Naquela terceira manhã em que estávamos no rancho na companhia do tio Carvalho, realizando as fantasias sexuais e pondo em prática as safadezas que durante tempos sonhamos fazer com ele, acordei como de costume, com o pau duríssimo de vontade de mijar (risos). Mesmo sentindo o corpo quente da minha esposa dormindo nua ao meu lado, me afastei um pouco dela pra poder brincar com minha pica dura. Deitei-me de costas massageando meu amigo que tanto prazer estava me dando naquele fim de semana e comecei a pensar em tudo que estava acontecendo. Me questionei sobre o ciúme que tanto me torturava e que praticamente havia desaparecido depois que minha esposa transou com o meu tio dotado. Concluí que o prazer sentido por todos nós, o tio, a Rosinha e também eu, era grande demais a ponto de esconder ou fazer desaparecer o ciúme que eu sentia pela minha amada esposa. Me veio à cabeça também a desinibição da Rosinha, que fazia sexo com o tio Carvalho na minha presença com a mesma tranquilidade de quem realiza tarefas do dia a dia, ou seja, minha mulher transava e gozava com o tio com a mesma naturalidade de quem bebe um copo de água, se alimenta ou toma banho. Percebi, também, que durante todo o tempo em que estávamos nós três naquele rancho, eu não notei em nenhum momento que a Rosinha preferiu fazer algo com o tio me deixando para segundo plano; ela sempre esteve próxima e nunca quis dar pra ele longe de mim, sempre deixou que eu a penetrasse antes do tio, ainda apertadinha, antes que o tio alargasse o seu tunelzinho do paraíso. Lembrei-me, também, da mania que ela tinha de me beijar com os lábios molhados e me fazer sentir em sua boca o sabor da baba do pau do tio, mas não me esqueci de que ela fazia o mesmo com ele, inclusive na noite anterior fez ele beijar sua xota depois de eu ter gozado nela. Pensei bastante tentando encontrar um ponto negativo para aquilo que estávamos vivendo, me perguntei se era certo eu permitir que a minha adorada esposa transasse com o meu tio dotado dono de uma pica bem maior que a minha. Cheguei a pensar se o gozo da Rosinha com o tio era mais intenso do que comigo, mas nem isso percebi; ela parecia gozar intensamente com nós dois. Depois de muito pensar, só encontrei pontos positivos e nenhum negativo, pois era evidente que todos nós estávamos nos divertindo muito, sentindo prazeres nunca antes experimentados. Caros leitores, vocês, em meu lugar, continuariam permitindo que a adorada esposa continuasse dando pra outro macho de pica grande (risos)?
Apesar de perdido nos meus pensamentos, ao notar que a Rosinha despertava, fechei os olhos e continuei fingindo que dormia, pois queria saber a reação dela ao ver meu pau duro logo pela manhã. Percebi que ela bebeu um pouco da água que estava ao lado da cama e lavou a boca, em seguida se virou pra mim, beijou meu rosto e senti sua mão acariciando meu peito e descendo rumo ao meu pinto e, ao encontrá-lo duro, seus dedos o agarrarem com força e o apertarem sentindo a dureza da pica que ela sempre diz adorar. Lenta e carinhosamente iniciou uma massagem gostosa passando o dedão na uretra espalhando a gotinha de lubrificante que brotava.
Rosinha (sussurrando no meu ouvido) – Fer, adoro acordar ao seu lado e sentir sua pica dura. Cê tá com tesão de mijo ou tá imaginando as delícias que vamos ter durante o dia de hoje?
Eu nada respondi, apenas me mexi um pouco e continuei fingindo que dormia querendo saber o que ela faria. Senti que ela se movimentava e não demorou pra eu descobrir que se preparava pra sentar na minha cara. Ela se ajoelhou montando em mim em posição de 69, encaixou minha cabeça entre suas pernas e aproximou a xota do meu rosto, mas não sentou. Naquela posição, pude sentir o calor que emanava do seu entre coxas e o cheiro gostoso da rachinha amanhecida.
Eu (fingindo que despertava com o cheirinho que tanto gosto e provocando minha amada) – Ufff, ufff, ufffff, sua xota tá com cheiro de buceta comida!
Rosinha (abaixando um pouco mais a bunda e roçando levemente os lábios vaginais no meu nariz antes de sentar e esfregar na minha cara a fruta que tanto gosto) – Já que você gosta tanto do cheirinho da minha xota, então sinta ela com perfume de xota gozada; ainda deve ter um pouco da sua porra sua e do tio Carvalho dentro dela!
Sentindo no rosto o calor e o perfume das carnes íntimas da minha mulher, enfiei fundo a língua no tunelzinho do prazer sem me importar se havia ali algum resquício de porra da noite anterior. Lambi por um tempinho sorvendo seus sumos enquanto ela chupava meu pau. Percebendo o tesão crescendo e não querendo gozar, interrompi aquele delicioso 69.
Eu (empurrando delicadamente minha esposa pra que ela desmontasse minha cabeça) – Chega de sacanagem, vamos levantar e ajudar o tio com o café da manhã que hoje teremos um dia cheio de delícias!
Rosinha (saindo de cima de mim, me presenteando com o sorriso mais lindo desse mundo e beijando meus lábios molhados) – Hummmmm, adoro te beijar e sentir esse gostinho de xota na sua boca, mesmo sendo o sabor da minha xota. Espero que um dia eu possa beijar você e sentir o cheirinho e o sabor da xota de outra mulher! Já pensou nisso, amor?
Eu (sorrindo) – Você é muito safada!
Rosinha (passando os dedos nos meus pelos pubianos e os puxando) – Amor, que tal rasparmos seus pelos? Eles já cresceram e, apesar de eu gostar do seu pinto de qualquer jeito, prefiro tudo raspadinho, sem pelos!
Caros leitores, como negar um pedido desse vindo da minha esposa? No minuto seguinte eu me encontrava em pé no box de banho com os pelos cheios de espuma de sabonete e a Rosinha, sorrindo ajoelhada na minha frente, começando a raspar meus pentelhos. Delicada e lentamente ela deslizou a lâmina de barbear no meu púbis, no pau e no saco até deixar tudo bem lisinho, sem nenhum pelinho. Quando pensei que havia acabado, ouvi a ordem:
Rosinha (dando um beijinho na cabeça do meu pau que permanecia duro) – Vire a bunda pra mim, quero raspar os pelos do seu cu também!
Eu (fingindo reclamar) – Não precisa raspar minha bunda, não; ninguém mexe nela!
Rosinha (dando um tapa na lateral da minha bunda e me empurrando pra que eu me virasse de costas pra ela) – Vou raspar, seu cuzinho, sim! Eu mexo nele e gosto bem raspadinho, aliás, faz algum tempo que não enfio meu dedinho no seu furinho! (fingindo que ia enfiar o dedo no meu rabo) – Fer, tá com saudades de sentir meu dedinho no seu cuzinho apertadinho?
Eu (dando uma de machão, afastando a bunda das mãos dela e fingindo não gostar do carinho que ela queria fazer no meu cuzinho) – Eu gosto de xota!
Rosinha (provocando) – Não tenho dúvida que você gosta de xota, mas também tenho certeza de que você gosta de um dedo carinhoso no rabinho, pois quando enfio meu dedinho nesse seu furinho gostoso seu pau fica duuuuuro, duro!
Nada mais falei, nem tinha o que falar, pois ela estava completamente certa e não contestei o tesão que sinto quando ela me enraba com o dedinho carinhoso. Deixei que ela ensaboasse meu rego, abri as pernas e empinei a bunda pra que ela me raspasse os poucos pelos que brotavam ao redor do meu cu, mas aquela posição, de certa forma humilhante e submissa, não foi suficiente pra ela.
Rosinha – Amor, fique de quatro pra eu raspar bem caprichado, quero tirar todos os pelinhos e deixar seu cuzinho ainda mais bonitinho!
Caros leitores, se na posição em pé com o rabo arrebitado já me fazia sentir humilhado, imaginem ficar de quatro pra minha esposa com o cu empinado diante dos olhos dela (risos)! Bem, mais uma vez obedeci e o fato foi que durante todo o tempo que durou a raspagem dos meus pelos íntimos, meu pau ficou duro o tempo todo.
Rosinha (me dando um tapa na bunda ao terminar e ordenando) – Tome uma ducha e se enxague pra tirar a espuma, depois venha pra cama que quero testar meu trabalho pra saber se ficou lisinho. Entrei na ducha, tirei a espuma e voltei pro quarto, doido de curiosidade pra saber o que minha amada esposa iria fazer comigo. Ela me esperava nuazinha, sorrindo e deitada de bunda pra cima na cama. Me aproximei e, em pé, dei meu pau duro pra ela chupar. Antes de abocanhar, ela lambeu meu púbis, meu saco e a base do pau testando com a língua se estava tudo lisinho e elogiou:
Rosinha (sorrindo pra mim) – Hummmm, ficou lisinho e gostosinho aqui na frente, vire de costas pra eu lamber seu cuzinho também!
Caros leitores, nunca neguei que gosto da língua da minha esposa me acariciando as preguinhas do cu e até mesmo entrando no meu furinho, mas isso normalmente acontecia em outras posições, quase sempre comigo na posição de frango assado ou deitado de bunda pra cima, mas o que ela estava me pedindo exigiria que eu, estando em pé, arrebitasse a bunda pra ela e, ao pensar nisso, confesso que não me senti muito à vontade, pois achava que eu teria que oferecer meu furinho numa posição bastante feminina (risos)! Mas o meu tesão era grande e, nos vendo sozinhos no quarto, empurrei a porta bloqueando a visão, porém sem fechá-la, esqueci a vergonha, me virei de bunda pra ela, flexionei os joelhos e arrebitei o traseiro de modo que ela alcançasse o meu cuzinho com a língua. Ao sentir o toque carinhoso da sua língua molhada no meu cu, meu pau pulsou! Ohhhhh, coisa boa! Eu teria ficado naquela posição por bastante tempo se não fosse a entrada repentina do tio Carvalho que empurrou a porta e entrou pelado me flagrando naquela posição “estranha” curtindo os carinhos que a minha Rosinha me fazia no rabo.
Eu (me assustando, morrendo de vergonha e tirando meu cu da língua da Rosinha) – Pô, tio, você bem que poderia chamar ou bater na porta antes de entrar, né!
Carvalho (rindo) – Relaxe, Fernando, você não é o único que gosta de uma língua no cuzinho, eu também gosto e sempre ficava de pau duro quando a Carmem fazia isso em mim!
Rosinha (ainda de bruços na cama, apoiada nos cotovelos e rindo) – Volte aqui, Fer, quero dar uma chupadinha nessa pica gostosa antes de irmos tomar café.
Eu, vendo o tio rindo de mim, tentei esquecer o susto e a vergonha, virei o pau pra minha mulher e o enfiei na boca gostosa que ela abria pra mim sem me importar com a presença do tio Carvalho que nos assistia. Minha esposa abocanhou minha pica dura e, apesar de estar com a boca cheia, parecia sorrir pra mim e também pro tio Carvalho que nos assistia com uma expressão de tesão estampada no rosto. Ela me chupava com tesão, massageava a pica e dava chupadas estraladas na cabeça parecendo querer despertar no tio a vontade de também enfiar a pica na sua boca.
Rosinha (tirando meu pau da boca) – Venha você também, tio, tô vendo que tá com vontade de enfiar seu pinto na minha boca!
O tio Carvalho pegou no pau que estava crescendo e, de forma lenta pra provocar minha esposa, puxou a pele botando a cabeça pra fora e se aproximou de nós oferecendo pra minha mulher aquela coisa que, apesar de meio mole, meio dura, estava maior que o meu pinto duro.
Rosinha (pegando no pau do tio e sorrindo pra ele antes de abocanhar a pica que ele lhe oferecia) – Pintudo!
Minha esposa começou a se revezar num pau e outro, ora chupava o meu, ora o dele e às vezes tentava abocanhar os dois juntos, porém sem sucesso. Claro que para isso ela tinha que juntar e apertar os dois me fazendo sentir no pinto o contato com o pau do tio, mas confesso que eu já não me incomodava mais, pois ver minha amada se deliciando com duas picas me dava um prazer grande o bastante pra esquecer certas “frescuras”.
Carvalho (tirando o pau da boca da minha mulher e abandonando o quarto) – Vou deixar vocês brincando mais um pouco, vou terminar o café e logo avisarei.
Rosinha (sorrindo, se deitando de costas na cama e abrindo as pernas pra mim) – Fer, vem meter um pouco esse cacete gostoso na minha xotinha, aproveite que ela ainda tá apertadinha, pois você bem sabe como ela ficará depois que o tio enfiar aquele cacetão nela, né?
Eu (me acomodando entre as pernas dela, curtindo a gostosura de sentir meu pau entrando em suas carnes quentes e molhadas e aproveitando pra provocá-la) – Gosta do meu pau ou prefere o pauzão do tio Carvalho?
Rosinha (agarrando minhas nádegas e me puxando contra ela fazendo meu pau entrar todinho em suas entranhas) – Gosto do pau do tio porque é bem grossão e faz eu sentir minha buceta cheia, mas o dele é comprido demais pra mim e machuca quando ele enfia tudo; eu prefiro o seu, pois você pode meter todinho dentro de mim e só me dá prazer, não dói nem um pouquinho! (sorrindo e me dando um beijinho) – O seu pinto é o meu número!
Eu (encarando minha mulher) – Safada! Mesmo sabendo que o pau do tio machuca, aposto que você quer continuar dando pra ele, né!
Rosinha (rindo) – Eu quero dar muito pro tio, sim; pra mim é um desafio aguentar um cacetão grande como o dele!
Eu – Você gozou gostoso ontem dando pra mim e o tio, juntos?
Rosinha (me abraçando com as pernas e cruzando os pés nas minhas costas) – Gozei muito gostoso dando pra vocês dois, me senti uma rainha tendo dois machos pirocudos só pra mim!
Eu (enfiando fundo meu pau na buceta gostosa e acolhedora) – Quer gozar agora?
Rosinha (sorrindo) – Amor, eu dei muito ontem, gozei tanto que hoje vou me poupar, quero segurar meu gozo e guardar energias para gozarmos todos juntos à noite.
Eu (sorrindo e incentivando minha mulher a ser bem putinha) – Quem tem que guardar energias somos eu e o tio, você pode gozar à vontade, aliás, acho que deve aproveitar ao máximo porque hoje será nosso último dia aqui; amanhã iremos embora.
Rosinha (sorrindo) – É, acho que você tem razão! (fazendo carinha de quem está pensando) – Combinado, vou seguir o seu conselho e gozar muito hoje, vou querer você e o tio me comendo bastante o dia todo, mesmo que a minha xotinha fique dolorida de tanto dar!
Eu (metendo cadenciado como ela gosta quando vai gozar) – Quer gozar antes do café da manhã?
Rosinha (de olhos fechados curtindo o entra e sai do meu pau na sua buceta) – Quero!
Eu - (fazendo uma pergunta típica de corno) – Quer que eu chame o tio pra te comer também?
Rosinha (abrindo os olhos, me encarando, sorrindo e falando com a voz carregada de tesão) – Ai, que delícia, amor, adoro você bem corninho assim!
Eu sabia que ela me chamava de corninho por eu ter proposto a participação do tio Carvalho na nossa trepada, mas fiz expressão de quem nada sabia.
Rosinha (sorrindo, contraindo os músculos me fazendo sentir no pau os apertos da sua buceta) - Maridinho que gosta de ver a esposinha sendo comida por outro macho pauzudo é corninho, sabia? Você gosta de ser o meu corninho?
Eu (um pouco envergonhado de admitir) – Adoro ver a minha esposinha espetada numa rolona grossa e comprida, gemendo de dor e gozando de prazer!
Rosinha (fechando os olhos parecendo imaginar o que estava por acontecer) – Você quer ver outro macho bem caralhudo me fodendo?
Eu (cheio de tesão, mas me controlando pra não gozar naquela buceta gostosa onde meu pau estava enterrado) – Quero muito ver outra pica abrindo sua bucetinha!
Rosinha – Vai te dar tesão ver uma pirocona bem maior que a sua fodendo a buceta da sua esposinha?
Eu (doido de tesão) – Vou adorar ver você abrindo as pernas pra outro macho e sentindo um cacete bem grossão e comprido alargando sua bucetinha!
Rosinha (de olhos fechados, sonhando com aquela putaria toda) – Quer ver outra pica grossa me fodendo, arrombando minha buceta e deixando ela bem larga pra você?
Eu já estava no limite do meu tesão e pensava em sair de dentro dela pra não gozar quando ela pediu:
Rosinha (sorrindo, me empurrando com delicadeza fazendo eu tirar o pau da sua buceta) – Então vai, meu corninho, vai chamar o tio pauzudo, diga pra ele vir me foder bem gostoso com aquela picona grossa que você tanto gosta de ver dentro de mim, me fazendo gemer de dor e gozando de prazer.
Puta que pariu, caros leitores! Minha mulher estava me pondo louco de tesão! Após sair de dentro dela, fiquei em pé ao lado da cama, estático, olhando minha amada de pernas abertas, acariciando o grelinho e esperando que eu chamasse outro macho para fodê-la. Enquanto apreciava a buceta aberta, eu pensava em como chamar o tio Carvalho pra meter na minha mulher sem parecer muito corno.
Rosinha (me vendo paralisado, provavelmente lendo meus pensamentos) – Vai, meu corninho, vá buscar outro macho pintudo pra foder sua esposinha que eu tô taradinha de tesão, cheia de vontade de sentir uma rolona grossa dentro de mim, e não se importe de parecer corno pro tio, pois ele sempre gostou de ser o corno da tia Carmem quando assistia ela dando pro tio Júlio!
Caros leitores, que situação a minha! Sai caminhando em direção à cozinha pensando o que diria ao tio, como convidá-lo para meter na bucetinha da minha esposa que há muito tempo era somente minha e que agora eu dividia com ele.
Eu (chegando na cozinha e vendo o tio peladão balançando o pinto mole conforme se movimentava enxugando pratos) – Tio!
Carvalho (me olhando e parecendo também ler meus pensamentos) – A Rosinha quer brincar comigo também antes do café?
Eu acenei positivamente com a cabeça, já que palavras não me saiam da boca e voltei ao quarto ouvindo os passos do tio que caminhava próximo a mim. Me senti muiiiiito corno ao levar outro macho pra comer minha mulher!
Rosinha (sorrindo pro tio ao vê-lo entrar no quarto) – Tio, quero que você assista eu e o meu amorzinho Fer transando, depois vou dar pra você também, tá! (olhando pra mim) – Vem, amor, vem meter em mim enquanto o tio nos olha!
Deitei entre as pernas que me esperavam abertas, apontei meu pau entre os lábios vaginais molhados e o senti desaparecer naquelas carnes quentes.
Rosinha (rebolando o quadril pra cima e pra baixo esfregando a buceta no meu púbis) – Amor, veja que o tio ainda tá de pau mole, mas acho que vai crescer e ficar bem durão! Imagine o cacete dele bem grande e grossão entrando na minha bucetinha; você vai gostar de ver?
Putz, minha mulher queria me foder de verdade! Não encontrei palavras pra responder àquela pergunta da Rosinha e, ao olhar pro tio, o vi ao nosso lado, nos assistindo, exibindo um piroca enorme que nem havia endurecido totalmente, mas já estava maior que a minha, crescendo rapidamente e se preparando pra entrar na xota da minha esposa, aliás, na minha xota!
Rosinha (insistindo) – Fale, amor, conte pro tio que você gosta de ver sua esposinha comendo o picão dele e que o seu pau fica muito duro quando gemo e gozo espetada na pica grossa dele.
O meu tesão era enorme, mas eu preferia que a Rosinha não continuasse com aquilo, pois a minha vergonha em admitir aquelas verdades também era grande e as palavras não me saiam da boca.
Ao nosso lado, em pé, o tio Carvalho sorria nos assistindo e ouvindo as putarias da minha esposa. Sem se tocar no pau, ele deixava que aquele poste crescesse sozinho e, à medida que ficava mais comprido, a pele que cobria a cabeça se tornava curta exibindo a bolota brilhante e com uma gotinha de lubrificante brotando da uretra. Minha mulher, pegando meu rosto, me fez olhar o pica do tio a meio metro de nós, já quase no seu tamanho máximo e que levantava a cada pulsação do coração até que, na posição horizontal e cabeça exposta, apontava ameaçadoramente pra nós.
Rosinha – Veja, amor, sou uma mulher feliz, tenho dois pintos pra comer, agora tô comendo um branco de cabeça rosada e daqui a pouco vou comer outro moreno, cor de chocolate!
Fazia tempo que a minha mulher não falava da cor do pau do tio Carvalho e ouvi-la dizer aquelas obscenidades, senti meu prazer maior se aproximar.
Eu (buscando uma oportunidade pra sair de dentro dela, fazendo pergunta de corno e pagando o alto preço ao admitir a minha cornitude na presença do tio) – Você gosta de chocolate?
Rosinha (rindo, parecendo ter adorado a minha pergunta de corno) – Adoro um pirulitão de chocolate! Posso chupar o do tio?
Eu (tirando rapidamente o pau da buceta da Rosinha e chamando o tio Carvalho pra foder minha mulher) – Vem, tio, sua vez de comer essa vadia!
Antes de meter, ele se posicionou próximo à cabeça dela oferecendo o cacetão pra ela chupar, o que ela fez com a tara de quem há tempos não via uma pica. Vi minha putinha agarrando com as duas mãos a rolona morena e abocanhando a cabeça brilhante. Foram uns poucos segundos de chupação e ela logo pediu:
Rosinha (abrindo as pernas) – Vem, tio, me come um pouquinho pra alargar minha bucetinha que depois quero gozar no pau do meu amorzinho Fer.
Deitado ao lado, assisti o tio se acomodando entre as pernas abertas da minha mulher que descaradamente oferecia a buceta a ele.
Rosinha (gemendo ao sentir a invasão) – Uau, tio, ainda não me acostumei com a grossura da sua pica! (rebolando no cacetão) – Isso, mete bem gostoso na minha xaninha, deixe ela bem larga pro meu... maridinho.
Uau, digo eu, caros leitores! Minha mulher nunca me chamou de corninho na presença do tio Carvalho, e nem eu gostaria que ela o fizesse, mas quando ela deu aquela paradinha na frase que dizia, pensei que iria me chamar de corninho. Que bom que ela se segurou!
Rosinha (depois de uns poucos minutos de meteção) – Chega, tio, pare de meter que eu tô quase gozando, tire esse pauzão de dentro de mim que agora quero gozar no pau do Fer.
Minha mulher se virou pra mim, aproveitou que eu estava deitado de costas e montou em meu corpo encaixando a buceta na pica apontada pro teto. Ela sorriu e iniciou movimentos rebolativos esfregando a xana no meu púbis, agora raspado, lisinho e mais sensível a ponto de sentir os lábios vaginais daquela xota que, apesar de bem laceada, estava deliciosa.
Rosinha (menos de um minuto após iniciada a cavalgada frenética em busca do prazer maior) – Ai, Fer, seu pau é muito gostoso, adoro comer essa sua pica dura, ai, que delícia, tá vindo, o meu gozo tá chegando, ai, vou gozar, vou gozar, ahhhhh, que delícia gozar no pau do meu amorzinho!
Enquanto eu abraçava o corpo da minha amada, que era chacoalhado pelos espasmos do gozo, pensava no quanto eu gostava de ouvi-la me chamar de amorzinho, principalmente na presença do tio Carvalho. Terminei aquela trepada sem gozar, mas satisfeito, pois tinha em mente meter na minha esposa outras vezes durante aquele dia que se iniciava.
Rosinha (olhando pro tio Carvalho que estava ao nosso lado, sentado na cama e acariciando lentamente a pica dura) – Tio, eu tô satisfeita, mas vendo você exibindo e me oferecendo esse picão cor de chocolate, tá me dando vontade de sentar nele! (esticando a mão, agarrando e punhetando o pauzão do tio) – Se eu sentar nele, vou querer que você goze dentro de mim, pode ser?
Carvalho (apertando o cacete pela base fazendo inchar as veias que irrigavam de sangue aquele obelisco) – Gozar agora eu não quero, mas se você quiser sentar aqui um pouquinho enquanto descansa da trepada com o Fernando, será bem vinda!
Eu (respondendo ao olhar interrogativo da minha esposa parecendo me pedir autorização pra sentar na pica que o tio lhe oferecia) – Vai, tô vendo no seu rosto que tá doidinha de vontade de comer o tio outra vez!
Minha esposa saiu de cima de mim e montou o tio Carvalho, assisti ela se ajeitando sobre ele e sentando com o corpo um pouco mais à frente, quase sobre a barriga, deitando sobre o peito dele e tomando o cuidado pra que o pau não entrasse todo na xaninha, pois sabia que o comprimento era demais pra ela.
Rosinha (elogiando ao engolir com a xota o cacete grosso) – Ufffff, que delícia de picão você tem, tio! Sinto minha xaninha todinha cheia com o seu cacete apertado dentro dela!
Assisti minha mulher cavalgando e comendo o pau do tio por um tempinho e, pelos movimentos que fazia, rebolando no pau, estava bem tesuda. Também percebi que o tio, embora estivesse adorando meter a pica na minha esposinha, se controlava pra não gozar.
Rosinha (se levantando e tirando a buceta da pica) – Chega, tio! Vamos parar com essa safadeza que eu já gozei hoje e não quero gozar mais, também vou guardar minhas energias pra ficar fogosa o dia todo! Que tal tomarmos café? Estou com fome e precisando de algo pra preencher o meu vazio interior, já comi duas picas, mas ainda estou com fome!
Pelados, fomos todos pra cozinha e forramos as cadeiras com toalhas. O café da manhã preparado pelo tio Carvalho era simples, mas bem saboroso. Havia pães, leite, café e várias frutas, pois o tio faz questão de se alimentar de forma saudável. Ao final o tio, após comer pão molhado no azeite, coisa que ele adora e ensinou todos a gostarem na sua casa e na do meu pai, resolveu provocar minha esposa. Sem qualquer vergonha, pois sabia que estávamos vendo o que ele fazia, pegou o prato, o levou à boca e, esticando a língua, começou a lamber e recolher a sobra do azeite.
Rosinha (fingindo dar uma bronca nele, mas também provocando) – Oh, tio, que coisa feia lamber o prato! Você não tem nada melhor pra lamber, não?
Ele (sorrindo malicioso pra ela) – No momento só tenho o prato molhado com azeite, mas se você tiver algo gostoso pra eu lamber, eu lambo!
Rosinha (sorrindo provocativa pra mim) – Amor, o tio tá querendo lamber a minha frutinha; você vai deixar?
Eu (sorrindo pra ela) - você quer que ele lamba a sua frutinha?
A resposta dela foi silenciosa, mas muito sugestiva. Virando a cadeira pro lado, sentou-se na beirada da cadeira e abriu as pernas convidando o tio Carvalho a saborear a frutinha deliciosa que ela tem entre as coxas. Vi meu tio se levantar calmamente, sempre olhando e sorrindo pra minha esposa e se ajoelhar entre as pernas que ela abria pra ele.
Carvalho (encostando o nariz no grelinho) –Ufff, ufff, ufffff!
Rosinha (rindo e acariciando os cabelos dele que dava linguadas nos lábios xoxotais da minha esposa) – Minha xaninha já comeu duas picas hoje, tio, e deve tá com cheirinho de xota metida! Gosta dela assim?
O tio pressionou a boca nos lábios da minha mulher e a lambeu por alguns segundos e, pelos movimentos que fazia, enfiava fundo a língua na toquinha lambendo o caldinho que sempre há naquela frutinha deliciosa. A Rosinha sorria pra mim parecendo orgulhosa de ter um homem ajoelhado à sua frente e lambendo sua xota; ela sabia o poder que tinha entre as pernas e o quanto aquela rachinha enfeitiça a nós, homens. Logo depois que o tio se levantou finalizando a brincadeira, fomos todos lavar pratos, limpar e arrumar tudo pra irmos tomar sol na prainha da represa. Quando íamos sair com a caixa de isopor com cervejas e alguns petiscos, a Rosinha disse pra irmos eu e o tio na frente, pois ela tinha algo a fazer e iria em seguida. Desconfiei que iria satisfazer suas necessidades fisiológicas, pois nós dois temos o hábito de sentarmos no trono pela manhã. Fomos eu e o tio rumo à prainha, pelados, e ao chegarmos, esticamos as toalhas e nos deitamos aproveitando o sol e o calor matinais ainda suaves.
Carvalho – Fernando, sei que o que está acontecendo neste passeio é uma novidade pra você e também para a Rosinha, mas ela tá encarando tudo numa boa, aliás, sua esposa faz sexo como ele deveria ser feito por todos, como algo normal a todo ser humano. Ela encara tudo sem preconceitos e transa com a mesma naturalidade de quem se alimenta e faz outras coisas corriqueiras, mas estou pensando em você, pois sei que sente ciúme e continuará sentindo até que se acostume a dividi-la com outro. Me diga com sinceridade, você está se sentindo bem com o que tá acontecendo entre nós?
Eu – Eu tô legal, tio. Eu e a Rosinha sempre tivemos fantasias, mas eram apenas sonhos e nem sabíamos se um dia elas se tornariam realidade, mas quando fomos morar na sua casa, todas as lembranças da minha adolescência vieram à tona. As safadezas entre você e a tia Carmem e meus pais, as histórias que você contou das trocas de esposas, e depois que vimos você pelado no quintal e a Rosinha ficou impressionada com o tamanho do seu pinto, as nossas fantasias se multiplicaram. O que tá acontecendo agora é que os sonhos estão se realizando e, apesar de eu ainda sentir ciúme da Rosinha, o prazer que ela sente com você, aliás, o prazer que todos nós sentimos tá valendo e o meu ciúme tá diminuindo a cada vez que percebo que o sexo entre você e ela é por puro prazer sem qualquer envolvimento. Eu tinha medo que você, sendo experiente e dotadão, mudasse a cabeça da minha mulher, mas vejo que ela transa com você por puro tesão e sem qualquer envolvimento emocional. Tô gostando, tio!
Carvalho (sorrindo pra mim) – Que legal ouvir isso, Fernando! Eu tinha quase certeza de que você tava encarando dividir a Rosinha comigo numa boa, mas agora que confirmou, fiquei mais tranquilo!
Minutos depois o tio foi nadar e eu continuei deitado de costas e, apesar de estar com os olhos fechados, percebi a aproximação da Rosinha. Fingi estar dormindo e senti ela em pé se posicionando sobre o meu rosto de forma que minha cabeça ficou entre seus pés. Ao abrir os olhos me deparei com a mais bela paisagem que uma mulher pode oferecer a um homem. Estar deitado no chão com o rosto pra cima e a cabeça entre os pés de uma mulher nua, em pé, exibindo a xota, a bunda e o cuzinho... ahhh, caros leitores, que belíssima visão. Me levantei pra beijar aquela delícia, mas antes procurei com os olhos o tio Carvalho e o vi próximo à água, de costas pra nós e se alongando. Ergui um pouco a cabeça e a Rosinha abaixou um pouco a bunda pra que eu pudesse beijá-la entre as coxas.
Eu – Ufff, ufff, ufff!. Você tomou banho? Tá cheirando sabonete aqui embaixo!
Rosinha (abaixando um pouco mais a bunda pra eu lamber a rachinha e o cuzinho) – Fer, fiquei um pouco mais lá na casa, pois eu precisava me aliviar, sentei no trono e agora estou bem confortável, vazia por dentro. Depois que terminei lavei minhas preciosidades com capricho, inclusive com enfiada de dedo ensaboado; deixei tudo bem limpinho, pois não se sabe quando vou ganhar um carinho aí em baixo, né!
Eu (sentindo meu pau mole pulsar) – Cê sentou no trono, é? Então tá prontinha pra dar esse cuzinho lindo?
Rosinha (sentindo minha língua no seu cu) – Pra você eu daria, amor, mas se o tio ver, vai ficar chateado se eu não der meu cuzinho pra ele também!
Lambi um pouco a minha esposa entre as coxas e logo nos acomodamos lado a lado e, curioso, perguntei:
Eu – Você já se imaginou dando a bunda pro tio, tem vontade de sentir o cacetão dele no seu cuzinho?
Rosinha (sorrindo pra mim) – Claro, amor, eu e você já fantasiamos tanto com isso; só não dei a bundinha pra ele ainda porque você tem ciúmes dela, mas se você deixar, eu darei meu cuzinho pro tio, sim!
Eu (provocando) – E você acha que vai aguentar aquela rolona grossa na bunda?
Rosinha – Bem, vontade não me falta, mas só saberei se vou aguentar se tentarmos! (sorrindo maliciosa pra mim) – Você vai deixar, amor, um dia eu tentar dar minha bundinha pro tio Carvalho?
Eu (sorrindo) – Veremos, no futuro veremos!
Eu (deitado ao lado da minha esposa e imaginando a cena) – Quando o tio voltar, provoque ele fazendo o mesmo que fez comigo agora há pouco, ele vai ficar doido de tesão quando olhar você pelada de baixo pra cima!
Rosinha (sorrindo maliciosa) – Deixe comigo, Fer, vou fazer uma surpresinha pra ele também!
Minutos mais tarde o tio voltou pra sua toalha e a Rosinha se levantou dizendo que voltaria à casa, pois havia esquecido algo lá, mas era só armação. Ela se afastou um pouco e quando o tio estava acomodado deitado de costas sobre a toalha, ela retornou de mansinho e, igual havia feito comigo, se posicionou em pé, de forma que a cabeça dele ficou entre os seus pés.
Carvalho (ao abrir os olhos e dando de cara com a minha esposa provocando ele daquela forma) – Ohhh, tô adorando passear por aqui, esse lugar é muito lindo, que bela paisagem!
Rosinha (com as mãos na cintura e sorrindo pra mim) – Gosta da vista, tio?
Carvalho – Que linda visão! Isso aqui é o jardim do paraíso, botão e flor enfeitam montanhas e um vale úmido, eu adoraria morar num lugar assim!
Rosinha (sorrindo pra mim com cara de safada) – Tio, já que você gosta tanto de flor, preste atenção que a minha florzinha, que agora tá fechadinha, vai se abrir pra você!
Carvalho (deitado olhando pra cima e apreciando minha esposa em pé exibindo suas preciosidades) – Eu adoraria ver essa linda florzinha se abrindo!
Minha esposa olhou pra mim, sorriu aquele sorriso safado de sempre e lentamente foi se agachando até ficar de cócoras e tocar a xota no nariz do tio que a cheirou, como sempre fazia.
Rosinha (olhando pro meio das suas pernas tentando ver a língua do tio vasculhando sua rachinha) – E agora, tio, a minha florzinha se abriu pra você?
Carvalho – Ufff, ufff, ufffff!
Rosinha (provocando) – Hiii, tio, acabou o cheirinho de perereca que você e o Fer tanto gostam, agora há pouco lavei tudo aí embaixo com capricho e o cheirinho deve ser de flor mesmo! Acho que o Fer não gostou, pois disse que tá cheirando sabonete!
Carvalho (após beijar a buceta da minha mulher) – Sua xota é gostosa de qualquer jeito, minha linda!
A Rosinha se levantou, voltou a ficar em pé e quando pensei que iria sair dali, ela manteve as pernas esticadas e, como se fizesse alongamento, abaixou a cabeça até alcançar o pau do tio que crescia ao ritmo das batidas do coração. Naquela posição, com a cabeça abaixada e a bunda apontada para o céu, pegou, apertou e massageou a pica até deixá-la quase dura. Em seguida ela baixou a bunda e montou o tio Carvalho em posição de 69 abocanhando a caceta grossa e sentando com a xota sobre o rosto dele. Caros leitores, ver minha mulher ali naquele local junto à natureza, nua e chupando a pica de outro macho ao mesmo tempo em que era lambida na buceta fez meu pau endurecer em segundos.
Rosinha (tirando o pau do tio da boca e olhando pra mim) – Vem, Fer, vem meter em mim enquanto o tio me lambe, quero vocês dois juntos me comendo! Ao ouvir aquilo desconfiei que apesar de ser um desejo da Rosinha, o tio não aceitaria que eu a comesse enquanto faziam 69, pois naquela posição, certamente meu saco tocaria a cabeça dele. Mas, após um segundo pedido da minha esposa, não tive como negar e decidi arriscar e ver no que daria aquela putaria:
Rosinha – Vem, amor, vem me comer junto com o tio!
Me levantei com o pau muito duro, fui até eles e ao me posicionar atrás da minha mulher, que estava de quatro dando a xota pro tio chupar, percebi que ele parou de lamber a rachinha e também o cuzinho pra se concentrar no grelinho, provavelmente pra afastar a cabeça do meu saco. Meti com força e numa só estocada fiz desaparecer meu pau dentro da xota da minha esposa. Durante o entra e sai senti uns toques do meu saco na cabeça do tio, mas bem leves. Considerando que ele continuou lambendo minha mulher, eu também continuei metendo até que ela avisou que ia gozar:
Rosinha (deixando de chupar o pau) – Ai, vocês dois estão me enlouquecendo de tesão, vou gozar, ai, tá vindo, tá chegando meu gozo, ai, que delícia, mete, Fer; chupe minha buceta, tio, ai, vou gozar, vou gozar, ahhhhh, que delíiiiiciaaa!
Se dependesse de mim e do tio, continuaríamos dando carinho à minha esposa, mas depois do gozo e com a xota sensível, ela escapou de nós e se deitou na toalha com as pernas bem fechadas como se tivesse medo que algum de nós insistisse em lhe acariciar entre as coxas.
Caros leitores, depois daquela gozada a Rosinha se deitou de lado, de frente pra mim e com a bunda virada pro tio Carvalho e pareceu adormecer. Eu apreciava o sorriso lindo estampado em seu rosto, sorriso de mulher bem comida, satisfeita! O tio se deitou na toalha dele, ao lado da minha esposa e certamente apreciava o delicioso rabo arrebitado pra ele; e eu imaginava que ele, apreciando o cuzinho da minha esposa, sonhava que um dia teria o prazer de se deliciar naquele orifício apertadinho. Minutos mais tarde minha amada abriu os olhos e sorriu pra mim:
Rosinha - Ai, Fer, ainda tô toda mole! Que gozada gostosa você e o tio me deram!
Eu - (acariciando seus cabelos) - Gostou? Quer ir pra água e se refrescar e recuperar as energias?
Nos levantamos e fomos pra represa, cuja água gostosa nos ajudou a espantar o calor. Trocamos carinhos e meu pinto endureceu novamente, mas não metemos, pois eu queria dar um tempo pra que a Rosinha descansasse. Caros leitores, eu imaginava que após o gozo da minha mulher, nossa atividade sexual acabaria naquela manhã, pois ela parecia bastante satisfeita, mas ao retornarmos para a prainha, ela me surpreendeu novamente:
Rosinha (ao ver o tio deitado de barriga pra cima e o pau mole repousando sobre a coxa) - Tio, o sol tá bronzeando seu pinto, ele tá cada dia mais escuro, tá mudando da cor de chocolate para a cor de café, e se você pôr ele no sol mais alguns dias, ficará totalmente preto.
Carvalho (levantando a cabeça, olhando pro próprio pinto e sorrindo pra minha esposa) - E o que você gosta mais, minha linda, chocolate ou café?
Rosinha (rindo) - Gosto dos dois, tio, mas agora não quero nem um, nem outro; tô precisando descansar e também me bronzear pra ficar bem bonita pro meu amorzinho, Fer!
Embora eu e o tio estivéssemos com tesão, a minha mulher estava mais calma, e então deixamos que ela descansasse. Apesar dela de vez em quando se exibir de pernas abertas com a xota ou o cuzinho apontados pro sol e tirando o nosso sossego, nas horas seguintes só houve banho de sol e de represa, cervejas geladas e petiscos. E assim ficamos até próximo da hora do almoço, quando a Rosinha me presenteou com um sorriso de mulher safada e desconfiei que estava tramando alguma arte.
Rosinha (pegando na sacola o óleo bronzeador e provocando) - Quem de vocês dois vai passar óleo em mim? Aliás, pra não haver briga, quero que o Fer passe óleo na frente e o tio nas minhas costas.
Ela me entregou o óleo e se deitou de barriga pra cima com os lindos peitos apontando o céu e as pernas ligeiramente abertas exibindo ao astro rei o seu montinho de Vênus, cuja rachinha descia indo terminar no seu orifício mais apertadinho. Iniciei a deliciosa tarefa de lambuzar minha esposa distribuindo o óleo pelo seu corpo e em seguida espalhando e sentindo na palma da mão o calor e a textura da pele jovem e quente. O tio assistia minha mão passeando nas belas curvas da minha amada, cujo corpo se assemelhava à mais bela paisagem de uma obra de arte, subindo e descendo montanhas, penetrando em vales úmidos e quentes.
Rosinha (sorrindo de olhos fechados) - Fer, cê tá abusando, tá se aproveitando de mim, se continuar assim o tio também vai querer fazer igual, heim!
Ao imaginar que o tio Carvalho iria repetir na minha esposa tudo que eu estava fazendo, decidi ser mais ousado. Se antes eu deslizava carinhosamente as mãos no corpo da minha amada, a partir de então iniciei carinhos mais atrevidos, massageando seios, beliscando mamilos, enfiando o dedo no umbigo e sinalizando que também enfiaria na xaninha que ela exibia abrindo instintivamente as pernas. Deslizei a mão entre as coxas, senti o calor daquele local e aproveitei pra enfiar o dedo maior na entradinha do paraíso e o empurrei rumo ao interior da minha amada esposa.
Rosinha (não contendo um gemido de prazer, procurando com a mão, encontrando e agarrando meu pau endurecido) - Ufffff! Que carinho gostoso, amor!
Por um tempinho acariciei o delicioso corpo da minha mulher sob o olhar atento do tio Carvalho que lentamente massageava sua caceta dura; não sei se ele sentia tesão por me ver acariciando a Rosinha, ou se por imaginar que estava chegando a sua vez de também dar carinho a ela.
Rosinha (se virando de bunda pra cima) - Amor, agora é a vez do tio, deixe ele passar óleo nas minhas costas!
Entreguei o frasco de óleo ao tio Carvalho que se ajoelhou ao lado da minha Rosinha exibindo orgulhoso o enorme cacete duro. Sorriu pra mim e pingou óleo desde as costas até as panturrilhas firmes da minha esposa. Em seguida massageou os ombros, coluna vertebral e cintura e, sem muita demora, desceu pro quadril massageando as nádegas e, com um sorriso safado no rosto, empurrava cada uma delas pros lados de forma a abrir o rego e não apenas mostrar o cuzinho, mas esticar as preguinhas que adornavam aquele lindo furinho! Acho que o interesse maior do tio Carvalho se concentrava naquela pequena joia, mas, pra não ir direto ao assunto, desceu as mãos e massageou por um tempo as coxas e panturrilhas, coisa que a Rosinha adora. Eu, que a tudo assistia, vi quando o tio, pela primeira vez, deslizou o dedo desde o alto do rego até o "campinho", aquele pequeno local entre o cuzinho e a xota, passando pelo furiinho que, ao ser tocado, contraiu a musculatura apertando e fazendo piscar aquele pontinho que era desejado tanto por mim, quanto pelo tio Carvalho. Depois do primeiro toque, outros se seguiram e a cada um deles o cuzinho da minha esposa reagia com uma mordidinha! Percebi que o desejo do tio por aquela preciosidade entre as nádegas da minha mulher aumentava à medida que ele, lenta e cuidadosamente, deslizava as pontas dos dedos naquelas preguinhas fazendo movimentos semelhantes aos que fazem um deficiente visual lendo em braile.
Rosinha (abrindo um pouco mais as pernas, empinando a bunda, se preparando para o que estava por vir e sorrindo pra mim ao sentir mais algumas gotas de óleo caindo diretamente no centro onde as preguinhas se encontram) - Oh, Fer, o tio tá mexendo no meu furinho, acho que ele vai se aproveitar de mim. Você vai deixar, amor, esse tio safado abusar da sua esposinha?
Eu (provocando) - Você é muito safada, fica provocando e fazendo ele desejar esse seu furinho lindo; ele tá doido de vontade de entrar nesse seu buraquinho apertadinho!
Rosinha (me encarando com um sorriso sacana) - E você só fica olhando e sentindo tesão, né, safado! Não faz nada pra me impedir de provocar o tio e nem ele de abusar de mim!
Eu - Não consigo controlar as suas safadezas e a sua vontade de dar quando você fica tesuda, você fica muito putinha e faz coisas que eu não consigo impedir!
O tio Carvalho, sorrindo pra mim, pressionava delicadamente o dedo maior no rabinho da minha mulher medindo as reações dela. Sem enfiar e somente acariciando as preguinhas do furinho apertado, ele a provocava e a deixava doidinha de vontade, cheia de desejos de sentir o dedo dele no cuzinho.
Rosinha (sentindo o dedo do tio pressionando o seu cuzinho e exibindo no rosto um desejo enorme de uma carícia mais ousada) - Fer, o tio tá me provocando, tá me fazendo sentir vontade de um carinho mais profundo; agora sou eu que quero aproveitar um pouquinho dele também. Posso, amor, abusar um pouquinho desse tio safado que tá me deixando doidinha de vontade?
Eu (apreensivo por não saber o que a Rosinha pretendia) - Pode abusar um pouquinho do tio, sim, mas só um pouquinho, tá!
Quando respondi aquilo vi minha mulher apoiar os cotovelos e joelhos no chão e, de olhos fechados, empurrar a bunda contra o dedo que o tio mantinha firme esperando por ela. Que cena tesuda, caros leitores! Ver minha Rosinha empinando a bunda e engolindo com o cuzinho o dedo maior do tio Carvalho que desapareceu lenta, mas decididamente entre as preguinhas que enfeitavam o furinho lindo, me encheu de ciúme e tesão.
Rosinha (de olhos fechados, boca aberta e uma expressão de quem estava ganhando algo muito gostoso) - Ufffff, que delícia de dedo você tem, tio!
A Rosinha iniciou um lento sobe e desce com a bunda comendo o dedo do tio Carvalho que às vezes desaparecia totalmente no cuzinho dela. E assim ela fez por um tempinho até que se cansar e deitar novamente apoiando a xota na toalha. Quando ela interrompeu os movimentos, o tio iniciou os dele e carinhosamente metia o dedo no cu da minha esposa fazendo ela gemer de tesão:
Rosinha (ainda de olhos fechados, curtindo as delícias que o tio lhe proporcionava) - Ai, Fer, o tio tá fodendo meu cuzinho, ele tá comendo meu rabo com o dedo, ai, que delícia!
Cheio de tesão, me sentei nos calcanhares em frente a ela oferecendo meu pinto duro pra que ela chupasse. Ao sentir meu pau próximo do seu rosto, a Rosinha abriu os olhos, sorriu e abocanhou minha pica com toda a tara que sentia naquele momento. O tio, não resistindo ao desejo de enrabar minha mulher, tirou o dedo do cuzinho dela e, sentando sobre as coxas, esfregou e pressionou a cabeça da pica no furinho apertado demonstrando claramente a intenção de foder aquela bunda.
Rosinha (parecendo acordar de um sonho) - Tio, sei que você tem muita vontade de me enrabar e eu também confesso que tô doidinha pra sentir essa sua tora grossa na minha bunda, mas não será hoje, tá! Pode brincar, mas não pode enfiar, combinado?
O tio, mesmo não conseguindo esconder a decepção, continuou a brincadeira que, a partir daquele aviso da Rosinha, transformou-se num esfregar de pau entre as nádegas e uma simulação de enrabada. Ele ajeitou o pinto no rego escorregadio pelo óleo e iniciou movimentos como se estivesse metendo no rabo dela, mas apenas deslizava a pica dura pelo rego e cuzinho da minha esposa, embora de vez em quando pressionasse de leve a cabeça da pica no furinho.
Carvalho (provocando minha mulher enquanto esfregava a cabeça da pica no furinho traseiro) - Imagine, minha linda, como vai ser gostoso eu te enrabando e você sentindo minha pica inteira dentro desse seu cuzinho apertado!
Rosinha (sorrindo pra mim) - Fer, o tio tá querendo transformar o meu botãozinho delicado numa enorme flor aberta! Você vai deixar, amor?
Eu (doido de tesão, confessei) - Eu deixo, mas você tem que deixar também, afinal o cuzinho é seu e quem sentirá dor será você!
Rosinha (me encarando, sorrindo e empinando a bunda pra facilitar a simulação de enrabada entre ela e o tio) - Fer, você é muito safado, tá doidinho pra me ver dando a bunda e gemendo de dor no pauzão do tio, né!
Eu (sorrindo pra ela, incentivando minha esposa a dar a bunda pro meu tio pauzudo) - Você vai sentir dor, mas vai gozar no final!
O tesão do tio Carvalho parecia aumentar ao me ouvir incentivando minha amada a dar a bunda pra ele e cheguei a pensar que ele gozaria apenas esfregando o pau no rego da Rosinha, mas sendo um coroa experiente, logo se deu conta de que deveria interromper aquela simulação de enrabada na minha mulher.
Carvalho (tirando o pau do rego, se afastando da Rosinha e se sentando nos calcanhares exibindo a pica enorme apontada pra cima e pulsando) - Puta que pariu! Quase gozei! Agora chega; já que não posso enrabar essa mulher gostosa, vou pra água abaixar o meu fogo!
Rosinha (rebolando a bunda e provocando o tio ao vê-lo se pondo de pé) - Quer meter um pouquinho na xota, tio? Na xaninha eu deixo, mas no cuzinho não pode! Hoje, não!
O tio sorriu pra mim, deu uma palmada na bunda da Rosinha e se foi pra água balançando a piroca dura apontada pro horizonte e me fazendo lembrar do cavalo Mandingo.
Rosinha (sorrindo e fazendo biquinho) - Amor, o tio tá desejando tanto o meu cuzinho e porque eu não deixei ele comer minha bundinha, nem quis meter na xaninha! Você quer, amor, comer minha toquinha um pouquinho?
Caros leitores, não resisti ver a Rosinha me provocando, rebolando a bunda empinada e me oferecendo a buceta. Me levantei e, igual a um cachorro tarado, fui por trás da minha putinha e meti na xota que tragou meu pau todinho não restando um só centímetro do lado de fora.
Rosinha (empinando e esfregando a bunda em mim) - Ai, amor, que delícia de pica você tem! Adoro sentir ela todinha dentro de mim; mete bem gostoso na sua putinha, isso, mete, me dá essa piroca gostosa!
Segundos depois, igual ao tio Carvalho, também tive que fugir da minha esposa pra não gozar. Saí de dentro dela que ficou reclamando e provocando:
Rosinha - Volte aqui, Fer, você ainda não terminou o que estava fazendo!
Não dei atenção à Rosinha e segui rumo à água cruzando com o tio Carvalho que voltava balançando a mangueira meio mole, meio dura, pendurada e batendo nas coxas a cada passo que dava. Segundos depois a minha Rosinha também veio pra junto de mim e nos refrescamos na água gostosa da represa.
Rosinha (reclamando) - Amor, você fugiu de mim, né! Me deixou lá sozinha cheia de vontade pra sentir seu pau gozando dentro da minha xaninha!
Sorri pra minha adorada esposa e nada respondi. Passados alguns minutos dentro da água, depois do meu fogo baixar e meu pau amolecer, voltamos pra areia junto do tio Carvalho e abrimos mais uma cerveja pra cada um e, ao finalizarmos, decidimos retornar pra casa, pois o sol estava forte e também se aproximava a hora do almoço. Guardamos as latas vazias, os restos de petiscos, pegamos as toalhas e seguimos para a bica d'água em busca de um banho refrescante com sabonete pra tirar resíduos de protetor solar e óleo bronzeador. Caminhávamos todos pelados, a Rosinha entre eu e o tio ora olhava meu pinto, ora o dele e, quando faltavam alguns metros pra chegar na ducha, percebi que ela sorria parecendo estar tramando algo.
Rosinha (se agachando) - Vocês dois, me esperem um pouquinho, tomei muita cerveja e preciso fazer xixi antes do banho.
Como se fosse a coisa mais natural do mundo uma mulher se agachar pra mijar diante de dois homens, a minha esposa de posicionou de cócoras sob o olhar curioso do tio e, admito, eu também a olhava com interesse, apesar de não ser a primeira vez que ela mijava diante de nós. Eu sempre gostei de ver uma mulher agachada esvaziando a bexiga e não nego que aquele jato saindo de entre os lábios vaginais da minha esposa me excitavam. O tio, que olhava pro meio das pernas dela, sorriu ao ver o jato forte fazendo barulho ao atingir a folhagem seca que cobria o chão.
Rosinha (nos olhando e sorrindo) - Vocês dois estão me deixando com vergonha me olhando desse jeito! Até parece que nunca viram uma mulher fazendo xixi!
Nada dissemos, ficamos em silêncio enquanto apreciávamos aquela bela fêmea de cócoras mijando e exibindo no rosto uma expressão de prazer ao esvaziar a bexiga. Ao terminar, ela deu aquela balançada característica das mulheres que não têm papel pra se enxugar após mijar.
Rosinha (sorrindo pra nós) - Mulher é assim, não tendo pinto pra espremer e chacoalhar, tem que balançar a bunda! (olhando pros nossos pintos) - E vocês, não vão fazer xixi antes do banho? Se precisarem de uma mãozinha, eu ajudo!
Eu (me aproximando da Rosinha oferecendo o meu pinto semiduro pra que ela me ajudasse a mijar) - Eu poderia mijar sem ajuda, mas já que você tá se oferecendo, eu aceito!
Rosinha (sorrindo pra mim e pegando no meu pinto, apertando e massageando) - Tio, venha você também, acho que consigo dar uma mãozinha pra vocês dois juntos!
O tio Carvalho se aproximou da minha esposa exibindo o pinto, também meio mole, meio duro, e ela, sorrindo, agarrou pela base e apertou sentindo a consistência daquele nervo masculino.
Rosinha (sorrindo, puxando a pele e expondo a cabeça da pica além de massagear) - Tio, percebeu que desta vez me lembrei de puxar a pele e pôr a cabeça do seu pinto pra fora? É assim que você gosta de fazer xixi, com a cabeça descoberta, né?
Tanto eu, quanto o tio, tivemos que fazer alguma força para liberar os jatos, pois os pintos estavam crescendo nas mãos da Rosinha que exibia um sorriso safado nos lábios sabendo ser a responsável pelo endurecimento das picas. Com algum esforço conseguimos expulsar os jatos que a minha mulher, brincando, direcionava pra um lado e outro como se tivesse nas mãos mangueiras de jardim. Tanto brincou com nossos pintos que terminamos de mijar com eles completamente duros.
Rosinha (sorrindo) - Vocês dois são muito safados, já ficaram de pau duro só porque eu segurei um pouquinho enquanto faziam xixi.
Carvalho (rindo) - Melhor sairmos desse sol e tomarmos banho, tô precisando voltar pra casa e comer algo!
Rosinha (rindo) - Tio, você já me comeu várias vezes hoje e ainda quer comer mais?
Carvalho - Preciso comer comida, Rosinha, ingerir alimentos, encher a barriga, aliás, o Fernando também tá com cara de fome; melhor nos alimentarmos ou não aguentaremos apagar o seu fogo!
Fomos pra ducha e iniciamos nosso banho; cada um se ensaboava sem pedir ajuda aos outros até que a minha esposa iniciou a sacanagem outra vez:
Rosinha (olhando nossos pintos e sorrindo maliciosa) - Fer e tio, imagino que vocês vão me comer mais tarde e, então, quero ter certeza de que os seus pintos estarão bem limpinhos pra mim, venham aqui pra eu conferir se estão bem lavadinhos.
Eu e o tio trocamos sorrisos, pois sabíamos que a minha esposa queria brincar outra vez. Fomos até ela que pegou primeiro no meu pau e carinhosamente massageou com as mãos ensaboadas até deixá-lo completamente duro para só então enxaguar.
Rosinha - Fer, você tá muito tarado, bastou eu lavar seu pinto que ele ficou duro. Agora que ele tá limpinho, vou lavar o do tio também!
Vi minha mulher pegando o pau do tio que já estava quase totalmente duro, provavelmente por saber que a minha esposa faria no pau dele o mesmo que fez no meu. Ele projetou o corpo pra frente oferecendo a mangueira pra minha esposa que, sem esboçar qualquer vergonha e com um sorriso largo no rosto, agarrou a estrovenga e brincou:
Rosinha – Mas que homem mais tarado você é, tio, oferecendo o pau duro pra uma mulher casada lavar e na frente do marido dela!
Carvalho (rindo) – Eu só estou oferecendo porque você disse que queria meu pinto bem lavadinho quando fosse comer ele hoje à tarde!
Rosinha (meio inclinada lavando o pinto do tio Carvalho) - Fer, tô ocupada aqui lavando o pintão do tio, será que você pode lavar o meu cuzinho bem caprichado?
Eu (surpreso e acariciando a bunda da minha mulher) - Quer que eu lave o seu rabinho bem lavadinho, é? Tá pretendendo dar ele para alguém?
Rosinha (olhando pra trás e sorrindo pra mim sem largar a pica do tio) - Fer, o meu rabinho é só seu, e você sabe bem disso, se eu for dar ele para alguém, será pra você!
Carvalho (rindo, mas fingindo chorar) - Snif, snif, snif! Isso quer dizer que eu devo perder a esperança de um dia entrar nesse traseiro gostoso, é?
Rosinha (enxaguando o pau do tio e arrebitando a bunda ao mesmo tempo em que me oferecia o sabonete) - Tio, nunca perca a esperança, não será hoje, mas quem sabe daqui a algum tempo, se o meu maridinho deixar!
Enquanto a Rosinha enxaguava o pau duro do tio Carvalho, iniciei a lavagem do cuzinho dela deslizando os dedos ensaboados no rego da bunda. Delicada e lentamente enfiei o dedo maior sentindo o buraquinho apertado e ela, pra me provocar, contraia a musculatura me fazendo sentir a força da mordida daquele furinho quente. Enfiei um pouco mais fundo o dedo, girei, tirei e voltei a enfiar até que ela endireitou o corpo recuando a bunda e desfazendo nossa conexão.
Rosinha (sorrindo pra mim e largando o pau do tio) – Tá, bom, Fer, cê já lavou meu furinho bem caprichado, agora é melhor irmos almoçar, pois estou com fome também!
Retornamos para casa caminhando nus enquanto o sol secava nossos corpos e, ao entrarmos, vestimos roupas leves; acho que de tanto ficarmos pelados durante toda a manhã, nos sentimos melhor usando algo para cobrir as nossas vergonhas (risos)! Fizemos o almoço e nos deliciamos com a comida simples, mas quente e saborosa regada à cerveja gelada. Ao terminarmos, limpamos tudo e decidimos dormir nos colchõeszinhos que ainda estavam no piso da sala, pois o sol da manhã, o almoço e a cerveja nos encheu de preguiça.
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