Banho Íntimo Versão mãe

Um conto erótico de Girls Family L
Categoria: Lésbicas
Contém 717 palavras
Data: 02/02/2026 07:30:03
Assuntos: banho, Lésbicas

Era um sábado preguiçoso, daqueles em que o sol batia forte pela janela da sala, e eu, aos 45 anos, decidira dar uma geral na casa depois de uma semana cansativa. Minha filha Sofia, de 22, estava de folga do spa e me ajudou a arrumar o sótão, subindo e descendo escadas com caixas velhas. No fim da tarde, estávamos as duas suadas, poeirentas e exaustas, rindo das fotos antigas que encontramos. "Mãe, a gente tá um lixo. Vamos tomar um banho juntas pra economizar água?", ela sugeriu, inocente como sempre, e eu concordei sem pensar duas vezes – era prático, como fazíamos quando ela era pequena, nada além de uma mãe e filha dividindo o chuveiro.

Entramos no banheiro, o vapor já subindo enquanto a água quente caía. Tirei a roupa suja, e Sofia fez o mesmo, seu corpo jovem e tonificado brilhando sob a luz. Nunca imaginei nada, juro – era só pra relaxar. Ela pegou o sabonete e começou a ensaboar minhas costas, as mãos deslizando suaves, removendo a sujeira do dia. Meu corpo reagiu sem aviso: um arrepio subiu pela espinha quando os dedos dela roçaram minha pele, o calor da água misturando com um formigamento involuntário lá embaixo. "Deixa eu te ajudar, mãe", ela murmurou, e eu fechei os olhos, achando que era só o cansaço se dissolvendo.

Mas então, ela pegou o óleo corporal que eu guardava ali – um daqueles hidratantes com cheiro de coco e algo quente, pra usar depois do banho. "Vou passar um pouco pra não ressecar a pele", disse ela, derramando nas mãos e espalhando nas minhas costas, descendo pras coxas. O óleo tornava tudo escorregadio, quente na pele molhada, e meu quadril se mexeu um pouquinho pra frente sem eu mandar, buscando mais contato. Senti meus mamilos endurecerem contra o ar úmido, e olhei pra ela – Sofia estava corada, os olhos vidrados, como se o corpo dela também estivesse respondendo sozinho. "Sofia... isso tá...", comecei, mas minha voz saiu baixa, e em vez de parar, segurei a mão dela na minha cintura, o calor crescendo automático entre as pernas.

Tudo rolou sem plano, os corpos tomando as rédeas enquanto a mente tentava acompanhar. Nossos lábios se encontraram num beijo molhado, hesitante no começo, mas virando urgente com o vapor ao redor. Saímos do chuveiro, ainda pingando, e nos jogamos na cama do quarto ao lado, o óleo se espalhando pelos lençóis. Sofia subiu em cima de mim, entre as minhas pernas, e nossas vulvas se tocaram no movimento – o atrito escorregadio pelo óleo mandou uma faísca que me fez arquear as costas involuntariamente. "Mãe... de novo?", ela sussurrou, mas já rebolava devagar, o clitóris dela roçando no meu, a umidade se misturando ao óleo viscoso. Era automático, o prazer guiando; agarrei suas nádegas, puxando-a mais forte, gemidos ecoando no quarto úmido.

Invertemos, eu por cima agora, o corpo se movendo pra frente e pra trás sem pensar, sentindo o clitóris inchado deslizando no dela em ângulos que explodiam em ondas de calor. "Vai, mãe... mais", ela gemeu, as unhas cravando na minha pele onde o óleo brilhava. O som molhado dos nossos corpos se chocando era real, cru – suor, água e óleo escorrendo pelas coxas, tudo acontecendo como se fosse inevitável.

Viramos de lado, pernas entrelaçadas como tesouras, rostos colados no travesseiro. Nessa posição, era mais íntimo, beijos se misturando aos movimentos laterais, o óleo facilitando cada roçada suave e intensa. Minha mão desceu pro quadril dela sem comando, guiando o ritmo, sentindo os lábios dela se abrindo contra os meus, o calor pulsando incontrolável. "Não acredito que tá acontecendo assim", confessei entre suspiros, mas o corpo não parava, acelerando pro êxtase.

Por fim, de joelhos no chão ao lado da cama, ela na frente e eu atrás, pressionando minha vulva contra suas nádegas escorregadias. Tribando de trás, o óleo escorrendo pelas curvas, uma mão minha descendo pra estimular o clitóris dela enquanto me movia. O ângulo era profundo, novo, e meu corpo tremia sem freio. "Ah, mãe... eu vou...", ela choramingou, e o orgasmo veio em cascata, nós duas desabando no tapete, corpos entrelaçados e cobertos de óleo, a mente finalmente aceitando o que os instintos tinham iniciado de novo.

A arrumação da casa? Esquecida. No lugar, um segredo delicioso que nos unia mais, involuntário e irresistível.

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