Milly - A garota geek que despertou o dominador em mim - Pt 1

Da série Milly
Um conto erótico de Harper
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 962 palavras
Data: 09/02/2026 15:31:15

Muito antes de conhecer, e posteriormente ingressar no universo BDSM.

Conheci Milly, uma novinha de 22 anos, toda delicadinha, 1,58 de altura, 55 Kg, pele branquinha com diversas tatuagens, cabelos pretos curtinhos (que constantemente mudavam de cor, ora rosa, ora platinado, ora verde e às vezes até multicolorido), olhos castanhos, boca bem delineada, nariz pequeno fino com piercing de argola, pelo menos uns 8 furos em cada orelha com vários brincos e piercings, uma tatuagem de Kitsune da nuca até o cóccix, seios pequenos e delicados, mamilos rosa claros com piercing de argola, bundinha redondinha, bucetinha pequenininha mas canudinhos e lisinha (não gosto mas não rejeito, prefiro peludinha), enfim uma ninfetinha mignonzinha.

Milly trabalhava em uma loja de conveniência dos tios a poucas quadras de onde eu trabalhava na época, acabei conhecendo ela por passar diariamente para comprar meus cigarros.

Milly é como ela prefere ser chamada por odiar seu nome, Emília.

Milly tinha um sorriso tímido e um olhar triste que contrastava com sua beleza exótica.

No começo nos cumprimentávamos cordialmente e aos poucos trocávamos algumas amenidades.

Com o passar do tempo passamos a conversar. Ela sempre me encarava com seus olhos brilhando e um olhar misterioso.

Pegamos intimidade e ela timidamente me convidou a passar na conveniência no final do dia pois eles colocavam umas mesas do lado de fora e o pessoal fazia um happy hour por ali e ela poderia me acompanhar pois já teria terminado seu expediente.

Fui para o trabalho, muitas demandas pouco tempo para almoçar, fui à conveniência para um lanche rápido. Pela 1ª vez um toque, ao pagar acabo segurando sua mão, ela me olha e diz:

- Hoje não vou a aula, posso te esperar no final da tarde?

Respondo:

- Está combinadíssimo! Com certeza eu venho...

Voltei ao trabalho correndo mas com ela na cabeça. A diferença de idade só melhorava tudo.

O restante do dia passou se arrastando. Dava meia-noite mas não dava 19 horas.

Encerrei o expediente, despedí de todos e saí igual um tiro pra conveniência.

Ela estava em uma das mesas, linda. Sainha preta, coturno, e uma camiseta de algum anime que, sinceramente, não faço idéia qual.

Eu:

- Oi Milly... Me esperou muito?

Milly:

- Já estava ansiosa pensando que você não vinha...

Eu:

- Não perderia um happy hour com você por nada... Você bebe o quê?

Milly:

- Uma ice por favor...

Entrei na conveniência peguei a Ice pra ela e uma longneck pra mim e retorno para a mesa.

Engatamos um papo animado, ela quis saber mais de mim, vida, profissão, preferências... Estava bem interessada.

Várias rodadas depois a conversa foi ficando mais íntima e picante.

Ela me contou que após a morte da mãe, seu pai tentou por várias vezes desvirginá-la. Aos 19 anos, para escapar das investidas e assédio do pai, foi dividir um apartamento com uma amiga.

Mais uma rodada e estávamos nos beijando.

Milly pega minha mão e diz no meu ouvido:

- Estou encharcada... Tem que ser agora e aqui... Vem comigo!

Milly simplesmente me arrasta para trás da conveniência pela lateral para uma pequena sala de descanso a qual somente ela e os tios possuíam a chave.

Me empurra pra dentro e começa a me beijar como uma louca. Aquela menina tímida de olhar triste estava tarada.

Começo a beijar o pescoço, passo a mão na bunda, e acaricio os peitinhos... Ela brava me empurra e diz:

- NADA de carinho! Quis ficar com você porque além de atraente e bonito, tem cara de safado e de ser bruto... BATE NA MINHA CARA, mas com força!

Reconheço que fui surpreendido, mas não sei o quê me deu na hora e acabei entrando no jogo, dei-lhe um senhor tapa que ela caiu no sofá da pequena sala.

Com a marca da minha mão no rosto e os olhos lacrimejando, ela me olha e diz:

- Acertei... É isso que eu mereço... Um HOMEM DE VERDADE E BRUTO... Me bate mais... Me enforca... Me xinga... Me humilha...

Nesse momento eu percebo que ela gozou esguichando. Realmente ela estava tendo prazer com aquilo tudo... Isso pra mim era novidade... Uns tapinhas e uns puxões de cabelo já tinham acontecido, mas naquela intensidade e violência, 1ª vez...

Me aproximo dela e a ergo enforcando com um braço só e digo cuspindo na carinha dela:

- É assim que você gosta inútil?

Milly já estava roxa sem ar, com a mão esquerda Desabotoo a calça, coloco a pica pra fora, a deixo cair no chão e ordeno:

- Verme! Rasteja e chupa!

Meu pau tem 23 cm de comprimento por 17 cm de circunferência, já fodi 3 leitoras (2 comigo dominando) e algumas outras já viram 😈😏.

Milly rasteja e tremendo tenta pegar meu caralho pra por na boca. Dou outro bofete, dessa vez com as costas da mão no outro lado da cara e grito:

- SEM AS MÃOS, LIXO!

Ela se esgueira e põe a cabeça do meu pau na boquinha. Agarro os cabelos e empurro tudo. Começo a foder a garganta dela.

Milly baba e sufoca. Digo:

- Chega, puta!

Ainda pelos cabelos a ergo e a jogo no braço do sofá de bunda pra cima. Ergo a sainha. A filha da puta tinha tudo planejado, estava sem calcinha.

Sem cuidado ou carinho, chuto os tornozelos para afastá-los, nem me preocupo com camisinha.

Enterro na buceta de uma vez só. Arranco um grito:

- Aaaaaaaaahhhhhh... Só dei 3 vezes na vida seu puto... Tá me arregaçando... Tô sentindo no úúúúúteeeeeeroooooooo... Me MACHUCA!!! SOCA MINHAS COSTELAS E ME ENFORCA!

Não me contento, agarro seu pescoço e vou metendo firme e forte. Vou dando socos nas costelas com a mão esquerda.

Fodo e fodo com força. Pra machucar.

Gozo no fundo! Inundo a buceta e digo:

- Se limpa monte de lixo, vamos pra minha casa...

Continua...

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