Segredo de família

Um conto erótico de Megas
Categoria: Heterossexual
Contém 2640 palavras
Data: 15/02/2026 15:47:22

Segredo de família

Cheguei em casa por volta das 2hrs da manhã, o coração acelerado, um nó na garganta, a sensação de que o mundo desmoronava sobre mim. Carregava um peso esmagador que sufocava minha respiração. A última semana tinha sido um tormento, uma maratona de sexo explícito estampada diante dos meus olhos, testemunhada à distância através das lentes das câmeras escondidas pela casa - a pior tortura que já vivenciei.

Com a chave da casa trêmula na mão, somei a coragem que restava. Num último suspiro, abri a porta.

Uma luz difusa invadia as frestas da janela, lançando um brilho fantasmagórico sobre a sala bagunçada. O cômodo antes arrumado estava agora em total desordem. Garrafas de cerveja vazias e copos sujos espalhavam-se pela mesa de centro. Os sofás confortáveis estavam amarrotados e revirados, as almofadas atiradas ao chão. No canto, Ao lado, uma bermuda descartada displicentemente.

Caminhei até a cozinha ligada à sala e encontrei ainda mais garrafas vazias de cerveja e vinho amontoadas na pia. Voltei o olhar perplexo para a sala, tentando entender a cena, quando um ruído vindo do andar de cima gelou meu sangue. Sons rítmicos, insistentes, inconfundíveis.

Paralisado, mesmo assim subi os primeiros degraus da escada - os mais difíceis que já enfrentei. No escuro, distingui peças de roupa espalhadas pelo caminho: uma regata feminina que só poderia ser dela, uma cueca certamente dele. Os sons rítmicos retornaram, mais altos agora, entremeados por gemidos lascivos abafados.

A cada degrau, meu coração batia mais forte. No corredor, mais roupas descartadas: uma camiseta, um short, e logo à frente, um sutiã largado no chão. Até os quadros nas paredes estavam tortos, como se o próprio ambiente tivesse sido corrompido pela devassidão desenfreada.

O barulho no final do corredor não deixava dúvidas. Meu quarto. Nosso refúgio profanado.

Parei diante da porta entreaberta, pernas trêmulas, olhos embaçados de lágrimas. A fresta revelava mais do que eu podia aguentar.

Lá estava minha esposa, completamente nua, montada sobre ele, seu corpo esbelto e voluptuoso ondulando num movimento frenético enquanto cavalgava o pau ereto e rijo com total abandono. A pélvis dela oscilava para frente e para trás, encaixando-se perfeitamente no ritmo das investidas profundas que receiptava. Seus seios redondos e firmes balançavam eroticamente a cada socada potente. Seus mamilos intumescidos dançavam num rubro de excitação. Gemidos e grunhidos guturais escapavam de sua boca entreaberta, preenchendo o quarto com a trilha sonora.

A luz alaranjada do abajur emoldurava os corpos suados colados um no outro, destacando cada gota de suor que escorria pelas peles nuas. As nádegas trêmulas dela a cada estocada profunda, o vaivém encharcado de excitação, os dedos deslizando pelo próprio corpo em busca de mais prazer - a cena era intensamente pornográfica e erótica.

O quarto antes acolhedor era agora um cenário de excessos: roupas espalhadas como pistas de um desejo insaciável, lençóis amarfanhados empurrados de lado, garrafas vazias descartadas junto à cama. Tudo gritava que ali acontecera muito mais do que uma simples noite de prazer.

E no entanto, nenhuma bagunça superava a visão obscena a minha frente. Minha esposa, a mulher que jurou me amar e honrar, agora cavalgava com total entrega e devoção as investidas brutais de outro homem. A buceta dela pulsava, encaixando-se vorazmente no pau duro e latejante que a penetrava sem piedade. A cada golpeada, seu corpo tremia de excitação, se entregando totalmente àquele “estranho”.

Cada murmúrio dela era uma punhalada no meu peito. Cada grunhido masculino, o golpe de misericórdia. E ainda assim, eu não conseguia desviar o olhar. O ritmo alucinado, os corpos colados, a entrega completa, uma exibição de luxúria crua que me destroçava por dentro, mas me mantinha enfeitiçado.

Quando eles trocaram de posição, permitindo-me ver claramente o rosto dele, a expressão de êxtase e prazer inconfundíveis, foi um soco no estômago. O homem que desrespeitava minha esposa, que a possuía completamente, não era nenhum estranho, mas sim meu próprio pai.

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Olá caros leitores me chamo junior a mais ou menos 1 ano venho analisando alguns contos aqui e muitos deles tem haver com a minha história, porém este relato é a história de como minha esposa me traiu com meu próprio pai… enfim espero que gostem, vai ser dividido em algumas partes e tentarei ser o mais detalhista possível, boa leitura

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Conheci Laís em 2010, ainda na escola. Éramos dois adolescentes descobrindo o mundo e o amor. Foi ali que trocamos nossas primeiras juras, inocentes e intensas, como só os primeiros amores conseguem ser. Ela foi minha primeira namorada, e eu, o primeiro namorado dela.

Por ser dois anos mais velho, concluí o ensino médio antes e logo ingressei na faculdade de Administração. Minha família era proprietária de uma transportadora bastante conhecida na região e, aos poucos, em todo o Brasil. O negócio foi fundado pelo meu avô, consolidado pelo meu pai, e ao longo dos anos se tornou uma potência graças aos acordos que ele firmou. Mas a vida nos surpreendeu de forma cruel: em 2014, minha mãe faleceu vítima de um câncer.

A perda nos devastou. Meu pai, incapaz de lidar com a dor, abandonou a empresa aos sócios e se entregou ao álcool e às mulheres. Eu, ao contrário, mergulhei nos estudos. Em 2018, com apoio dele, assumi a presidência da transportadora. Desde então, me dediquei integralmente a expandir o legado da família.

Laís esteve comigo em todas as fases: do luto à ascensão. Sempre presente, sempre companheira. E em 2020, após dez anos de namoro, nos casamos em uma bela cerimônia na igreja, celebrada com uma grande festa repleta de amigos e familiares. Nossa vida parecia perfeita: o casamento sólido, a empresa em expansão e até a possibilidade de abrir uma filial nos Estados Unidos.

Com o tempo, Laís assumiu o papel de esposa troféu. Embora formada em fisioterapia, decidimos juntos que não havia necessidade de ela trabalhar. Assim, passou a se dedicar ao lar e a si mesma, desfrutando de todos os confortos que nossa condição permitia. Seu corpo se transformou: horas de academia, pilates, yoga e massagens a moldaram em uma verdadeira deusa.

Apesar de sua baixa estatura — apenas 1,56m —, Laís era uma explosão de sensualidade em cada gesto. Suas pernas torneadas não apenas sustentavam seu corpo, mas exalavam poder e desejo, moldadas para envolver, prender e conduzir. A cintura fina, quase esculpida, se movia em um balé provocante sempre que ela se entregava, os quadris marcantes ditando um ritmo hipnótico, impossível de ignorar.

O abdômen definido, com cada gomo reluzindo sob a luz, contraía e relaxava como se fosse feito para traduzir prazer em movimento. Os seios fartos, firmes e siliconizados, com seus 650ml cada lado eram convites irresistíveis ao toque, completando a silhueta que parecia feita para dominar.

E então, quando se virava, revelava uma das suas marcas mais intrigantes: nas costas, descia uma tatuagem asiática que parecia ganhar vida a cada respiração. Era um dragão sinuoso, em traços negros e vermelhos, que se estendia do ombro até a base da coluna. Nos movimentos dela, a criatura parecia se mover junto, como se se contorcesse em meio ao prazer, acompanhando o ritmo de sua entrega. O contraste entre a pele clara e a tinta vibrante transformava suas costas em um espetáculo à parte, impossível de não ser admirado.

O rosto, delicado e de traços nobres, completava a cena: o sorriso malicioso que surgia nos momentos certos, a boca carnuda e úmida feita para seduzir, e aqueles olhos verdes — selvagens, flamejantes — que revelavam a intensidade de cada sensação que dominava seu corpo.

Laís não era apenas bela. Era a própria encarnação do prazer: uma rainha tatuada, moldada para o desejo, cujo corpo inteiro — da boca ao dragão nas costas — parecia conspirar para incendiar quem tivesse a sorte, ou o azar, de se perder nela.

Nosso relacionamento parecia intocável. Viajávamos sempre que possível, a paixão era intensa, não havia espaço para brigas. Tudo parecia perfeito… até aquele dia fatídicoEra uma noite de sexta-feira tranquila. Tínhamos acabado de jantar quando o toque do celular do meu pai ecoou pela mesa. Estranhei: era tarde para ele ligar. Atendi de imediato.

— Alô? Pai?

Do outro lado, uma voz desconhecida.

— Você é o Júnior?

Meu coração acelerou. Aquele não era meu pai. Segurei o telefone com força, tentando manter a calma.

— Sim, sou eu. Mas… por que você está com o celular dele? O que aconteceu?

Houve uma breve pausa, seguida de um tom sério e urgente.

— Me desculpe, moço. Seu pai sofreu um acidente de moto. Ele está sendo levado agora para o hospital mais próximo.

Senti o sangue sumir das minhas veias.

— Meu Deus! Como assim acidente? Ele está bem? Fala, por favor!

— Eu não sei dizer. Eu estava no local quando aconteceu. Peguei o celular e ele pediu para ligar para você. Disse que você saberia o que fazer.

Minha respiração falhou. O coração batia como um tambor.

— Certo… certo. Muito obrigado. Estou indo agora para o hospital.

Desliguei o telefone com as mãos trêmulas, já tentando entender como aquele simples jantar havia se transformado, em segundos, em um pesadelo.

Saí de casa sem nem perceber que havia esquecido a jaqueta. O ar frio da noite me atingiu como facadas no peito, mas não importava. Tudo o que ecoava na minha mente era a frase: “seu pai sofreu um acidente de moto”.

Dirigi como um louco pelas avenidas quase desertas, os faróis iluminando o asfalto enquanto meu coração pulsava mais rápido que o motor. Cada sinal vermelho parecia um inimigo, cada curva, um obstáculo que me separava da resposta que eu precisava.

Quando cheguei ao hospital, joguei o carro no estacionamento sem nem trancar a porta. Corri para a recepção, ofegante.

— Meu pai! Ele acabou de ser trazido… acidente de moto… pelo amor de Deus, onde ele está?!

A atendente me olhou com seriedade e, após checar rapidamente no computador, indicou:

— Sala de emergência, fim do corredor à esquerda.

Segui o caminho quase tropeçando em meus próprios pés. Ao me aproximar da porta da emergência, pude ouvir vozes apressadas, médicos dando instruções, o barulho metálico dos instrumentos. O cheiro de antisséptico misturado à tensão do lugar me embrulhava o estômago.

Um médico de jaleco branco saiu às pressas. Interceptei-o antes que passasse.

— Doutor! Pelo amor de Deus, meu pai… como ele está?

Ele respirou fundo, mantendo a calma profissional.

— Seu pai sofreu uma fratura nas costas. Não corre risco de vida, acredito que pior não aconteceu por conta do estado físico de seu pai, mas precisará de cuidados intensos nos próximos meses. Ele terá dificuldade para realizar até tarefas simples, como tomar banho, se vestir, se limpar ou caminhar sozinho. Vai precisar de apoio constante.

Senti o chão desaparecer debaixo dos meus pés, não pelo risco de morte, mas pela certeza de que nossa vida mudaria drasticamente a partir daquele instante.

Meu pai é um homem de 58 anos , com cabelos grisalhos que emolduram seu rosto como fios de prata . Sua barba , sempre impecavelmente aparada , confere-lhe um ar distinto e maduro. Ao longo dos anos, ele manteve o corpo atlético e esbelto, músculos torneados que denotam dedicação à forma física. Ele exala uma confiança contagiosa, um charme natural que atrai tanto mulheres quanto homens. A pele, apesar da idade, mantém-se firme e saudável , com poucas rugas.

Uma semana depois, após exames e orientações médicas, meu pai finalmente recebeu alta. Ainda usava colete ortopédico e se movimentava com dificuldade, cada passo acompanhado de uma careta de dor. A recomendação era clara: repouso absoluto e sessões regulares de fisioterapia.

No caminho de volta, ele ficou em silêncio no banco de trás do carro, olhando pela janela como se o mundo tivesse diminuído de tamanho. Aquele homem que um dia fora imponente, agora dependia de mim para tarefas básicas. A sensação era estranha: ao mesmo tempo em que eu sentia compaixão, havia também uma sombra de incômodo, como se algo maior estivesse prestes a acontecer.

Em casa, ajudei-o a entrar devagar. Laís já nos esperava na sala, sorridente e serena como sempre. Aproximou-se e, com uma delicadeza natural, segurou o braço dele, guiando-o até o sofá.

— Seja bem-vindo de volta, — disse ela, ajeitando as almofadas para acomodá-lo.

Meu pai respirou fundo, um misto de alívio e constrangimento estampado no rosto. Olhou para mim, depois para ela.

— Eu… eu não queria ser um peso para vocês. Mas o médico foi claro: vou precisar de ajuda até para as coisas mais simples.

Laís sorriu de leve, apoiando a mão em seu ombro.

— Não se preocupe. Eu posso ajudar.

Meu pai ergueu o olhar, surpreso.

— Ajudar?

Ela assentiu.

— Sou formada em fisioterapia, lembra? Posso acompanhar sua reabilitação aqui mesmo em casa. Sei exatamente quais exercícios são necessários e como conduzir o processo sem comprometer a recuperação.

Ele pareceu pensar por alguns segundos, até que um sorriso discreto surgiu em meio à barba grisalha.

— Isso seria… maravilhoso. Mais do que eu poderia pedir.

Eu apenas observei a cena, em silêncio. De um lado, Laís — linda, confiante, prestativa. Do outro, meu pai — fragilizado, dependente, aceitando sua ajuda como um presente divino.

Naquele momento, algo dentro de mim se agitou. Eu não sabia se era alívio por ter alguém de confiança cuidando dele… ou um incômodo sutil, como se aquela aproximação fosse abrir uma porta que jamais deveria ser tocada.

Os primeiros dias da reabilitação seguiram dentro da normalidade. Eu havia abdicado de alguns dias do trabalho para acompanhar de perto esse processo — não apenas pelo cuidado com meu pai, mas também para estar ao lado de Laís. Ela se dedicava com paciência, organizava os horários de exercícios e acompanhava cada passo dele. No início, tudo parecia puramente técnico, quase mecânico.

Mas, pouco a pouco, comecei a perceber nuances que iam além do simples tratamento. Quando ajudava meu pai a se levantar, ele sempre apoiava a mão em seu braço, às vezes segurando o punho dela com mais firmeza do que parecia necessário. Era natural, claro — precisava de apoio. Ainda assim, notava como esses toques se prolongavam. Laís os percebia também, mas não deixava transparecer julgamento: apenas seguia, atenta à função de cuidadora.

Durante os exercícios, eu observava o modo como meu pai a seguia com os olhos. Não era apenas concentração, havia algo de intensidade nesse olhar. Laís, por vezes, desviava o rosto de repente, como se tivesse sentido o peso dessa atenção.

Em outra ocasião, quando ela o ajudou a se deitar, sua mão deslizou pelas costas dele para sustentar o movimento. Meu pai respirou fundo, aliviado. Ela sorriu, satisfeita por ajudar, mas havia no ar uma espécie de detalhe indefinido, um instante que parecia carregar algo além da rotina clínica.

Para mim, eram apenas toques, apenas olhares — nada que fugisse do esperado entre paciente e cuidadora. Ainda assim, percebia o surgimento de um espaço invisível, sutil, quase imperceptível, que eu mesmo não sabia se era real ou apenas fruto da minha atenção redobrada àqueles dias diferentes.

Outras atividades como banho e limpeza foram feitas com o meu apoio. Auxilia-lo, sempre despertava certo constrangimento em nós dois. Durante o banho , eu delicadamente removia suas roupas, sustentando seu peso em meus braços, guiando-o com cuidado sob a água morna.

Desde criança , ele sempre foi minha definição de um super-homem . Ainda guardava essas lembranças vívidas mesmo após a perda devastadora de minha mãe . Mesmo abalado com a perda aos poucos ele foi seguindo em frente, encontrando novos amorese, recusando-se a se entregar à tristeza . Ele era incrível em numerosos aspectos, mas havia algo que se destacavade forma embaraçosa : o tamanhode seu pênis em comparação com o meu. Uma herança genética que infelizmente não foi passada a diante.

Sempre que eu o ajudava nessas atividades íntimas , essa diferença ficava evidente , e eu não podia deixar de sentir uma ponta de vergonha . Ele, inconsciente do meu desconforto, aceitava minha ajuda com uma gratidão silenciosa , enquanto eu lutava internamente com meus próprios pensamentos e inseguranças

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Comentários

Foto de perfil de rbsm

Conto bem escrito mas com um roteiro muito batido

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