Cara, se tem algo que agradeço é pela vitoria ser minha mulher hoje em dia, eu nao podia ter escolhido melhor, escrever sobre nosso passado tão recente, tras lembranças boas sabe, foi difícil pra nós e não vou enrolar tanto aqui nos textos, contando detalhes do que aconteceu, até por que teve desavença forte entre a família, hoje infelizmente abdicamos da nossa família pra viver juntos, nem todo mundo tem mente aberta o suficiente pra entender que eu e a Vitória na verdade fomos feitos um para o outro, talvez dê errado? Talvez, mas uma coisa é certa, da minha parte nunca vou deixar de amar ela independente do que ela decidir.
Era um sábado, eu lembro até hoje, eu vinha fazendo uns bicos pra tirar a carteira, assim que juntei a grana, meu pai deu um acréscimo pra eu tirar AeB, passei de primeira, amo carros até hoje, cresci vendo velozes e furiosos.
Lembro até hoje, meu pai tinha uma Fazer 250 ys roxa ano 2011, que moto boa pra rodar cara, e era do dia a dia, meu pai sempre foi entusiasta de motos, além dele ter a Fazer ele tinha na época a xj6 pra ir em encontros de moto em torres e BC, meu pai na verdade pagava de malandro, mas a "bíblia" do carnê da moto sempre em dia kkkkk, meu tio tinha na época a CB1000 e a Hornet vespa, os dois pareciam dois moleques na verdade, mas era legal, eu me diverti muito com a fazer mas não me passava muito, nunca fui de empinar a moto, mas embicar nos ônibus e dirigir rápido era comigo mesmo, não sou nenhum piloto de fuga nem nada mas pra meneta não sirvo.
Eu seguia minha rotina, jiujitsu de manhã, casa, escola a tarde, a noite livre ou fazendo bico em lancheria, sempre gostei de cozinha, tanto cozinhar quanto apreciar, desde cedo sempre quis cozinhar aqueles pratos chiques e tal, Bom dos 105kg eu já tava nos 97/98, pra mim era um puta avanço, não lembro que dia da semana era, mas deu acaso de ser um feriado, eu tava sentado na sala assistindo alguma merda qualquer, e eu digo merda por que nao gosto de emissoras, nenhuma delas, so passa bandidagem, novela chata e repetitiva e os mesmo filmes que eu já tinha assistido com sete anos na sessão da tarde ainda passavam e eu já tinha dezoito, o foco é que naquele dia a Vitória tava arrumadinha, ia sair com.umas amigas, mas ela me fez uma proposta/combinado de que talvez a gente pudesse ser irmaos de verdade sabe, daqueles que trocam afeto e tudo mais, eu estranhei, ela nao era disso, um abraço nela virava o caos, mais eu aceitei, nao seria muito diferente do que a gente já tinha.
No mesmo dia, ela voltou da festinha bêbada, eu nao entreguei ela pros nossos pais, até por que quando eu saia de moto de madrugada ela também me cobria, apesar dos pesares, eu e a Vitória sempre tivemos elo de irmãos, embora a gente nao se gostasse tanto assim, mas aquelas regras base de irmãos de sangue nos seguíamos, nao trair um ao outro, nao fazer fofoca e nao dar pilha pro pai ou pra mãe na hora de levar sermão, eu tava olhando Netflix, sentado exatamente no mesmo lugar de quando ela saiu, ela veio e deitou no sofá com a cabeça no meu colo, eu simplesmente comecei a acariciar o cabelo dela, ofereci meu chocolate que já tava derretido e ela aceitou, o cheiro de limão que vinha dela tava forte, e a cachaça provavelmente era velho barreiro por que também tava dando pra sentir.
Eu - quer tomar um banho não?
Vih- poxa tá tão gostoso aqui, precisa mesmo?
Eu - tu ta fedendo a trago, se o pai te pega tu ja sabe
Vih - me ajuda? Não sei se consigo ir sozinha, nao pra me dar banho, so me leva
Eu levantei bufando, ajudei ela a levantar e levei ela no quarto dela, ela pegou um pijaminha lindo, rosa, shortinho bem curto que deixava a polpa da bunda dela aparecendo, e em cima era um top folgado, ou era pra ser , se nao fossem aqueles peitos, levei ela pro banheiro e deixei ela tomar banho, alguns minutos depois ajudei ela a sair, levei ela pro quarto.
Não me arrependo do que aconteceu, mas na época foi um choque pra mim, eu taquei o foda-se, já tava d epau duro e não liguei, larguei ela na cama, já tava de saco cheio, impaciência de adolescente é foda, só que ela percebeu meu volume, e eu nao negaria se ela perguntasse, era por ela mesmo, a Vitória segurou meu pulso, se levantou e me beijou, numa fração de segundo eu pensei, "puta que o pariu, tô fudido, fodeu, não posso, não posso, nao posso", mas.... eu retribui, a boca dela era doce, o beijo tava molhado, nossas línguas brigando, ela dava gemidinhos, até que pegou minha mão e levou até os seios, eu até toquei, mas recebi um choque que me trouxe de volta, -" perdão", foi a única coisa que consegui dizer antes de ir dormir, mas quem disse que consegui
(Vitória)
O Lucas adorava ficar andando de moto pra cima e pra baixo, aquilo tava me irritando, cheio de Maria gasolinas aí, o problema é que ele tava cada vez mais gostoso, eu mal via ele durante o dia, mas a noite eu podia aproveitar ele, o Lucas sempre foi tapado, achava que o beijo, o combinado de sermos irmãos normais e trocar afeto vinha do nada, coitado, eu vinha a dias preparando o terreno, Lucas era o tipo de irmão que ia na minha porta pra me mostrar o dedo do meio e lançar um "te odeio" do completo nada, e segundos depois vinha e me dava um beijo na testa, quando eu menstruava, eunpdia as costas e ele dizia "nao" já fazendo o que eu pedi, e em dias aleatórios ele aparecia com um bombom, as vezes a caixa da Nestlé que eu amo, ou uma barra que eu deixava sempre no travesseiro, isso eram detalhes que ele fazia sem perceber, o cérebro dele sempre foi muito corrido e as vezes isso atrapalha ele em se concentrar ou prestar atenção, e foi aí que eu me aproveitei, ele vinha me abraçar de frente, mas eu me virava e aceitava o abraço de costas, no início so isso, mas aos poucos comecei a empinar minha bunda contra ele, uma raspada de leve, as vezes quando ele sentava na roda dos amigos dele e eu chegava, ele me abraçava pela cintura, ali era consciente era tipo "a vitoria nao seus tarados, ela é minha", aquilo me deixava louca, me toquei cada vez mais pensando nele, aquele dia da festa eu bebi por causa da Vanessa que queria reatar a amizade depois de treinar com meu irmão, muita cara de pau daquela vagabunda.
Eu bebi umas caipira, mas nao sabia que velho barreiro batia tão forte, depois que eu tomei banho, tava cheirosa e tarada, vi aquele pau marcando a bermuda, vi qu4 ele tava impaciente comigo, e na hora da raiva cometemos erros, aproveitei e tasquei um beijo nele, e Deus, a Vanessa tava certa, que beijo, eu gemi por que já tava molhada, na minha cabeça ele me devorava ali mesmo, me fazia mulher dele, mas o frouxo, interrompeu tudo, mas a sensação da mão dele no meu peitinho foi tão gostosa que fui obrigada a tocar uma pra dormir relaxada, no dia seguinte percebi que ele nao tinha dormido por que parecia um zumbi pela casa