AS aventuras de isa parte 1 descobrindo o prazer com cães de rua

Um conto erótico de cadelinha loira
Categoria: Zoofilia
Contém 1216 palavras
Data: 01/02/2026 23:14:10
Assuntos: Zoofilia

Oi, eu sou a Isa. Ah, pra começar, deixa eu me descrever direitinho, baseada no que eu vejo no espelho todo dia – e olha que eu passo horas me admirando, né? Meu corpo é bem definido, daqueles que a galera inveja na academia, mas eu malho em casa mesmo, com pesos e ioga pra manter tudo no lugar. Sou loira, a clássica loira burra que todo mundo zoa, rsrs, com cabelos longos e ondulados que caem até a metade das costas, sempre bagunçados de um jeito sexy. Meus olhos são castanhos, daqueles profundos que parecem engolir a alma de quem olha, e meus seios são pequenos e durinhos, tamanho médio, perfeitos pra caber na mão sem sobrar, com mamilos rosados que endurecem só de pensar em putaria. Minha pele é clara, com sardas leves no nariz, e eu tenho uma bunda empinada, pernas longas e uma cintura fina que destaca tudo. Ah, e minha buceta? Sempre depilada, lisinha como seda – afinal, sou depiladora íntima feminina, né? Meu estúdio fica aqui na casa, e eu cuido das clientes com todo o capricho, mas no fundo, é só uma desculpa pra ficar obcecada com corpos nus o dia todo.

Eu moro sozinha em uma casa grande e antiga, que é um sonho: bem conservada, linda e perfeita, com quartos espaçosos, um jardim interno e paredes de tijolo aparente que dão um ar rústico chique. Parte dela é o meu estúdio de depilação, com luzes suaves, música ambiente e uma maca confortável onde as mulheres vêm se expor pra mim. A casa fica numa cidadezinha pequena, daquelas onde todo mundo se conhece, mas eu me isolo aqui. Os muros são altos, pra dar privacidade, mas o tempo fez uns buracos neles – nada grave, só fendas que deixam entrar um ventinho ou um olhar curioso de vez em quando. E o melhor: fica perto de vários terrenos baldios, cheios de mato alto e cães vadios que perambulam por aí, latindo à noite e me deixando com a imaginação fervendo.

Olha, eu sou solteira por escolha – ou melhor, por decepção. Tentei gostar de homens, juro. Saí com uns caras, deixei eles me foderem de tudo quanto é jeito: missionário chato, de quatro com puxão de cabelo, até anal pra ver se animava. Mas nada. Eles eram fracos, submissos demais ou machões idiotas, e minha personalidade forte sempre batia de frente. "Isa, você é mandona demais", eles diziam. E mulheres? Ah, experimentei também. Beijei bocas macias, lambi bucetas depiladas por mim mesma, usei strap-on pra meter nelas como se fosse um homem. Mas era a mesma merda: ou elas queriam romance meloso, ou brigavam pelo controle. Não rolou química, não rolou tesão de verdade. Fiquei desgostosa da vida amorosa, me sentindo vazia, como se o mundo inteiro fosse uma piada sem graça. Foi aí que me viciei em pornografia. Comecei com vídeos leves, depois hardcore: gangbangs, BDSM, fisting... Mas nada preenchia o vazio. Até que um dia, navegando na deep web da putaria, descobri a zoofilia. Cães fodendos mulheres, cadelas no cio gemendo de prazer. Meu coração acelerou, minha buceta molhou na hora. "Porra, isso é loucura", pensei. Mas era exatamente o que eu precisava: algo animal, sem drama humano, puro instinto.

Vou te contar em detalhes como eu iniciei nessa vida de cadelinha. Foi numa noite quente, daquelas em que o ar fica pegajoso e os grilos cantam alto. Eu tava sozinha no quarto, depois de um dia depilando clientes – vendo aquelas bucetas rosadas, cheirando o creme e sentindo o tesão acumulado. Meu vício em pornô já tava no auge: eu tinha uma coleção de vibradores, consolos e plugs que enchia uma gaveta inteira. Comecei a sessão sozinha, como sempre. Tirei a roupa devagar, me olhando no espelho de corpo inteiro. Meu corpo nu brilhava sob a luz fraca: seios durinhos com mamilos eriçados, barriga definida, coxas fortes e aquela buceta lisinha implorando por atenção.

Peguei meu vibrador favorito primeiro – um daqueles rabbit, com orelhinhas que massageiam o clitóris enquanto o eixo gira dentro. Liguei no máximo, deitei na cama de pernas abertas e enfiei devagar. "Ahhh, fode...", gemi, sentindo ele vibrar contra minhas paredes internas, o clitóris latejando. Meus sucos escorriam pela bunda, molhando os lençóis. Mas não era suficiente. Peguei um consolo enorme, de silicone preto, uns 25 cm de comprimento e grosso como um braço. Lambi a ponta, imaginando um pau de verdade, e o enfiei na buceta junto com o vibrador. Doía um pouco, mas a dor virava prazer extremo. "Me estica, caralho!", gritei, bombando os dois ao mesmo tempo, meu corpo se contorcendo. Meu cu piscava, pedindo mais. Então, peguei o plug anal – um de metal gelado, com base de joia que brilha. Cuspi nele e forcei contra o ânus apertado. "Entra, porra!", rosnei, empurrando até ele se alojar todo, me deixando cheia como uma puta recheada.

Eu gozei forte assim, gritando alto, o corpo tremendo em espasmos. Mas o vazio voltou rápido. Foi quando ouvi os latidos lá fora, nos terrenos baldios. Um cão vadio, daqueles vira-latas grandes e musculosos, uivava perto do muro. Meu coração disparou. Lembrei dos vídeos: mulheres de quatro, cães montando nelas com pauzões vermelhos e inchados, knotando e enchendo de porra. "Por que não?", pensei, o tesão misturado com adrenalina. Tirei os brinquedos, ainda pingando, e vesti só um robe solto. Saí pro jardim escuro, o ar noturno arrepiando minha pele. Os buracos no muro deixavam ver sombras se movendo. Chamei baixinho: "Vem, cachorrinho... vem pra mamãe."

Um deles veio – um labrador misturado, preto e forte, com olhos famintos. Ele farejou o ar, sentindo meu cheiro de sexo. Meu robe abriu, expondo meus seios e a buceta inchada. Ele se aproximou, lambendo minhas pernas. "Boa garoto...", murmurei, me abaixando. Sua língua áspera roçou minha coxa, subindo até a buceta. "Ahhh, sim!", gemi, abrindo as pernas. Ele lambeu voraz, a língua grossa invadindo meus lábios, chupando meu clitóris como se fosse mel. Eu segurei sua cabeça, esfregando a buceta na boca dele, gozando de novo só com isso, esguichando na cara dele.

Mas eu queria mais. Fui pro estúdio de depilação, arrastando ele pra dentro – a maca era perfeita. Deitei de barriga pra baixo, bunda empinada, pernas abertas. "Monta em mim, seu safado!", ordenei. Ele pulou em cima, patas arranhando minhas costas, pau já saindo da bainha – vermelho, pontudo, pingando pré-gozo. Senti a ponta cutucando minha buceta, errando uma vez, duas... Até que acertou e meteu tudo de uma vez. "Porraaa!", urrei, sentindo ele me rasgar por dentro, maior que qualquer consolo. Ele bombava selvagem, sem piedade, o nó inchando na base, pressionando minha entrada. "Me fode, caralho! Me enche de porra!", implorei, gozando multiplos orgasmos enquanto ele grunhia.

O nó travou, me prendendo a ele por minutos eternos, porra quente jorrando fundo, me enchendo até transbordar. Doía, queimava, mas era o êxtase máximo. Quando ele saiu, eu caí exausta, vazando sêmen canino pela buceta, o plug ainda no cu vibrando baixo. Foi assim que virei cadelinha de vez. Agora, toda noite, chamo um dos vadios pelos buracos no muro, e me entrego: vibradores no cu enquanto eles me fodem a buceta, consolos na boca imitando um boquete duplo, plugs esticando tudo pra caber mais. Sem homens, sem mulheres – só animais, E vocês? Querem ouvir mais detalhes da próxima vez? Rsrs.

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