Minha irmã e eu, entre desejo e família pt7

Um conto erótico de Segredos obscuros
Categoria: Heterossexual
Contém 1086 palavras
Data: 10/02/2026 23:17:12

Poxa, pra mim tinha sido maravilhoso, mas ver a vitoria mal me deixou meio balançante, mas a questão nao é essa, a questão é que um tempo depois de eu ter levado a Vanessa no motel, eu tava na escola e um amigo meu chegou em mim, o Murilo é meu amigo até hoje, é meu melhor amigo, irmão e irmão de fé, somos umbandistas e do mesmo terreiro, ele nao era de fofoca, ou seja, se o Murilo fala, é por que é verídico ou ele tem provas concretas, acontece que o filho da pita do Maicon, tava falando por aí que tinha ficado com minha irmã e ela tinha..... mamado ele, fiquei puto, e eu fui confrontar, empurrei ele, gritamos um com outro, eu quis dar uma de macho e me ferrei, tomei um armlock que deslocou meu ombro, ainda de virar piada fiquei com fama de otario, além de ir tirar satisfação de um negócio nada a ver, eu comecei a briga e ainda apanhei, caralho eu era um merda, quando cheguei em casa com o braço enfaixado ela ainda teve a cara de pau de ir ver se eu tava bem e perguntar se tava tudo legal

Eu - saí de perto de mim, filha da puta do caralho

Eu mal terminei a frase e meu pai me deu um tapa na boca, a vitoria saiu correndo pro quarto chorar, meu pai quis me obrigar a pedir desculpa mas eu neguei, o ano tava acabando e eu nao tava preparado pro que viria, tava brigado com a Vih, fama de otario, braço fedido, nao faltava nada, ate que comecei a ter cólicas agudas, nao era pra ter, eu tava tomando os remédios certinho, tava cuidando da alimentação, nao era pro crhon estar ativo, comecei a ter vômitos e alguns delírios devido a febre, pra quem nao sabe, Crhon é uma inflamação gastrointestinal e pode se agravar pra infecção, no caso eu já tinha a infecção e já tinha as cirurgias, eu tomava remédio pra controlar o avanço apenas, isso era outubro, infelizmente eu tinha que fazer um tratamento teste que so existe em São Paulo, meu pai vendeu a xj6, juntou mais um dinheiro com meu tio, e nós fomos, fui internado no Hospital Israelita Alberth Einstein, referência nacional no estudo da doença de Crhon, eu fiquei tres meses internado lá, minhas crisas eram atípicas, ate tentaram outro diagnóstico como retoculite ulcerativa mas tambem nao batia, usei um imunissupressor de alto risco, se quiserem pesquisar se chama "infliximabe", pra ajudar os genéricos já eram mil reais, mas nao tiveram efeito, minha dose era manipulada e personalizada, as ampolas ficaram no valor de 8mil sendo que no mercado farmaceutico uma marca das melhores chegava ao máximo 6mil, então eu consegui ele pelo estado e graças a Deus no Rio Grande do Sul eles tinham acesso a esse medicamento, eu voltei pra casa no dia 17 de fevereiro de 2024, e a primeira a me receber foi a vitoria, ela tava realmente com muita saudade, a ponto de chorar, meu pai mal chegou e foi deitar, ele tinha passado os dois meses no hospital comigo, dormindo numa poltrona desconfortável ao lado da minha maca.

Entrei com a papelada pro medicamento, minha doutora me receitou ainda outro por cima do infliximabe, "adalimumabe ou Humira", esse eu tomo de 15 em 15 dias até hoje, ele previne a inflamação e me mantém com a doença inativa durante a pausa do infliximabe que é trimestral, quem aplicava pra mim era a Vitória, voltamos a nos falar aos poucos, ela ia fazer 18 e eu 19, tava na hora de dar um basta na briguinha boba, mas eu tive que fazer merda, já la pro dia vinte e sete eu sai com a vanessa e foi quando nos demos a nossa última transa por que ela ia se mudar pra Criciúma, nada de mais pra ser relatado, a Vitória ficou sabendo por que a Vanessa não quis ir sem se despedir e contar que tínhamos ficado uma última vez, a Vitória simplesmente estava cansada, o mundo insistia em tentar me tirar dela, com o tempo o tratamento me enfraqueceu um pouco, e minha vida basicamente era sofá e cama, minha terapeuta tava preocupada por que sentia que eu tava meio apagado, vitoria se propôs a cuidar de mim, sentava comigo no sofá pra assistir, colocou a cama dela no meu quarto na desculpa de cuidar de mim, meu corpo deu uma reagida so no meu aniversário, foi quando minha doutora me liberou de metade dos remédios que eram pra evitar sequelas cerebrais, um deles era azatioprina e trazodona, depois de largar eles eu tive um pouco mais de ânimo, e ter a Vitória mais por perto era bom, encurtando o dia a dia que criou o clima entre nós, eu lembro que foi em abril por que a discussão era o presente da Vih, pra mim ela dizia que queria um presente que nao podia ter, que eu nao ia conseguir dar pra ela o que ela queria.

Ficamos nesse show até que em um domingo ficamos sozinhos, eu deixei ela bem a vontade e comecei a pressionar

Vih - nao vou falar cara, não insiste

Eu - contra pra mim vai, pro teu irmão. Eu disse fazendo beicinho

Vih - voce nao entende, nao é simples e...... voce nao vai querer me dar....

Eu - fala...... pode falar

Vih - eu quero você, tipo de verdade, meu namorado, literalmente, eu sou apaixonada por ti, e a gente nem é irmão de verdade, eu te beijei, eu tentei de aguçar mas tu nunca deu bola. Ela disse bufando depois de aliviar o peso nos ombros

Eu - mas é impossível, não tem como Vitória

Vih - viu só, é disso que tô falando, entao pra ele insistir? Eu esperei até fazer mis dezoito, eu tenho direito de escolher quem amar, tenho sim esse direito, por que tudo quer sempre tirar voce de mim, a vanessa, depois o crhon, tudo quer tirar voce de mim, tudo. Disse ja chorando

Eu limpei as lágrimas dela, o maximo que podia fazer no momento, foi o que pensei, ela ficou na ponta dos pés, olhando meu olhos e eu que beijei ela, ela correspondeu, o gosto meio salgado por causa das lágrimas, abracei ela, mas ela pulou e envolveu minha cintura com as pernas, nosso beijo demorou quando paramos fez aquele estralo de lábios que nao queriam se soltar

Eu - isso é loucura

Vih - eu te amo so isso....

**continua**

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