Esposa se exibindo na praia

Um conto erótico de Rayssa esposa
Categoria: Heterossexual
Contém 1599 palavras
Data: 15/02/2026 23:09:39

O sol tava queimando forte naquela tarde de sábado em Manaus, o calor úmido grudando na pele como se quisesse foder a gente antes mesmo de chegar na praia. Eu, Rayssa, a putinha sem vergonha que adora se exibir, já tava no clima desde cedo. Escolhi uma roupinha mínima pra ir pro barzinho que fica na entrada da praia: um cropped branco curtíssimo, tecido fino e elástico que mal cobria os peitos, deixando os bicos dos mamilos bem marcados, duros e apontados como se estivessem implorando pra ser chupados. Embaixo, um short saia jeans tão curto que a cada passo a bunda aparecia inteira, e sem calcinha nenhuma – a buceta lisinha roçando direto no tecido áspero, já ficando molhada só de imaginar os olhares.

Meu macho preto, alto, corpo definido, pele escura brilhando de suor, tava do meu lado com aquela bermuda folgada que não escondia o volume grosso do pauzão. Ele me olhava de cima a baixo e sussurrava no meu ouvido enquanto caminhávamos pro bar:

— Olha só minha putinha gostosa… tá sem calcinha, né? Aposto que já tá pingando mel só de saber que todo macho aqui vai ver esses peitos marcando e imaginar enfiando a cara neles. Mas só eu que como essa buceta, ouviu? Os outros podem babar, desejar, mas quem goza dentro é só o teu macho preto.

Eu ri safada, rebolando mais, sentindo o short subir e quase mostrar a bundinha inteira. Entramos no barzinho lotado de gente curtindo o fim de semana. Pedi uma caipirinha gelada e me sentei no banquinho alto, abrindo as pernas de leve, o short subindo até quase mostrar a buceta. Vários caras olharam na hora: um grupo de amigos na mesa do lado, um cara sozinho no balcão, até o garçom parou pra me servir devagar demais. Eu sorria, jogava o cabelo, passava a língua nos lábios, e meu macho ficava do meu lado, mão na minha coxa, apertando possessivo.

— Tá vendo, amor? Todos esses machos olhando pra minha puta… querendo meter nessa bucetinha apertada. Mas eles só olham. Eu que vou arrombar você mais tarde, gozar tudo dentro dessa vadia gostosa que é minha.

Eu sentia a buceta pulsar, o mel escorrendo devagar pela coxa interna. Terminei a bebida, levantei rebolando e saí do bar com ele atrás, sentindo dezenas de olhos grudados na minha bunda e nos peitos balançando.

Chegamos na praia. Tirei a roupinha no estacionamento mesmo, ficando só com o biquíni mínimo que eu tinha escolhido de propósito: um fio dental preto minúsculo na frente, que mal cobria os lábios grandes da buceta – a cada passo os lábios inchados escapavam um pouco pros lados, quase mostrando tudo. Em cima, um top triângulo tão pequeno que metade dos peitos ficava de fora, bicos marcando forte no tecido fino. Meu macho me olhou com fome:

— Caralho, Rayssa… você tá parecendo uma puta de rua querendo ser comida na frente de todo mundo. Olha esses lábios da buceta quase aparecendo… todo macho aqui vai ficar de pau duro imaginando meter nessa vadia. Mas lembra: só eu que fodo. Só eu que gozo nessa bucetinha gulosa.

Andamos pela areia quente, eu rebolando devagar, sentindo o sol queimar a pele e os olhares queimarem mais ainda. Grupos de caras viravam a cabeça, casais paravam de conversar, até umas minas olhavam com inveja. Meu macho andava do meu lado, mão na minha cintura, falando baixo e safado no meu ouvido:

— Tá vendo aquele ali de óculos escuro? Ele tá babando na tua bunda… aposto que tá imaginando te pegar de quatro. E aquele outro com tatuagem? Tá duro só de ver teus peitos balançando. Mas eles só olham, amor. Quem mete o pauzão preto e enche de porra é só eu, teu macho dono dessa puta gostosa.

Eu tava encharcada, a buceta latejando, o biquíni já molhado não só de água do mar. Sentamos num canto mais vazio da praia, perto de umas pedras, onde quase não tinha gente. Estiquei a canga, deitei de bruços primeiro, empinando a bunda pro alto. Meu macho sentou do lado, mão na minha coxa, subindo devagar.

— Abre mais as pernas, putinha… deixa eles verem que você é uma vadia sem calcinha por baixo desse fiozinho. Mostra que tá molhada pra caralho.

Eu obedeci, abri as pernas devagar, o fio dental sumindo entre os lábios grandes. Foi aí que apareceu o vendedor de água: um moreno novo, uns 25 anos, corpo malhado de quem anda o dia todo na areia, short folgado e camiseta regata suada. Ele parou na nossa frente com o isopor, olhos grudados em mim.

— Água gelada, chefe? – perguntou, mas a voz saiu rouca, olhos descendo pros meus peitos e pra buceta quase exposta.

Meu macho sorriu safado:

— Pode trazer duas, irmão. E fica à vontade pra olhar… minha mulher gosta de se exibir.

O cara entregou as águas, mas não saiu. Ficou ali, olhando descarado. Meu macho continuou:

— Ela é gostosa pra caralho, né? Olha esses peitos… olha essa bunda empinada… e a bucetinha ali quase aparecendo. Pode olhar à vontade, mas tocar não. Só olhar e bater uma se quiser. Ela é minha puta, só eu que como.

O vendedor engoliu em seco, olhou pros lados – quase ninguém perto – e falou baixo:

— Caralho, chefe… ela é uma delícia mesmo. Que sorte a sua… uma puta dessas na cama todo dia.

Eu ri, sentei devagar, puxei o top pros lados devagarinho, deixando os peitos inteiros de fora. Os mamilos duros apontando pro sol, peitos balançando. O cara arregalou os olhos, mão já descendo pro short.

— Mostra mais, vadia… mostra esses peitos gostosos pro moço – meu macho mandou.

Eu obedeci, apertando os peitos, puxando os bicos, gemendo baixinho. O vendedor botou a mão dentro do short, tirou o pau pra fora – médio, mas duro pra caralho – e começou a bater devagar, olhos fixos em mim.

— Porra, que peitos maravilhosos… que puta gostosa… chefe, você é foda de sorte… olha essa vadia se exibindo toda… aposto que a buceta dela é apertadinha e molhada pra caralho.

Meu macho riu, apertou minha coxa:

— Mostra a buceta pra ele, amor. Deixa o cara ver o que ele nunca vai ter.

Eu deitei de costas, abri as pernas escancaradas, puxei o fio dental pro lado. A buceta lisinha, inchada, brilhando de mel apareceu inteira. Abri os lábios grandes com os dedos, mostrando o clitóris pulsando e a entradinha melíflua.

— Olha só, irmão… olha a bucetinha da minha puta… molhada, gulosa… mas só eu que meto e gozo aqui.

O vendedor acelerou a punheta, gemendo rouco:

— Caralho… que buceta perfeita… rosadinha por dentro… que delícia… chefe, você come isso todo dia? Que sorte do caralho… olha como ela abre toda… puta safada gostosa…

Ele não aguentou. Uns segundos depois, gemeu alto, jatos grossos de porra voando na areia quente. Ofegante, guardou o pau, agradeceu gaguejando:

— Valeu, chefe… valeu mesmo… nunca vi uma puta tão gostosa…

E foi embora rapidinho, isopor na mão, ainda tremendo.

Meu macho tava louco de tesão. O pauzão preto marcando forte na bermuda, veias pulsando.

— Caralho, Rayssa… você me deixa doido. Ver você se exibindo assim, mostrando a buceta pra outro macho bater punheta… tô com tanto tesão que não aguento mais. Vamos embora pra casa agora. Quero te foder pesado pensando nisso tudo.

Voltamos pro carro quase correndo. No caminho, ele dirigia com uma mão no volante e a outra na minha buceta, dois dedos socando fundo enquanto falava:

— Você é a puta mais safada que eu já tive, amor… se exibindo na praia, abrindo a buceta pra um estranho gozar olhando… mas no final, quem te come sou eu. Quem te enche de porra sou eu.

Chegamos em casa suados e loucos. Mal fechou a porta, ele me jogou no sofá, arrancou o biquíni, abriu minhas pernas e meteu o pauzão preto de uma vez, fundo até as bolas. Eu gritei de prazer, unhas nas costas dele.

— Isso, sua putinha gostosa… toma o pau do teu macho… toma tudo… lembra do cara gozando olhando pra tua buceta? Ele queria isso aqui, mas só eu que fodo.

Ele socava forte, ritmado, a cama rangendo, o barulho molhado da buceta engolindo o pau ecoando. Eu rebolava, apertava, gemia alto:

— Me fode, amor… me arromba… sou tua puta… tua vadia safada que adora se exibir…

Ele virou eu de quatro, meteu por trás, batendo na bunda, puxando o cabelo:

— Isso… rebola essa bunda gostosa… mostra que é minha puta… que todo mundo pode olhar, mas só eu gozo nessa bucetinha gulosa.

Fodemos em todas as posições: eu cavalgando, ele me comendo de lado, eu chupando o pau babado da buceta, ele lambendo minha buceta enquanto eu gemia. No final, ele me deitou de costas, meteu fundo, acelerou louco:

— Vou gozar, sua puta… vou encher essa buceta… toma tudo, vadia gostosa…

Gozei gritando junto com ele. O pau pulsou forte, jatos quentes enchendo minha buceta até transbordar, porra escorrendo pelas coxas. Ele caiu do meu lado, ofegante, me puxando pro peito:

— Você é a puta mais gostosa e safada que eu já tive, Rayssa… adoro ver você sendo vadia na rua, se exibindo pra todo mundo ver que eu sou casado com uma puta deliciosa. Mas no final, você é minha… só minha.

Eu sorri, ainda melada de porra, beijei a boca dele:

— E vou continuar sendo, amor… tua putinha que adora mostrar tudo… mas só teu pau que me arromba e goza.

E ficamos ali, suados, abraçados, o cheiro de sexo e praia impregnado no ar, já pensando na próxima vez que eu ia me exibir pra deixar meu macho louco de tesão.

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Foto de perfil genéricaMacho preto Contos: 1Seguidores: 1Seguindo: 0Mensagem Histórias com Mãe e esposa tesuda (aventuras diversas)

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Adoro estas loucuras, vamos conversar? sou um coroa na casa dos 60 anos, fotógrafo e quem quiser falar comigo é só retornar neste email: euamoavida2020@gmail.com

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