BIANCA, A PUTA SELVAGEM E PRISIONEIRA DA CELA 33 (Alerta: Horror erótico sobrenatural com femdom extremo, snuff, gore sexual, body horror e temas demoníacos. Conteúdo perturbador)

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1825 palavras
Data: 10/02/2026 13:23:07

A Prisão B-9 fedia a dejetos humanos. Os corredores, iluminados por lâmpadas amarelas que piscavam como olhos moribundos, ecoavam com os sons de gemidos, risadas roucas e o rangido de portas de ferro. Não havia guardas, não havia regras — exceto uma. Ninguém tocava em Bianca sem ser convidado. E quem era convidado, raramente saía vivo.

Os prisioneiros, um amontoado de assassinos, estupradores e trapaceiros de toda sorte, viviam como ratos, lutando por restos de comida e espaço nas celas imundas. Mas naquela noite, o ar estava pesado, carregado com algo além do mau cheiro. Bianca estava caçando.

Na cela 33, ela estava nua, sentada em um colchão puído, as pernas cruzadas, o cabelo ruivo grudado na nuca por causa do suor e sangue ressecado. Velas feitas de gordura humana tremeluziam, jogando sombras nos símbolos estranhos desenhados nas paredes — círculos, espirais, linhas que pareciam pulsar como veias. Ela lambia os lábios, os olhos verdes brilhando como os de um predador.

No corredor, os homens se amontoavam, sussurrando. “Ela vai chamar alguém hoje,” disse um deles, um cara magro chamado Zé Rato, com dentes podres e uma cicatriz que cortava a bochecha. “Aposto que é o novato.”

O novato era Andrei. Alto, ombros largos, cicatrizes cobrindo os braços como mapas de batalhas. Ele viera da Zona C, onde os prisioneiros foram abandonados para morrer de fome. Ninguém sabia como ele sobreviveu, mas os rumores diziam que ele comeu cadáveres. Seus olhos cinzentos eram frios, e sua voz, quando falava, cortava como uma navalha.

“Ouvi falar da tal Bianca,” Andrei disse, encostado na grade da cela comunitária, mastigando um pedaço de pão embolorado. “Dizem que ela fode até matar o cara. Bobagem. Nenhuma buceta vale isso.”

Os outros riram, mas o riso era de nervoso. Zé Rato se aproximou, o cheiro de suor azedo emanando dele. “Cuidado, novato. Ela não é mulher. É outra coisa. Já vi cinco caras irem pra cela 33. Nenhum voltou com a alma no lugar. O último, o Grandão? Sangrou pelo cu antes de apagar de vez.”

Andrei cuspiu no chão. “Quero ver ela tentar.”

Naquela noite, o convite veio. Bianca apareceu no corredor, o corpo pálido quase brilhando sob a luz fraca. Ela não disse nada — nunca dizia. Apenas apontou para Andrei, os dedos longos e finos como lâminas. Os prisioneiros se calaram, o silêncio tão denso que dava pra sentir na pele.

Andrei sorriu, um sorriso torto, e seguiu. A porta da cela 33 se fechou atrás deles.

Dentro, o ar era quente, sufocante. As velas jogavam sombras que pareciam dançar nos símbolos das paredes. Bianca se aproximou, o corpo nu movendo-se como água, os seios pequenos e firmes, os mamilos rosados e duros. Ela agarrou a camisa de Andrei e rasgou com um puxão, as unhas arranhando o peito dele, deixando uma trilha vermelha.

“Quer brincar, sua putinha?” Andrei rosnou, já duro, o pau forçando a calça rasgada. “Então vem.”

Bianca não respondeu. Ela o empurrou contra a parede, os lábios abertos, a língua traçando o pescoço dele, quente e úmida. Andrei agarrou os cabelos dela, puxando com força, e a beijou, os dentes batendo, o gosto de sangue misturado com saliva. Ela mordeu o lábio dele até sangrar, e ele riu, excitado.

“Caralho, tu é bruta,” ele disse, a voz rouca, enquanto ela abria o zíper da calça dele com uma mão e enfiava a outra dentro, apertando o pau dele com força. Andrei gemeu, o corpo tremendo, mas ele não cedeu. Ele a virou, jogando-a no colchão, e estapeou as pernas dela já abertas, os dedos cravando nas coxas pálidas.

“Vai me matar com isso, é?” ele disse, rindo, enquanto entrava nela com um impulso violento. Bianca arqueou o corpo, as unhas cravadas nas costas dele, rasgando a pele. O sexo era selvagem, animalesco, o som dos corpos se chocando ecoando na cela. Ela gemia baixo, um som gutural, quase inumano, enquanto ele a fodia com força, o suor pingando do rosto dele no dela.

O primeiro gozo veio rápido, quente, um jorro que fez Andrei tremer, o corpo inteiro estremecendo. Ele caiu sobre ela, ofegante, rindo. “É só isso? Achei que era pior, pelo que disseram.”

Bianca sorriu, os olhos brilhando. Ela o puxou de novo, montando no pau dele, os quadris movendo-se como uma máquina de foder. O segundo gozo veio mais forte, e Andrei sentiu os músculos travarem, um tremor febril. Ele tentou se levantar, mas ela o segurou, os dedos como garras, e continuou, o corpo dela quente, quase escaldante.

No corredor, os prisioneiros ouviam. Os gemidos. Os gritos. E, então, o silêncio.

***

Na manhã seguinte, a cela 33 se abriu. Bianca saiu, o corpo nu coberto de sangue e ensopado de gala, os cabelos grudados na pele como uma pintura de guerra. Em uma mão, ela segurava uma língua, arrancada com precisão, ainda pingando. Ela caminhou até o corredor central, onde uma parede de ferro servia como quadro de avisos improvisado, e pendurou a língua com um pedaço de arame. Ninguém perguntou de quem era. Ninguém olhou nos olhos dela.

Andrei não apareceu. Mas, naquela noite, algo mudou. Os prisioneiros começaram a sussurrar que ele não estava morto. Zé Rato, tremendo enquanto acendia um cigarro feito de papel higiênico e cocô de rato seco, disse: “Eu vi ele. Na sombra do corredor. Não era mais ele. Os olhos… brancos. Como os dela.”

Os rumores sobre Bianca cresceram. Alguns diziam que ela era um experimento, algo criado nos laboratórios secretos que supostamente existiam sob a Prisão B-9. Outros acreditavam que ela era um demônio, preso ali para punir os pecadores. Mas todos concordavam em uma coisa: ela escolhia. E quando escolhia, era o fim.

Naquela noite, ela chamou outro. Um cara chamado Cobra, um ex-traficante com tatuagens de serpentes cobrindo o corpo. Ele era magro, mas rápido, com um sorriso que mostrava dentes de ouro. “Se o novato não aguentou, eu aguento,” ele disse, batendo no peito. “Minha rola já fodeu coisa pior.”

Os prisioneiros riram, mas o riso morreu quando Bianca apareceu. Ela estava diferente. Os símbolos nas paredes da cela pareciam mais vivos, vibrando como se respirassem. Cobra entrou, a porta se fechou, e o ritual começou.

Dentro da cela, Bianca era um furacão. Ela jogou Cobra no chão, montando nele antes que ele pudesse reagir. “Porra, sua vadia, vai com calma,” ele disse, mas ela não ouviu. Ela arrancou a camisa dele, as unhas rasgando a pele, e mordeu o pescoço dele com força, o sangue escorrendo pelo peito. Cobra gemeu, metade dor, metade prazer, enquanto ela o cavalgava, os quadris movendo-se com uma precisão quase mecânica sobre a pica que se mexia dentro da buceta.

“Caralho, tu é quente,” ele disse, ofegante, enquanto ela apertava o pau dele com os músculos vaginais, como se quisesse esmagá-lo. O primeiro gozo veio como uma explosão, e Cobra riu, triunfante. “É isso? Tô vivo, sua puta!”

Mas então veio o segundo round. Ele começou a tremer, os olhos arregalados, vendo coisas que não estavam lá. “Que porra é essa?” ele gritou, enquanto visões de cobras feitas de fogo rastejavam pelas paredes. Bianca não parou. Ela o segurou pelos pulsos, os olhos verdes brilhando, e continuou, o corpo dela quente como brasa.

No terceiro gozo, Cobra começou a gritar. Não de prazer, mas de terror. Ele via coisas — rostos sem olhos, mãos que saíam das paredes, vozes que sussurravam seu nome. O sangue começou a pingar do nariz dele, depois dos olhos. Ele tentou se levantar, mas Bianca o prendeu, os quadris dela movendo-se sem parar, o sexo agora era uma tortura.

No quarto gozo, ele estava sangrando por todos os orifícios. O pau dele, inchado e necrosado, parecia que ia explodir. Ele gritava, implorava, mas Bianca só sorria, os lábios abertos, a língua lambendo o sangue que jorrava do rosto dele.

No quinto orgasmo, ele cedeu. O corpo ficou mole, os olhos brancos, o chão da cela coberto de sangue e porra. Bianca se levantou, o corpo brilhando de suor, e arrastou o cadáver para um canto. Ela pegou uma faca improvisada e cortou a língua dele, lenta, quase carinhosamente.

No corredor, os prisioneiros ouviram tudo. E não disseram nada.

***

Os dias seguintes foram estranhos. A Prisão B-9 parecia mais viva, como se algo estivesse acordando nas paredes. Os símbolos da cela 33 começaram a aparecer em outros lugares — nas portas, nos corredores, até nas peles de alguns prisioneiros, como tatuagens que ninguém lembrava de ter feito. E havia os sons. Sussurros à noite, risadas que não vinham de lugar nenhum. E, às vezes, o som de algo molhado, como carne sendo rasgada.

Bianca continuava chamando. Mas agora, nem todos morriam. Alguns saíam da cela 33 mudados. Um cara chamado Mancha, um assassino que matara a própria família, voltou com os olhos brancos e um sorriso fixo. Ele não falava mais, apenas desenhava os símbolos de Bianca nas paredes, usando o próprio sangue. Outro, um velho chamado Toco, saiu da cela rindo, dizendo que viu “o fim do mundo” enquanto gozava. Ele morreu dois dias depois, mas não antes de tatuar um dos símbolos no peito.

Zé Rato, que sobrevivera por tanto tempo sendo covarde, tentou fugir. Ele subiu pelos dutos de ventilação, desesperado para escapar do que quer que Bianca estivesse fazendo. Mas na terceira noite, encontraram o corpo dele no corredor. Sem língua. E com os símbolos gravados na pele.

Então veio a noite em que Bianca saiu da cela 33 e caminhou até o centro do corredor. Ela estava nua, o corpo coberto de sangue fresco, os cabelos pingando. Em uma mão, segurava a faca improvisada. Na outra, uma nova língua. Os prisioneiros se encolheram nas celas, mas ela não olhou para eles. Ela falou — a primeira vez que alguém a ouviu.

“Vocês acham que isso é uma prisão?", ela disse com a voz rouca, como se não fosse usada há anos. “Mas é um altar. E eu sou o fogo.”

Ela levantou a língua, e os símbolos nas paredes começaram a brilhar, um vermelho pulsante que parecia vivo. Os prisioneiros gritaram, alguns caíram de joelhos, outros tentaram correr. Mas as portas das celas se trancaram, como se a prisão obedecesse a ela.

Andrei apareceu então, saindo das sombras. Ou o que restava dele. Seus olhos não tinham pupilas, a pele cinzenta, o corpo movendo-se com uma rigidez estranha de zumbi. Ele se ajoelhou diante de Bianca, e ela tocou a cabeça dele, como uma rainha coroando um servo.

“Vocês vão queimar,” ela disse. “Ou se transformar.”

Naquela noite, a Prisão B-9 mudou. Os que aceitaram o convite de Bianca começaram a mudar, seus corpos marcados pelos símbolos, suas mentes quebradas pelo prazer e pela dor. Os que resistiram foram encontrados sem línguas, os corpos empilhados nos corredores.

E Bianca? Ela voltou para a cela 33 com o sorriso ainda nos lábios. Porque o que ela queria não era apenas matar. Era transformar. E a Prisão B-9, agora, era dela.

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