Parte 6.
Com todas aquelas conversas, estava mais do que claro que as brincadeiras safadas e jogos de provocação iriam continuar. E o melhor era que o Giles já estava sabendo como nós fazíamos, e pelos vistos, estava gostando. Ele começava a perceber que era melhor prosseguir, deixando que as coisas fossem acontecendo, e aprendendo com o pai e o tio.
Eu vesti o biquíni na frente deles sem nenhuma timidez ou vergonha, e o Giles colocou uma sunga de natação azul marinho. O Lirio e o Gatito colocaram calções e camisetas, e descemos para o pátio traseiro, onde ficava a piscina.
Realmente, estávamos parecendo os únicos hóspedes, pois os outros tinham saído para fazer trilha ou para passeios, ou banho na cachoeira. O resultado é que tínhamos a piscina inteiramente à nossa disposição.
Logo que cheguei eu já escolhi uma cadeira de descanso para recostar e tomar um banho de sol. Despi a bata e fiquei somente de biquíni. A sorte é que eu sempre uso a pepekinha totalmente depilada, lisinha, porque o biquininho era mínimo. A tanguinha de 6,5 cm só cobria mesmo os grandes lábios da xoxotinha, e ficava rasinha, somente um centímetro acima do meu clitóris. A parte traseira era bem menor, minha bunda ficou totalmente de fora, apenas com o fio dental no meio. E meus peitos também ficaram com parte de fora, os triângulos da cortininha cobriam apenas parte do meio onde ficavam os mamilos.
Reparei que o Lírio e o tio me olhavam admirados, mexendo em seus paus. O Gatito disse:
— Essa garota está deliciosa nesse biquininho.
O Giles, parecia meio sem-graça, por eu estar em público naqueles trajes. Eu perguntei:
— Está me olhando, assim, por que, amor?
— Esse biquíni não cobre nada! – O Giles respondeu.
O Lírio falou:
— Eu escolhi para que ela fique assim, muito sexy, filho. Uma namorada gostosa como a sua, tem que abusar das roupas provocantes. Deixar todos os machos com desejo.
— Eu sinto um pouco de ciúme. – Disse o Giles.
O tio cortou:
— Não seja bobo, rapaz. Ciúme é insegurança. A Sérvia é a sua namorada. Deve ter orgulho de ter uma gata dessa. Deixa os outros com vontade. Ela é sua!
— Mas, ela chupou o seu pau, tio, e você gozou na boca da Sérvia, ontem, que ela me contou. – Giles respondeu, ainda um pouco enciumado.
— Eu estava ensinando a sua namorada. Ela aprendeu e depois, chupou você bem gostoso, não chupou?
Giles fez que sim, e me olhava para ver o que eu dizia.
— Foi porque eu ensinei. Não foi bom? – Questionou o tio.
Eu falei:
— Estou aproveitando para aprender o máximo, e ensinar a você. Não está gostando, amor?
O Giles, confirmou:
— Estou, sinto ciúme, mas estou gostando. – Disse.
O Gatito comentou:
— Hoje temos que ensinar mais ainda, antes de irmos embora. Você quer aprender mais, corninho?
— Sim... Eu quero sim. – O Giles concordou.
— Então, relaxa e deixa a Sérvia aprender, pois é ela que vai ensinar o corninho dela.
O Giles concordou:
— Está certo tio. Tem razão.
Logo que nos acomodamos nas espreguiçadeiras, veio um funcionário da pousada perguntar se desejávamos pedir alguma coisa. Era o mesmo rapaz que estivera servindo no refeitório. Ele me olhou tentando disfarçar, mas deu para notar que ele estava vidrado no meu corpo. Pedimos sucos de abacaxi com limão, energético, e cervejas. Ele logo se afastou. O Giles estava nitidamente tenso e eu perguntei:
— O que há, amor? Você parece incomodado com alguma coisa.
Ele deu uma olhada para o pai e para o tio, depois disse:
— Você nesse biquíni está muito provocante, mesmo. O atendente ficou olhando admirado. Nem olhou para nós.
O pai dele deu uma gargalhada e perguntou:
— Preferia que ela estivesse horrível? Com um maiô bem feio, que tapa tudo, igual aqueles de velha crente? Ele nem ia reparar.
O Giles olhou para ele, meio rindo, sem ter resposta e o tio, dando uma ajeitada no pau sob o calção, completou:
— Todo os machos com inveja de você, por ter essa delícia de namorada, que não tem vergonha de ser livre, e sem falsos pudores, e você em vez de ficar animado, fica tenso?
Giles tentou justificar:
— Eu sinto ciúme de ver todos com tesão na minha namorada. Mas ao mesmo tempo, também me excita.
Eu disse:
— Acho bonitinho você ter ciúme, amor, mostra que gosta mesmo de mim, mas, não precisa disso. Sabe que eu sou a sua namorada, e amo você. Os outros podem admirar que eu não ligo. Até gosto. Eu fico é muito satisfeita de ser admirada. Toda mulher gosta.
Giles concordou com a cabeça. Depois disso eles nada mais disseram e ficamos ali ao sol.
O rapaz trouxe cervejas para os homens, inclusive para o Giles, e além do meu suco de abacaxi com limão, um energético.
O Giles ficou mais calmo, e foi relaxando. O Lírio pegou uma mesinha que tinha um tabuleiro de jogo de damas e as peças numa gavetinha em baixo. Desafiou o Giles para uma partida. Eles começaram a jogar, eu fiquei tomando sol junto com o tio. Ficamos no sol meia hora e logo fiquei com calor. Falei que estava suando muito e o tio me chamou para entrar na piscina. Perguntei ao Giles se queria nadar e ele agradeceu, pois estava jogando. As partidas de damas estavam empolgantes, cada vez era um que vencia.
O tio entrou primeiro na piscina e depois me chamou para eu me abaixar na borda. Ele veio por dentro da água, de frente, e me segurando pela cintura, me puxou para dentro com facilidade. Me arrepiei toda com o choque térmico da água e o tio achou graça. Meus biquinhos dos peitos marcavam muito a malha fina de crochê do biquíni. Ficamos um pouco, frente a frente, dentro da piscina. Tinha uma parte mais rasa, onde o nível da água batia na altura dos meus seios. Mas, do meio para frente, a piso ia afundando e não me dava mais pé. Eu e o tio ficamos abraçados, eu cruzei as pernas na cintura dele, abracei os ombros, e ele me sustentava com um braço, a mão colocada na minha cintura.
Conversávamos normalmente, mas eu sentia a outra mão dele livre me acariciando a lateral da coxa, subia pela minha cintura, acariciava o meu seio, suavemente. Eu também colocava a mão para baixo e apalpava o pau dele dentro do calção. Logo estávamos nos beijando, muito gostoso, e o Giles viu e perguntou o que estávamos fazendo. Eu falei:
— O tio está me ensinando a namorar dentro da água da piscina amor, e dando mais uma aula de beijos. Quando você vier nadar comigo eu vou mostrar como é.
Meio inquieto, ele falou:
— Assim que esta partida acabar eu vou.
O Lírio, que estava perdendo, disse:
— Espere, vai nada. Deixa eles praticando. Tem o jogo da volta depois. Quem perde tem outra chance.
Ainda ficamos eu e o Gatito por uns dois minutos ali, nos acariciando e beijando. Eu fiquei toda arrepiada com os beijos do tio, de língua, muito gotosos. O pau duro dele encostado na minha bunda. O Giles olhava de longe. Eu pisquei para ele, mostrando que não fazia nada escondido. Mas, ele não disse mais nada, concentrado no jogo.
O Gatito tinha outros planos e me levou para sair da piscina. Quando saímos da água ele puxou o lacinho do biquíni, das costas, e falou:
— Aqui você pode fazer topless. Não tem ninguém por perto.
Retirei a parte de cima do biquíni que ele desamarrou e fui me sentar na espreguiçadeira, já com os peitos expostos. O Giles perguntou:
— O que é isso amor? Vai ficar de seios de fora?
O Gatito respondeu:
— Eu disse que ela pode aproveitar para fazer topless aqui, é permitido, e não tem mais ninguém além da gente. Pode bronzear sem as marcas.
Naquele momento o Lírio comentou:
— Com esses seios lindos à vista, eu não vou me concentrar no jogo. Isso é sabotagem.
Eu perguntei:
— Gosta dos meus seios, sogrinho? Acha bonitos?
— Acho lindos. Vontade de mamar neles o dia inteiro. – Ele respondeu.
Eu percebi que era provocações para o Giles, e disse:
— Que sogrinho mais tarado!
Demos risada, mas o Giles parecia um pouco intrigado. Ele esperou um pouco, mas depois tomou coragem e falou:
— Olha, até o tio e meu pai ficam com tesão em você. Querem mamar nos seus peitos. Estão todo o tempo de pau duro. E você ainda fica beijando e abraçando o tio. Mostrando os peitos. Ele fica mesmo cheio de tesão. Isso está na cara. E você gosta.
O Lírio contestou:
— E daí, meu filho? É mais uma prova de que a Sérvia é uma delícia de garota, gostosa, sem mimimi, que você conseguiu conquistar. Pensa por este lado. Ela é apaixonada por você, sua namorada, nós ficamos admirando a beleza dele, e com tesão, pois ela merece. Dá vontade de pegar, porque somos homens. Mas sabemos que é a sua namorada. Isso não muda.
O Giles, estava começando a perder a inocência e falou:
— Mas, os dois ficam tarados e querendo pegar a minha namorada toda hora, e vocês bem que aproveitam quando estão ensinando, não é?
O Lírio sorriu meio irônico, e respondeu:
— Filho, você é um garoto ingrato. Sacanagem falar isso para o seu pai. Eu vim especialmente para o seu aniversário, e trouxe o seu tio que também o adora. Estamos tentando fazer o melhor para vocês dois. Tudo para você aproveitarem o máximo.
Ele deu uma pausa, vendo que o filho prestava atenção continuou:
— Vejo que tem uma namorada linda, que gosta de você. Dou de presente uma viagem, para vocês terem a oportunidade de se conhecerem melhor na intimidade, longe da vigilância da sua mãe, que é muito exigente, e nos colocamos à disposição para ensinar tudo que você não sabe e nem fazia ideia, mas que a sua namorada adora. Você, muito inocente e sem experiência, teve a chance de aprender com a gente, para fazer depois com ela. Está achando ruim por quê?
Giles ficou sem resposta. Olhando o pai, meio sem graça.
Lírio deu um gole na cerveja e continuou:
— Já conversamos, expliquei como você vai aprender a ser corno. Somos seu pai e seu tio, a sua família, pessoas de confiança, queremos ensinar hoje o que você nunca aprenderia em tão curto espaço de tempo. E a sua namorada ficou muito feliz de ter essas experiências, para poder ajudar e ensinar a você. E ainda acha que estamos apenas aproveitando? Isso não tem cabimento. Agora eu que me senti ofendido.
Giles ficou parado, olhando o pai. Não esperava aquela reação dele. E o tio falou:
— Sérvia, vamos dar uma volta, conhecer melhor as instalações da pousada, enquanto o Giles conversa com o pai dele. Acho que eles precisam ter uma boa conversa, de pai e filho, com muita sinceridade, pois não tiveram antes essa chance. Faz tempo que não se falam.
Eu me levantei e disse
— Amor, vou dar uma volta com o tio. Fica tranquilo e conversem à vontade.
Giles ficou só olhando eu me levantar e sair. Coloquei a parte de cima do biquíni e o tio deu o laço nas costas. Segui o tio, caminhando. Ele me deu o braço e eu agarrei. Saí rebolando sem me preocupar com quem estivesse olhando.
Deixamos os dois conversando nas espreguiçadeiras da piscina e fomos andando, descendo, até nas cabines das saunas que ficavam mais perto do lago. Eram três pequenas casinhas de madeira, cada uma com três metros de frente por dois metros de profundidade, e apenas uma porta e uma janelinha na parte da frente. Eram saunas pequenas, que permitiam apenas quatro pessoas em cada cabine. Estavam todas desocupadas e o Gatito sugeriu:
— Vamos tomar uma sauna. Ajuda a nos desintoxicar e limpar a pele.
Entramos em uma cabine de sauna e vimos três bancos de madeira, cada um ladeando uma das três paredes. Era um lugar pequeno e cheirava a eucalipto.
Havia uma chave elétrica perto da porta, no alto, que o tio ligou, colocando para funcionar a resistência que aquecia as pedras que estavam sobre uma grade metálica. Ele pegou uma panelinha de ferro e colocou sobre as pedras, depois pingou umas gotas de uma essência de eucalipto que havia em um frasco, no cantinho. Quando ele fechou a porta da sauna o ambiente ficou bem escuro, só uma luminosidade fraca entrava pela janelinha pequenina de vidro grosso. Logo percebemos que o ambiente começou a se aquecer. O tio me chamou para me sentar no banco mais comprido, da parede frontal à porta. Ele disse:
— Pode tirar a roupa, putinha. Aqui vamos ficar pelados.
Eu virei para ele e pedi que soltasse o laço da parte superior do biquíni, enquanto eu soltava os lacinhos das laterais da tanguinha. Retirei as peças de crochê e fiquei nua. Coloquei o biquini pendurado num gancho de parede perto da porta. O tio despiu o calção, a camiseta e ficou também pelado, pendurando também a roupa no gancho de parede.
Ele já estava ficando de pau meia bomba, me fez uma carícia na bunda que me arrepiou e me chamou para me sentar no banco de madeira. Meus peitinhos estavam latejando e eu já muito excitada. O calor foi aumentando, e logo começamos a suar. Eu aproveitei e pedi:
— Tio, conta como foi a história de você ensinar a dona Lourdes. Quando fez o seu irmão de corno.
O tio deu um ligeiro sorriso, e exclamou:
— A Lourdes é uma delícia. Sempre foi gostosa e safadinha também. Quando ela se casou com o Lírio, era bem puritana, não tinha experiência de nada. Mas já gostava de sexo. Dona de um fogo incrível. O Lírio é que foi ensinando aos poucos, e como ela adora sexo, logo estava bem tesudinha. O Lírio, já gostava de ser corno bem antes, ele sempre dividia as namoradas dele comigo. Sempre fomos muito parceiros. Mas demorou para a gente começar com a Lourdes. Depois que o Giles já tinha uns 14 anos, o casamento deles deu uma esfriada. O Lírio estava querendo aquecer a relação, e colocar a esposa no mundo liberal. Então, ele teve a ideia de me pedir para seduzir a esposa, e eu aproveitei que minha casa estava em obras e fiquei uns tempos hospedado na casa deles. Ele trabalhava de manhã, na academia, e eu pegava o turno da tarde e de noite. Como eu e ele temos muita intimidade, no segundo dia em que eu me hospedei com eles, já estava andando de cueca pela casa, e reparei que a Lourdes, ficava olhando discretamente para o meu cacete que é volumoso. Ela sabia que eu tinha pau grande e que era safado. E eu sabia que ela gosta muito de sexo. Juntou fogo e álcool e logo estava pegando fogo. Entende?
Ele sorriu, tomou fôlego e continuou:
— O Giles sempre foi nerd, chegava do colégio e ficava jogando videogame no quarto dele. Não se ligava em mais nada. De noite, a Lourdes comentou com o Lírio, como eu andava à vontade dentro da casa, só de cueca, e ele falou que sendo irmão dele, não via problema. Com isso, aos poucos ela se acostumou comigo. Nos dias seguintes, quando a gente estava na sala, vendo TV, à noite, eu e o Lírio somente de cueca, ele falou que ela podia ficar também mais à vontade. Usar um baby-doll, ou uma camisolinha leve, pois estávamos em família. Ela perguntou se não era escandaloso ficar assim na minha frente. O Lírio disse que gostava, pois ela ficava um tesão, e eu ia gostar também. Ela vestiu um pijaminha bem justinho e curto e ficou muito sensual. Eu elogiava a Lourdes, falava que estava tentadora, o Lírio dava rizada, dizendo que ela gostava de ser elogiada. Mas ela ficava quieta. Estava gostando de ser admirada pois eu olhava sem disfarçar e fazia questão de dizer: “Cunhada, você está deliciosa nessa roupinha, meu irmão é um sortudo de ter uma esposa tão bonita e gostosa”. De noite, quando o Giles ia dormir, e a gente via algum filme mais picante, ela se sentava entre nós dois, no sofá, o Lírio abraçava, beijava, e até bolinava discretamente apalpando os peitos na minha frente. No começo ela reclamava um pouco, dizia que ele era abusado, e ficava com vergonha.
Eu ouvia o Gatito contar aquilo e estava bastante excitada com a história. Imaginando os dois e a dona Lourdes de camisolinha, na sala. Ele continuou:
— O Lírio explicava que não precisava ter vergonha, por estar na intimidade de sua própria casa, com o marido, na presença do irmão. Eu fui ficando excitado com aquilo, ela também estava, e meu pau grande se pronunciava sob a cueca. Não tem cueca que esconda o meu pau quando cresce. E a safada olhava e ficava quieta, mas sei que tinha tesão. Eu via que ela passava a língua nos lábios, com vontade. Nitidamente com desejo. Até que no outro dia, o Lirio, estava bolinando os seios dela, e eu disse: “Pô, estou na seca, aqui sozinho, e vocês dois no bem bom, só de safadeza. Fico maluco”. O Lírio deu risada e falou: “Vou pedir para Lourdes dar uma ajuda ao cunhado”. Ela sorriu e respondeu: “Vocês são malucos”. Mas não se zangou.
No dia seguinte pela manhã, eu me levantei e estava de pau duro, entrei no banheiro para uma ducha e não fechei a porta. O Lírio já havia saído para trabalhar. A Lourdes foi entrar no banheiro e me pegou de pau duro no chuveiro. Eu estava alisando a rola, pensando e bater uma punheta. Ela ficou parada um pouco olhando, e eu perguntei o que era. Foi quando ela falou que estava admirada, que meu pau era ainda maior do que o do marido. Eu perguntei na cara dura se ela gostava de pau grande e ela fez que sim, só com a cabeça, um pouco envergonhada. Mas eu vi que já estava cheia de tesão no meu cacete. De noite, no sofá, com o Lírios, eu contei que a Lourdes tinha ficado admirada com o tamanho do meu pau. O Lírio quis saber como.
— Não diga! Você falou na frente deles? – Perguntei.
— Sim, eu falei, contei do episódio do banheiro, e o safado do Lírio falou para ela: “Se você quiser experimentar, eu deixo”. Na hora a Lourdes reclamou que ele era depravado. Mas ele falou que eu era muito mais experiente em sexo do que ele. E confirmou que se ela desejasse, ela podia experimentar, e aliviar o sufoco do cunhado. Nessa hora nós três estávamos cheios de tesão. Aproveitei e perguntei se ela não queria aprender umas coisas. Na hora ela ficou indecisa, olhando para o Lírio sem saber a reação dele. O safado disse: “Se você quiser, eu deixo o Gatito ensinar algumas coisas”. Na hora ela falou que nós éramos malucos. Mas eu vi que ficou bem excitada. E no dia seguinte, quando me levantei, ela estava na cozinha só de camisolinha e sem calcinha preparando o café. Achei que foi o Lírio que deu a dica para ela. Eu cheguei por trás dela, encostei o pau no meio das coxas e ela se arrepiou inteira.
O Gatito deu uma parada, soltou uma risadinha, sorriu, me contando aquilo, de pau duro. Depois revelou:
— Eu sabia que o Lírio estava deixando a danada sem sexo, só para ela ficar também carente. Na hora eu falei que não aguentava mais de desejo, e que o marido tinha deixado a esposa me ajudar. Ela confirmou que o marido era mesmo maluco, que estava querendo ser corno, e disse a ela que não se importava se ela quisesse me ajudar. Eu comentei que ele era mais inexperiente, e sugeri dela aprender um pouco comigo. A safada dizia que não, fingia que ia se livrar do meu abraço, mas estava arrepiada e esfregando a bunda na minha virilha. Eu já a agarrei ali e fui beijando o pescoço, ela aceitou, beijamos muito, a gostosa tremia, levei a safada para a sala e fodemos no sofá. Ela deu para mim na base do tesão, dizendo que estava fazia quatro dias sem sexo. A safada é quente e adora foder. Ficou muito tarada comigo metendo nela e gozou rápido. Eu não parei logo. Dei uma surra de rola naquela safada, em várias posições, meti muito que ela ficou até mole. O Lírio nunca tinha fodido tanto e por tanto tempo a danada. Depois, ela disse que nunca gozou tanto, que a minha rola é uma delícia. Mas, ficou chateada comigo, dizendo que não queria trair o marido e eu que a tinha atentado. Eu respondi que o Lírio não tinha ciúme de mim, e que se ela perguntasse, ele deixava a gente foder o quanto quisesse. Ela não acreditou e não falou nada para ele. No dia seguinte eu acordei e encontrei a safada novamente na cozinha só de camisolinha, mais curtinha ainda. Saquei que ela queria mais rola. Cheguei por trás e fui logo agarrando, beijando o pescoço, ela ficou toda arrepiada, e não resistiu novamente. Fodemos mais uma vez, e dessa vez, ela estava mais solta e ficamos fodendo numas três posições, mais de quarenta minutos. Só quando paramos, ela disse que estava muito arrependida de fazer aquilo com o Lírio. Novamente eu falei que ele não ligava e que não era traição, ele deixava e já tinha autorizado.
O Gatito contando, de pau duro ao lembrar, parecia excitado. Meus peitinhos latejavam só de ouvir. Ele continuou:
— Quando foi à noite, na hora de ver TV, a safada colocou um pijaminha de renda, muito sexy, e veio para a sala. Estava sem sutiã e os biquinhos dos peitos marcando a rendinha do pijaminha. Percebi que ela estava testando o marido. Aí, eu não aguentei e fiquei de pau duro. O Lírio viu a esposa naqueles trajes e eu de pau duro sob a cueca, ele falou: “Está a perigo mano”? Eu disse: “Mano, essa sua esposa deliciosa, nesse pijaminha está me deixando louco”. E ele respondeu: “A Lou é safadinha. Eu já disse a ela, se ela quiser aliviar o seu lado, eu deixo. Você é meu irmão, e eu não tenho ciúme”. Aí, ela viu que ele deixava e perguntou: “Você está falando sério”?
O Gatito deu uma parada, soltou uma risadinha maliciosa, e continuou:
— Naquela hora que ela perguntou, o Lírio deu um beijo nela e disse que se ela tivesse vontade de provar o pauzão do irmão, ele liberava. A Lourdes ficou ali, meio travada, mas cheia de tesão. Ela perguntou: “Você quer ser corno do seu irmão”? O Lírio em vez de responder, me pediu: “Mano, mostra esse pau grande para a Lourdes, deixa a minha esposa provar essa anaconda, que eu sei que ela gosta e está com tesão”.
— Nossa! - Eu exclamei. — O Lirio que deixou tudo?
O Gatito contou:
— Eu me levantei do sofá e cheguei perto deles, com o pau de fora da cueca. Ela ficou olhando, com vontade e o corno falou: “Vai amor, pega e prova essa rola. Você vai gostar. O Mano é bom de cama e você merece”. Ela estava tremendo de tão excitada e perguntou: “Jura que você está me incentivando”? Ele confirmou, e eu já cheguei colocando o pau duro na frente dela. A safada pegou na minha pica e começou a punheta, ofegante, e exclamou: “Nossa, é um pau lindo”! E já caiu chupando, na frente do corno. Eu disse: “Aí, eu lhe disse, eu sabia que o corno ia deixar”.
O tio estava de pau muito duro ao me contar aquilo. Ele continuou:
— Pronto, ela perdeu o medo. Desse dia em diante eu fodia a Lourdes de manhã até enjoar. E de noite, comia junto com a marido, depois que o Giles ia dormir. Eles adoravam nossos ménages. Até que eu comecei a gravar em vídeo as nossas fodas.
Gatito deu uma parada. Exclamou:
— Eu caguei tudo. Um dia, dei vacilo. Tinha uma aluna na academia, que eu comia direto, e ela dizia que gostava de mim. Eu nunca quis nada sério com ela. Até que por descuido, deixei o meu celular desbloqueado, numa bancada da academia, por uns momentos, para atender um outro aluno, e ela pegou e viu os vídeos gravados. Mandou para o celular dela, rapidamente e depois apagou o envio. Eu não fiquei sabendo que ela tinha feito aquilo. Uma semana depois já estava rolando a fofoca, que eu traía o meu irmão com a cunhada. Foi uma merda. A Lourdes morreu de vergonha e com medo de que o Giles fosse afetado com aquela falação.
Eu ouvia o Gatito contando aquilo e fiquei muito admirada, lembrando da mãe do Giles toda séria. Ele continuou a contar:
— Ela pegou o garoto e se mudaram de repente. Foi assim a separação. Mas eles se gostam até hoje. Eu pedi desculpas, tentei explicar, mas ela não quis saber.
Eu estava admirada com aquela história e excitada também. O tio com o pau duro do meu lado. Não aguentei muito tempo e segurei na pica dele.
Fiquei acariciando, e disse que estava com saudade. Ele me fez ficar sentada de lado no banco, encostada na parede, e pegando meus dois pés, colocou sobre a sua virilha. Ele falou:
— Agora eu quero estes dois lindos pezinhos aqui, me fazendo uma massagem.
Eu coloquei o pau dele entre os meus dois pés e fiquei acariciando, de um jeito muito suave. O tio falou:
— Isto se chama footjob. Com dois lindos pés que você tem, deixa qualquer macho louco de tesão.
Eu estava adorando aquilo, o pau dele dava uns solavancos, e eu cheia de vontade de chupar aquela rola. Fiquei masturbando com os dois pés. Nisso, ouvimos bater na porta e o tio mandou entrar.
Continua na parte 7 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com
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