VIII. A Excitação da Filha

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Heterossexual
Contém 1312 palavras
Data: 16/02/2026 13:59:43

— Adorei a ideia de incluir a mãe. Acabei criando uma suruba entre pai, mãe e filha. Os leitores vão adorar essa orgia familiar.

— Que legal que gostou, pai. No começo, eu não estava pensando em orgia, mas se você acha que vai ficar legal...

— Eu sei o que meus leitores querem ler. Já falei: menos drama e mais erotismo. Se for para explorar o drama, tem que ser o mais surreal possível, exagerar nos diálogos. Queremos ação, não melodrama.

— Entendi, pai. Estou aprendendo muito com o senhor a escrever contos eróticos... Posso ir lá fora? A chuva deu uma trégua.

Becca saiu e caminhou ao redor da casa. Sua única paisagem eram as dezenas de árvores ao redor. Ela se sentou debaixo de uma delas, tirou do bolso um cigarro que havia pegado do pai e começou a fumar.

Relaxou e deitou-se ali mesmo. Sentia o cheiro forte de terra molhada. Começou a deslizar a mão pela barriga até chegar à intimidade. Coçou de leve a vagina e, em seguida, passou a se masturbar com os dedos.

Fechou os olhos e procurou alguma imagem que a excitasse. Pensou em Jacob, mas logo broxou ao lembrar que ele era gay. Logo pensou em Baltazar, seu personagem nos contos eróticos: aquele homem alto e forte, um pai dominador. Aquilo a excitava bastante. Sentia-se confortável ao se masturbar pensando naquele personagem fictício, no jeito que ele dominava a filha e no incesto proibido que levava ambos ao limite.

De repente, imaginou que era Melissa e que seu pai sádico, Baltazar, a dominava com força, chicoteando-a várias vezes.

"— É isso que você quer, Melissa? Quer o pau do seu pai entrando nessa sua buceta?"

— Sim... — gemeu Becca, em uma masturbação frenética. Segurava firme o mato com uma mão, enquanto a outra acelerava ainda mais na vagina.

De repente, a imagem de Baltazar sumiu, dando lugar à imagem do seu próprio pai em cima dela, possuindo-a sem parar.

"— Becca, você cresceu, filha. Até na cama dá igual à sua mãe..."

— Não... pai...

Becca despertou daquela fantasia que criara em sua cabeça enquanto se masturbava. Tirou a mão de dentro da calcinha, ainda ofegante com o que acabara de acontecer em sua mente.

— O que há de errado comigo? — dizia ela, martirizando-se ao ter pensamentos tão pecaminosos.

*

Durante o jantar, o pai chegou com uma ideia:

— Tive uma ideia para o conto. Que tal criarmos um filho? De repente, o irmão de Melissa vem passar as férias na casa do pai e acaba se envolvendo incestuosamente com a irmã. Pensei até em isso acabar em uma suruba entre pai e filhos...

Becca se levantou da mesa.

— O que foi, filha? Não gostou da ideia?

— É que estou com dor de cabeça. Vou para a cama mais cedo. Boa noite, pai...

— Boa noite. Durma com os anjos.

Era a única coisa que Becca queria naquele momento: sonhar com os anjos. Ela rezou antes de dormir. Em seguida, tirou a roupa e foi até o guarda-roupa pegar uma camisola.

De repente, a porta se abriu.

— Pai? — disse Becca, cobrindo a nudez com a camisola.

— Eu vim saber se está tudo bem. Você está meio diferente o dia todo.

— Está tudo bem, pai. Foi só um mal-estar.

Frank entrou no quarto e foi até a pequena estante onde estavam pendurados os ursinhos de pelúcia.

— Nossa, nem lembrava que ainda tinha essas bonecas. Você cresceu tanto, Becca, que acho que não tem mais idade para ficar brincando com isso. Vou doar todos.

— O senhor deveria mesmo doar para quem precisa. Sou bem grandinha para brincar de boneca.

Frank observou a filha virando as costas para vestir a camisola; viu brevemente a bunda dela sumindo sob o tecido. Em seguida, ela subiu na cama para deitar. Ele caminhou até a mesinha ao lado, pegou um livro e começou a ler o título.

— "Filha safada, doida para dar para o pai, mas não sabe como pedir". Esse é um clássico. Escrevi na época em que era muito jovem. Você já está na metade do livro. Está gostando?

— Mais ou menos.

— Não é tão bom assim?

— Não é isso. As cenas eróticas são boas, mas já li melhores.

— Tem razão. Nem lembro quando escrevi — ele colocou o livro na cama. Em seguida, sentou-se e aproximou-se da filha. — Boa noite, filha.

Ele se aproximou para dar um beijo de boa noite. Segurou o rosto de Becca e deu um beijo em sua testa. Becca puxou os cabelos para trás da orelha. Os olhos dos dois se encontraram e ficaram fixos por longos segundos.

— Puxou o gesto de sua mãe. Ela sempre puxava os cabelos para trás da orelha toda vez que estava excitada.

Becca respirou fundo, mordendo os lábios sem perceber, por puro impulso.

— Sua mãe também fazia a mesma coisa com a boca. Ela também mordia os lábios quando estava bastante excitada.

— Às vezes, as filhas puxam alguns gestos das mães... — disse ela num sorriso tímido.

Houve longos segundos de silêncio. Becca aproximou o rosto para retribuir o beijo de boa noite e beijou a bochecha do pai, sentindo o bigode dele roçar em sua pele. Ela virou o rosto e sentiu o hálito do jantar vindo daquela boca entreaberta; de repente, seus lábios se encontraram. Logo, estavam se beijando intensamente.

Becca puxou o corpo de Frank para a cama e ficaram ali, abraçados e se beijando. Ela abriu as pernas e o pai se acomodou entre elas. Ambos sentiram as intimidades quentes se tocando através do tecido fino.

— Por favor, pai... entra em mim...

— Sabia que você queria isso desde o dia em que chegou... Eu estava louco para te comer, Becca...

Ele se livrou das roupas rapidamente, posicionou-se e penetrou nela com força. Becca gemia alto, vendo o próprio pai sobre ela, possuindo-a com vigor.

As mãos de Frank apertavam os quadris da filha em gesto de posse, enquanto ele ditava o ritmo acelerado das estocadas. Ele ditava o ritmo, uma cadência frenética e implacável que fazia a cama de madeira ranger contra o assoalho. O som úmido e ritmado da carne se chocando preenchia o silêncio do quarto, um estalo constante que ecoava como um aplauso perverso àquele ato proibido. Ele comparando-a novamente à mãe.

— Você é igualzinha a sua mãe, Becca... — ele rosnou contra o ouvido da filha, o hálito quente e pesado acelerando o pulso dela. — A mesma buceta apertada...

Becca cravava as unhas nas costas do pai, entregue à sensação proibida que tanto imaginara em seus contos. O prazer era agudo, quase doloroso, enquanto ele a preenchia completamente, transformando a fantasia literária em uma realidade crua e pecaminosa sob o teto daquela casa isolada.

...

Becca gritou de prazer ao sentir orgasmos que fizeram a cama toda tremer. De repente, a porta se abriu.

— Filha, você está bem?

Frank, preocupado ao ver a filha se debatendo, correu para ajudar. Puxou os lençóis e a viu nua, esfregando o travesseiro entre as pernas.

— Becca, acorda!

Ela despertou, toda suada e ofegante, sem entender direito o que estava acontecendo. Viu apenas o pai em cima dela, segurando seus braços. Foi então que percebeu que estava nua. Becca empurrou Frank, que caiu no chão.

— Sai de cima de mim!

— Becca, o que foi, filha? Você estava gritando e vim ver o que aconteceu.

Toda coberta pelos lençóis, ela tentou raciocinar sobre o que tinha ocorrido naquele quarto. Seu pai estava todo vestido, de pé, com uma expressão assustada. Ela chegou à seguinte conclusão:

— Tive um pesadelo... foi isso. Só um pesadelo.

— Que pesadelo foi esse para acordar assim, tão assustada?

— Nada, pai... Já estou bem.

— Está bem. Melhor deixar a luz acesa para afastar os pesadelos.

— Está legal...

Frank saiu do quarto e Becca começou a se martirizar com o que tinha sonhado. Parecia real demais.

— Devo estar ficando maluca.

Ela ficou acordada a madrugada toda, com medo de ter aquele pesadelo novamente.

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