra mim quase instintivamente, respirações mais rápidas. “Vocês me deixaram assim... agora deixa eu retribuir um pouco”. Beijei o ombro de Amanda devagar, depois o pescoço de Anabella, alternando, as mãos explorando com calma, uma apertando leve o seio pequeno de Amanda, a outra deslizando pela tatuagem rendada de Anabella.

Elas gemeram baixinho, surpresas e excitadas com a virada, os quadris se mexendo devagar contra mim, como se finalmente vissem o lado que eu guardava. O escuro ajudava.

No sofá, o calor dos corpos nus delas contra o meu era insuportável.

Anabella se inclinou primeiro, beijando meu pescoço devagar enquanto sua mão descia pelo meu abdômen até envolver meu pau de novo, masturbando com ritmo lento e firme.

Amanda, do outro lado, virou meu rosto pra ela e me beijou fundo, língua quente explorando minha boca, gemendo baixo quando eu apertei seu seio e belisquei o mamilo.

Elas trocaram um olhar cúmplice por cima do meu ombro, como se combinassem o próximo movimento sem palavras.

Anabella desceu devagar, beijando meu peito, barriga, até chegar à base do pau. Ela lambeu a glande devagar, provando o pré-gozo salgado, depois envolveu a cabeça com a boca quente e úmida, chupando ritmada enquanto a mão masturbava o que não cabia. Amanda continuou me beijando, mordendo meu lábio inferior, sussurrando rouca: “Olha como ela chupa gostoso... quer sentir as duas ao mesmo tempo?”.

Meu corpo tremia, o prazer subindo rápido demais.

Amanda se ajoelhou ao lado da amiga, as duas agora entre minhas pernas.

Elas alternavam, uma chupava a cabeça enquanto a outra lambia as bolas, línguas se encontrando no meio do pau, gemidos vibrando contra mim.

Eu segurei o cabelo preto de Amanda com uma mão e o de Anabella com a outra, guiando sem forçar, sentindo as bocas quentes e molhadas me devorarem. O som molhado enchia a sala escura, misturado aos suspiros delas.

Não aguentei mais. Puxei as duas pra cima com gentileza firme, deitando Anabella de costas no sofá e Amanda de lado ao meu lado.

Beijei Anabella fundo enquanto minha mão descia entre as pernas dela, sentindo a buceta encharcada e quente, os lábios grandes e macios se abrindo devagar sob meus dedos.

Ela gemeu alto na minha boca, quadris rebolando contra minha mão. Amanda se masturbava devagar ao meu lado, assistindo, os olhos brilhando na luz da vela.

Desci a boca pelo corpo de Anabella, lambendo os mamilos endurecidos, depois a tatuagem rendada, até chegar à buceta.

Difícil ver no escuro, mas parecia rosada, quase sem pelos, exceto por uma linha fina e escura de pelos curtos no monte de Vênus, que contrastava com a pele clara e lisa ao redor. O clitóris estava duro e inchado, uma bolinha sensível que pulsava ao toque, escorregadia de tesão, e quando eu circulei devagar com o polegar ela gemeu alto na minha boca, quadris se arqueando pra buscar mais pressão, o molhado escorrendo pelos meus dedos em fios quentes e viscosos.

Chupei devagar, língua circulando o clitóris, provando o gosto doce e salgado. Ela agarrou meu cabelo, gemendo rouco: “Porra, Henrique... assim... não para”. Amanda se posicionou atrás de mim, beijando minhas costas, mãos apertando minha bunda enquanto eu chupava a amiga com mais intensidade.

Anabella gozou primeiro, corpo arqueando no sofá, coxas apertando minha cabeça, um grito abafado escapando enquanto a buceta pulsava contra minha língua em contrações fortes. O orgasmo durou longos segundos, tremores percorrendo o corpo atlético dela. Quando relaxou, ela puxou meu rosto pra cima e me beijou, provando o próprio gosto na minha boca, sussurrando: “Sua vez de sentir”.

Elas me viraram de costas no sofá. Amanda tirou a calcinha e montou no meu colo devagar, posicionando meu pau na entrada molhada dela, descendo centímetro por centímetro até engolir tudo. Ela soltou um suspiro longo, rebolando preguiçoso, os peitos pequenos balançando na frente do meu rosto.

Anabella se ajoelhou ao lado, chupando os mamilos de Amanda enquanto eu metia devagar, sentindo as paredes apertadas pulsarem ao redor.

O ritmo acelerou. Amanda subia e descia mais forte, quadris batendo contra os meus, gemendo alto. Anabella se sentou no meu rosto, buceta molhada roçando na minha boca, e eu chupei com fome enquanto Amanda cavalgava.

As duas se beijavam por cima de mim, línguas se enroscando, mãos se tocando, o prazer delas se misturando ao meu. Meu pau pulsava dentro de Amanda, perto do limite.

Amanda gozou montada, com sua buceta contraindo forte ao redor do meu pau, corpo tremendo em ondas.

O orgasmo dela me levou junto, gozei fundo dentro dela, jorrando quente em espasmos grossos, gemendo contra a buceta de Anabella. Ela gozou logo depois, esfregando o clitóris na minha língua, corpo convulsionando enquanto apertava minhas orelhas com as coxas. Ficamos os três ofegantes, suados, colados no sofá escuro.

A luz voltou de repente, iluminando a bagunça, corpos nus entrelaçados, vela quase apagada, cheiro de sexo misturado com baunilha e baseado. Elas riram baixinho, exaustas e satisfeitas. Amanda beijou minha testa: “Virginiano...”.

Anabella se aninhou no meu peito: “Luiz perdeu a melhor reunião de grupo da vida”.

A luz não voltou. Depois de alguns minutos de respirações pesadas e corpos ainda colados no sofá.

Eu me levantei devagar, as pernas moles, vesti a calça e a camisa amassadas sem dizer nada, o corpo inteiro suado e cheirando a sexo, baseado e baunilha. Elas me olharam, sorrisos preguiçosos nos rostos, mas não falaram pra eu ficar. “A gente se vê na próxima reunião”, Amanda murmurou, acendendo outro baseado.

Chamei um Uber no celular, a bateria quase no fim, e saí pela porta da frente, o ar fresco da noite batendo no rosto quente. No carro, encostei a cabeça no vidro, incrédulo, olhando as luzes da rua passarem borradas enquanto o motorista seguia em silêncio.

Meu coração ainda batia forte, o pau sensível na cueca.

O celular vibrou. Abri o grupo do trabalho: Amanda tinha removido Luiz sem explicação.

Depois, uma mensagem particular de Anabella piscou na tela: “Faltou você me comer. Não vai achando que vai ficar assim”. Meu pau deu um último pulo, e eu sorri sozinho no banco de trás.

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