Capítulo 7: O Marido e a Cadela
Meu nome é Renato. Tenho 33 anos, sou advogado, e passei os últimos oito anos tentando entender a mulher com quem casei.
Conheci Isabella no grupo de jovens da igreja. Ela era a moça dos hinos, eu o rapaz do som. Lembro até hoje do primeiro beijo, atrás da igreja, uma colisão de dentes e nervosismo que a gente ri até hoje. Ela era doce, comportada, usava vestidos que iam até os joelhos e sorria de um jeito que fazia o mundo parar. Casei com ela aos 25 achando que sabia exatamente quem ela era. Achando que a vida seria previsível, confortável, certinha.
Mas sempre teve algo nela que eu nunca consegui alcançar. Uma parte guardada, um brilho nos olhos que aparecia e sumia sem aviso. Nos primeiros anos de casamento, tentei de tudo pra fazer ela se soltar mais. Comprava lingerie, sugeria posições diferentes, tentava conversar sobre fantasias. Ela sempre desconversava, dizia que não era isso, que estava tudo bem. E eu acreditava. Ou fingia acreditar. Porque no fundo, eu sabia que tinha mais ali. Só não sabia como chegar.
Nossos planos de ter um filho sempre esbarravam no trabalho. Primeiro foi minha carreira, que exigia viagens e horas extras. Depois foi a dela, as aulas no Liceu, os bazares beneficentes, a vida social que construímos. A gente adiava, colocava metas, fazia promessas. "Ano que vem a gente tenta." "Depois da promoção." "Quando a casa estiver quitada." O tempo passava e o quarto do bebê continuava vazio, com apenas uma poltrona de amamentação e amostras de tinta na parede.
Há algumas semanas, tomei uma decisão. Entrei numa loja de lingerie, coisa que nunca tinha feito sozinho. Comprei um conjunto vermelho, ousado, daqueles que eu imaginava nela há anos. Passei dias com medo de entregar. Medo da reação dela, medo de parecer um tarado, medo de estragar o que a gente tinha. No fim, deixei na caixa de correio sem remetente, como se fosse um presente anônimo. Queria ver o que ela faria. Queria ver se aquela parte dela que eu sempre suspeitei que existisse ia acordar.
Ela acordou. Mas não do jeito que eu esperava.
Na noite em que ela usou a lingerie pela primeira vez, percebi algo diferente. Não foi só o conjunto vermelho que chamou minha atenção, foi o brilho nos olhos dela, um brilho que eu nunca tinha visto. Ela dormiu com aquela renda no corpo, e eu fingi que não vi. Fingi que era só mais uma noite. Mas meu coração batia acelerado, imaginando o que se passava na cabeça dela, o que a fazia olhar para o teto com aquele sorriso misterioso.
Naquela mesma noite, sonhei com nosso filho. Acordei com a sensação de que algo estava prestes a mudar. No café da manhã, ela estava diferente. Mais quieta, mas ao mesmo tempo mais presente. Me beijou com uma vontade que há tempos não via, e saí para trabalhar com o gosto dela na boca. Passei o dia inteiro pensando na lingerie vermelha, no corpo dela, na forma como ela me olhou antes de eu sair.
Quando voltei do trabalho, encontrei uma mulher que não reconheci. Ela estava no quarto, experimentando roupas novas. Saias curtas, blusas transparentes, lingeries que mostravam tudo. Me chamou para ver, desfilou na minha frente como se fosse a coisa mais natural do mundo. Fiquei paralisado. Era a Isabella que eu sempre imaginei, a que eu tentava despertar há anos, finalmente aparecendo.
Naquela noite, ela me dominou. Me bateu, me xingou, me chamou de puto. E eu... eu gostei. Foi confuso, errado, perfeito. Depois ela explicou sobre a repressão da mãe, sobre a parte dela que sempre esteve escondida. Eu ouvi, tentei entender, e aceitei. Porque era ela. Porque era nós. Porque finalmente, depois de oito anos, eu estava vendo a mulher com quem casei de verdade.
Nos dias seguintes, ela mudou ainda mais. As roupas ficaram mais curtas, as lingeries mais ousadas. Ela andava pela casa seminua, me provocava, me desafiava. Eu correspondia. A gente transava como nunca. Três, quatro vezes por dia. Eu estava realizado. Mas uma coisa me incomodava: a forma como ela às vezes fechava os olhos e parecia estar em outro lugar. Era rápido, quase imperceptível, mas eu sentia.
Naquela noite, ela me perguntou se eu queria um filho. Respondi que sim, mais do que tudo. Ela colocou a mão na minha barriga e disse: "Vai acontecer logo. Eu sinto." Eu acreditei. Sempre acreditei nela. Mesmo quando meu coração dizia que tinha algo errado. Mesmo quando ela saía de casa com vestidos que mostravam tudo e voltava com um brilho diferente nos olhos.
Eu confiava nela. Confiava cegamente. Porque era a Isabella. Minha esposa. A mulher que eu amava. A mãe dos meus futuros filhos. E nada mudaria isso. Nadah00 — A chegada e a escolha
A porta rangeu atrás de mim. O silêncio da casa me engoliu, aquele silêncio pesado, denso, que eu já conhecia tão bem. O cheiro de tabaco e uísque estava no ar, misturado com o cheiro dele, da pele dele, do macho.
Valério estava sentado no sofá, de cueca. A barriga grande e branca, os pelos grisalhos espalhados pelo peito, a careca brilhando na penumbra. Aquele rosto de bulldog, os olhos pequenos e escuros fixos em mim.
— A puta veio dessa vez — ele disse, a voz rouca.
Não respondi. Apenas fiquei parada.
Ele se levantou. Veio na minha direção. Parou na minha frente, tão perto que eu sentia o calor da pele dele. A barriga quase encostou em mim. Levantou a mão, segurou meu queixo com força.
— Veio na esperança de ter meu pau hoje né putinha...
— Si...
O primeiro tapa veio, ardente, sem eu entender nada.
— Não foi uma pergunta sua puta burra, foi uma constatação.
Senti raiva e tesão ao mesmo tempo. *Que ordinário... Que macho*, pensei.
— Sabe o que mais? Tenho uma confissão pra você. Seu maridinho é limpo. Não tem nada contra ele. Tudo mentira. Inventei pra te ter aqui.
Meu coração parou.
— Do que está falando. Eu vi os documentos. Você mentiu de novo?
PAH, outro tapa, mais forte que o primeiro.
— Os documentos são verdadeiros, porém não são tão comprometedores, posso ter exagerado um pouco aqui, alterado alguma coisa ali, mas no final ele receberia somente uma advertência da ordem, nada mais.
Como pôde fazer isso comigo, como fui me entregar tão fácil assim. Corrupto nojento. Olhei com raiva e arrependimento, quase chorando.
— Não se culpe, isso foi só pra facilitar a sua vinda pra cá, antes disso você já estava sendo encurralada por mim, com minhas provocações, minha exibições noturnas, você já babava escondida pelo meu pau antes mesmo da chantagem sua puta.
Era verdade, a "chantagem" foi só um empurrão a mais, eu já tinha pensamentos obscuros desde que vi seu volume na piscina, desde que vi ele mijando no jardim se exibindo, jorrando aquele jato pesado na grama. Eu estava com medo agora, se eu tinha feito tudo que fiz por puro desejo sem ele enfiar esse negócio em mim, imagina o que seria de mim depois de ser empalada, quais limites eu quebraria. Deus me ajuda por favor, se é que ainda me escuta.
Ele se afastou, foi até o canto da sala. Pegou algo e voltou. Uma coleira preta de couro.
— Você tem uma escolha, Isabella.
Colocou a coleira na minha frente.
— Pode ir embora. Voltar pro seu marido. Pra sua vida certinha. Nunca mais vou te incomodar.
Pausa.
— Ou pode ficar. Ser minha cadela. De verdade. Sem chantagem. Sem desculpas. Só você e eu.
Suas palavras foram como um tiro no peito. Primeiro veio o alívio, depois a raiva, depois a dúvida. Lembrei do dia que hesitei. Lembrei do dia que fugi. Lembrei do arrependimento, da vontade de voltar, do tesão que não passava. Lembrei das noites pensando nele, no pau dele, nos 28 centímetros.
Olhei para ele. Para o corpo gordo, a barriga enorme, a careca, o sorriso de canto. Para o pau pulsando na cueca. Para a coleira na mão dele.
— Fico.
Ele sorriu.
— Pede.
— Sr. Valério. Quero ficar. Por favor me faz sua cadela.
Ele passou a coleira no meu pescoço, fechou a fivela. O couro apertou, quente, firme.
— Agora você é minha cadela de verdade.
Segurou a coleira, puxou. Me ajoelhou no chão.
— Minha cadela.
— Sua cadela.
— Agora anda.
Caí de quatro. Comecei a engatinhar atrás dele sendo puxada pela coleira em suas mãos. Senti uma humilhação enorme mas ao mesmo tempo protegida, viva.
— Late.
— O quê?
A dor na minha bunda foi surreal, um tapa tão forte que simplesmente saiu.
— AAU aauuu
— Boa cadela.
— Au au. — disse mais uma vez olhando pra ele com cara de manhosa. Eu estava cruzando mais um limite.
— Vem me chupar agora cadela.
Ele sentou no sofá, baixou a cueca, ficou pelado, exibindo seu pau rígido, gigantesco, o saco não ficava atrás, era grande, roxo, peludo, de macho. Quando dei por mim estava com a cabeça enterrada nele. Lambendo e chupando aquele tronco, babando e saboreando aquelas bolas na minha boca. Fiquei assim um bom tempo até que finalmente ele tomou o que queria.
O celular vibrou na mesa de cabeceira. Era o Liceu. Ele me puxou pelo cabelo, me arrastou para perto da cama.
— Atende. — a voz rouca, ordenando.
— Mas... — tentei protestar.
— PAH! — um tapa seco na minha bunda. — Atende e fala. Enquanto chupa.
Ele se sentou na beira da cama, o pau enorme na minha frente, já duro, pulsando. Ajoelhei-me entre suas pernas. Atendi o telefone, colocando no viva-voz.
— Liceu Elegante, boa tarde.
— Boa... boa tarde... — minha voz saiu trêmula, enquanto minha boca envolvia a cabeça do pau dele. Schlick... schlick...
— Dona Isabella? Tudo bem? Sua voz está estranha.
— Tô... tô... hã... hã... — engasguei com a cabeça do pau na garganta, tossindo. Glub... glub... — Desculpa... é que... hã... tô com... com uma crise de... de alergia... Schlick... schlick...
— Nossa, sinto muito. Quer que remarquemos suas aulas?
— Não... hã... hã... preciso... avisar que não... não poderei dar aula hoje... nem amanhã... — chupei mais fundo, a cabeça entrando na garganta de novo. Glub... glub... glub...
— Claro, sem problema. Melhoras, Dona Isabella. Toma bastante líquido.
— Obrigada... vou... vou tomar... sim... Schlick... schlick... — desliguei, o telefone caindo da minha mão, a baba escorrendo pelo queixo. Glub...
Ele riu, satisfeito, puxando meu cabelo para me guiar no ritmo. Schlick... schlick... schlick...
— Boa putinha. Agora liga pro corno.
Disquei o número de Renato. O telefone chamou. Duas vezes. Três. Atendeu.
— Amor? — a voz dele, quente, confiante.
— Oi... amor... — minha voz saiu abafada, a boca ocupada. Schlick... schlick...
— Tudo bem? Você tá com a voz estranha.
— Tô... tô sim... só... só um pouco ocupada... — chupei mais fundo, a cabeça do pau roçando minha garganta. Glub... glub...
— Parece que você tá ofegante. Tá fazendo exercício?
— É... é isso... tô... tô fazendo... uns alongamentos... hã... hã... — engasguei de novo, tossindo. Glub... glub... — Desculpa... é que... tô com... com uma tosse... Schlick... schlick...
— Coitada. Tá gripada?
— Acho... acho que sim... — chupei mais fundo, a boca cheia, a baba escorrendo. Schlick... glub... schlick... — Precisava... te avisar... que vou... vou sair...
— Sair? Pra onde? Tá gripada e vai sair?
— É... é das... das alunas... — as palavras saíam entrecortadas. Schlick... glub... — Elas... elas precisam de ajuda... comprojeto... da escola... Schlick... schlick...
— Ah, entendi. Que horas volta?
— Não... não sei... pode ser... hã... hã... tarde... — engasguei de novo, a cabeça do pau na garganta. GLUB! — Te aviso... depois... Schlick... schlick...
— Tá bom. Melhoras, amor. Toma um chá quente quando chegar.
— Vou... vou tomar... sim... te amo... Schlick... glub...
— Te amo também, Bella. Cuida-se.
Desliguei, o telefone caindo no chão, a boca finalmente livre para respirar. A baba escorria pelo queixo, pelo pescoço, pelos seios. Schlick... schlick... Ele segurou meu cabelo com força, me puxando para cima, me jogando na cama.
— Boa putinha. Alergia, alongamento, tosse, projeto das alunas... — ele riu, satisfeito. — Mentiu que nem uma profissional. Agora vamos continuar. O dia é nosso.
E eu, ali, de quatro na cama, esperando o próximo round, sentindo o gosto dele na boca, a mentira na língua, o tesão no corpoh — A primeira foda — A mais longa
Ele me puxou pelo cabelo. Me jogou na cama de bruços. Arrancou minha calcinha com um puxão seco, a renda rasgando, a pele marcando. Senti o corpo gordo dele por cima de mim, a barriga quente e pesada contra minhas costas, os pelos do peito arranhando minha pele. A careca brilhava no reflexo da luz.
Senti o pau dele na minha entrada, roçando, provocando. A ponta enorme pressionando, entrando um pouco, saindo, entrando de novo.
— Pede, cadela.
— Por favor, macho... me dá esse pau.
— Pede direito puta.
— POR FAVOR, MACHO! ME DÁ ESSE PAU DE 28 CENTÍMETROS! ME COME! ME FODE!
Ele entrou. Devagar. Um centímetro. Depois outro. A cabeça abrindo caminho, a grossura esticando minha boceta de um jeito que eu nunca tinha sentido. Meus olhos se arregalaram.
— Aaaah... meu Deus... — gemi, incrédula.
— Que foi?
— É... é muito grande... nunca... nunca senti isso...
Ele riu, satisfeito. Continuou entrando. Mais fundo. Mais dentro.
— Espera aí que ainda não acabou.
Quando chegou ao fundo, eu gritei. Era demais. Preenchia tudo, esticava cada espaço, parecia que ia rasgar.
— COMO ASSIM AINDA NÃO ACABOU?
Ele riu de novo, aquele riso de canto.
— Tô só começando, putinha.
Começou a meter. Devagar no começo, cada estocada um gemido meu. Eu apertava os lençóis, as pernas tremendo, os olhos vidrados.
— Isso... isso... — ele murmurava. — Aguentou bem. Mas ainda tem muito.
— Muito? — minha voz saiu fraca.
— Muito. Macho não é igual marido. Macho demora.
Ele acelerou. Mais forte. Mais fundo. A cama rangia. Meus gritos ecoavam pelo quarto.
— AAAAH! ASSIM! ME COME!
— GOSTA DESSE PAU?
— GOSTO! AMO! NUNCA SENTI NADA IGUAL!
— MAIS QUE DO CORNO?
— MUITO MAIS! ELE NUNCA ME PREENCHEU ASSIM! NUNCA!
Ele metia sem parar. Minutos se passavam. Eu perdia a noção do tempo.
— Vou te virar — ele disse.
Me puxou pelo cabelo, me virou de frente. Subiu em mim, aquela massa de carne me esmagando. Metia de frente agora, me olhando nos olhos.
— Olha nos meus olhos enquanto te como. Quero ver a cara de puta que você faz.
Eu olhava, os olhos vidrados, a boca aberta, os gemidos escapando.
— TÃO GOSTOSO!
— FALA MAIS!
— SEU PAU É PERFEITO! ME DESTRÓI!
Ele metia mais forte. Eu gozei. Ele continuou.
— Agora senta.
Me puxou para cima. Fiquei montada nele, cavalgando como se não houvesse amanhã. Meus seios balançavam, o suor escorria, a boceta apertava cada centímetro.
— ISSO! ASSIM! MONTA NO TEU CAVALÃO!
— SEU CAVALÃO! MEU ANIMAL!
— CAVALGA! CAVALGA!
Cavalguei até gozar de novo. Ele riu.
— Agora de quatro.
Me virou de bruços. Entrou por trás, puxando meu cabelo, batendo na minha bunda enquanto metia.
— PAH! PAH! GOSTA?
— GOSTO! AU! AU!
— QUE CADELA GOSTOSA!
Mais uma gozada minha. Eu já tinha perdido a conta.
— Agora em pé.
Me puxou para fora da cama. Me encostou na parede fria. Levantou minha perna, meteu de lado. A posição diferente, o ângulo novo, o pau entrando ainda mais fundo.
— AAAAH! ASSIM NÃO!
— ASSIM SIM! AGUENTA!
Gozei de novo, as pernas bambas, me segurando nele pra não cair.
— Frango assado agora.
Me deitou de lado, uma perna levantada, a outra esticada. Meteu devagar, profundo, me olhando nos olhos.
— Essa posição é boa, hein?
— É... aaaah... muito boa...
— Quer mais?
— QUERO!
Ele acelerou. Mais uma gozada.
— De ladinho de novo, mas agora você por cima.
Me puxou, fiquei de lado por cima dele, cavalgando de lado, sentindo cada centímetro de um ângulo diferente.
— ISSO! ASSIM! QUE VAGABUNDA!
— SUA VAGABUNDA!
Gozei. Ele ainda não tinha gozado.
— Quantas vezes você gozou? — ele perguntou.
— Não sei... umas— E eu ainda nada. Vamos continuar.
Me puxou para o chão. Me ajoelhou no tapete. Veio por trás de novo, metendo sem parar.
— TÔ QUASE — ele avisou.
— GOZA! GOZA DENTRO!
— VOU ENCHER VOCÊ DE PORRA!
Ele acelerou. As mãos apertando minha cintura, os grunhidos ficando mais altos. Eu sentia o pau pulsando dentro de mim, crescendo, ficando ainda mais duro.
— AAAAH! VOU GOZAR!
— GOZA! GOZA PRA MIM!
Ele gozou com um urro que ecoou pelo quarto. Senti cada jorro dentro de mim, quente, grosso, interminável. Parecia que não acabava mais. A porra escorria pelas minhas coxas, formando poça no tapete.
— CARALHO! — ele grunhiu.
Ficamos ali, imóveis, ofegantes. O pau dele ainda dentro de mim, pulsando.
Depois de alguns minutos, comecei a me levantar.
— Já vou...
Ele me puxou pelo cabelo com força. Me jogou de volta no chão.
— PAH! — um tapa seco no meu rosto.
— Onde você pensa que vai?
— Já... já terminou...
Ele riu. Um riso cruel, satisfeito.
— Terminou pra você, putinha. Mas pra mim tô só começando.
Meus olhos se arregalaram.
— Como assim?
Ele segurou meu queixo com força, me obrigando a olhar nos olhos dele.
— Macho não é igual marido, não. Seu maridinho corninho goza em cinco minutos e acha que fez o trabalho. Eu vou te comer o dia inteiro. A noite inteira. Até você não aguentar mais. Até você implorar pra parar. E depois vou te comer de novo.
— Mas...
— PAH! — outro tapa. — Não tem mas. Agora você é minha. Minha cadela. Minha puta. E vai ficar aqui até eu cansar.
Ele me puxou pelo cabelo, me jogou de quatro no tapete de novo.
— E eu tô longe de cansar.
Começou tudo outra vez. Mais forte. Mais fundo. E eu, incrédula, gozando de novo, descobrindo que 28 centímetros podiam durar uma eternidadeh30 — Castigo no jardim
Ele me puxou pela coleira, me arrastando para fora do quarto. Minhas pernas ainda tremiam das fodas anteriores, a boceta latejando, o cu ardendo. Eu achava que tinha acabado. Achava que depois de tantas gozadas, ele ia me deixar descansar.
— Achou mesmo que tinha acabado, putinha?
Olhei para ele, confusa.
— Mas eu já...
— PAH! — um tapa seco no meu rosto. — Não perguntei nada. Você achou que podia levantar e ir embora. Que podia dar por encerrado. Que macho se contenta com pouco que nem seu corninho.
Ele abriu a porta dos fundos. A luz do dia bateu em mim. Eu estava nua, só de coleira, meias arrastão rasgadas e salto alto. A grama molhada brilhava no sol da tarde.
— Vai. Vai passear a cadela.
— Mas... e se alguém ver?
— Azar o deles. Vão ver a esposa do corno apanhando que nem a cadela que é.
Meu coração acelerou. Medo. Vergonha. Tesão. Tudo misturado.
— Anda. De quatro.
Caí de joelhos na grama. A textura fria e molhada arranhava minha pele. Comecei a engatinhar. Devagar. Cada passo uma humilhação. Torcendo para os muros altos serem suficiente pra esconder.
— MAIS DEVAGAR. QUERO VER ESSA BUNDA BALANÇAR.
Diminui o ritmo. Minha bunda balançando, os seios roçando na grama, a coleira tilintando. O vento arrepiou minha pele.
Ele andava atrás de mim. Senti o olhar dele queimando minhas costas.
— Agora cheira.
— Cheira o quê?
— PAH! — um tapa na minha bunda. A dor foi imediata, a pele ardeu. — Cheira o chão. Cheira igual cachorro.
Enterrei o rosto na grama. Senti o cheiro de terra molhada, de mato, de orvalho. Inspirava fundo, como um animal.
— ISSO! ASSIM! BOA CADELA!
Continuei engatinhando, cheirando o chão a cada passo. A cada tapa que ele dava na minha bunda, eu gemia.
— PAH! MAIS RÁPIDO!
— PAH! MAIS DEVAGAR!
— PAH! BALANÇA ESSA BUNDA!
Eu obedecia. Medo e tesão se misturando. A boceta começou a ficar molhada de novo. Impossível, depois de tantas fodas, mas estava molhada.
De repente, vi uma sombra na janela da casa ao lado. Alguém? Meu coração parou.
— Alguém... alguém está olhando — sussurrei.
— Ótimo. Que olhem. Que vejam a esposa do corno sendo cadela.
Continuei. Mais tapas. Mais cheiradas no chão. Mais humilhação.
Ele parou na minha frente. Suas pernas peludas, a barriga enorme, o pau balançando.
— Cheira.
Enterrei o rosto nas pernas dele. Senti o cheiro forte de suor, de pele, de macho. Subi pelo corpo, cheirando as coxas, a barriga, o peito. Cada parte dele um cheiro diferente. Cada cheiro um tesão.
— ISSO. CHEIRA TEU DONO.
Lambi a barriga dele. O gosto salgado da pele.
— Agora cheira atrás.
Ele se virou. Meu rosto ficou de frente para o cu dele. Pelos, suor, o cheiro forte, animal.
— CHEIRA.
Enterrei o rosto. Inspirei fundo. O cheiro era intenso, macho, dominante. Minha boceta pulsou.
— AGORA LAMBE.
Passei a língua. Devagar no começo. Depois mais fundo. O gosto forte, a textura, a intimidade absoluta.
— ISSO! ASSIM! LAMBE O CU DO TEU DONO, CADELA!
Eu lambia, babava, cheirava.
Lambi até ele se cansar. Até minha língua doer. Até não sobrar nada além de mim, de quatro na grama, lambendo o cu do meu dono.
Ele se virou. O pau enorme na minha cara, duro, pulsando.
— Agora chupa.
Chupei. Ali mesmo, no jardim, de quatro, com o risco de alguém ver a qualquer momento.
— ISSO! CHUPA QUE NEM A CADELA QUE VOCÊ É!
Chupei até ele gozar na minha boca. Engoli tudo. Lambi.
— BOA CADELA. AGORA ANDA. MAIS UMA VOLTA.
Continuei engatinhando pelo jardim, a coleira balançando, a bunda empinada, a boceta escorrendo. Dei a volta na casa inteira assim, de quatro, sendo a cadela dele, com medo de ser vista, com tesão de ser vista.
Quando voltamos para dentro, eu estava exausta, suja, felizh30
Voltamos para o quarto. Ele me jogou na cama. Subiu em mim, o corpo gordo me esmagando, a barriga enorme pressionando a minha.
— Depois desse passeio, você merece um prêmio.
— O quê, macho?
— Meu pau. De novo. Até você não aguentar mais.
Ele meteu. Forte. Fundo.
— ISSO! ASSIM! ME COME!
— GOSTA DE SER MINHA CADELA?
— GOSTO! AMO!
— ENTÃO GOZA! GOZA PRA MIM!
Gozei gritando. Ele gozou dentro de mim, urrando.
— Isso... goza dentro... enche essa buceta de casada...
— Puta, vai voltar pro corno com meu filho na barriga...
— Isso, macho... vou engravidar de você... a esposa certinha grávida do vizinhoh — Intervalo — Marcando território
Depois de foder por mais duas horas, eu estava exausta. Minhas pernas doíam, minha boca doía, minha bunda ardia dos tapas. Caí na cama, ofegante, achando que teria alguns minutos de descanso.
Ele se levantou. Foi em direção ao banheiro. Deixou a porta aberta.
Eu fiquei deitada, ouvindo. O som do zíper. Depois o jorro. Forte, barulhento, inconfundível. Um jorro poderoso, que ecoava no silêncio do banheiro.
Meu coração acelerou. Medo e tesão, sempre juntos.
Levantei da cama. Minhas pernas tremiam. Fui até a porta. Fiquei ali, escondida na penumbra, olhando.
Ele me viu no reflexo do espelho. Não disse nada. Apenas continuou, o pau enorme na mão, o jorro quente caindo no vaso. O corpo gordo, a barriga enorme, os pelos, a careca. E aquele jorro... interminável. Forte. Poderoso.
Fiquei hipnotizada. Lembrei da primeira vez. Da silhueta dele no jardim, semanas atrás, mijando sem saber que eu via. Aquele volume enorme contra a luz. A imagem que não saiu da minha cabeça. E agora eu via de perto. Via como aquele pau gigante jorrava como uma cachoeira.
— Incrível... — sussurrei sem perceber.
Ele ouviu. Terminou. Sacudiu o pau. Guardou. Veio até mim.
— O que é incrível?
Engoli seco.
— O... o jeito que você mija. É tão forte. Tanto. Parece que nunca acaba.
Ele segurou meu queixo com força.
— E você gosta de ver?
— Gosto. Desde a primeira vez que vi sua silhueta no jardim. Fiquei hipnotizada.
— E o que você sente quando vê?
— Tesão. Medo. Tesão.
Ele riu. Soltou meu queixo. Me olhou de cima a baixo.
— Sabe o que os cachorros fazem?
— O quê?
— Marcam território. Mijam nas coisas pra mostrar que é deles.
Meu coração disparou.
— Você vai voltar pra casa do seu corninho hoje. Vai dormir na cama dele. Vai fazer janta pra ele. Vai agir como se nada tivesse acontecido.
Pausa. O olhar cruel.
— Mas eu preciso marcar território. Preciso que você volte com meu cheiro. Pra ele sentir. Mesmo que ele não saiba o que é, o cheiro vai estar lá.
— Como?
Ele me puxou pelo cabelo. Me ajoelhou na frente dele. O pau ainda molhado, pingando.
— Abre a boca.
Abri. Ele segurou o pau e mijou na minha cara. O último jorro quente, amargo, poderoso, escorrendo pelo meu queixo, pelo pescoço, pelos seios. Eu senti nojo, tesão, submissão total. O gosto forte, o cheiro, a humilhação absoluta.
— ISSO! SUA CADELA! VAI VOLTAR PRA CASA TODA MARCADA!
Valério era perverso. O mijo escorria pelo meu corpo, impregnando minha pele, meu cabelo, minha boca.
Ele me puxou pelo cabelo. Me levou de volta para o quarto.
— Agora chupa de novo.
Chupei. Com o gosto do mijo ainda na boca, com o cheiro impregnado em mim, com a certeza de que eu voltaria pra casa marcada por ele. Era um tesão diferente, uma moça correta jamais pensaria em fazer isso, mas eu estava me descobrindo cada vez mais.
— Boa cadela. Agora seu corno vai sentir meu cheiro a noite toda. E não vai saber de onde vem.
Eu estava entregue.
— Obrigada, macho. Obrigada por me marcarh30
O sol já estava mais baixo. Ele me levou para a sacada. Me curvou no parapeito, me comeu olhando para o jardim, para o condomínio, para a casa do Renato do outro lado. O corpo gordo dele por trás, a barriga quente contra minha bunda.
— Imagina se ele olha agora.
— QUERO QUE ELE VEJA! QUERO QUE ELE SAIBA QUE A MULHER DELE É PUTA!
— ISSO! FALA MAIS!
— OLHA AQUI, RENATO! OLHA SUA ESPOSA SENDO COMIDA!
Gozei na hora. Gritei.
— GOZEI! GOZEI PRA VOCÊ, MACHO!
Ele continuou metendo, mais forte.
— ME ARROMBA! ME ARROMBA ESSA BUCETA DE PUTA!
— VOU ARROMBAR! VOU TE DESTRUIR!
— DESTRÓI! DESTRÓI!
— VOU ENCHER VOCÊ DE PORRA! VAI VOLTAR PRA CASA PINGANDO PORRA!
— ISSO! ME ENGRAVIDA! FAZ UM FILHO EM MIM!
Gozei de novo, esguichando. Ele gozou dentro.
— CARALHO, PUTA!
— É SUA! INTEIRINHA SUA!
Olhei para o relógio. Quase 19h.
— Preciso voltar.
— Não quer mais uma — disse exibindo aquele monumento.
— Acho que não faz mal atrasar um pouquinhoh
No escuro do quarto, só a luz da rua entrando. Ele me deitou na cama, subiu em mim. Dessa vez foi bruto, selvagem. O corpo gordo me esmagando.
— AGORA VOCÊ VAI VER O QUE É SER COMIDA DE VERDADE!
— ME COME! ME DESTRÓI!
Ele metia como se fosse a última vez. A cama rangia. Meus gritos ecoavam.
— TÁ GOSTANDO DESSE PAU TE ARROMBANDO?
— TÔ! TÔ! NUNCA SENTI NADA IGUAL!
— MAIS QUE O CORNO?
— MUITO MAIS! ELE NUNCA ME ARROMBOU!
— ENTÃO GOZA! GOZA NESSE PAU!
Gozei jorrando, esguichando nele, nos lençóis.
— CARALHO! QUE GOZADA!
— É TUDO SEU!
Ele gozou dentro de mim.
Olhei o relógio. 20h.
— Mais uma — pedi.
— Mais uma.
22h
— VOU GOZAR DE NOVO!
— GOZA! GOZA PRA MIM!
Gozei. Ele gozou.
Olhei o relógio. 22h30. Não liguei.
— Mais uma — sussurrei.
Ele sorriuh30
Ele me puxou pelos cabelos, arrastando-me para fora do quarto. Atravessamos a sala escura até uma poltrona de couro preta, imponente. Empurrou-me para ela. Sentei-me, as pernas abertas, a boceta exposta, a coleira tilintando no pescoço.
— Agora vai montar no seu cavalão aqui. Nessa cadeira.
Ele sentou-se primeiro, a pançona tremendo a cada movimento. Puxou-me para o colo. Senti o calor daquela carcaça pesada contra minhas costas, os peloços ásperos do peito arranhando minha pele. A careca brilhava na luz fraca.
Ele me guiou. Desci sobre o pausaço, lentamente, cada centímetro abrindo caminho, a cabecinha roxa forçando passagem. A grossura preencheu cada espaço, esticando-me por dentro.
— Aaaah... isso... — gemi, apoiando as mãos nos braços da poltrona, cavalgando num ritmo lento.
— É isso, cavalga nesse pau. Mostra que é uma boa cadela.
— Aaaah cavalão... seu animal...
Ele apertou meus peitos com violência, beliscando os bicos até doerem. Mordeu minha nuca.
— Essa boceta é minha. Esse cu é meu. Tudo que você tem é meu, sua vadiazinha.
— Tudo seu... cavalão...
Ele riu, satisfeito.
Ele deu um tapa seco na minha bunda, a pele ardeu na hora.
— PAH! BERRA MAIS ALTO, CADELA!
— AU! AU! AU! AAAAH! AQUELE CORNINHO NÃO MERECE UMA CADELA DO NÍVEL QUE EU SOU! SÓ VOCÊ, CAVALÃO! SÓ VOCÊ SABE!
Ele acelerou as investidas, a poltrona rangendo, meus peitos balançando. O orgasmo veio como uma onda, a boceta contraindo-se em espasmos.
— AU! AU! AAAAH! TÔ GOZANDO!
Ele gozou dentro de mim com um urro animalesco.
— VAI FICAR PRENHA, CADELA! VAI VOLTAR PRO CORNINHO CHEIA DA PORRA!
Ficamos ali, imóveis, colados na poltrona escura, minha bunda ardendo da palmada.
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0h15
Ele me empurrou da poltrona. Caí de quatro no carpete felpudo. A luz do poste lá fora filtrava-se pela cortina.
Ele veio por trás, a barriga enorme pressionando minhas nádegas. Ajoelhou-se, penetrando-me de uma vez.
— AAH! ASSIM! ME COMA NESSE TAPETE!
— GOSTA DE SER MONTADA NO CHÃO? GOSTOU DE LEVAR MIJO HOJE SUA PORCA NOJENTA?
— GOSTO! GOSTEI! AAAH! SOU UMA PORCA! UMA VADIA!
Ele ria enquanto metia, vendo-me grunhir como animal.
Deu dois tapas na minha bunda, ritmados.
— PAH! PAH!
— VOU GOZAR DE NOVO, CAVALÃO!
— GOZA! GOZA PRA MIM, GEME IGUAL UMA PORQUINHA!
O prazer explodiu, a boceta esguichando no carpete.
— OINC! OINC! AAAAH! GOZEI!
Ele gozou dentro, urrando.
Caímos os dois, exaustos, sobre o tapete manchado.
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0h45
Ele me arrastou pelos cabelos até o banheiro. Curvou-me sobre a pia de mármore gelado. O espelho enorme mostrava a cena: eu, de quatro, ele atrás, minha bunda já vermelha.
— Olha pra essa imagem. Olha a cachorra que você é.
Observei. Ele me deu um tapa no rosto, de leve.
— PAH! Fala o que está vendo aí.
— Vejo uma vadia... a esposa do corno sendo comida pelo vizinho... a professora de boas maneiras de quatro... a dama exemplar de calcinha rasgada...
— ISSO! FALA MAIS!
— AAAH! VEJO A CADELA QUE VICIA NO SEU PAUZÃO! AU! AU! QUE VAI VOLTAR PRA CASA TODA SUJA DE VOCÊ!
Ele acelerava as estocadas, o mármore frio contra minha pele quente.
— VOU GOZAR DE NOVO, SUA VADIA!
— GOZA! GOZA PRA MIM, CAVALÃO! AU! AU!
O orgasmo veio violento, a boceta jorrando na pia, no chão, nele.
— AU! AU! AAAAH! GOZEI!
Ele gozou dentro, urrando.
Desabamos os dois no piso frio do banheiro.
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1h15
Ele me levou de volta para a cama. Deitou-me de costas nos lençóis amassados. Subi em cima dele.
— AGORA VAI REBOLAR E VAI FALAR, SUA VAGABUNDA.
Rebolei. Ele investia devagar, profundo.
— Fala. Fala o que você é. PAH! — um tapa no meu peito.
— Sou sua cadela... sua puta... sua vagabunda...
— FALA MAIS.
— Sou a mulher do corninho... a esposa exemplar que trai o maridinho com o vizinho nojento... a professora de etiqueta que lambe os colhões e engole porra...
— ISSO!
— Aquele corninho é um viadinho... rebola quando leva tapa na bundinha dele... não sabe me foder... não sabe me domar... só você, cavalão... só seu pauzão...
Ele acelerou. Mais forte. Mais fundo. A cama rangia.
— AAAAH! VOU GOZAR DE NOVO, CARALHO!
— GOZA! GOZA PRA MIM, CADELA!
O prazer veio aos gritos, jorrando.
— AU! AU! AAAAH! GOZEI!
Ele gozou junto, urrando.
Caímos os dois, exaustos, colados.
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1h45
Depois da nona foda, eu estava exausta. Minhas pernas bambas, minha boceta latejando, meu cu ardendo. A bexiga estava cheia, apertando, doendo. Precisava ir ao banheiro.
— Posso ir ao banheiro? — pedi, a voz fraca.
Ele me olhou. Aquele olhar cruel, calculista.
— Banheiro? Não. Cadela não usa banheiro.
Meu coração acelerou.
— Como assim?
Ele me puxou pela coleira. Me arrastou para fora do quarto, para a sala, para a porta dos fundos. Abriu a porta. A noite fria entrou, o vento arrepiando minha pele nua.
— Vai. Mija aí.
— No quintal?
— É. Cadela mija no quintal. Anda.
Meu corpo tremia. Frio. Medo. Humilhação. Tesão.
Caí de quatro na grama gelada. A textura molhada, cortante. Olhei para ele, buscando piedade. Não tinha.
— Mija. Agora.
Fechei os olhos. Levantei a perna. Deixei sair. O jorro quente contrastando com o frio da grama. O som do mijo escorrendo, molhando a terra, respingando nas minhas pernas.
Ele riu. Satisfeito.
— Boa cadela. Agora cheira.
Enterrei o rosto no lugar onde tinha mijado. O cheiro forte, meu cheiro, misturado com a terra molhada.
— ISSO! ASSIM! CHEIRA ONDE MIJOU!
Lambi a grama, o gosto do meu próprio mijo. A humilhação absoluta.
Ele se posicionou ao meu lado. Segurou o pau enorme. Começou a mijar na grama, ao lado do meu mijo. O jorro poderoso, forte, interminável.
Fiquei olhando, hipnotizada. Aquele jorro quente, fumegando no ar frio da noite. Litros. Parecia que não acabava mais.
— Olha só. Vê como macho mija.
Eu olhava, a boca aberta, os olhos vidrados.
Ele desviou o jorro. Atingiu minhas costas. Quente. Escorrendo pela minha espinha.
— AAAAH!
— CALA A BOCA!
Mais mijo. Nos meus ombros. No meu pescoço. No meu cabelo.
Eu me posicionei. De quatro, abaixo dele. Abaixei a cabeça, oferecendo minhas costas, minha nuca, meu corpo inteiro.
Ele entendeu. Desviou o jorro. Me banhou. Dos ombros até a bunda. O mijo quente escorrendo, penetrando, impregnando.
Eu sentia cada gota. O cheiro forte. O calor. A humilhação. A desumanização completa.
Não era mais Isabella. Não era mais a esposa. Não era mais a professora. Era só uma cadela. Um animal. Uma coisa sendo marcada pelo dono.
Ele terminou. Sacudiu o pau. Guardou.
Fiquei ali, de quatro na grama, mijada, marcada, possuída. Eu havia cruzado todos os limites.
— Levanta.
Levantei. As pernas tremiam. O mijo escorria pelo meu corpo, formando poças no chão.
— Entra.
Entrei. Voltei para o quarto. Deitei na cama, toda molhada, toda fedendo, toda dele, disse cheia de adrenalina.
— MAIS UMA!
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2h00 — Décima primeira foda — A estreia no cu
Ficamos deitados por alguns minutos, recuperando o fôlego. O corpo ainda tremia das fodas anteriores, a boceta latejando, a pele marcada de tapas. Ele acendeu um cigarro. A fumaça serpentina subiu no escuro do quarto.
— Mais uma. A melhor. Vou arrombar esse cuzinho de esposa exemplar.
Meu coração disparou. Medo e tesão se misturando.
— Vai doer?
— Vai. Vai doer pra caralho. Mas depois você vai implorar por mais.
Deitei de bruços na cama, os lençóis amassados, úmidos de suor e fluídos. Enterrei o rosto no travesseiro, os olhos fechados. Ele ajoelhou-se atrás de mim.
Senti o frio do lubrificante sendo derramado na minha entrada. Estremeci. Ele passou devagar, espalhando com os dedos. Introduziu um. Depois dois. Eu gemia, apertando o travesseiro.
— Relaxa. Vai com calma.
Ele se posicionou. Senti a cabecinha enorme pressionando, forçando a entrada. Doía. Ardia. Eu apertava os dentes.
— AAH! CALMA!
— CALMA. RELAXA. VAI DEVAGAR.
Respirei fundo. Ele tentou entrar. A cabeça forçou, mas não passou. Eu gritei.
— NÃO! NÃO VAI!
— VAI SIM. RELAXA ESSE CU.
Outra tentativa. A mesma dor. O mesmo grito.
— NÃO CONSIGO! DÓI DEMAIS!
— CONSEGUE SIM. VAI TER QUE CONSEGUIR.
Mais lubrificante. Ele espalhou com os dedos, tentando afrouxar. Nova tentativa. A cabeça entrou um pouco, mas a dor me fez gritar de novo.
— AAAAH! PARA! PARA!
— NÃO VOU PARAR. VAI AGUENTAR.
Mais uma tentativa. Mais dor. Mais gritos. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, molhando o travesseiro.
— PELO AMOR DE DEUS!
— DEUS NÃO VAI TE AJUDAR AQUI. SÓ EU.
Ele tentou de novo. Mais fundo dessa vez. A dor era intensa, parecia que ia rasgar.
— NÃO AGUENTO! NÃO AGUENTO!
— AGUENTA, PORRA! VAI TER QUE AGUENTAR!
Mais uma tentativa. Mais fundo ainda. Eu gritava, chorava, apertava o travesseiro com todas as forças.
— TÔ QUASE... SÓ MAIS UM POUCO...
— NÃO! NÃO! DÓI!
— VAI DOER, MAS VAI PASSAR.
Ele forçou mais uma vez. A cabeça finalmente entrou. A dor foi imensa, mas algo mudou. Um misto de agonia e algo mais.
— AAH! AAH!
— ISSO! ASSIM! TÔ ENTRANDO!
Devagar, foi penetrando mais. A dor ainda estava lá, mas começava a dar lugar a uma sensação estranha. Diferente. Intensa.
Quando chegou ao fundo, eu gemi. Um gemido diferente. Não era mais de dor. Era de descoberta.
Ele ficou imóvel por um momento, deixando eu me acostumar.
— Pronto. Agora você é minha de verdade.
Começou a meter. Devagar no começo. Cada estocada um gemido meu. Aos poucos, a dor foi sumindo. Foi dando lugar a um prazer profundo, avassalador.
— ISSO... ASSIM... AGORA SIM...
— É... é tão... gostoso... — consegui dizer, as primeiras palavras saindo claras, mas já com uma leve hesitação.
— FALA, VACA. FALA O QUE VOCÊ TÁ SENTINDO.
— Tô... tô sentindo... é tão... é tão... den... dentro... é tão fundo...
Ele apertou meus seios por trás, puxando meus mamilos como se fossem tetas de vaca.
—AMO ESSAS TETONAS DA VACA!
— Sim... pega... pega nas... te... nas minhas... tetas... isso... puxa...
Ele metia mais forte, puxando meus mamilos. Eu sentia cada estocada no cu, cada puxão nos seios. comecei a delirar.
— Isso... isso... tô... tô sentindo... é tão... é tão bom... tão... den... dentro... tão fun... fundo...
— FALA, VACA! FALA DIREITO!
— Tô... tô sentindo teu pau... no meu... no meu cu... é tão... tão gos... gostoso... não... não consigo... falar... direito...
As palavras começavam a embaralhar. Eu tentava formar frases, mas algumas sílabas simplesmente não saíam.
— Quero... quero mais... mais fun... mais fundo... isso... isso... ai... ai... tá tão... tão bom...
Ele apertou minhas tetas com mais força, quase doendo.
— AMO PUXAR ESSAS TETAS DE VACA LEITEIRA!
— Puxa! Puxa minhas... te... tetas... isso... isso... tô... tô quase... quase go... gozando...
— GOZA, VACA! GOZA NESSE CU! E MUGE PRA MIM!
— Tô... tô go... gozando... ai... ai... MU... GOZEI! MU... GOZEI!
O primeiro orgasmo no cu veio violento, diferente. Minhas pernas tremiam, minhas unhas cravavam no travesseiro. Um mugido baixo escapou junto com o grito.
— Isso... isso... foi tão... tão bom... tão... den... dentro... MU...
Ele não parou. Continuou metendo.
— DE NOVO! VAI GOZAR DE NOVO, VACA! MUGE!
— Não... não sei se... se con... consigo... tá tão... tão sensí... sensível... MU...
— CONSEGUE SIM! VAI! MUGE!
Ele acelerou. Mais forte. Mais fundo. Eu sentia cada centímetro, cada estocada me levando mais longe.
— Ai... ai... tô... tô sentindo de novo... é tão... é tão inten... intenso... MU...
— FALA, VACA! FALA O QUE VOCÊ TÁ SENTINDO!
— Tô... tô sentindo teu pau... no meu cu... MU... é tão... tão fun... fundo... tão... tão gos... gostoso... não... não acredito... que é tão... tão bom... MU...
Gozei outra vez. E outra. Os orgasmos vinham um atrás do outro, as palavras cada vez mais embaralhadas, os mugidos cada vez mais frequentes. Eu babava de tanto gozar, minha língua pra fora, os olhos revirando pra cima, estava em êxtase.
— GOZEI! GOZEI de novo... MU... não... não aguento... mais... MU... tão... tão bom... quero... quero mais... mais fun... mais fundo... MU...
— QUER O QUÊ, VACA? FALA!
— Quero... quero teu... teu lei... leite... MU... quero teu leite no meu... no meu cu... MU... quero... quero que você... que você encha... encha essa... essa vaca... MU...
Ele apertava minhas tetas, puxava, torcia. Eu tentava falar, mas as palavras saíam cada vez mais embaralhadas, os mugidos tomando conta.
— Isso... isso... puxa minhas... te... tetas... MU... isso... isso... tô... tô quase... quase go... gozando de novo... MU...
— GOZA, VACA! GOZA QUE EU VOU TE ENCHER DE LEITE!
— GOZEI! GOZEI! MU... MU... não... não é só mu... é... GOZEI! MU... AI... AI... MEU... DEUS... MU... tão... tão bom... MU... tão... den... dentro... MU...
Ele gozou com um urro, me enchendo de porra quente. Eu sentia cada jorro dentro de mim, cada pulsação.
— Isso... isso... MU... que... que lei... leite... MU... tão... tão quente... MU... tão... tão gos... gostoso... MU...
Ficamos assim, colados, exaustos. Eu ainda tentava falar, as palavras saindo embaralhadas, os mugidos preenchendo as lacunas.
— Obrigada... obri... gada... cavalão... MU... foi... foi tão... tão bom... MU... tão... den... dentro... MU... tão fun... fundo... MU...
— Boa vaca. Boa vaca leiteira. MUGE PRA MIM MAIS UM POUCO.
— Mu... não... não é só mu... é... vaca... MU... sou... sua vaca... MU... sua... sua va... vaca... MU... MU...
Deitei de bruços, o pau dele ainda dentro de mim, e continuei tentando formar frases, as palavras cada vez mais difíceis, os mugidos tomando conta.
— Tão... tão bom... MU... não... não consigo... MU... falar... direito... MU... mas... foi... foi tão... tão per... perfeito... MU... MU...
Aos poucos, as palavras foram sumindo. Só restaram os mugidos.
— MU... MU... cavalão... MU... bom... MU... leite... MU... vaca... MU... MU...
— Isso, vaca. MUGE. MUGE QUE NEM A VACA QUE VOCÊ É.
— MU... MU... MU... MU... MU...
Ele riu baixinho, satisfeito.
— MU... MU... qui... quinta... MU... cavalão... MU... MU...
Adormeci assim, ainda mugindo baixinho, ainda sentindo o pau dele dentro de mim, ainda sendo a vaca dele. Os mugidos foram ficando mais fracos, mais espaçados, até sumirem completamente no sono.
— MU... mu... muh45 da madrugada
Olhei o relógio. 2h45. Meu coração disparou.
Saltei da cama. Pernas bambas. Bocetinha latejante. Cuzinho ardendo. A porra escorria pelas coxas, misturada com o mijo, com o suor, com tudo.
Vesti o vestido vermelho amassado. As meias arrastão rasgadas. A lingerie ficou no chão. A coleira também.
— Até quinta — ele murmurou, deitado, satisfeito.
— Até... até qui... quinta...
Atravessei o jardim correndo, cambaleando, descalça. A grama molhada nos pés. O cheiro dele em mim. O gosto dele na boca. O mijo, a porra, tudo escorrendo, formando um rastro.
Entrei em casa. Subi as escadas. O corninho dormia.
Entrei no banheiro. Liguei o chuveiro. A água quente lavou meu corpo, mas não lavou minha alma. Olhei para baixo. A porra ainda escorria.
Passei a mão na barriga. Depois no cuzinho, ainda ardendo.
— Quem sabe não vem um filho daí — sussurrei, rindo. — sua vaca leiteira MUU...
Olhei no espelho. Marcas. Arranhões. Tapas. Batom borrado. Cabelo colado no rosto. Olhos brilhando.
A putinha mais feliz.
Deitei na cama. Renato nem acordou.
Fechei os olhos. Sonhei com 28 centímetros. Do meu cavalãoNOTA DO AUTOR:
Ola leitores, espero que estejam gostando. Aproveitando que o conto está mais desenvolvido, caso não tenham percebido, este conto não é sobre traição, como muitos contos que existem no site, é um conto de descoberta e depravação, a partir daqui os contos vão ficar cada vez mais devassos, com Isabella cruzando limites jamais imaginados, a chantagem e a traição inicial era somente um chamariz pra vida bandida dela.
Para os fãs do tema de traição no próximo capítulo já haverá um desfecho para esse tema, nas sequências seguintes vou trabalhar na perversão extrema de Isabella e alguns podem não gostar, portanto o cap 8 será o último deste volume. Aos que quiserem conhecer melhor sobre a história estarei postando imagens geradas por ia no meu perfil do inst @dr.jakyll6 e as imagens proibidas pretendo criar em algum site mais pra frente. Isso era algo que sempre quis que autores fizessem pois ajuda muito na imaginação das situações e personagens, agora com ia tenho a oportunidade de fazê-lo.
Obrigado a todos.