As Putas Das Minhas Amigas Me Ensinaram A Fuder - Parte 1

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 7442 palavras
Data: 16/02/2026 01:38:29

PARTE 1

Eu tinha completado dezoito anos um mês depois de começar o terceiro ano do Ensino Médio. Magrelo, tímido, bom de matemática — eu era o último a ser escolhido pro time de futebol e o último a chamar atenção das minas. Mas lá pelo Natal, eu tinha ido de ficar apavorado perto de mulher pra viver o clichê como o oficial "amigo gay das patricinhas" das cinco garotas mais gostosas da escola.

Por mais que fosse massa ter amigas populares e mulheres lindas pra olhar o dia inteiro, eu também tava vivendo num círculo especial do inferno, onde meu pau e eu estávamos em constante guerra um com o outro. A discussão ia mais ou menos assim:

MEU PAU: "Porra, come ela! Olha os peitos dessa mina!"

O RESTO DE MIM: "Cara, a gente é amigo, ia ficar estranho..."

PAU: "Mas... os peitos, caralho!"

Desnecessário dizer que era uma época confusa pra mim.

Tudo começou com a Carla — uma loira sensacional que claramente tinha nascido pra ser capa de revista. Pra um nerd atrasado que nem eu, ela também era a pessoa mais intimidadora do planeta. Cada detalhe sobre ela parecia especificamente feito pra me deixar sem palavras. Primeiro, ela era a garota mais alta da escola. Eu tinha 1,80 e ela devia ter uns dois dedos a mais que eu (a Carla adorava zoar que isso era por causa da "ancestralidade viking" dela). Ela também tinha um sorriso deslumbrante que escondia um espírito brincalhão e provocador, e um corpo violão natural. Mas o que realmente fazia minha cabeça girar eram os peitos dela. Os peitos absolutamente gigantes dela. No dia em que aquelas coisas tinham crescido, todo cara da escola instantaneamente esqueceu o próprio nome. Sério, os peitos da Carla podiam parar o trânsito.

Eu e ela viramos amigos quando eu timidamente pedi pra ela participar de um filme de terror amador que eu tava dirigindo com uns brothers. Fazer o convite não tinha sido fácil pra um cara como eu — a Carla sempre foi uma provocadora sem dó. Mas mesmo assim, assim que bateu o sinal, eu cambaleei até a carteira dela, me sentindo mortificado mas sabendo que todos os outros caras do cineclube estavam contando comigo pra conseguir isso em nome do nosso filme. Tentei bancar o descolado, mas minhas bochechas ficaram vermelhas e minha voz soou como se estivesse saindo de dentro de uma caixa:

"E aí Carla, eu tô fazendo um filme de terror e a gente meio que precisa de alguém pra fazer a, tipo, gostosona em perigo. Eu tava pensando se você não acharia isso legal... sei lá."

Ela levantou uma sobrancelha e sorriu maliciosamente, se inclinando tanto pra frente que levou toda minha força de vontade pra manter meus olhos longe dos peitos pendulares dela.

"Claro, Igor," ela disse simplesmente, "O que você quer que eu vista?"

Descobri que meu nervosismo tinha sido completamente infundado. Apesar de a Carla definitivamente ser uma provocadora, ela também era muito de boa. Nós nos demos super bem no primeiro dia de filmagem. A gente ria junto, entrou num ritmo fácil de conversa, e ela até zoava da própria sensualidade inebriante — feliz em vestir as roupas cada vez mais curtas que eu pedia. Ela pegou totalmente o humor trash do filme também, e dava uma rebolicada extra a cada passo enquanto fugia de um salva-vidas-virou-lobisomem (é, o filme era uma bosta).

Mesmo depois de terminarmos o filme, a Carla ainda me ligava todo dia depois da aula, só pra bater papo. A gente não tinha quase nada em comum além do senso de humor, mas isso tornava nossas conversas ainda mais interessantes. Eu mantinha ela no telefone o máximo que conseguia, brilhando por dentro só de pensar que uma criatura tão linda curtia minha companhia.

Conhecer a Carla até me rendeu convites pra algumas festas de verdade, pra variar. Eu não tava me iludindo achando que era amor — eu certamente não tava "apaixonado" por ela — mas uma parte de mim esperava que, contra todas as probabilidades, ela tivesse começado a achar o nerd magrelo misteriosamente atraente. Isso foi tudo despedaçado quatro semanas depois da nossa amizade, quando eu finalmente criei coragem pra chamar ela pra sair.

Foi numa festa que a Carla tinha me convidado. Desci umas Brahmas e caminhei pelas luzes fracas, finalmente encontrando minha garota num canto escuro, conversando baixinho com a amiga igualmente gostosa dela, a Thalita. Elas não me viram no escuro, e eu tava prestes a falar quando ouvi a Thalita dizer: "Você e o Igor parecem estar ficando bem próximos, você pensaria em sair com ele?"

O timing era ridículo, mas que se foda, foi assim que aconteceu. Congelei, não querendo escutar escondido mas perto demais pra evitar. A Carla pensou por um segundo e então respondeu: "Sabe, acho que não. É legal ter um cara com quem posso conversar e que não me trata como se eu fosse só um par de peitos, mas ele não é tão atraente assim. Aposto que ele vai ser um dia, talvez quando tiver uns trinta anos ou sei lá. Mas ele é um cara MASSA." Assim que disse isso, a Carla percebeu que eu tava ali parado e reflexivamente pediu desculpas. Garanti que não era nada demais. A gente era só amigos, de qualquer forma. Dei um abraço rápido nela, gemendo internamente ao sentir os peitos esmagados contra meu peito, e saí pra tomar um ar.

Trinta?!, pensei, Que prêmio de consolação foda. Vou ser comível quando tiver pronto pra me acomodar. Precisava de outra cerveja. Não era que eu tava devastado por ter sido rejeitado pela Carla — porra, eu tava esperando isso. Era como as palavras dela tinham confirmado meus piores medos: eu tava destinado a ser "só amigos" pelo resto da vida.

Uma hora depois, eu tava reclinado numa rede no jardim da frente, me afundando em autopiedade pela minha má sorte com mulheres, quando um corpo caiu em cima de mim e me acordou disso, um cotovelo perdido me acertando na cara.

"Ai, desculpa!" a Thalita riu, claramente chapada pra caralho, "Eu juro que não te vi aí!"

Garanti que não era nada demais, e ela murmurou algo incoerente sobre eu ser um "cara massa, massa" ou sei lá. Nós dois távamos bêbados demais pra nos dar ao trabalho de sair daquela rede, então só ficamos ali deitados juntos.

Eu e a Thalita mal nos conhecíamos. A gente tinha dividido algumas aulas ao longo dos anos e eu tinha visto ela em uma ou duas festas da Carla, mas naquele momento só havia três coisas que eu conseguia lembrar sobre ela:

1. Ela era louca. Não quero dizer do tipo ruim tipo serial killer, quero dizer do tipo BOM de louca. Tipo uma Capitã Jack Sparrow mulher, saca? O tipo de louca que anima qualquer festa e te dá histórias pra vida inteira.

2. Ela era linda. Uma morena de olhos puxados, beleza exótica (metade coreana, metade colombiana; uma combinação vencedora, se você me perguntar) com peitos cheios e empinados e uma bunda fabulosa que ela gostava de exibir com as roupas mais curtinhas que conseguia encontrar. E —

3. A Thalita tava namorando um traficante de vinte e cinco anos chamado Marcão, que pesava uns cinquenta quilos a mais que eu.

Independente disso, eu tava excitado, frustrado, mortificado e confuso. E bêbado. Então não tava exatamente pensando direito quando a Thalita começou a me beijar na rede alguns minutos depois. Ela tava completamente doidona e o hálito dela fedia a maconha. Os beijos eram estranhos e desleixados, mal fazendo contato com minha boca. Era mais ou menos o cenário menos romântico que eu podia ter esperado, mas dei tudo de mim, desesperado pra provar que a Carla tava errada sobre minha habilidade de atrair uma parceira. Minhas mãos percorreram o corpo incrível dela, ousadamente apertando a bunda firme e atlética — isso!

Então ela desmaiou. Com um suspiro decepcionado, rolei pra longe, deixando ela dormir o que com certeza seria uma ressaca do caralho. As atenções da Thalita não tinham sido nada além do resultado de pena bêbada, isso eu sabia. E saber disso tornava a vergonha da noite ainda pior. As palavras da Carla passavam de novo e de novo na minha mente: "Talvez quando tiver uns trinta." Parecia que alguma cigana tinha jogado uma maldição em mim.

A tristeza pairou sobre mim no dia seguinte na escola. A Thalita esbarrou em mim perto do fim do almoço e me levou de lado, claramente mortificada pelo que tinha acontecido entre nós. Ela tava à beira das lágrimas quando sussurrou: "Desculpa demais pela noite passada."

Coloquei uma mão reconfortante no ombro dela e garanti que eu entendia completamente.

"Foi só coisa de festa," murmurei, "Não esquenta com isso." Ela acenou e me abraçou forte, as palavras saindo em velocidade de metralhadora:

"Desculpa demais por ter desmaiado — não foi você — juro — eu tava tão doidona — juro que nunca mais vou fumar maconha na minha vida! A gente pode só — Ah, e valeu por ser gente boa e, sabe, me deixar em paz depois que eu apaguei."

Ela tava tão sincera que não consegui deixar de sorrir.

"Olha, Tha, você sabe que é linda, então não leva pro lado errado quando eu digo que a parada do não-consentimento simplesmente não me excita."

Ela riu através das lágrimas, e desajeitadamente acrescentou: "E você pode por favor não contar pro Marcão, se você ver ele?"

"É, tipo que eu vou contar pro seu namoradão assustador que fiquei com você." Isso me rendeu outra risada dela, assim como um soco brincalhão no ombro. Então por algum motivo eu simplesmente soltei: "Você acha que a Carla tava certa ontem à noite? Que eu só vou ser atraente quando tipo tiver uns trinta anos?"

A Thalita teve coração suficiente pra me deixar cair fácil: "Ela tava exagerando, Igor. O que ela quis dizer é que você tem potencial pra ser bem bonitinho, mas agora você não tá vivendo à altura disso. Você tem um rosto bonito e, tipo, olhos incríveis, mas as minas querem um cara que se cuida. Arranja um corte de cabelo melhor, para de só usar essas camisetas largonas de quadrinhos, e talvez começa a levar a Educação Física um pouco mais a sério. Só uma sugestão."

Inesperadamente, nossa breve conversa no almoço logo levou a eu me tornar ainda melhor amigo da Thalita do que tinha sido da Carla. Ela era sempre super divertida, apesar do TDAH, e muito menos intimidadora. Diferente da Carla, eu nunca nem considerei dar em cima da Thalita. Claro, eu admirava como ela ficava nas roupas microscópicas que sempre vestia, mas a gente ficou tão confortável um com o outro tão rápido que pensamentos de namoro nunca chegaram a surgir. Mesmo quando ela finalmente terminou com aquele otário do Marcão, a gente só manteve o curso como amigos.

Quanto mais próximo eu ficava da Thalita, mais próximo eu ficava das amigas dela. E que amigas eram aquelas...

A Amanda era uma moleca naturalmente bonita com cabelo loiro-avermelhado e um corpo magro e esguio. Ela era muito mais franca sobre a sexualidade dela do que qualquer outra pessoa que eu conhecia, até caras (um pouco do que minha avó chamaria de "vagabunda"). A primeira vez que a Thalita me apresentou pra Amanda fora da escola, ela tava usando uma camiseta com "SIM, ESSES SÃO MEUS PEITOS" escrito no busto. A Amanda era a maior esportista que eu conhecia, mas a paixão de verdade dela era balé. Ela derramava cada pedaço de si na dança e todo esse esforço tinha esculpido o corpo dela numa obra de arte. Eu vi alguns dos recitais dela e ela era incrível. Havia uma sensualidade felina e graciosa nos movimentos dela.

Mas uma coisa mantinha os sonhos dela de dançar profissionalmente sob controle. Bom, duas coisas eu acho. Aparentemente a maioria das dançarinas profissionais não tem os peitos da Amanda. Ela brincava que ninguém no mundo contrataria uma bailarina com peito tamanho C, "A não ser que seja numa pole dance." Prometi a ela que, se eu um dia fosse dono de uma companhia de balé, eu SÓ contrataria dançarinas com tamanho C ou maior.

Depois tinha a Stefânia, que encarnava glamour clássico de Hollywood. Cachos dourados perfeitos emolduravam um rosto suave e redondo e olhos azuis grandes e penetrantes. Ela tinha o tipo de corpo pin-up e rechonchudinho que pilotos de caça gostavam de pintar nos aviões durante a Segunda Guerra Mundial. Gostosona total, como o Sinatra diria. Ela era ardente e provocante, e meio neurótica com o cabelo e a maquiagem. Sempre que a gente ia em algum lugar ela, sem falhar, era a última pronta. A "diva do clube de teatro" residente da nossa escola, a Stef tinha feito o papel principal em toda peça escolar desde que era caloura, deixando as garotas mais velhas do clube de teatro pra morrer de raiva.

Desde o pré-escolar, a Stefânia tinha sido melhor amiga da Isabela. Como todos os grandes pares, as duas eram diferentes em quase todos os aspectos. Enquanto a Stefânia tinha só alguns centímetros a menos que eu, a Isabela mal chegava a 1,60. A Stef era loira como elas vêm, mas a Isabela tinha cabelo escuro luxuoso e pele muito clara. A Stef amava os holofotes, a Isabela era tímida feito um rato.

A única coisa que elas realmente tinham em comum era o tamanho do sutiã, copa DD — uma piada recorrente que tendia a fazer a Isabela corar sempre que vinha à tona. Enquanto a Stefânia mais alta balançava as curvas dela em proporção groovy com o resto do corpo, na baixinha Isabela aqueles peitos pareciam positivamente imensos. Como um "homem de peitos" de longa data, os peitos da Isabela me faziam praticamente babar, mas ela era muito insegura com eles, escolhendo se vestir muito mais conservadoramente que as amigas.

Apesar de ser bonita o suficiente pra merecer uma estátua no Partenon, a natureza quieta e comportadinha da Isabela fazia ela frequentemente ser negligenciada por caras mais interessados em tipos extrovertidos e fáceis como a Thalita ou a Amanda. Essa falta de atenção deu à Isabela a noção ridícula de que ela era "a feia" do grupo, algo que me deixava maluco. Além de ser presença regular nas minhas fantasias sexuais, ela era a pessoa mais gentil, doce e atenciosa que eu conhecia e não tinha motivo nenhum pra ser insegura.

Antes daquele ano, todos nós tínhamos estado em panelinhas separadas, mas quando começamos a sair juntos as coisas simplesmente funcionaram. A gente encontrou aquela dinâmica de grupo perfeita e rara. Se você ignorasse a proporção de gênero, a gente encaixava em todo clichê de colégio: o nerd, a provocadora, a maluca, a esportista, a diva e a tímida. Eu, Carla, Thalita, Amanda, Stefânia e Isabela. Mas sabe o que é? Nossas diferenças tornavam cada conversa mais interessante. Eu sempre digo que quanto mais tempo uma pessoa passa com pessoas exatamente iguais a ela, mais burra ela fica. É tipo cruzamento consanguíneo da personalidade.

Pra minha grande surpresa, descobri que, das minhas belas novas amigas, só a Amanda e a Thalita tinham qualquer experiência sexual séria. Até a provocadora profissional Carla nunca tinha ido mais longe que deixar um cara passar a mão nela, e a Isabela nunca tinha feito nem isso. Minhas suposições adolescentes sobre essas mulheres lindas com suas vidas sexuais selvagens e desenfreadas evaporaram quando eu conheci elas todas como um grupo de pessoas legais e normais com as mesmas frustrações e ansiedades sobre sexo que todo adolescente.

Logo no começo da nossa amizade, a Amanda tomou pra si a missão de me colocar em forma, e tenho que dizer que ela tornou a tarefa tipicamente miserável de malhar muito divertida. Correr voltas no parque virou um prazer quando eu corria atrás dela, olhando aquela bunda impossível esticando os shortinhos apertados. Com o tempo, meu corpo ganhou uma definição muscular magra e legal.

Pedi pras cinco garotas me levarem no shopping pra eu renovar o guarda-roupa. Em vez de gastar a grana do meu trampo de férias com videogame, guardei pra comprar umas roupas decentes. Depois de alguns conselhos femininos e algumas idas ao shopping, comecei a parecer um homem de verdade.

Como o único homem do nosso grupo, as minas me zoavam sem parar. Mas era sempre na boa e nenhum homem são reclamaria. Ocasionalmente, porém, a linha entre amizade platônica e curiosidade sexual ficava levemente borrada. De alguma forma, as estrelas tinham se alinhado pra fazer todas as cinco garotas ficarem solteiras durante aqueles primeiros meses da nossa amizade, então quando eu tava sozinho com uma delas não parecia ter problema a gente se aconchegar no sofá pra ver um filme, nossas mãos gentilmente passeando pelo corpo um do outro, sempre tomando cuidado pra evitar contato direto com as partes safadas. Era prazerosamente excitante, mas nunca explícito o suficiente pra que as coisas ficassem estranhas entre mim e as garotas depois.

Uma vez, esse aconchego inocente levou a eu dar uma massagem prolongada na Carla. Trabalhei minhas mãos pelas costas dela até ela perguntar: "Você pode desafivelar meu sutiã? Ia ficar melhor."

Engoli em seco, garganta apertada. Minhas mãos tavam literalmente tremendo um pouco enquanto eu cegamente alcancei por baixo da blusa dela e tropeçava nos ganchos. Minha tentativa desajeitada deve ter sido bem óbvia, porque a Carla se sentou usando um sorriso de gato de Alice.

"Você nunca tirou o sutiã de uma garota antes?" ela perguntou. Dei de ombros, desejando que pudesse ser qualquer outra pessoa no mundo tendo essa conversa comigo. A Carla virou de costas pra mim, prestativa levantando a parte de trás da regata dela pra revelar a alça reforçada embaixo das omoplatas.

"Aqui, deixa eu te mostrar." Ela demonstrou o fecho pra mim algumas vezes, então disse: "Agora você tenta."

Minha boca virou algodão enquanto eu imitava o que ela tinha feito, desafivelando a peça das costas dela. De repente sem sustentação, os peitos substanciais caíram na inclinação natural, e meus olhos caíram com eles. A Carla jogou de lado o sutiã enorme e virou pra mim, peitos do tamanho de melões balançando sem sutiã, escondidos embaixo da regata. Eu queria ela tão mal que doía.

"Pronto, agora você é especialista."

Meus olhos estavam colados no tecido puxando pelas curvas dela. A Carla olhou pros próprios peitos, inclinando a cabeça pro lado.

"Igor?" ela perguntou provocante, "Por que você gosta tanto dos meus peitos?"

"Não sei," suspirei, levantando meu olhar pros olhos dela, "Por que você gosta tanto de me provocar?"

A Carla abriu a boca pra dizer alguma coisa sarcástica, mas a seriedade no meu tom de voz deve ter mudado a opinião dela. Em vez disso, ela baixou a voz pra um sussurro e respondeu: "Não sei. Acho que porque eu não sou realmente boa em nada mais. Não sou boa em arte, não sou boa em esportes, e meu boletim é uma piada tão grande que posso nem me formar."

A Carla geralmente era a pessoa mais confiante que eu conhecia. Até aquela pequena demonstração de vulnerabilidade não podia ter sido fácil pra ela. Afastei um fio de cabelo do olho dela e a puxei pra perto num abraço, dizendo: "Você é boa em toneladas de coisas, Carlinha. Você é engraçada, você é amigável, e você é muito fácil de conviver. E sim, você é agonizantemente gostosa. Olha, não esquenta com a formatura! Escola é a única coisa que eu sou realmente bom, e eu não vou deixar você reprovar."

A Carla me abraçou de volta com toda a força que podia, soltando um suspiro profundo.

"Desculpa ter ficado tão séria assim."

"Sempre que precisar, Carlinha, você é minha amiga."

"Tá de boa se eu continuar te provocando?"

"Sim, Carlinha, tá muito de boa."

Ela sorriu, perversa como sempre.

"Ótimo, então você pode terminar minha massagem!"

Com isso, ela se deitou de barriga pra baixo e puxou a blusa até o pescoço, revelando as costas esguias e um par de peitos magníficos esparramados pros lados do corpo.

Acho que eu realmente gemi com a visão.

Conforme o ano letivo progredia, fiz um esforço de verdade pra me provar errado sobre minha presumida chance zero com o sexo oposto. Chamei outras garotas da minha turma pra sair, e algumas até disseram sim. Foi aí que comecei a experimentar algumas das desvantagens de andar com as minas mais gostosas da escola.

Meus poucos relacionamentos nunca duraram mais que algumas semanas. Era sempre a mesma história: não importava o quanto eu gostasse de uma garota, ela simplesmente não conseguia superar o sentimento de intimidação pela minha corte de amigas lindas. As minas sempre ficavam esquisitas com meu círculo social antes que eu pudesse até passar da segunda base com elas. Uma garota verdadeiramente horrível terminou comigo na véspera do Ano Novo, me deixando sem par quando a meia-noite chegou. Pode parecer bobo, mas eu nunca tinha tido uma chance de receber o ano novo com um beijo e tava realmente ansioso por esse marco. Minhas cinco amigas lindas todas tentaram me animar me beijando depois que tinham beijado os próprios pares, mas não era a mesma coisa. Eu queria ser a primeira escolha de alguém, não um caso de caridade.

A situação me deixava puto, mas lá no fundo eu conseguia entender. Em algum nível, aquela garota tava certa de ter ciúmes. Mesmo que eu não tivesse interesse romântico em nenhuma das minhas cinco amigas, eu quase nunca fantasiava com mais ninguém. Não importava se eu tava namorando outra garota bonita, ou se eu tinha acabado de comprar pornografia — sempre que eu tava no clima, inevitavelmente me imaginava com uma ou mais das minhas amigas, metendo forte enquanto elas enrolavam as pernas maleáveis em volta de mim — ou melhor ainda — espremiam os peitos gigantes em volta do meu pau e me faziam gozar com uma punheta nos peitos até o esquecimento.

Eu me sentia esquizofrênico. Um segundo a gente tava feliz reclamando de lição de casa ou sei lá, e no segundo seguinte eu tava tentando esconder a ereção que brotava sempre que uma das minhas garotas se esticava e bocejava. Era humilhante.

O fato de eu principalmente andar com minas também começou um boato de que eu era gay, o que tornava ainda mais difícil convencer outras garotas de que eu queria sair com elas.

Quando o Dia dos Namorados chegou, eu nem me dei ao trabalho de procurar par. Eu e a Thalita távamos preguiçosamente vendo TV no quarto dela, matando tempo por algumas horas antes da festa de Dia dos Namorados que ela ia dar. Então, sem aviso, ela de repente ficou muito ansiosa, nervosamente mexendo nas coisas aleatórias na mesinha de cabeceira. Perguntei o que tava acontecendo e ela rapidamente soltou: "Preciso descer por um segundo. Só fica aqui, tá bom?"

Fiz um juramento e sentei sozinho naquele quarto por dez longos minutos, imaginando que diabos tava acontecendo. Incapaz de ficar parado, levantei e comecei a andar de um lado pro outro (um hábito nervoso meu), só pra dar uma olhada pela janela, onde percebi que o carro da Thalita não tava sozinho na entrada. Outros quatro estavam espremidos atrás dele. O que significava que todas as cinco garotas estavam lá embaixo...

De repente, uma música synth brega e hilária estilo pornô começou a explodir de fora do quarto. A porta se abriu pra revelar meu presente de Dia dos Namorados: um desfile de deusas.

A ruiva Amanda entrou primeiro numa camiseta laranja umas dez vezes pequena demais pra ela. Grudava na pele dela como tinta, aqueles peitos consideráveis puxando a maioria do tecido pra expor a barriga tonificada e sexy. Embaixo, ela não usava nada além de uma calcinha branca fio dental, que ela exibia rodopiando sensuosamente, lentamente balançando os globos da bunda firme e praticamente nua de um lado pro outro na frente do meu rosto chocado. Porra. Ela realmente era uma dançarina talentosa.

Atrás dela tava a Thalita, vestida num corset de renda preta e meias arrastão até a coxa presas em calcinha preta de babados. Os peitos dela saltavam orgulhosamente de dentro das copas de renda semi-transparentes, sugerindo a escuridão dos mamilos eretos. Ela levantou o joelho e colocou um salto agulha preto na minha coxa, segurando meu olhar com os olhos incríveis e hipnóticos dela. Então passou as unhas pelas meias arrastão, o som frippp me deixando de boca aberta de desejo. A Thalita sorriu maliciosa com minha reação, incapaz de se manter no personagem por nem mais um segundo.

A Stefânia entrou no quarto com passos largos, vestida em calcinha de biquíni rosa e um top tomara-que-caia rosa combinando. O tecido elástico se agarrava tentadoramente aos peitos enormes e sem sutiã, que estavam só pela metade cobertos pelo tecido. Não podia ter mais que um milímetro entre o decote exposto e os dois mamilos empinados marcando o tecido do top. Ela sacudiu o peito deliberadamente no tempo da música, então não senti vergonha nenhuma de encarar abertamente aqueles peitos épicos balançando.

Então, com um pouco de timidez, a Isabela seguiu as amigas, completamente me tirando do sério com a quantidade de pele que tinha escolhido revelar pra mim. Ela tava vestida como um Anjo da Victoria's Secret — asas brancas se abrindo atrás dela. As únicas roupas no corpo dela eram uma calcinha branca de babados e um sutiã branco combinando segurando o busto enorme em exibição orgulhosa.

Linda como tava, o fato de a tímida Isabela confiar em mim o suficiente pra fazer isso era quase mais gratificante que a excitação de todo o desfile de moda. Segurei os olhos dela com os meus, deixando meu sorriso dizer que eu achava ela incrível.

Eu sabia o que vinha a seguir, e não fiquei desapontado: a Carla desfilou pro quarto, o grande final, vestida num biquíni de mulher das cavernas de pele falsa. A roupa era uma piada, com certeza, mas mesmo assim revelava mais do corpo inacreditável da Carla do que meus olhos já tinham visto antes.

Ela caminhou lentamente em direção a mim com as pernas longas e lisas. Os peitos tavam quase nus: montanhas de carne macia inchavam pra fora em todas as direções, e uma linha impossível de decote me encarava onde o top minúsculo espremeu aqueles peitos juntos.

Ela se inclinou sobre mim, os peitos balançando pra frente e pra trás com o movimento. A Carla traçou um dedo pelo meu peito, arranhando um pouco com a unha. Ela deve ter conseguido sentir meu coração, batendo feito de um pardal.

Um sorriso malvado cruzou o rosto dela, e ela me beijou — direto nos lábios. Eu tava pegando fogo, cérebro nadando em excitação. Ela se afastou, segurando meu olhar como uma encantadora de serpentes. Antes que eu percebesse, foi substituída pela Amanda, que também me beijou, os lábios com gosto de fruta doce. Então veio a Thalita, que enfiou um pouco de língua e me deixou com uma piscada. A Stefânia na verdade sentou no meu colo de pernas abertas e ficou ali com um sorriso, esperando eu tomar a iniciativa. Tomei, curtindo o gloss labial de algodão-doce que ela tinha usado pra ocasião. Encorajado, alcancei pra baixo e dei um aperto brincalhão na bunda dela — e ela fez o mesmo comigo.

Então, finalmente, veio a Isabela, parecendo corada e nervosa com o beijo dela. As outras garotas encorajaram ela, e ela se aproximou — mas parou no último segundo, me encarando com aqueles olhos verdes lindos. Tranquilizador, gentilmente envolvi meus braços em volta dela e sussurrei no ouvido: "Tá tudo bem se você não quiser me beijar, você já me deu um Dia dos Namorados maravilhoso."

De alguma forma isso fez ela se decidir, e a Isabela agarrou meu rosto e furiosamente começou a me dar um beijo de língua. Ela era selvagem, os beijos impacientes e inexperientes, mas também incrivelmente apaixonados. Os peitos enormes de sutiã esmagaram contra meu peito e ela gemeu na minha boca.

Foi de longe o momento mais quente do dia. Depois de todo o estímulo visual dos últimos minutos, a surpresa do beijo apaixonado da Isabela praticamente me empurrou pra beira. Então, tão de repente quanto tinha começado, ela parou. Satisfeita consigo mesma, se afastou de mim, suspirando: "Feliz Dia dos Namorados, Igor."

Dei uma ovação de pé pra elas. Então, percebendo que todas tavam rindo da minha ereção ultrajante, mudei pra uma ovação sentado. Missão completa, as garotas desceram e voltaram pras roupas de festa. Meu pobre pau tava mais confuso do que nunca.

Mais tarde naquela noite, peguei a Isabela sozinha por um minuto e disse como tava surpreso que ela tinha topado o plano de todo mundo. Afinal, ela geralmente fugia de exibir o corpo como as outras. O bom humor dela de repente azedou. Sem uma palavra, ela virou nos calcanhares e fez uma linha reta pra saída.

"Espera!" corri atrás dela, "O que foi que eu disse?" Ela entrou no carro, mas fiz questão de bloquear a entrada. Minhas palavras claramente tinham machucado ela por algum motivo e eu tava determinado a consertar. Frustrada, a Isabela saiu do carro e começou a ir embora andando pra casa irritada.

"Não vai embora!" gritei. Ela parou, respirou fundo, e virou com raiva de volta pra mim.

"Eu não sou nenhuma garota certinha meiga e santa pudica, tá ligado," ela fez bico, "Eu quero agir de forma divertida e sexy e tal tanto quanto todo mundo! Eu tenho hormônios, tá ligado! Tô de saco cheio de todas as minas sempre me tratando como irmãzinha super-inocente delas. É uma merda! A Stef e a Carla mal foram mais longe com um cara do que eu e ainda falam comigo como criança porque eu não me visto como se tivesse num clipe de funk."

Dei um passo em direção a ela, sorrindo: "Isa, eu não acho que você é uma criança. O anjo que entrou naquele quarto mais cedo hoje com aqueles peitos lindos e grandes era TODA mulher."

Ela corou com minha resposta, de repente constrangida com o pequeno surto dela.

"Não é nada que você disse, é que tá começando a me irritar de verdade o jeito que as outras garotas me zoam. Desculpa ter descontado em você."

Estendi minha mão pra levá-la de volta pra festa.

"E eu peço desculpas por simplesmente ter presumido que as outras garotas tiveram que te convencer a participar daquele desfile de moda. Eu devia ter percebido melhor quando você começou a me beijar daquele jeito."

As bochechas da Isabela ficaram num tom ainda mais profundo de rosa.

"Eu nunca tinha dado um beijo de língua num cara antes, então pensei, que se foda? Você ficou bem bonitinho, e eu sabia que não ia dar em nada."

Tinha algo no jeito que ela disse aquelas últimas palavras que esmagou meu ânimo. Ela soou tão malditamente certa! Ela "sabia" que não ia dar em nada? Por que não podia dar em nada? O que tinha começado como uma das noites mais quentes da minha jovem vida de repente pareceu muito frio.

Algumas semanas depois encontrei o que era, de longe, o pior efeito colateral do meu novo círculo social. Tinha passado os últimos meses defendendo pedidos constantes de todo babaca da escola que queria que eu o arrumasse com uma das minhas amigas. Jogadores do time de vôlei que tinham me jogado em latas de lixo menos de um ano atrás de repente tavam ficando amigos comigo, às vezes até tentando me subornar se eu ajudasse eles a comerem uma garota. Não podia culpar esses caras por tentar, mas me recusei a participar das tentativas idiotas de conquista deles com cinco pessoas que eu legitimamente me importava. Dá um biscoito pro rato e ele vai querer leite, pensei. Quando uma das garotas realmente gostava de um cara, eu sempre saía do caminho delas, mas minha recusa unilateral de ajudar e apoiar completos babacas não me fez nenhum amigo.

Bem o oposto, infelizmente.

No meu caminho de casa da escola, fui emboscado por nada menos que cinco caras do time de vôlei que eu tinha me recusado a ajudar com as garotas. O pior do bando era o capitão do time, Carlos. Todo mundo na escola sabia que ele tinha estuprado uma caloura durante o verão, mas ela tinha muita vergonha pra admitir pra polícia. Pelo que eu sabia, os amigos dele nunca tinham ido tão longe, mas tavam apoiando ele o que os tornava tão ruins quanto no meu livro.

Eu tinha odiado todos eles desde o ensino fundamental. Até fantasiava sobre de alguma forma miraculosamente obter poderes ninja nível Tony Jaa e espancar o grupo todo enquanto meus colegas de classe me aplaudiam. Mas não importa quantas vezes você vê nos filmes, um cara simplesmente não consegue se segurar contra meia dúzia.

Pelo menos não facilitei pra eles. O Carlos foi pra casa com um olho roxo, e quando um dos amigos dele tentou me agarrar eu pisei na mão do cara e quebrei um dedo. Mas ninguém diria que eu ganhei a briga. Passei a maior parte de uma semana no hospital.

Ainda assim, o karma pegou melhor os meus atacantes no final. Um dos amigos gênios do Carlos tinha filmado o ataque todo na filmadora dos pais, o rosto de todo mundo em exibição clara. Ele então dublou algumas cópias disso pra todos eles no laboratório de audiovisual da escola, sem perceber que todos os meus amigos nerds almoçavam lá. No fim do dia seguinte, a polícia tinha uma cópia daquela fita e meus cinco agressores tavam indo pra cadeia por agressão. Não precisei fazer nada.

Minha semana no hospital foi tornada um pouco menos miserável por mérito de ter cinco garotas gostosas como minhas melhores amigas. Tinha um fluxo infinito de cartões e pacotes de cuidados, muita companhia boa, e aquela vez que a Stefânia apareceu depois do horário de visitas...

Eu ia sair na manhã seguinte, e me sentindo bem decente tirando algumas dores persistentes que tavam me mantendo acordado à noite. Tinha meu próprio quarto graças a um pouco de sorte com dança das cadeiras com outros pacientes sendo escoltados por aí, o que significava muita paz e sossego mas também uma boa quantidade de tédio.

Eu tava prestes a tentar dormir quando a porta abriu e uma enfermeira entrou pra me verificar. Uma enfermeira com cachos dourados e peitos copa DD saltando por baixo do pijama hospitalar.

A Stefânia me deu um aceno rápido, sufocando uma risadinha com minha expressão chocada. "Eu sei que você é meio insone, então imaginei que você devia estar morrendo de tédio depois que a gente toda vai embora. Pensei em me esgueirar e te fazer uma visita."

Ela tinha comprado um pijama hospitalar de um fornecedor local, e manteve a cara séria caminhando pro hospital — que aparentemente era tudo que levava pra passar pela segurança.

"Caralho," gaguejei, "Você realmente é uma boa atriz."

Ela só sorriu maliciosa com o elogio (a Stef sempre teve um pouco de ego) e silenciosamente deslizou pra debaixo das cobertas comigo, se aconchegando bem gostoso e perto. Não era a primeira vez que eu e ela deitávamos juntos, mas o fato de ela estar indo tão fora do caminho pra ficar perto de mim dessa vez tornou nosso aconchego um pouco mais íntimo.

Claro, ela tava usando pijama hospitalar — não exatamente os uniformes sexy de enfermeira de antigamente — mas ainda assim curti a sensação do corpo quente dela esticado contra o meu. E eu tava só usando aquela porra de camisola hospitalar debaixo das cobertas, permitindo que a Stefânia ternamente deslizasse os dedos pela minha perna nua.

Uma semana no hospital também significava uma semana sem bater punheta ou qualquer tipo de alívio sexual, e o toque terno dela na minha coxa foi tudo que levou pra deixar meu pau jovem latejando duro. Os lábios dela roçaram minha orelha: "Você sabe que eu me sinto muito mal sobre o que aconteceu. Todas nós nos sentimos. Se a gente tivesse estado lá, teríamos te apoiado. Ajudado a equilibrar as chances, seis contra cinco."

Deslizei minha mão pra cima do quadril dela, por baixo do pijama, acariciando as costas nuas. Olhando ela nos olhos, minhas palavras simplesmente escaparam:

"Eu amo vocês, caras."

A Stefânia enrijeceu um pouco com isso, então rapidamente esclareci: "Não quero dizer, tipo, romanticamente. A verdade honesta é que eu não tenho exatamente, tipo, 'uma queda' por nenhuma de vocês."

Ela soltou um suspiro, em algum lugar entre aliviada e desapontada. "Sabe," ela disse, "A gente às vezes se pergunta sobre isso entre nós. Tipo, 'O Igor é louco apaixonado por uma de nós e só tem medo demais de admitir?' A gente se sente mal por te provocar às vezes, preocupadas que isso possa estar machucando seus sentimentos se você realmente tivesse apaixonado por uma de nós. A gente não quer te iludir nem nada, é só divertido ver suas reações."

"Não, nunca me senti assim," garanti a ela. "Vocês são todas só minhas amigas, e eu gosto que vocês sejam todas só minhas amigas. Não sei se já me dei tão bem com alguém. Mas eu sou um cara e vocês são todas tão incrivelmente lindas, pode ficar confuso. Pelo menos pra certas partes de mim."

A Stefânia riu alto, rapidamente cobrindo a boca com a mão pra bloquear o som, não querendo entregar a presença dela pra qualquer equipe do hospital passando.

"Isso faz sentido?" perguntei.

"Na verdade faz muito sentido," ela respondeu, "Você realmente se arrumou no último ano e às vezes eu olho pra você e não consigo evitar ter, sabe, certos... pensamentos."

Ela se aconchegou ainda mais apertado contra mim, cabeça aninhada no meu ombro e a mão dela continuando a deslizar distraidamente pra cima e pra baixo da minha coxa nua. Dessa posição, minha boca tava a menos de dois dedos do pescoço dela e minha respiração fazia ela tremer. "Que tipo de pensamentos?" perguntei.

"Só, sabe, tipo rolar com você numa cama grande sem roupas. Coisas assim. É como você disse, eu não gosto de você como namorado nem nada. Já tive quedas por vários caras, não é isso que quero dizer, não quero que você surte nem nada. É só confuso às vezes, como você disse."

Dei um beijinho gentil no pescoço dela e ela fechou os olhos, claramente um pouco nervosa de estar discutindo isso comigo. A mão dela deslizou pra cima alguns centímetros ousados, roçando a borda inferior da minha bunda nua. Tenho certeza que ela podia sentir minha ereção no quadril dela. "Você tem esses pensamentos sobre mim?" ela perguntou.

Deslizei minha mão pra baixo e apertei completamente a bunda dela, provocando um sorriso. Ela ainda não abriu os olhos. "Claro, Stef. O tempo todo. Me deixa maluco." Mordi brincalhonamente a pele do pescoço dela, o que a forçou a ofegar.

"E quanto às outras garotas? Você tem esses pensamentos sobre elas também?"

"O que você acha?" Mordi a orelha dela.

"Mmmm... Acho que você fantasia sobre ter uma orgia pornô grande com todas nós ao mesmo tempo."

"Às vezes," respondi, "Mas a verdade é que, mais frequentemente do que não, eu fantasio sobre estar com vocês garotas um-a-um. Admito que fico totalmente excitado por todas — Thalita, Amanda, Carla, Isabela, VOCÊ—"

Agarrei a bunda dela de novo, puxando ela contra minha ereção pra dar ênfase. A Stefânia suspirou de prazer.

Continuei: "Mas a maioria dos meus sonhos é de sexo quente e íntimo entre duas pessoas. Nunca tive nem isso, então nem saberia por onde começar com um seis-junto."

"Eu também," ela sussurrou. "Não quero perder minha virgindade pra só algum cara que nem me importo, mas fico tão excitada que às vezes não aguento. Não sei se consigo esperar pelo senhor perfeito. Quer dizer, nunca nem toquei num pau de verdade antes."

Inconscientemente, ela tava esfregando seco em mim debaixo das cobertas. Tava começando a ficar difícil pro meu cérebro censurar o monólogo interno. "Porra, quero tanto te foder agora, Stef. Isso é estranho?"

Os olhos dela se arregalaram com minha ousadia. Mas ela não se afastou. A pele tava corada de desejo. "Eu quero isso também, mas... não sei..."

Acenei, tentando me controlar — então ela soltou uma bomba em mim: "Talvez só não SEXO. Vamos fazer outras coisas."

Pareceu bom pra mim.

Eu e a Stefânia nos beijamos ferozmente, cheios de desejo quente. Mergulhei minhas mãos por baixo da cintura da calcinha dela, agarrando loucamente a bunda bolhuda e nua. Ela imediatamente alcançou direto pro meu pau duro, facilmente acessível através da camisola hospitalar, me apertando um pouco forte no começo, mas depois relaxando a mão em carícias suaves e exploratórias. Eu tava no paraíso.

Impaciente, soltei uma das bundas gostosas da Stef e desafivelei o sutiã dela (foi fácil, graças às aulas da Carla). Alcancei pra cima das copas do sutiã pendentes e apertei aqueles melões deliciosos e enormes, instintivamente passando o polegar pelos mamilos. Eu tinha chegado tão longe com outras garotas antes, mas nenhuma delas tinha peitos nem de perto tão espetaculares quanto os da Stefânia. Aquelas coisas eram incríveis nas minhas mãos: quentes, pesadas e incrivelmente macias. Os mamilos empinados queimavam nas minhas palmas.

A Stefânia gemeu em puro êxtase, arrancando a boca dela da minha só o suficiente pra sussurrar desesperadamente: "Enfia seus dedos em mim."

Não precisando de outro convite, soltei o peito direito dela e enfiei minha mão pra baixo na calcinha, brincalhonamente deslizando os dedos pelo lado de fora da umidade quente.

"Mmm—mm! Dentro!" ela exigiu, soltando meu pau por tempo suficiente pra agressivamente arrancar a blusa e jogar o sutiã de lado. Não mais preocupada em ser pega, a Stefânia rolou em cima de mim, os peitos gloriosos e nus totalmente revelados acima das cobertas.

O peito direito dela balançou solto e livre, a dois dedos dos meus lábios. Estirei o pescoço e a Stefânia esmagou o peito pra baixo no meu rosto, me sufocando com o peitão enquanto eu passava a língua pelo mamilo.

Ela soltou um suspiro ofegante, e começou a esfregar meu pau com abandono selvagem. Tomei isso como meu sinal pra finalmente inserir um par de dedos dentro do calor apertado dela, meu polegar instintivamente brincando com o grelo. Fomos com tudo como se tivéssemos tentando ganhar uma corrida ou algo assim, nossas mãos um borrão entre as pernas um do outro—

Foi tudo que levou. Éramos jovens, e excitados, e era nossa primeira vez tendo outra pessoa nos tocando assim. A Stefânia explodiu feito um foguete, o som dos gemidos orgásticos dela me trazendo pra beira enquanto eu esporrava jato após jato; uma semana de porra na mão dela, nunca tirando meus lábios do peito dela.

Finalmente nos acalmamos, e ela cuidadosamente removeu o peito da minha boca hiperativa, explicando que tava começando a ficar um pouco sensível.

Lá fora, ouvimos o som da equipe do hospital se aproximando, sem dúvida em resposta aos gritos da Stefânia. Em pânico, ela apressadamente vestiu o top de volta e me deu um beijo rápido de tchau.

Ela tinha ido embora quando as enfermeiras de verdade chegaram. Fiz uma encenação de como elas tinham "me acordado" e rapidamente me deixaram em paz.

Na escuridão do meu quarto de hospital, de repente me senti muito sozinho. Desesperadamente queria que a Stefânia voltasse pra gente poder falar sobre o que tinha acontecido, mas ela nunca voltou. Na verdade, não a vi de novo até eu estar de volta na escola. Ela tava com vergonha? Ela tava bem? Enquanto tentava me acalmar e ir dormir, minha mente girava com as ramificações do que eu e a Stefânia tínhamos feito:

A Stefânia e eu teríamos que começar a namorar agora? Não, ela tinha deixado claro que se sentia do mesmo jeito que eu — sexualmente frustrada mas não romanticamente interessada. As outras garotas iam ficar bravas quando descobrissem o que tínhamos feito? Ou pior, com ciúmes? Eu sabia que nenhuma das outras garotas tava interessada em mim, mas minas podem ser estranhas quando uma delas faz algo que as outras não fizeram. E se elas tiverem ciúmes, o que isso significa pra todos nós como amigos? Previsivelmente, brevemente entretive a ideia de que todas as outras garotas iam ter ciúmes, e que todas iam se revezar fodendo meu cérebro de formas cada vez mais absurdas pra empatar o placar. Então um pensamento final entrou na minha cabeça: E se a Stefânia não contar pra ninguém? Eu tenho que manter isso em segredo?

Metade preocupado, metade empolgado com o que o futuro podia guardar, achei impossível dormir naquela noite.

(Continua...)

***

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive contradio a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de contradio contradio Contos: 146Seguidores: 224Seguindo: 18Mensagem Sou só um cara comum que escreve contos eróticos por hobby, nos intervalos entre o trabalho de verdade e a vida real. Não sou nenhum daqueles ‘grandes autores’ que se acham donos da sabedoria universal, corrigindo o mundo com lições de vida disfarçadas de sacanagem repetida até enjoar. Escrevo porque gosto do tesão de imaginar cenas quentes, de brincar com palavras que fazem o sangue ferver, sem pretensão de mudar o mundo ou salvar o gênero. Meus textos são o que são: diversão crua, sem aula moral no final, sem aquela pose de quem descobriu a fórmula mágica do prazer e agora desce do pedestal pra ensinar os mortais equivocados. Leio, gozo, escrevo, rio — e pronto. Se alguém curte, ótimo. Se não, vida que segue. Só um amador feliz da vida, sem ego inflado.

Comentários