Satisfazendo a Coroa Ninfomaníaca

Um conto erótico de B.Xavier
Categoria: Heterossexual
Contém 1749 palavras
Data: 16/02/2026 12:26:26

Olá, me chamo Bruno, sou magro com meus 1,68 m e 60 kg, olhos castanhos escuro, cabelos pretos ondulados, e uma barba bem espalhada no rosto mas bem aparada. Pareço um pouco mais novo do que meus 30 anos e na época da história que vou contar, aos meus 26, a diferença entre aparência e idade real era maior, algo que chamou a atenção de Regina, uma mulher mais velha, 50 anos, preta de pele bem marcada de sol, um corpão de quem malha bem especialmente pernas e bumbum que eram durinhos e definidos, peitos que cabem na palma da mão, costas definidas, cintura fina, cabelos cacheados e castanho claro assim como seus olhos e um sorriso sacana de quem tinha um fogo insaciável. Quando nos conhecemos eu estava lidando com um término que me impactou muito, foram 3 anos vivendo uma vida que não era a minha com uma mulher que eu não amava, mas me apeguei pra cumprir tabelas: ter um bom emprego, casar, ter casa e filhos, felizmente saí dessa vida antes de me comprometer demais. Estava lidando com a solidão e o fato de que eu queria algo a mais da vida, mas ainda não sabia o que era, quando decidi sair pelo Rio conhecendo gente diferente em lugares diferentes, frequentei praças, blocos fora de época, botecos, tive dificuldade de me conectar no começo, mas quando conheci Regina foi imediato, nossos olhares se cruzaram e sabíamos o tesão que um sentia pelo outro. Conheci primeiro seu filho, um pouco mais velho que eu e que nos apresentou explicando que ela tinha ficado viúva há alguns meses e que estava levando ela pra sair, conhecer gente e voltar a viver sua vida e depois que percebeu que rolou um clima, nos deixou a sós e partiu pro rolê dele. Admito que não me lembro como começamos a conversar, pois o desejo era tanto que não falamos por mais que 5 minutos, dei um sorriso sacana que ela correspondeu, peguei ela firme pela cintura e não senti resistência, puxei pra um beijo que pareceu dar choque e começamos a nos agarrar que nem dois adolescentes. Esquecemos do mundo, das pessoas, os sons se abafaram e então só existia nós dois, eu alisava da cintura pra suas costas agarrando firme, sentindo seu corpo quente colado no meu, descia pela lateral pra suas coxas e subia dando vários apertões até sua bunda e apoiava firme quase a levantando, ela ficou um bom tempo com as mãos nas minhas costas e nuca me puxado pra perto e sentindo meu corpo colado e minha pica pressionando contra sua coxa, então firmou em minha nuca com sua mão esquerda e deslizou a direita pelo meu corpo, peito, barriga, coxa, e parou na minha pica apertando firme e deslizando de leve, quase me punhetando por cima da calça. Modéstia a parte eu tenho uma boa pica, é longa mas não longa demais, 18 bons centímetros de cumprimento e o que chama atenção de verdade é a grossura, mal dando pra fechar a mão envolta dela. A maioria das mulheres com quem estive antes de Regina se intimidaram com o tamanho e as transas foram mecânicas, com medo de exagerar e machucar, mas com ela foi algo diferente, quando sentiu o tamanho aquilo deixou ela louca, parecia babar de antecipação, senti seu corpo demandando que a fodesse ali naquele momento do jeito que estávamos, mas antes que a gente cruzasse o limite da razão voltamos a realidade de onde estávamos e que poderia ser bem constrangedor ali no meio de seus amigos e seu filho (apesar de que já estávamos praticamente nos comendo ali, faltando só meter). Nos contivemos, conversamos sobre sair dali mas naquele dia não ia rolar, eu estava passando um tempo na casa de familiares e ela abrigando o filho em casa por uns dias, trocamos contato e nos encontramos desse jeito pelos 2 dias seguintes, tentamos nos conter mas demos várias escapadas pra ficar nessa pegação sem meter por 3 longos dias até que ela teve o apartamento só pra ela de novo. Nesse dia já nos encontramos na mesma pegação, aquele beijo eletrizante, aqueles toques quentes cheio de tesão, mas em pouco tempo partimos pra seu apartamento. Chegando lá mal perdemos tempo, ela me carregou corredor a dentro chegando ao seu quarto e me empurrando pra dentro e pra sua cama enquanto tirava o vestido e sentou no meu colo, enfim estava vendo aquele belo corpo por completo, o corpo que já tinha tocado tanto nos últimos dias mas que era um delírio de admirar. Ela logo se deitou por cima de mim me beijando quase me engolindo, passou seu braço por entre nossos corpos pra chegar no meu pau, apalpar bem e puxar pra fora da bermuda, ficou ali alisando ele enquanto me beijava e eu a peguei pela bunda com uma mão em cada nádega, puxando para cima e encaixando sua buceta encima do meu pau, ficamos roçando por cima da calcinha, ela ofegante descolando do beijo pra soltar suspiros de tesão e rebolando com vontade de ser preenchida, parou a boca ao lado do meu ouvido e rosnou um "me fode" que me enlouqueceu, virei na cama botando ela por baixo de mim, levantei pra tirar sua calcinha, encaixei a cabeça na entrada pra provocar mais um pouco, apoiei em suas pernas deixando ela toda aberta e meti tudo numa única estocada que a fez urrar de tesão, tremendo com um orgasmo intenso que durou vários segundos. Enfim aquele tesão de dias nos atiçando estava se pagando, sua boceta abocanhava meu pau e abraçava cada pedacinho, encaixando tão perfeitamente que parecia que foi feita pra ser preenchida por ele, um match perfeito, deixei ela se deliciar com seu orgasmo ainda por alguns segundos mas antes da tremedeira passar comecei a meter forte, tirando até ficar só com a cabeça dentro dela e voltando com tudo, rápido, ritmado, com uma paixão por aquela buceta quente e molhada que me recebia com o mesmo prazer que eu tinha de estar dentro dela. Regina delirava, soltava urros, agarrava a roupa de cama, tremia, tentava retomar algum fôlego com o olhar longe de quem não entendia mais nada além do prazer daquela foda animalesca, após alguns minutos metendo forte ela me interrompeu com uma mão no meu peito pra dizer que estava sem ar e pedindo pra mudar de posição, deitei ela virada pro meu lado esquerdo, lado para o qual meu pau é curvo e quando meti o match perfeito pareceu encaixar melhor ainda, aquela curva me fez acertar algo dentro dela que parecia dar um novo orgasmo a cada estocada e logo mudamos de novo, pois ela disse que "não aguentava mais gozar". Levantei triunfante após ouvir isso, mas respeitei e a botei de bruços, ela puxou um travesseiro pra baixo de sua cintura, empinou abrindo sua bunda e demandando "mete", não precisei de um segundo pedido, me acomodei encima de suas pernas, encaixei e voltei pra dentro dela com tudo. Ela urrava sem se conter, fodemos muito tempo nessa posição, ela me pedia pra que eu a tratasse como minha putinha e foi ali que Regina me ensinou sobre uma foda que não tinha experimentado na vida real, pedia que puxasse pelo cabelo, batesse em sua bunda e cara, queria xingamentos e tudo foi vindo tão naturalmente que parecia o mais óbvio na foda. O primeiro tapa foi fraco, quase teatral, ela me interrompeu pra exigir: " você não entendeu, eu quero que você me machuque", o que atendi com um tapa bem dado que deixou meus dedos ardendo e fez ela responder com um gemido tão gostoso que me atiçou ainda mais e entrei de vez no clima, puxei pelos seus cabelos, voltei a meter e com o rosto do lado do seu ouvido falei baixo "minha putinha gosta de ser comida por um macho pirocudo? Gosta de ser tratada igual uma cadelinha no cio?" Interrompi antes da sua resposta com um tapa na cara e desacelerando as metidas demandei "Pede! Implora pro teu macho te encher dessa pica que você ama!" o que ela logo respondeu com um "mete" num gemido tão cheio de tesão que fez meu pau pulsar dentro dela, ela dava reboladinhas pra me sentir deslizar dentro dela e gemia que queria mais, tirei quase tudo, deixando a pontinha da cabeça e sussurrei mais uma vez "minha cadelinha tá obediente, tá merecendo mesmo levar mais pica" e voltei a meter com força. Ela enlouquecia, soltava urros de tesão, se contorcia e se tremia em novos orgasmos, eu não me reconhecia, nunca tinha fodido assim antes mas nada fazia mais sentido do que foder igual dois animais naquele momento. Não parei mais, continuei a fazendo de putinha até sentir que estava pra gozar, anunciei que estava perto e ela pediu pra não gozar dentro, então tirei e soltei um longo e espesso jato de porra acumulada de 3 dias me segurando nas suas costas, quando a última gota saiu eu amoleci ao lado dela, continuamos nos beijando e acariciando mas com suavidade dessa vez, os dois moles depois daquela foda intensa mas ainda com um fogo insaciável, ficamos assim por uns 10 minutos, levantamos pra tomar um banho gelado, uns goles de água e deitar planejando dormir, mas bastava uma carícia e aquele fogo reacendeu com a mesma intensidade. Voltamos a meter de ladinho, sem cerimônia, menos agressivos mas ainda com muitos urros de tesão, passamos a madrugada assim, entre fodas intensas, banhos gelados, copos de água e deitar com a intensão de dormir, nunca fodi tanto na minha vida, nem antes nem depois dela, mesmo nas fodas seguintes com ela reduzimos bastante pois o corpo não iria dar conta. Por 4 longos meses essa foi a minha vida com Regina, não importava onde estivéssemos, bastava uma troca de olhares e um sorriso sacana que o outro correspondia e começávamos a nos pegar, acabamos não seguindo juntos pois ela sentia falta de um relacionamento e a única coisa que tínhamos em comum era a química no sexo, em pouco tempo a cobrança das expectativas foi nos desgastando e seguimos caminhos diferentes. Foi uma pena perder uma pessoa com quem tive uma química tão boa, mas a mudança que ela fez no meu jeito de ver a vida e meus afetos será pra vida toda, sempre lembrarei de Regina como a mulher que me ensinou sobre prazeres que não conhecia mas nunca mais abandonei.

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