Namoradinho inocente. (10)

Categoria: Grupal
Contém 5017 palavras
Data: 16/02/2026 00:59:49
Última revisão: 16/02/2026 01:53:13

Parte 10.

Os dois machos sincronizaram os movimentos, e eu sentia os dois paus me fodendo, e perdi o controle, comecei a gozar soltando gemidos fortes. Consegui pedir:

— Isso, sogrinho, goza tudo, goza tudo aqui dentro.

O Lírio foi o primeiro a gozar e gemia como um urso raivoso.

— Ahhh, que loucura! Como esta putinha é gostosa! Adoro foder com ela.

Logo a seguir o Gatito gozou também, muito forte, exclamando:

— Ahhh, agora sim, estou gozando gostoso nessa bocetinha gulosa! Que delícia.

Ficamos quase um minuto apenas rebolando, eu ainda com as duas rolas enterradas, até que amoleceram e saíram, escorrendo muita porra pelas minhas coxas. Eu estava muito trêmula, por ter experimentado o orgasmo mais intenso da minha vida. Olhei para o meu corninho e ele também tremia.

Giles estava tomado por um tesão genuíno, admirado e excitado ao mesmo tempo. Só assistindo. Exclamou:

— Que coisa louca, amor! Nem acredito...

Lírio disse:

— Viu filhão, é assim que tem que ser, corninho tranquilo, deixar a sua putinha aproveitar, aprender, gozar muito, e não ficar no pé da sua namorada. Você vai aprender muito com ela. Eu aposto.

O tio completou:

— E pode sempre dividir essa putinha com a família. Pois eu também me encantei com ela. Nunca vi uma safada tão assumida. – Ele deu um riso, safado.

Quando o Lírio se afastou eu me levantei do colo do Gatito, e vi que o meu corninho estava de pau duro, tremendo de tesão ao assistir o que acabava de acontecer. Eu dei um beijo nele, fiz com que se sentasse no banco, e fui me sentar no colo dele, de costas, pedindo:

— Vem, corninho, agora é a sua vez de praticar. Mete na sua putinha. Quero dar minha bocetinha para você, na frente deles, e ver se aprendeu direitinho.

Eu mesma levei a mão para trás, peguei na pica do meu namoradinho, e encaixei na bocetinha. A rola deslizou macia para dentro, escorregando na porra que ainda descia de minha rachinha. Peguei nas duas mãos dele e coloquei sobre os meus seios:

— Aperta meus peitinhos, corninho, que eu adoro. Estou louca para sentir você gozar comigo.

Ouvi o Giles gemendo, ofegante, e falou:

— Que delícia, amor! Estou metendo na sua bocetinha. Entrou meu pau todo, escorregando. Está quente e meladinha.

— Mete, amor, fode a sua namoradinha safada, que deu gostoso para o tio e o seu pai até gozar muito na rola deles. Agora é você, meu corninho lindo, que me fode.

Comecei a quicar no cacete e ele já não aguentou de tanto prazer, e bastou des sentadas, em trinta segundos, gozou, estremecendo e gemendo:

— Ahhh, amor, estou gozando! É bom demais! Não aguentei segurar. Que gostoso que é isso!

Fiquei ali, rebolando, com o pinto dentro, até ele amolecer, completamente saciado.

Depois, me virei e dei um beijo nele, dizendo:

— Pronto, amor, você já sabe foder uma bocetinha. E gozou gostoso! E eu aprendi a ser muito putinha. Agora temos que praticar sempre, para você ficar um corninho experiente como seu pai.

O Lírio, falou:

— Bem, as aulas possíveis foram dadas. Agora temos que voltar na pousada, pegar nossas coisas e voltar. Prometi para sua mãe que voltávamos lá ainda no domingo.

Saímos da sauna, e tomamos banho na ducha ao lado, antes de vestirmos nossas roupas. Em seguida, voltamos caminhando de mãos dadas para a pousada.

No quarto da pousada, todos se vestiram, com a roupa da véspera. O Lírio desceu e foi acertar as contas na recepção, e o Gatito me entregou um envelope da farmácia. O Giles perguntou o que era aquilo e eu disse:

— É a pílula, amor. Seu tio comprou na farmácia. Fiquei dando a bocetinha direto, sem camisinha, para o seu pai e seu tio, e hoje para você também, e gozaram aqui dentro. Tenho que tomar a pílula do dia seguinte. Não vai querer que eu engravide, não é!

Ele pensou:

— Mas ele já sabia que ia precisar da pílula, quando a gente estava vindo?

O Gatito falou:

— Sempre desconfiei que você ia perder a sua virgindade aqui, com a sua namorada, e eu já me preveni. A experiência é que vale.

Giles concordou e achou muito bom. Depois perguntou:

— Ontem você deu para eles? Você disse que hoje fui eu também.

— Deixa eu tomar o remédio. – Disse, para ganhar tempo.

Tomei o remédio, e logo descemos com as mochilas. Em meia hora entramos no carro e já pegamos a estrada de regresso.

Dessa vez eu disse para o tio ir na frente com o Lírio, que eu ia ficar junto com meu corninho. Eles concordaram e voltei abraçada com o Giles.

No trajeto, ele me perguntou novamente:

— Você disse que deu para eles, direto. Eles foderam você antes?

Eu falei no ouvido:

— Depois falamos nisso, meu amor. Só nos dois, eu vou explicar. Eu conto direitinho os detalhes. Agora me deixa descansar que estou detonadinha.

Eu me deitei no colo do meu namoradinho, e logo adormeci. Tirei um belo cochilo, pois estava mesmo esgotada. Nunca tinha feito tanto sexo na minha vida e gozado tantas vezes. Quando acordei, faltava pouco para chegar na cidade. Ouvi o Gatito falando para o Lírio:

— Você devia chamar, a Lourdes para jantar fora. E no jantar, procurar fazer as pazes. E depois do jantar, tenta levar a safada em um motel. Acho que ela tem saudade, acaba aceitando e vocês se entendem.

O Giles achou boa ideia:

— Acho bom isso, pai. Tente isso, quem sabe ela já perdeu a raiva e tem saudade.

O Lírio disse que era uma boa ideia, e ia tentar.

Quando nós chagamos na casa, perto das 20h, a dona Lourdes foi pega de surpresa, pois ela também estava acabando de chegar em casa, vestida com um vestido vermelho de malha de viscosa bem bonito, curto, decotado, estava maquiada, de cabelos soltos, e de sandálias de salto alto. Muito bela. O Giles até se espantou:

— Nossa, mãe, como a senhora está bonita! Nunca vi você assim!

Ela meio sem graça disse:

— Ah, filho, fui ao aniversário de uma colega. Estou chegando agora. Aproveitei para ficar bem arrumada esperar vocês chegarem.

O Lírio disse:

— Quem bom que já está arrumada. Antes de irmos embora, eu gostaria de levá-la para jantar, e agradecer por ter permitido eu vir passar o aniversário com meu filho.

Ela ficou meio sem jeito, não sabia o que responder. O Giles falou:

— Vai sim, mãe. Tivemos um final de semana maravilhoso, o pai foi muito bom comigo e com a Sérvia, e o tio Gatito também. Nos deram muitos ensinamentos e eu aprendi muito com eles.

A Lourdes olhou meio intrigada para o Giles, tentando entender o que ele dizia, e para o Lírio também. Mas, acabou aceitando com uma condição:

— Só nós dois não, eu aceito se formos todos juntos. O Giles, a Sérvia e o Gatito também. Assim comemoramos mais uma vez, antes de partirem.

Desconfiei que ela não queria jantar sozinha com o ex-marido. O Lírio disse que tudo bem:

— Por mim, está ótimo. Vamos sim, todos, poderemos ter uma despedida em paz.

Eu disse que não tinha roupa para trocar, pois já estava com aquela bem suada, desde o sábado. Aí a dona Lourdes disse:

— Eu sou um pouco mais baixa do que você, mas acho que de corpo combinamos, tenho algo que posso emprestar.

Fui ao quarto com ela e dona Lourdes pedou no armário e me deu dois vestidos para provar. Um deles era um tubinho de cambraia de linho, cor de creme, muito simples e delicado, mas bem cortado, com alcinhas finas nos ombros. Ela disse:

— Não uso este desde que me separei do Lírio.

O outro era um vestido de malha estampada, motivos florais, com verde, laranja, castanho e branco e bege. O modelo tinha uma saia meio folgadinha, e sem costas, apenas na parte da frente, subiam dois triângulos desde a cintura, que se prendiam no pescoço. Achei ousado, e perguntei:

— Nossa, esse modelo é super sexy.

Ela sorriu e revelou:

— Foi o Lírio que me deu de presente uma vez. Nem tive como usar. Nos separamos logo depois. Mas veja qual deles fica melhor, pois em você devem ficar muito bem.

Eu me esqueci que estava sem nada por baixo e despi o meu vestidinho. Depois que estava nua na frente dela é que me toquei. Reparei que a mãe do meu namorado olhava meu corpo com marcas vermelhas e a bocetinha toda inchada. Eu disse:

— Me desculpe. Minha calcinha estava suja e guardei na bolsa. Nunca uso sutiã.

Ela ficou me observando, calada por segundos, e perguntou:

— Vocês fizeram sexo hoje? Está evidente.

Não tinha como mentir. Eu assumi:

— Sim, dona Lourdes. Eu e o Giles comemoramos a maioridade dele.

Eu pensei que ela ia ter uma reação de raiva ou de condenação. Ela apenas abanou a cabeça, e disse:

— Você são rápidos. Espero que tenham tomado cuidados preventivos. Pelos vistos, como está vermelha e inchada, aproveitaram bem esse passeio juntos. Meu garoto, então, virou homem!

Eu sorri para ela, não dava para disfarçar, então arrisquei comentar:

— O seu Lírio e o tio Gatito nos orientaram, e deram apoio. Nos deram um quarto com cama de casal, e nos explicaram muitas coisas, antes.

Dona Lourdes, repentinamente ficou muito simpática, e enquanto eu provava um dos vestidos, ela falou:

— Só podia dar nisso. Aqueles dois safados, só pensam em sexo, iam mesmo estimular o garoto a aprender logo a safadeza. Eu devia ter adivinhado. Espero que tenha sido bom para você, querida.

Tratei de explicar:

— Foi muito bom. Maravilhoso! Adorei. E confesso, eu queria muito, dona Lourdes. Queria muito mesmo. Adoro o Giles, e vi que ele era muito inocente e inexperiente, e eu queria começar com ele, para que ele aprendesse comigo. Essa viagem foi a oportunidade.

Ela disse:

— As mulheres sempre são mais precoces e espertas do que os garotos. Aposto que você já sabia muita coisa, para mostrar a ele.

— Minha mãe me ensinou muito. – Eu disse.

Ela comentou:

— Ainda bem. E com dois tarados sem vergonha como o pai dele e o tio juntos, dando cobertura e, certamente, estimulando, só podia dar nisso. Mas, se foi bom, tudo bem, se vocês tomaram cuidado, está certo. Uma hora meu garoto ia ter que começar mesmo. Melhor começar com você.

Eu apenas disse:

— Foi muito bom. Estamos felizes, e aprendemos muito com o seu Lírio e o tio Gatito.

Ela ficou quieta, sem continuar a conversa, e pediu:

— Escolha o vestido.

Eu provei o primeiro vestido, tubinho de cambraia de linho, cor de creme, com alcinhas finas nos ombros e vi que o tecido era muito fino e não escondia meus peitos e minha xoxotinha. Falei:

— Não uso sutiã, e estou sem calcinha, não posso usar este.

Retirei e provei o outro. O vestido de malha estampada com motivos florais, com verde, laranja, castanho e branco e bege, com uma saia meio folgadinha, mas curta, e sem costas, tinha na parte da frente dois triângulos de tecido que subiam desde a cintura, cobriam meus peitos, formando um pronunciado decote, e se prendiam no pescoço. Pelo menos não era transparente. A dona Lourdes disse:

— Ficou ótimo. Melhor do que em mim. Vou lhe dar uma calcinha, que comprei e ainda nunca usei.

Ela pegou um saquinho plástico lacrado, numa gaveta do armário, e me entregou uma tanguinha fio dental de rendinha bege, pequenina e muito delicada. Eu disse:

— Nossa: Roupas muito sexy. Obrigada. Não pensei que a senhora tivesse esse tipo de roupa.

Ela sorriu, meio sem graça.

— Pois é, eu tenho, guardadas, algumas são do tempo em que eu era casada. E outras, novas, comprei para uma ocasião especial, quando vou a algum lugar mais descontraído. Não é sempre que posso usar.

Eu, fingindo inocência e ingenuidade, perguntei:

— Desculpe perguntar. Nuca vi a senhora tão bem-vestida como hoje. A senhora tem namorado, ou tem amante?

Ela ficou me olhando pensativa, e meio intrigada. Eu falei?

— Desculpe perguntar. Minha mãe, tem uns amantes, eventuais. Meu pai sumiu quando ela engravidou. Nasci e nunca tive pai. Eu fui criada só com ela. Minha mãe é muito companheira, e sempre me explica tudo. Me contou dos amantes, e que tem uns casos eventuais.

Dona Lourdes fez:

— Hum-hum. – Depois de um tempinho, disse:

— Eu conheço a sua mãe. Trabalha na escola. É uma mulher bonita. Você se parece muito com ela. Uma vez eu a vi num clube de danças de salão, onde eu vou ás vezes, para me divertir sem chamar atenção.

Eu falei:

— Ainda bem que a senhora também vai. Pois viver sozinha e sem sexo, deve ser muito ruim. Minha mãe sempre engata uns casinhos nesse clube. Ela quando vai chega tarde e bem satisfeita.

Ela não aguentou e deu um sorriso. Depois falou:

— Você nem imagina. No começo da separação fiquei muito tempo sem ninguém. Fiquei quase maluca. Demorei para perder o medo de sair novamente.

— Medo do quê dona Lourdes? A senhora é linda. Se separou brigada?

— É uma longa história, minha querida. – Ela falou.

Eu comentei:

— Eu ouvi o seu Lírio contando para o Giles, quando vocês se separaram. Deve ter sido traumático.

Ela deu um tapa na própria coxa:

— Não acredito que esse maluco foi falar sobre isso com o meu filho.

Eu disse:

— Acho que o Giles é que queria uma explicação e ficou pergunntando. O seu Lírio gosta muito da senhora, e falou que por ele, não teria separado. Que foi a senhora que não quis continuar.

Ela repetiu:

— Não acredito que ele tenha feito isso. Espero que não tenha revelado detalhes.

A seguir, ela cortou a conversa:

— Mas, vamos, se arruma que eles estão esperando.

Eu coloquei a tanguinha nova que ela me deu e agradeci:

— Obrigada dona Lourdes. Sou uma sortuda por ter um namorado tão bom, uma sogra tão generosa e um sogrinho muito atencioso. Nosso passeio este final de semana foi incrível. Só tenho a agradecer. Eu e minha mãe não temos posses para esse tipo de passeio.

Ela gradeceu minhas palavras, e disse:

— Você é uma menina muito boa. Gostei do seu jeito. Se quer fazer alguma maquiagem, tem ali o meu espelho e a bancada de produtos. Não tenho muita coisa, mas lápis, rímel e blush, tem. E batom.

Fui para a bancada e escovei os cabelos. O vestido dela ficou muito bom em mim. Ficava um pouco curto, mas é como eu uso mesmo. Fiz uma maquiagem leve, passei um batom clarinho para dar brilho nos lábios. E a dona Lourdes disse:

— Você é muito linda, Sérvia. Parece desinibida e sem falsidade. Nem parece ter maldade. Gosto muito disso.

Eu sorri meio maliciosa, e falei:

— Eu bem que sou safadinha, mas não pareço.

Ela achou graça:

— Safadinha, é?

Quando voltamos para a sala, havia passado meia-hora. O Lírio exclamou:

— Nossa, que linda que você ficou, norinha! Espetacular, nesse vestido.

O Giles veio me abraçar e disse:

— Que bonita que ficou, amor. A mãe que emprestou esse vestido? Nunca vi essa roupa.

A dona Lourdes teve que explicar:

— Eu ganhei do Lírio antes da nossa separação, e nunca usei. Vou dar para a Sérvia de presente, pois ficou lindo nela.

Giles havia se trocado, também estava de calça Jeans Billabong Carter Stretch escura, e com uma camisa polo Half Laurent, cor de pêssego. Estava muito bonito.

O Lírio e o Gatito também colocaram calças e camisas. E calçaram tênis.

Saímos de carro e fomos até uma churrascaria que tinha rodízio. No banco de trás estávamos o tio, eu a o Giles. Dona Lourdes foi na frente do lado do Lírio.

Na churrascaria, o clima era cordial, embora a dona Lourdes estivesse meio calada, falava pouco, apenas o necessário. Mas notei que observava o Giles, que falava comigo, todo feliz. Nos servimos no buffet e depois ficamos escolhendo das carnes que eram servidas no rodízio. O Lírio falou:

— Estou contente de poder estar aqui, junto de vocês esta noite. Tinha muita saudade do Giles e de você também Lourdes.

O Gatito na mesma hora emendou:

— Eu também sentia muita saudade dos dois. Espero que a Lourdes já tenha me perdoado e esquecido a raiva que ficou comigo.

— Melhor não tocar nesse assunto. – Falou a Dona Lourdes.

O Gatito disse:

— Já perdi perdão, mas espero que o tempo ajude a apagar a cicatriz.

Ninguém falou nada, e ficamos quietos. Até que o Giles disse:

— Mãe, o pai gosta muito de você. Ele disse que sente muita saudade. Eu gostaria que vocês fizessem as pazes. Não precisam voltar a viver juntos, mas poderiam voltar a ser amigos, e nos vermos mais vezes. Eu adoraria.

A Lourdes ficou emocionada, vimos algumas lágrimas escorrendo de seu rosto. Ela ficou calada, enxugou o rosto com o guardanapo, e murmurou:

— Prometo que vou pensar nisso.

Seguimos comendo e falando trivialidades, até que terminamos o jantar, comemos as sobremesas, num clima muito cordial. Quando saímos, para voltar à casa do Giles e da mãe, no carro, o Giles disse:

— Mãe, o pai me contou o verdadeiro motivo da separação de vocês. Achei que a senhora fez certo em sair da cidade, mas não precisavam se separar e nos isolar.

Vi que a dona Lourdes ficou surpresa, olhou admirada para o Lírio e disse:

— Não acredito que você fez isso! O que contou a ele?

Nisso, já estávamos chegando em casa, para descer do carro. O Lírio falou:

— Nosso filho é maior de idade. Me questionou o motivo de nos separamos. Eu não queria mentir para ele. Não tenho vergonha de nada do que fiz, nem do que fizemos juntos. Ele está crescido, e é hora de sair da bolha de proteção e ignorância. Está aprendendo as coisas da vida. Falei a verdade.

Entramos na casa, e dona Lourdes parecia muito brava. Quando fecharam a porta e todos estavam na sala, ela falou:

— Olha, não sei nem o que pensar. Deixei você vir, comemorar o aniversário do filho, e você me faz essa surpresa sem graça nenhuma. Não gostei. Não sei o que disse ao rapaz, mas me sinto exposta com isso.

Eu, o Giles e o Gatito ficamos sentados no sofá, calados, observando, e os dois permaneceram de pé, naquela conversa meio tensa. O Lirio falou:

— Querida, eu quero ser sempre verdadeiro, com você e com meu filho. Nunca enganei você. Foi uma grande cagada o que aconteceu. Demos azar. Mas nós não fizemos nada errado. Tudo o que fizemos, foi por prazer e com vontade sincera de aproveitar a vida. Aceitei a sua saída da cidade, para proteger o Giles dos comentários, que era menor, e para você se proteger dos maldosos. Respeitei seu pedido de não vir procurar. Eu nunca procurei o Giles diretamente porque esperei a sua permissão. Mas, agora, estamos juntos, reunidos aqui, e queria que todos soubessem de tudo, sem falsidade nenhuma, e sem ocultar nada.

Dona Lourdes parecia revoltada, mexia nos cabelos de tão nervosa.

— Será possível que você teve a coragem de contar tudo para o nosso filho? Tudo mesmo? Que vergonha! – Ela colocou a mão cobrindo o rosto, por segundos. Depois falou:

— Ah, meu deus, como vou olhar para ele de novo? – Dona Lourdes parecia muito abalada, e vermelha, com vergonha.

O Giles se levantou e foi abraçá-la.

— Mãe, por favor, eu amo vocês. Não tem que se culpar de nada. O pai me explicou tudo como foi. Eu entendi perfeitamente.

Entendeu o quê, filho? – Ela perguntou:

— Você aprendeu com o tio Gatito, o sexo que o pai não sabia fazer, e foi bom para vocês dois. O tio estava ajudando e você gostava. Não vejo problema nenhum.

A mãe olhava para o filho e para o Lírio, e parecia ainda mais admirada:

— Vocês contaram tudo mesmo? Ele sabe de tudo?

Giles explicou:

— Eu sei mãe. O Pai e o tio que contaram. Não vejo nada de errado. Se vocês gostavam, não tem problema. Eu também gostei de aprender com o pai e com o tio, junto com a Sérvia. Eles nos ensinaram como fazer.

Vi que a dona Lourdes ficou branca e pareceu que ia desmaiar, quando rapidamente o Lírio a abraçou e amparou. Colocou-a sentada numa poltrona. O Gatito foi buscar um copo com água e açúcar. Ela olhava para nós, como se fôssemos fantasmas.

— Tome a água e se acalme, querida. Não se assuste. Estamos todos tranquilos, e em paz com o que houve. – Disse o Lírio.

Ela reagiu, assustada:

— Até a Sérvia entrou nessa? Meu deus, vocês não sabem os limites do proibido?

Giles tentou acalmar a mãe:

— Mãe, fique sossegada, estamos todos aqui, sem nenhum tipo de pensamento negativo sobre tudo o que soubemos. Eu e a Sérvia fomos esclarecidos, ouvimos a história, entendemos os motivos e razões, e aprendemos também com o pai e com o tio, que nada disso é errado. Vocês tinham muita cumplicidade. Esse é nosso entendimento.

Dona Lourdes olhava cada um de nós, muito assustada, e falou:

— Me sinto agora, como se estivesse sendo vista por uma plateia, praticando sexo na frente de todos, e com meus segredos revelados. Me sinto totalmente exposta e devassada. Nem sei o que dizer ou pensar. Você são mesmo muito loucos. Estou chocada.

Vi que eas mãos dela tremiam de nervosismo. O Lírio falou:

— Não queríamos mais deixar a verdade escondida entre nós, principalmente com nosso filho. Somos da mesma família.

Ele deu uma respirada, e continuou:

— Ele é maior de idade, está amadurecendo, perdendo a ingenuidade. Ele vai aprender de forma sadia, se nós formos verdadeiros e sinceros com ele. Eu não queria que eu e o Gatito fôssemos embora sem ter isso esclarecido.

— Mas, você poderia ter me consultado. – Disse dona Lourdes, irritada.

— É verdade, mas, pense bem, se eu falasse antes, você negaria, tal como viveu no segredo estes últimos tempos.

— Tive que nos proteger. – Disse ela.

Lírio prosseguiu:

— Agora já não tem mais o que se preocupar. Nem os seus encontros amorosos secretos que você teve ou tem, você assumiu. Vive escondida. Sai de casa sexta-feira com roupas escondidas na sacola e troca longe de casa. O Giles me contou. Seu filho não conheceu o jeito da mãe dele verdadeira, mas só uma imagem de santa missionária que não corresponde à verdade.

— Você não tinha o direito... – Ela tentou contestar.

O Lírio falou:

— Era agora ou nunca. Está feito. Nós vamos embora, e deixaremos vocês conversando. Vão se entender.

— Plantou a bomba e sai? – Disse dona Lourdes, ainda chateada.

Lirio falou:

— Quando você concordar, nós voltaremos para conversar e nos entendermos também. Espero isso. Eu ainda a amo muito, mas eu amo a Lourdes assumida e verdadeira, que vivia comigo, que gostava do marido como ele é, que gostava de se soltar e aproveitar a vida, e não a mulher dissimulada que veio morar aqui, escondida do mundo. Nestes anos, você foi incapaz de ter uma conversa adulta com o seu filho. Deixou o menino completamente ignorante e inocente das coisas básicas da vida sexual. Levei um susto ao ver como um rapaz de 18 anos era tão sem noção sobre a vida. Eu só não quero mais ter mentiras e falsidades. Quero que o nosso filho saiba como eu sou, como a mãe dele sempre foi, e como éramos unidos, sinceros, livres, sem tabus. Formamos um trisal gostoso, mas demos muito azar, e do nada, uma maldosa de uma piriguete detonou a nossa vida. Foi um descuido do Gatito, ele assume isso, mas não precisamos mais manter isso oculto entre nós. O tempo já passou. A cidade é outra. Poderíamos ter resolvido tudo em harmonia, mesmo à distância. Não é com você se isolando. Entendo que foi por proteção. Mas, agora, não precisamos mais desses segredos entre nós. O Giles é maior de idade, está perdendo a inocência com tudo o que já falamos, contamos e ensinamos a ele.

— O que é que vocês disseram? – Dona Lourdes parecia envergonhada.

O Lírio prosseguiu:

— Nós explicamos tudo como somos, e nossa liberdade e nossa cumplicidade. Ele sabe que o Gatito nos ensinou a praticar sexo, e que você adorou aprender com ele. É importante isso, pois já é adulto, não podia mais viver no estado de inocência em que estava. Essa é que é a verdade. A sorte é que ele tem uma namorada muito bem-educada pela mãe, sem repressão, sem pressão religiosa, sem tabus, a cabeça aberta, e que entendeu que estava na hora de ajudar o namorado, para que ele saísse da bolha inocente em que vivia.

Vi que dona Lourdes ficou sem-graça com aquela fala, e corou muito. O Giles foi até ela e a abraçou novamente:

— Mãe, você pode ser como gosta de ser. O pai disse que você adora sexo. Pode aproveitar. Você é amada e respeitada do mesmo jeito por todos nós. Por favor, não se esconda e nem se reprima. Seja você mesma. Eu entendi, quando o pai explicou que você saía para ter encontros escondida. Não precisa disso. Se era para me proteger, não precisa mais. O pai disse que você é uma mulher muito sensual e que sempre gostou de sexo. Que dava para o tio, junto com ele. Eu nunca poderia imaginar esse lado, pois não via nada disso. Seja autêntica, pelo menos com a gente. Não vamos deixar de amá-la. A Sérvia está ciente de tudo também, e estamos unidos. O pai e o tio Gatito nos ensinaram muito, e nos deram a orientação correta na prática, para a primeira relação sexual. Nós praticamos com eles.

Eu nunca imaginei que o Giles fosse capaz de falar tudo aquilo. Entendi que ele queria mesmo impressionar a mãe.

— Praticaram como? – Dona Lourdes estava intrigada, desconfiava, mas esperou.

Giles contou:

— Antes de tudo eles nos deram aula, mostraram como fazer. Falaram sobre sexo, nos ensinaram a chupar. E foi maravilhoso poder fazer isso com a ajuda e orientação deles.

Dona Lourdes abraçou o filho, emocionada, e falou:

— Desculpe meu filho, eu não fiz por mal, tinha muito medo do julgamento dos outros. Mas continuo achando que seu pai é mesmo muito louco, como sempre foi, e faz coisas muito além do que parece normal.

Naquele momento, ela estava começando a voltar ao seu estado normal de raciocínio, e do nada, pareceu entender melhor tudo o que se passava. Ela perguntou:

— Me explique, como foi que seu pai ensinou vocês. Praticaram juntos? Ele mostrou como fazer? A Sérvia junto com vocês?

— Exato, isso mesmo, mãe, eu não sabia nada, e o pai e o tio, explicavam e depois, também mostravam. Eles ensinaram a Sérvia e ela aprendeu e em seguida praticava comigo para eu aprender também, assim que eu fui aprendendo.

Dona Lourdes me olhava, admirada, depois olhou para o Lirio e para o Gatito e falou:

— Que loucura. Vocês dois são doidos mesmo. Por sorte eles são maiores de idade, senão seria crime. Vocês praticaram sexo com os dois namorados?

O Giles falou:

— Mãe, foi muito bom, a Sérvia aprendeu primeiro e me ensinava. Aprendemos muito rápido, e eu adorei es lições. A Sérvia também adorou.

Nisso, dona Lourdes teve um estalo de lucidez:

— Ah! Agora eu entendi as marcas vermelhas e a vagina inchada da mocinha. Vocês ensinaram a ela, na prática? Meteram na garota?

— Isso. – Fez o Giles.

Ela abanava a cabeça:

— Com esses trabucos enormes? Esses pintos grandes? Coitada da moça. Por isso ela está tão intumescida na vagina. Deve estar toda assada.

Eu tinha que intervir:

— Foi delicioso dona Lourdes. Eles foram ótimos, tiveram paciência, e nos ajudam muito. Se todos os jovens tivessem aulas práticas como eles fazem, não haveria tantos problemas de desajuste sexual na juventude.

Ela me olhou, admirada. Parecia que via um E.T.. De súbito, dona Lourdes perdeu a vergonha, e perguntou:

— Você deu para eles, filha? Ficou maluca? Nessa conversinha de ensinar, eles comeram você? Por isso está assim, inchada e vermelha! Eles são muito dotados! Coitada.

Expliquei:

— Coitada não! Foi aos poucos, não foi de uma vez. Me comeram com calma e cuidado, e o Giles estava junto, assistindo, para aprender. Nós dois adoramos tudo, e gozei muito com eles, e eu e o Giles praticamos depois. Ele agora não é mais virgem, eu também, e aproveitamos.

O Giles falou:

— Eu agora, já sou corninho da Sérvia, com o tio, tal como o pai foi seu corninho com o tio. Ele nos contou que o tio que ensinou tudo para os dois e a senhora gostava muito de dar para ele. Nós também aprendemos assim.

Dona Lourdes parecia que ia ter outro desmaio. Estava vermelha e admirada. Respirava com dificuldade, corada como um pimentão. O Gatito estendeu o copo de água com açúcar novamente e disse:

— Relaxa, cunhada. Está tudo bem. Agora todos sabem de tudo. Entre nós não precisa haver segredos. E todos estão bem, e em paz.

Nesse momento o Lírio falou:

— Bem, hoje já ficou tarde para pegarmos a estrada. Vamos ter que dormir por aqui. Vou procurar um hotel com o Gatito. Amanhã, se você quiser, podemos falar mais sobre isso.

Houve um silêncio repentino na sala. Então o Giles sugeriu:

— Mãe, vai dormir com o pai no hotel. Ele tem muita saudade de você e você deve ter dele também. Eu e a Sérvia dormiremos no seu quarto, e o tio dorme no meu.

Dona Lourdes parecia não acreditar naquilo. O Lirio veio até diante da poltrona dela, e sem dar tempo para ela dar alguma desculpa, estendeu a mão, e disse:

— Vem, vem comigo, querida. Dormimos no hotel, fazemos as pazes? Temos muita coisa para colocar em dia e muita conversa pendente. Deixemos e Giles, a namorada e o Gatito aqui.

Ele a levantou da poltrona sem que ela resistisse. Dona Loures parecia estar muito emocionada, até chorava um pouco. Não dava para entender se chorava de emoção, de alegria ou arrependimento. O Lírio a abraçou, e com a mão em sua cintura, foram saindo. Ele disse:

— Boa noite, meninos, amanhã de manhã nós nos veremos aqui.

Continua na parte 11 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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