A bebida tinha deixado tudo mais lento e, ao mesmo tempo, mais intenso. O corpo quente, a mente solta, cheia de lembranças que nunca me abandonavam por completo. As cenas dos outros encontros voltavam em flashes: dois corpos me tomando, meu marido observando, participando, gozando comigo. Aquilo sempre foi mais do que sexo — era confiança, cumplicidade, desejo sem culpa.
Naquela noite, ele acabou dormindo em nossa casa. A conversa se alongou, as garrafas esvaziaram rápido demais, e eu já sentia o tesão pulsar baixo, insistente. Meu marido me conhecia como ninguém. Bastou um olhar para ele entender que algo diferente estava nascendo ali.
Eu queria mais. Queria provocar. Queria sentir meu corpo ser desejado enquanto ele assistia, mesmo sabendo que nunca seria apenas isso.
Sentamos na sala, a luz baixa, o silêncio pesado. Levantei devagar, me aproximei do nosso conhecido e comecei a beijá-lo sem pressa, sentindo o gosto da bebida ainda em sua boca. Ele correspondeu, contido no começo, respeitoso como sempre foi. Meu marido ficou sentado, atento, os olhos fixos em cada movimento meu.
Virei de costas para ele de propósito.
Eu usava um pijama curto, fino, sem sutiã, com uma calcinha fio quase simbólica. Senti quando as mãos do outro deslizaram pela minha cintura, levantando o tecido devagar, como se saboreasse cada segundo. O pijaminha subiu, meus seios ficaram livres, pesados, sensíveis ao ar. Tirei a camiseta dele com minhas próprias mãos, sentindo o calor do corpo dele contra o meu.
O tesão escorria sem pudor.
Ele me tocava com cuidado, mas a excitação já era impossível de esconder. Meu corpo reagia fácil demais, acostumado àquele tipo de atenção. Virei o rosto o suficiente para encontrar o olhar do meu marido. Ele me observava em silêncio, a respiração mais pesada, o desejo claro.
Sorri, provocadora, sentindo o arrepio percorrer a espinha.
— Amor… olha a sua putinha aqui sendo desejada — murmurei, a voz baixa, carregada. — Olha como eu já tô molhada… e como eu vou gozar nesse pau. Você gosta de ver, né?
Ele deslizou a mão entre minhas pernas e tirou minha calcinha devagar, revelando o quanto eu já estava molhada. Seus dedos me tocaram sem pressa, espalhando meu tesão, me fazendo arquear o corpo com um gemido baixo. Virei-me para ele, tomada pela vontade, e puxei seu calção junto com a cueca, libertando aquela rola enorme, dura, pulsando de desejo.
Não aguentei. Me ajoelhei na frente dele e caí de boca, chupando com fome, com vontade acumulada, sentindo cada reação, cada respiração mais pesada. Enquanto isso, estendi a mão e chamei meu marido:
— Vem aqui…
Comecei a masturbá-lo devagar, provocando, olhando nos olhos dele enquanto minha boca continuava trabalhando no nosso conhecido.
— Olha, amor… hoje a sua putinha é só dele, tá? — sussurrei, cheia de malícia. — E você gosta de ver, né?
Eu sentia o corpo do meu marido responder na minha mão, duro, quente, entregue à cena. Me levantei devagar e me posicionei de quatro, oferecendo meu corpo sem pudor. O amigo se aproximou e me penetrou com vontade, entrando fundo, do jeito que sempre soube fazer. Meu gemido ecoou pelo ambiente, misturado ao som do corpo batendo no meu.
Com uma mão, eu continuava masturbando meu marido, sentindo quando ele não aguentou mais. Ele gozou observando cada movimento, cada estocada, enquanto eu dizia, ofegante:
— É isso que a sua puta quer, amor… quer te ver gozando enquanto é comida bem gostoso… sua putinha, né, vida?
Esperei ele se limpar, ainda tremendo, porque eu queria mais. Queria ver ele gozar de novo. Continuei ali, sendo tomada, sendo usada, do jeito que meu corpo pedia. O conhecido me comia firme, intenso, até que não resisti. Meu corpo se contraiu e eu gozei pela primeira vez, forte, sentindo as pernas falharem.
Ainda tremendo do primeiro orgasmo, ele me puxou pela cintura e me colocou sentada no pau dele. Senti ele inteiro dentro de mim outra vez, quente, duro, me preenchendo. Sem pensar, comecei a sentar com vontade, subindo e descendo, sentindo cada movimento, cada gemido escapar sem controle.
O tesão voltou forte demais. Comecei a rebolar devagar, depois mais rápido, provocando, sentindo o corpo suado, melado. Virei o rosto para o meu marido e chamei, a voz carregada de prazer:
— Olha, amor… passa a mão no meu corpo… olha como ele tá me deixando suada, toda molhada…
Enquanto me movia, estendi a mão e comecei a masturbar meu marido de novo. Eu gemia de verdade, porque o conhecido estava me levando ao limite outra vez. De tanto rebolar, senti quando ele não aguentou mais e gozou dentro de mim, quente, profundo.
Sorri, ofegante, e provoquei:
— Olha, amor… não é só você que goza dentro de mim…
Bati devagar pra ele ver, sentindo tudo escorrer. Aquilo foi demais pra ele. Meu marido gozou forte, o corpo tenso, completamente excitado pela cena. Olhei pra ele e disse, sem pudor:
— Vai lá se limpar… que eu ainda quero tirar mais seu leite. Eu vou ficar aqui levando pau do nosso conhecido.
Continuei rebolando, o tesão batendo cada vez mais forte. O conhecido me segurava firme enquanto eu me movia, e em alguns momentos ele pegava o celular, tirando fotos e gravando vídeos de mim sentando no pau dele, entregue, sem vergonha nenhuma.
Foi quando não resisti. Meu corpo se contraiu de novo e eu gozei outra vez, intensa, sentindo as pernas falharem. Meu marido ainda não tinha voltado — o safado tinha ido se masturbar no banheiro.
Quando ele voltou, já me encontrou de bruços, dando pro conhecido, completamente aberta, sendo comida sem piedade. Ele se aproximou e colocou a rola dura na minha boca enquanto o outro continuava me comendo. Eu chupava meu marido enquanto sentia o conhecido entrar fundo, sem parar.
Não demorou muito pra eu sentir de novo: o conhecido gozou outra vez dentro de mim. Gemei alto e provoquei, olhando pro meu marido:
— Olha, amor… sua mulher cheia de porra que não é sua…
Comecei a masturbar meu marido com vontade, enquanto me virei de costas pro conhecido, sentando de novo. Ele enfiava firme, apertava meus seios, e eu olhava pro meu marido com o rosto tomado de prazer, gemendo:
— Aiiii… amor… olha seu amigo me comendo do jeito que eu mereço… tanta rola assim…
Minha boca era só do conhecido naquele momento. Eu só queria ver meu marido acabar, gozar de tanto tesão, enquanto eu me entregava completamente.
Foi quando eu olhei pro meu marido e disse, provocante:
— Amor, vamos pro banho? Vai lá me ver… eu provo o seu amigo, ele me come e você só olha… como eu gostei de ver você se masturbar e eu te masturbar. Eu amei, amor… sua rola dura assim, porque vocês dois me comem gostoso, mas agora eu vi que você merece isso também. Não mandei você me comer com esse gostoso do seu amigo, mas vai aproveitar…
Entramos no banheiro, eu e o amigo dele. Ele começou a me provocar, passando sabonete pelo meu corpo, deslizando a mão por cada curva, e claro que eu não ia deixar de mamar a rola dele. Enquanto isso, peguei de novo a rola do meu marido e masturbei, passando a mão na minha buceta e na rola dele, provocando:
— Olha, amor… só um gostinho pra não ficar na vontade.
Não demorou: ele gozou forte.
Eu me sentei no colo do amigo dele, gemendo, beijando sua boca e sentindo ele chupar meus seios. Por alguns segundos, esqueci totalmente do meu marido, focada no prazer do momento. O amigo me levou ao limite, e eu gozei duas vezes seguidas em seu pau, sentindo o corpo tremer e a boca suspirar gemidos de prazer.
Quando ele me largou, fiquei mole, ainda ofegante, e disse ao meu marido:
— Amor, que noite mais gostosa, né?
Passei a bunda na rola do amigo dele, só pra provocar mais, e olhei pra ele com cara de safada:
— Olha, amor… você me fez ficar assim, gostosa pra seu amigo me comer também, né?
O tesão estava insano. Ainda conseguimos gozar mais umas três vezes cada um, entre beijos, gemidos e mãos explorando cada parte do corpo. Quando olhei no relógio, eram cinco da manhã. O corpo ainda quente, molhado, exausto de tanto prazer… mas tivemos que parar.
Recebemos uma mensagem lembrando que teríamos visitas perto das oito. Nos olhamos e rimos, suados e satisfeitos, sabendo que ainda queríamos mais, mas que aquela noite ficaria marcada para sempre.
