Mark continuou espiando pela fresta da porta da sala, o coração batendo forte no peito, uma mistura de choque, raiva e uma excitação involuntária que o envergonhava. A sala estava iluminada apenas por uma lâmpada fraca, mas ele via tudo claramente: seus pais, Adelaide e Hugo, nus no sofá amplo, com Sabrina – sua namorada magrinha e ruiva também completamente despida. O ar cheirava a excitação, e os gemidos abafados ecoavam como um segredo proibido.
Adelaide, com seu corpo voluptuoso de pele negra reluzente de suor, estava de joelhos no chão, chupando o pau grande de Hugo – uns 20 centímetros, veias pulsando enquanto ela engolia até a garganta, salivando e gemendo baixinho, acompanhada de sua nora Sabrina, que a beijava também. Seus seios grandes e pesados balançavam com o movimento, os mamilos escuros e duros roçando nas coxas atléticas do marido. Hugo, reclinado no sofá, segurava o cabelo cacheado dela, guiando o ritmo: "Isso, amor, chupa esse pau que você adora…"
Sabrina gemeu, rebolando os quadris contra a mão da sogra, que a acariciava também, mas sua voz saiu hesitante então por um momento: "Sogrinha… eu não sei se era pra ser assim. Eu sei que sou uma safadinha, mas… no carro, quando você alisou minha boceta raspada, me beijou e mostrou o pau do Hugo… eu fiquei louca pra provar vocês. Foi excitante demais." Ela riu nervosa, mas continuou, ofegante: "Mas o combinado era só um boquete rápido, pra matar a curiosidade. Não sexo de verdade. Quando eu aceitei tirar a roupa aqui na sala… aí eu perdi a batalha. Meu corpo tá pegando fogo, mas eu gosto tanto do Mark. Isso é errado, sabe? Mesmo excitada, tô um pouco desconfortável… como se estivesse traindo ele de verdade. Não, eu estou traindo." - disse Sabrina agora com um tom de voz mais deprimida, mas ainda excitada.
Adelaide ergueu a cabeça do pau de Hugo por um momento, lambendo os lábios brilhantes de saliva: "Ah, norinha, relaxa. Se o Mark não virar alfa como o pai dele, vai virar corno cedo ou tarde. Mulheres como você e eu precisam de mais… e a gente ensina ele a ser assim. Agora vem, chupa mais o pau do sogro." Hugo riu, esticando a mão para apertar os peitinhos pequenos e firmes de Sabrina: "Só curte, norinha. Será só dessa vez. Afinal, ninguém consegue dizer não pra Adelaide, vai por mim."
As palavras de Sabrina atingiram Mark como um soco no estômago. Ela não planejava? Mas estava ali, nua, deixando acontecer? O ciúme misturado com a confissão de que ela gostava dele – que aquilo era errado e a deixava desconfortável – o fez sentir uma pontada de dor e compreensão. Era como se ela estivesse dividida, e isso o impulsionou. Ele não aguentou mais: empurrou a porta e entrou na sala, o rosto vermelho de raiva e excitação, o pau já semi-duro sob o short de pijama. "O que é isso?! Sabrina… você tá falando sério? Isso é… isso é loucura!"
Todos pararam, surpresos. Sabrina, assustada, nua, mãos tremendo, mas extremamente excitada, se levantou, os olhos arregalados: "Amor! Eu… me perdoa. Não era pra ser assim, mas seus pais são tão… abertos. Eu quis experimentar, mas juro que gosto muito de você. Vamos embora pro quarto? Isso não precisa continuar." Adelaide sorriu, sem pudor, ainda de joelhos: "Filho, relaxa. A gente swinga há anos. Sabrina é perfeita pra família – ela é safada, mas vejo também que é leal à você, no final das contas. Junte-se a nós, garoto. Aproveite e aprenda." Hugo assentiu, o pau ainda ereto: "Vem, Mark. Mostra que você é alfa como eu."
Mark hesitou, olhando para Sabrina, que mordia o lábio, os olhos suplicantes mas cheios de desejo. A visão dela nua, a boceta lisa inchada, o corpo magrinho contrastando com as curvas de Adelaide… era demais. Apesar da raiva imensa, seu pau endureceu completamente. "Tá bom… mas isso muda tudo", murmurou ele, tirando o short e revelando seu pau grosso de 17 centímetros, a tatuagem de dragão na costela brilhando sob a luz fraca. Sabrina se aproximou primeiro, beijando-o com urgência, as mãos masturbando seu pau: "Me perdoa, amor… mas olha como é excitante. Eu sou sua, tá?"
A orgia familiar explodiu a partir daí, um caos suado e intenso de corpos entrelaçados no sofá e no tapete da sala. Mark começou com Sabrina, deitando-a no sofá e penetrando sua boceta lisa com estocadas fortes, sentindo a umidade escorregadia – resquícios da excitação anterior – envolver seu pau como um punho quente. "Você é minha, entendeu?", grunhiu ele, movendo os quadris ritmados, as bolas batendo contra o bumbum branquinho dela. Sabrina gemeu alto, gozando rápido: "Sim, amor… ahh, fode mais forte! Eu te amo!" Adelaide se juntou, chupando os ovos de Mark enquanto ele fodia a nora, a língua dela lambendo o pau dele a cada saída, misturando saliva e sucos. "Isso, filho, fode ela como um alfa… olha como ela goza pra você", incentivava Adelaide, enfiando um dedo no cu de Sabrina para intensificar. Mark não esperava e sequer imaginava que seus pais eram daquele jeito. Ter sua mãe chupando seus ovos, vê-la incentivar sua namorada chupar seu pai... mas ele não queria pensar muito naquele momento.
Hugo observava, masturbando-se devagar, antes de se posicionar atrás de Adelaide, penetrando a boceta carnuda e peludinha dela (com pelos curtos e bem cuidados) por trás. "Vem, amor, enquanto o garoto aprende", disse ele, estocando com força, os quadris atléticos colidindo com os dela, fazendo os seios grandes balançarem. Adelaide gemia, alternando entre chupar os ovos de Mark e lamber a boceta de Sabrina, que se contorcia de prazer.
Eles trocaram posições várias vezes, prolongando o prazer em uma maratona erótica. Mark virou Sabrina de quatro no tapete, fodendo-a por trás enquanto ela chupava o pau de Hugo, a boca pequena esticada ao redor da grossura maior. "Chupa seu sogro, norinha… mas não deixe de trocar olhares com seu namorado.", ordenava Hugo, segurando a cabeça ruiva dela. Mark, excitado pela visão, estocava mais fundo, sentindo a boceta apertada pulsar em outro orgasmo. Adelaide sentou no rosto de Sabrina, esfregando a boceta úmida na boca dela: "Lambe tudo, safadinha… come a mamãe do seu namorado." Sabrina obedeceu, a língua explorando os lábios grossos e o clitóris inchado de Adelaide, gemendo abafada enquanto Mark a fodia e Hugo gozava na sua boca, jatos quentes escorrendo pelo queixo.
Não pararam aí: dupla penetração veio em seguida. Sabrina montou em Mark de costas, cavalgando seu pau grosso em seu cuzinho, rebolando os quadris magrinhos, enquanto Hugo penetrava sua boceta – uma novidade para Sabrina, que gritou de dor e prazer: "Ahh, devagar… é grande demais! Mas… continua, amor, me fode com seu pai!" Mark sentia o pau do pai roçando no dele através da parede fina, uma sensação estranha e intensa que o fez durar mais, as mãos apertando os peitinhos dela. Adelaide assistia, masturbando-se e beijando Mark na boca: "Meu menino… tá virando homem de verdade." Sabrina gozou múltiplas vezes, o corpo tremendo, sucos escorrendo pelas coxas de Mark.
Mais trocas: Mark experimentou a boceta da mãe, penetrando Adelaide de missionário no sofá, sentindo as paredes quentes e carnudas envolverem seu pau, mais soltas mas experientes que as de Sabrina. "Ahh, filho… seu pau é maior e mais grosso do que eu imaginava! Fode a mamãe forte", gemia ela, as pernas grossas ao redor da cintura dele. Ao lado, Hugo fodia Sabrina em pé, erguendo uma perna dela para estocadas profundas, os gemidos ecoando. Elas se beijaram sobre os homens, línguas se entrelaçando, trocando o gosto de porra e suor.
A orgia culminou em gozos sucessivos: Mark encheu a boceta de Adelaide, Hugo gozou nos peitos pequenos de Sabrina, e as mulheres se lambuzaram mutuamente, lambendo e esfregando os corpos em um 69 final – Sabrina por cima, lambendo a porra de Mark da boceta da sogra, enquanto Adelaide chupava a boceta lisa dela. Exaustos, eles desabaram no sofá, ofegantes.
No fim, Sabrina se aninhou em Mark, sussurrando: "Eu serei fiel a você desde que você seja fiel a mim, amor. Só transarei com outras pessoas com você, se você aceitar. Mas, aceitando… prometo trazer muitas amigas e não apenas machos pra nossa cama. Vai ser incrível." Mark, ainda processando, assentiu, excitado com a ideia. Adelaide e Hugo sorriram, orgulhosos. Mas o fim de semana estava só começando…