A Jornada com Maria Cecília - 01 - A Formatura

Um conto erótico de Rick
Categoria: Heterossexual
Contém 3087 palavras
Data: 02/02/2026 01:52:52
Última revisão: 02/02/2026 05:18:41

Estou ali, na formatura de Maria Cecília, em novembro de 2021, no interior do Ceará. Eu, Henrique – ou Rick, como ela adora me chamar –, tenho 29 anos, loiro, alto e magro, com 1,88m e 74kg, corpo definido de quem malha esporadicamente mas come direito, e olhos verdes que ela diz que hipnotizam.

Ela, aos 20, é uma visão que me deixa sem fôlego: 1,67m de pura tentação, pele branca como leite, olhos castanhos claros que brilham com uma mistura de inocência e malícia, lábios carnudos pintados de batom vermelho que contrastam com o cabelo preto cacheado, longo o suficiente para roçar na bunda grande e empinada que ela tem – uma bunda que sempre me faz perder o foco. Seus seios médios-pequenos estão apertados no top do vestido verde ciano longo, que realça cada curva, especialmente com a fenda na perna esquerda que promete mais do que mostra.

Nossa conexão é como um incêndio: ela é submissa na cama, safada o suficiente para me enlouquecer, e eu sou dedicado, intenso, pronto para mover montanhas por ela. Moramos no Nordeste – eu perto de Recife, ela no interior do Ceará –, mas nenhum de nós é daqui. Eu nasci em Pernambuco, mas com família no Paraná, o que me dá um sotaque misto que ela acha charmoso. Ela vem de família mineira, mas viveu com tios no Ceará, sem sotaque forte. Nos conhecemos em 2019, em eventos de uma igreja evangélica, e desde 2020 mantemos contato, com ficadas esporádicas ao longo da BR-101 (em outros contos posso explicar melhor isso), nossa estrada confidente.

Agora, ela se forma em técnica de enfermagem, sonhando com medicina, e eu estou aqui para apoiá-la, mesmo com a distância que nos espera – ela vai para Poços de Caldas, com a avó e a irmã, e eu decidi vender uma propriedade para me mudar para lá também. É nosso auge químico, uma simbiose onde o mundo some e só a gente importa.

A cerimônia é um borrão de emoções. Sento na plateia, de calça e terno preto, sapato social, camisa branca e gravata vermelha, sentindo o orgulho inchar no peito enquanto a vejo no palco, recebendo o diploma. Seu sorriso ilumina o salão, e quando ela desce, corremos um para o outro. Tiramos fotos – eu a abraçando com a mão em sua cintura, parecia um ímã me puxando pra sua bunda, abaixo a mão disfarçadamente, sentindo a maciez da bunda dela contra meus dedos exploratórios, disfarçando o desejo que ambos já estavam sentindo, a semanas sem nos vermos. Ela posa com a tia e o tio de Fortaleza, que pagaram seus estudos; eles são simpáticos, mas distantes.

—"Parabéns, minha aluna safada!" – sussurro no ouvido dela quando eles não ouvem, e ela ri baixo, mordendo os lábios e me olhando no fundo dos olhos.

Depois que a família dela vai embora, ficamos conversando com alguns(as) colegas do curso – garotas que eu já ouvi falar, mas não conheço bem. Uma amiga em comum está lá, Lívia, mas ela não é importante; o foco é Maria Cecília. As conversas fluem leves, sobre o futuro de cada um dos colegas, mas eu mal presto atenção, meus olhos devorando o decote sutil do vestido dela, imaginando o que eu já estava com muita saudade.

As amigas se dispersam para dormir no internato do curso. Eu entrego meu terno para ela, colocando nos ombros dela com cuidado:

— Dorme bem! Pra te deixar com meu cheiro, sonhe comigo! – Ela pisca e me beija rápido.

Caminho sozinho para o pavilhão das salas, onde fiquei alojado em uma sala vazia com familiares de outros formandos – colchões no chão, nada luxuoso, mas prático. O ar da noite é quente, úmido, carregado de expectativa. Meus passos ecoam no corredor escuro, e de repente, ouço saltos atrás de mim. Viro: é ela, ainda no vestido da formatura, o cabelo cacheado balançando como uma cascata negra.

— Ei, Rick... esperou por mim? – ela diz com um sorriso malicioso, acelerando para me alcançar.

Paro, puxo ela para um abraço apertado.

— Sempre te espero. O que foi? Não vai dormir?

Ela ri, encostando o corpo no meu, seios pressionando minha camisa.

— Não consigo... tô pensando em você o tempo todo. E naquela série que a gente viu juntos, lembra? O jeito que o Eleven e o Mike enfrentam tudo juntos. Tipo a gente, né? Contra a distância e tudo!

Concordo, rindo:

— É, mas sem monstros invertidos. Só nós dois, conquistando o mundo!

O diálogo é bobo, mas aquece o ar entre nós; falamos sobre o último episódio, como o suspense nos deixava grudados no sofá, mas é só pretexto. Nossos olhos se fixam, e o desejo borbulha. Chegamos à porta da sala onde vou dormir. Ela me puxa para um beijo demorado, línguas dançando devagar, minha mão descendo pela cintura dela contornada pelo vestido, apertando a bunda farta que enche minhas mãos. Sinto o tecido do vestido esticar, e meu pau (19cm) começa a endurecer na calça, roçando nela.

— Tem alguém aí dentro? - ela pergunta ofegante, mordendo o lábio.

Abro a porta devagar, espiando: sim, algumas silhuetas no escuro. Um barulho de ronco Fecho e me viro pra ela:

— Tem gente... não dá pra você entrar aqui!

Seus olhos brilham com uma faísca rara – ela, que é tão submissa, assume o comando por alguns segundos.

— Já sei! – ela exclama, pegando minha gravata vermelha e me puxando por cima do ombro, como uma coleira.

— Vem comigo, eu conheço esse prédio melhor que ninguém!

Caminhamos rápido pelo corredor, meu coração acelerado, o clique dos chinelos (ela trocou) e do meu sapato ecoando baixinho.

Paramos em outra porta; ela testa a maçaneta – aberta. Empurra, entramos no breu de uma sala de aula vazia, cheirando um pouquinho a alcool (dos pincéis provavelmente). Os olhos se adaptam a escuridão, já que não podemos ascender nenhuma luz: mesas alinhadas, quadro branco, cadeira do professor.

— Você gosta de adrenalina, hein? Podemos ser pegos a qualquer momento! – digo, voz rouca de excitação, fechando a porta atrás de nós.

Ela ri baixo, virando para mim e puxando a gravata de novo, me fazendo encoxar ela. Meu pau duro pressiona e encaixa na bunda dela através do vestido, ela geme e depois diz:

— Ahh! Eu sei... mas quero muito fazer isso hoje. Essa é minha sala de aula, e você... você é meu professor hoje!

O roleplay acende algo instintivo em mim, mas também algo mais profundo - como se isso fosse o culminar de nossa jornada, um ritual que sela nossa conexão além do físico.

Me escoro na mesa do professor, braços cruzados, fingindo autoridade:

— Pois então, Cecília, o que faz aqui a essa hora? Realmente és minha aluna mais aplicada!

Ela entra no jogo com uma graça que me derrete, aproximando-se devagar, cada passo um eco de nossa lealdade mútua, de como eu a vi crescer nesses meses, sonhando com o futuro juntos.

— Poxa professor Henrique, eu estudo muito mas estou com dificuldade na sua matéria, poderia me ajudar com uma aula particular hoje?

Seus olhos castanhos claros fixam nos meus, cheios de uma vulnerabilidade que me faz sentir protetor, como se eu fosse o guardião de seus sonhos, e agora, de seu corpo. Puxo ela para um beijo profundo, mãos nos cabelos cacheados, língua explorando a boca quente, sentindo o batom vermelho manchar meus lábios como uma marca de posse.

— Acho que sua dúvida não é só sobre isso né? – sussurro, referindo-me ao beijo que parece carregar todo o peso de nossa história - os encontros na estrada, as noites de conversas infinitas, a decisão de mudar minha vida por ela.

Ela responde com um sussurro ofegante:

— Não, é um pouco mais a fundo na matéria!

Deslizo propositalmente para o lado na mesa, me sento na cadeira do professor. O espaço é apertado, entre a parede atrás, o quadro branco de um lado e a mesa do outro, como se o mundo se resumisse a nós dois nesse cubículo de intimidade. É simbólico: eu, o "professor", guiando-a não só no prazer, mas na vida, na transição para Poços de Caldas, onde construiremos algo real. Ela estava ali, me pedindo pra conduzi-la em mais uma etapa da vida dela.

Ela avança em minha direção, vira de costas e senta no meu colo com uma lentidão deliberada, ficando com uma perna exposta pela fenda do vestido longo. Sinto o calor de sua pele, o volume da bunda grande encaixando perfeitamente no meu pau já duro dentro da calça. Avanço com uma mão até sua coxa macia, arrepiada, enquanto ela rebola devagar, encaixando o volume no meio da bunda, o vestido rodado e o busto apertado como uma armadura que só eu posso desfazer.

— Professor Rick, eu preciso de ajuda com o tema de circulação sanguínea, uma aulinha prática de como isso afeta temperatura e sensibilidade dos nossos corpos! – diz ela, voz trêmula de excitação, mas carregada de uma emoção que vai além.

É como se estivesse entregando não só o corpo, mas a alma, confiando em mim para navegar essa virgem vulnerabilidade.

Meu coração acelera, não só pelo desejo, mas pela profundidade disso: eu percebo aqui o ápice de nossa simbiose, até aquele momento, onde o físico reflete o emocional.

— Então você quer uma aulinha prática? – brinco, provocando-a, com uma mão acariciando a coxa dela, subindo devagar, sentindo a umidade que já vaza, e a outra jogando seu cabelo por cima do ombro para frente, deixando as costas do vestido expostas. Aproveito para segurar o pescoço dela nessa carícia suave, apertando levemente – ela geme baixo:

— Ahh...! – que ecoa como uma confissão de entrega total, de como ela precisa ser cuidada, validada por mim.

Esse gemido me atinge fundo; é o som de nossa conexão, de que isso não é só sexo, mas um marco, a celebração de nosso "nós" antes da distância nos testar. Ela, depois de gemer, responde:

— Sim, quero muito professor! Principalmente sobre esse que tá pulsando aqui na minha bunda! – ela da um sorrisinho de safadeza e cumplicidade, referindo-se ao meu pau, que lateja contra ela, quente e insistente.

Começo a tocar as costas dela, traçando os cadarços do vestido com os dedos, e tiro a mão da coxa para tentar abrir o vestido atrás. Mas ela me interrompe com uma determinação rara em alguém submissa:

— NÃO, hoje quero aprender sobre o seu corpo professor! O meu a gente descobre como tarefa de casa...

Seus olhos, quando ela vira o rosto ligeiramente, brilham com uma possessividade disfarçada de cuidado – algo que me faz sentir escolhido, como se eu fosse o único capaz de preencher esse vazio emocional dela. Levanta do meu colo devagar, abaixa na minha frente, mãos tremendo de ansiedade enquanto abre minha calça, puxando até o chão com cueca e tudo. Fico sentado, de camisa e gravata, exposto, meu pau de 19cm ereto, veias salientes, glande inchada de meses sem sexo pleno, só com ela em toques preliminares.

Eu presumi que receberia um oral dos deuses (da deusa no caso). Mas ela já me chupou antes, nota 10 nisso aliás, mas hoje era diferente – é o prelúdio para algo eterno.

Ela se levanta e ergue um pouco a barra do vestido até perto da virilha, erguendo uma perna e sentando no meu colo de novo, agir de frente pra mim. A princípio não penetrando, só sentando em cima... e sinto imediatamente: ela não está usando calcinha. Provavelmente tirou no dormitório, um ato de premeditação que me faz sorrir – ela planejou isso, ela veio decidida a se entregar completamente a mim, alí.

Está muito úmida, a lubrificação quente tocando meu pau, escorrendo pela glande, me deixando ainda mais louco de tesão.

Eu não era um cara virgem, mas esses meses com ela, estava me preservando por ela... tivemos momentos cheios de carícias e orais que construíram uma tensão que agora explode em emoção pura.

— Quando eu faço isso, Mmm... – diz ela, rebolando e esfregando os lábios virgens da buceta contra a extensão do meu pau, – ele fica mais quente, e sinto ele... Ahh! ...pulsando! É a vasodilatação, Mmm... não é professor? Você gosta também?

Suas frases saem entrecortadas por gemidos suaves, e ela fica alguns momentos só gemendo: "ahh, Rick... tá tão bom..."

Cada rebolada é um símbolo de nossa química, de como nossos corpos se alinham como destinos entrelaçados, o calor dela me envolvendo como um abraço que transcende o físico.

— Mas hoje eu quero uma aula mais profunda, Mmm..., bem fundo, professor! – ela declara, voz carregada de urgência emocional, como se isso fosse o selo de nossa parceria perfeita.

Com ela sentada no colo, o vestido cobrindo nossos sexos como um véu de segredo, coloco as mãos na cintura dela, erguendo-a levemente, sentindo a maciez da pele branca. Sinto sua mãozinha delicada tocando a base do meu pau, erguendo-o com cuidado, como se manuseasse algo precioso – e para mim, isso é: o símbolo de minha dedicação total. Ela desce um pouco, a glande tocando a portinha apertada da vagina virgem, quente e escorregadia. Geme e rebola devagar:

— Ahh... tá na entradinha... oh, professor, me guia... Ahh!

Até forçar um pouquinho mais, e sinto meu pau quase dobrando com a resistência do hímen. Ela rebola encaixando mais um pouco, e eu entendo o recado... essa é a hora de tomar as rédeas, como o professor que sou.

Solto a cintura dela, seguro sua coxa com uma mão, sentindo os músculos tensos de expectativa, e tampo a boca dela com a outra, abafando o inevitável. Ela desce com tudo:

— Aahh!"O gritinho é abafado, mas ecoa em meu peito como um juramento – o rompimento não é só físico, é o rompimento de barreiras entre nós... O líquido quente escorrendo misturando-se à nossa essência, simbolizando o sacrifício mútuo por esse amor.

Transamos devagar nessa posição, ela rebolando primeiro com ele lá dentro, se acostumando... depois começa a quicar com ritmo crescente, gemidos abafados:

— Ahh... tá doendo um pouco, mas... mmm, continua, professor... mais fundo... OH, RICK, é perfeito!

Sua bucetinha virgem me apertando como um elástico apertado, pulsante e molhada, cada investida uma declaração de lealdade – eu sinto aqui a "pré-realização de nosso futuro, onde o prazer é só o começo...

Quando vejo que ela pegou o ritmo, levanto com ela no colo, pernas dela envolvendo minha cintura, e a prenso contra a parede fria – o contraste com nosso calor é poético, como o mundo exterior versus nossa bolha de intimidade. Meto mais forte, pés dela cruzados nas minhas costas, ela se solta e começa a falar mais:

— Assim... ahh, fode sua aluna safada... tá me preenchendo toda.. oh, mais rápido!

Empurro ritmado, pau deslizando no na lubrificação dela, como mel, seios balançando um pouco dentro do vestido apertado, cada estocada um eco de nossa simbiose emocional.

Viro, sento ela na mesa com cuidado, como se fosse uma rainha; desço para chupar sua buceta inchada, língua circulando o clitóris sensível, sinto um gosto de ferrugem (parece sangue?) misturado ao doce dela. Ela geme:

— Quero sua língua... ahh, Rick, chupa devagar... mmm, tá me levando ao céu!

Paro intencionalmente, deixando-a na vontade... pois sei que ela ama meu oral, mas hoje o foco é na na minha ereção, como ela disse. No aprofundamento de nossa união.

— Não hoje, Cecília... vamos para o principal!

Viro ela de costas, apoio ela na mesa, praticamente de 4 pra mim, com o rosto deitado na mesa. Levanto a parte de trás da saia do vestido, expondo a bunda grande, redonda, branca e perfeita. Enfio devagar por trás, ainda na bucetinha apertadinha dela, e digo:

— Você queria bem fundo, essa é a melhor posição pra sentir isso! Vai sentir minha circulação sanguínea perfeitamente em você...

Ela rebola primeiro, gemendo.

— Ahh... sim, professor!... tá latejando lá dentro!... Oohh! Vai mais fundo!

Acaricio a bunda dela com as duas mãos, sentindo a maciez, queria dar um tapa mas fico sem bater para não fazer barulho – o risco de sermos pegos adiciona um camada de urgência, como se o universo conspirasse para nos unir em segredo. Meto mais profundo conforme ela dá aval, rebolando e gemendo baixinho: "Mmm... tá lá no fundo... ahh, Rick, me faz sentir tudo... é nosso momento!

O ritmo acelera, suor escorrendo por nossas peles, o ar da sala carregado de nosso cheiro misturado - excitação, amor. Quando estou perto de gozar, aviso ofegante:

— Vou... ahh! Cecília...

Dou um passo atrás e ela sai da posição com cuidado, ajoelha na minha frente, abre a boca larga, tocando meu pau com as mãos delicadas:

— Consigo sentir seu coração bater bem aqui professor!

Bate uma punheta ritmada enquanto lambe a glande suja, olhos nos meus cheios de cumplicidade emocional – é como se estivesse selando nossa parceria, bebendo de mim como eu bebo de sua essência.

— Ahh... goza pra mim... mmm!...

Eu chego ao meu limite e gozo em jatos quentes na língua dela, segurando seu rosto: Ela para de chupar depois de engolir. E diz:

— Acho que sujei sua camisa professor! – ela aponta para a mancha vermelha na camisa na altura da virilha. Sangue do rompimento do hímen, um símbolo vermelho da iniciação da minha garota.

Ela sai então do personagem, quando vê o celular dela vibrando sobre a mesa... Eu leio o nome de Lívia na tela.

Ela sai então do transe, parecendo apressada para ir embora:

— Tenho que voltar ao quarto, a Lívia tem a chave mas precisa fechar..."

Eu brinco:

— Já tomou seu leitinho quente pra dormir né?.

Ela ri com cumplicidade, me beija suavemente... olhos cheios de uma carência que me faz jurar internamente protegê-la para sempre.

Ela sai da sala praticamente correndo, o vestido esvoaçando como uma lembrança... Fantasio a cena da Cinderela correndo, kkkkkkk

Ajeito minha calça, saio até o banheiro para ver o estado da camisa – é pouca coisa, uma lavagem de molho já resolve. Limpo minha boca do batom, e depois volto à sala do colchão, troco de camiseta antes de dormir.

Minha mente repleta de simbolismos: essa noite não foi só a perda da virgindade, foi o nascimento de algo maior, nossa simbiose testada e aprovada, antes da distância nos moldar.

No dia seguinte, iríamos juntos até Fortaleza. De lá ela iria esperar na casa da tia até a viagem pra BH e depois Poços de Caldas... Eu, já no mesmo dia que chegasse em Fortaleza iria embora pra minha casa, tinha que organizar as coisas pra minha mudança pra Poços de Caldas no mês seguinte...

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Não comecei a história pelo começo, comecei por um evento importante. Pretendo seguir a linha cronológica, mas se os leitores quiserem... Posso postar alguns capítulos como "flashback" também. Oq vocês acham?

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