Quando me apaixonei pela evangélica inocente - Fim

Da série Crente Inocente
Um conto erótico de mathtrib96
Categoria: Heterossexual
Contém 1731 palavras
Data: 01/02/2026 19:26:43

A história seguiu em um ritmo de descoberta mútua, mas sob o constante risco do portão de casa. Mantínhamos aquele namoro de fachada na calçada, conversando baixinho sob o olhar vigilante da vizinhança, enquanto os pais dela nem desconfiavam do que fervia entre nós. Noa SMS, porém, não havia censura. As mensagens eram nosso refúgio; foi ali que ela, entre confissões e risadinhas digitais, contou sobre a amiga que havia chupado um menino da escola. Com cuidado, sem querer pressionar, eu plantei a semente: "E você, teria coragem de fazer o mesmo comigo?".

​A oportunidade surgiu em uma noite de domingo quente, quando os pais dela saíram para um evento longo na igreja. Nós encontramos como de costume no seu portão, e logo depois partimos para o fim da rua.

Ao chegarmos no nosso lugar deserto, o clima não era mais de hesitação. Eu a puxei pela cintura e o beijo foi urgente, profundo. Minhas mãos já conheciam o caminho das curvas dela, subindo por baixo do tecido, sentindo o calor da sua pele arrepiada. Entre um suspiro e outro, a lembrança das mensagens veio à tona. Eu parei, olhei bem nos seus olhos e perguntei baixinho se ela lembrava do que havíamos conversado.

​Com o rosto queimando de vergonha. Eu encostei no muro e apenas puxei o elástico da bermuda, deixando que meu membro saltasse para fora, pulsando e exposto.

Quando meu pau saltou para fora, rígido e com as veias pulsando sob a luz fraca dos postes distantes, ela deu um passo curto para trás. Não era nojo, era o choque visual do desconhecido.

​— Tem certeza? — perguntei, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.

O contraste era quase visualmente gritante: de um lado, a pele clara e os traços delicados dela; do outro, meu pau rígido, marcado por veias saltadas pelo desejo acumulado.

Ela não respondeu de imediato. Vi suas mãos se apertarem contra o tecido do vestido, os nós dos dedos ficando brancos. Ela desviou o olhar para o chão, o rosto tomado por um rubor que eu conseguia notar mesmo na penumbra. Devagar, com uma lentidão que torturava meu juízo, ela começou a se dobrar.

Ela se ajoelhou sobre um joelho só, mantendo o corpo um pouco distante, como se estivesse diante de algo perigoso. Os olhos dela subiam para o meu rosto e desciam para o meu membro, num conflito interno visível. Ela levou uma das mãos à boca, cobrindo-a por um segundo, soltando um suspiro trêmulo que denunciou o quanto ela estava nervosa.

​Quando ela finalmente se aproximou, o contraste era quase poético e brutal ao mesmo tempo: a delicadeza do seu rosto, a pele de menina ainda intocada por aquele tipo de experiência, frente à frente com meu pau exposto. Ela estendeu a mão, tocando apenas a ponta com o dedo indicador, recuando logo em seguida como se tivesse se queimado.

​— É... é muito diferente do que eu imaginei — ela sussurrou, a voz quase sumindo.

Quando ela finalmente venceu o medo e aproximou o rosto, o som de um portão batendo ao longe a fez pular. Ela encostou a mão no meu peito, os dedos frios contra minha pele quente, e ficamos parados, em absoluto silêncio, ouvindo o vento. O risco de sermos descobertos pelos pais dela, ou por algum vizinho fofoqueiro, pairava sobre nós como uma sombra.

​Sentindo que o tempo estava acabando, ela se entregou à curiosidade. O calor da boca dela contra o meu membro foi um choque térmico. Ela era inexperiente, não sabia bem como acomodar a língua ou a pressão, mas a forma como ela me olhava de baixo para cima — com os olhos úmidos e o rosto corado de vergonha — era mais excitante do que qualquer técnica. Eu apertava os dedos no muro, sentindo o cimento áspero, enquanto vigiava a rua por cima da cabeça dela.

Era uma cena de puro contraste: a inocência dos movimentos dela, nitidamente sem jeito e exploratórios, contra a agressividade do meu corpo reagindo àquela sensação nova. Ela não sabia bem o que fazer, usava as mãos pequenas para segurar a base enquanto tentava acomodar tudo naquela boca pequena. O calor da sua saliva e o vácuo que ela fazia, mesmo sem técnica, me levaram ao limite em poucos minutos.

​— Vou gozar... — sussurrei, a voz embargada, sentindo o espasmo subindo.

​Assustada com a intensidade da minha reação, ela parou e se afastou um pouco, mas não soltou. Ela continuou o movimento com a mão, uma masturbação lenta e focada, os olhos fixos em mim, fascinada pela forma como eu perdia o controle. Quando o ápice veio, os jatos de porra atingiram o chão de terra batida. Ela não desviou o olhar; pelo contrário, parecia hipnotizada por me ver naquele estado de entrega total, um sorriso tímido surgindo no canto dos lábios ao perceber o poder que tinha sobre mim.

Nós recompomos o mais rápido que pudemos, o coração batendo na garganta. O medo de que alguém tivesse visto alguma sombra ou ouvido meu gemido abafado nos fez voltar para casa quase sem trocar palavras, apenas mãos dadas e suadas.

​Aquele foi o nosso último grande momento. O perigo que nos excitava acabou nos pegando: semanas depois, um rastro de mensagens no celular dela foi o fim de tudo. O pai dela, enfurecido, proibiu qualquer contato. ​O afastamento foi gradual, mas doloroso. As mensagens cessaram, as redes sociais foram bloqueadas. O muro onde nos apoiamos ficou para trás, depois de meses eu precisei ir embora da cidade levando apenas a memória daquelas noites onde o amor, medo e o desejo foram uma coisa só.

​O tempo passou, e a memória daquela rua sem saída havia se tornado uma fotografia desbotada na minha mente, guardada em uma gaveta que eu raramente abria. Eu já era outro homem, com outras responsabilidades e quilômetros de distância daquela cidade. Mas bastou o brilho da tela do celular no escuro do quarto e aquele nome surgir na central de notificações para que todo o ar me faltasse. O coração, que eu julgava treinado pelo tempo, deu um solavanco. Era ela.

​Assim que ela aceitou minha solicitação, o choque foi imediato. O perfil revelava uma vida que eu só podia imaginar: ela estava radiante, com um sorriso mais maduro, mas que ainda guardava aquele brilho de curiosidade nos olhos. Na bio, a marca do tempo: "Esposa, mãe de dois, grata a Deus". As fotos mostravam uma família formada, os filhos com traços que me lembravam vagamente o rosto dela quando éramos jovens. Ela continuava fiel à sua essência, sempre usando vestidos longos e elegantes, mas agora com uma postura de mulher decidida, longe daquela menina trêmula que se escondia nas sombras comigo.

​A primeira mensagem chegou como um sussurro do passado:

— "Oi... Será que você ainda se lembra de mim?"

​Um sorriso involuntário brotou no meu rosto. Como eu poderia esquecer? Respondi que algumas memórias o tempo não apaga. Durante dias, matamos a curiosidade sobre os rumos que nossas vidas tomaram. Ela me revelou o que aconteceu após o nosso fim abrupto: o pai dela havia interceptado uma mensagem nossa — algo íntimo e revelador. A reação foi implacável. Eles a blindaram de tudo, proibindo qualquer contato, sem nos dar tempo sequer para uma despedida. Direcionada pelos pais e sem alternativas, ela acabou se envolvendo com um rapaz da igreja, alguém "certinho" aos olhos da congregação. Casaram-se cedo, seguindo todos os protocolos.

​Não demorou muito para as confissões surgirem. Ela admitiu que nunca amou o marido com a mesma intensidade e que, durante todos esses anos, a lembrança do que vivemos no fim da rua era seu refúgio secreto. A conversa, que começou nostálgica, logo mudou de tom quando relembramos os nossos "amassos". Rimos das situações embaraçosas, mas o clima pesou de novo quando ela desabafou sobre sua vida íntima: o marido nunca foi ativo sexualmente; o tesão só existiu no início, pela novidade, mas logo se transformou em uma rotina fria.

​Aproveitando a brecha, confessei que o desejo por ela nunca tinha morrido. Ver suas fotos, agora como mulher, despertava um tesão acumulado por décadas. Foram semanas de conversas que oscilavam entre o carinho e o desejo controlado, até que, em uma noite de solidão e saudade, eu perdi o filtro. Escrevi coisas explícitas, descrevendo o que eu faria se estivéssemos naquele fim de rua hoje.

​A resposta dela foi um choque elétrico: ela correspondeu à altura. Disse que estava trêmula, sentindo as mesmas sensações de antigamente. Revelou que eu era o único homem que ela conheceu além do marido, e que, embora as memórias fossem vagas, ela sabia que a nossa química era superior.

​Tomado pela adrenalina, eu agi. Deitado na cama, posicionei a câmera frontal, enquadrando desde o meu rosto até a parte superior das minhas coxas, com meu pau para fora da cueca, pulsando de tão rígido. Enviei. O "visto" veio quase instantaneamente.

— "Meu Deus, Mateus... Olha o tamanho disso. Parece maior do que antes!" — ela digitou, visivelmente eufórica.

​Ela estava sozinha no quarto enquanto o marido cuidava das crianças. Pediu um minuto para ir ao banheiro. Achei que fosse apenas para se acalmar, mas logo recebi uma notificação de imagem única.

​Na foto, ela estava em frente a um espelho grande. O vestido estava levantado até a altura do peito, sustentado por suas mãos. O rosto mostrava uma timidez excitada, mas a parte de baixo era um contraste absoluto de pudor e luxúria: as pernas entreabertas exibiam sua buceta completamente exposta, lisinha, branca e pequena, exatamente como eu imaginava que seria após tantos anos.

— "Tinha a intenção de te mostrar naquela época... acho que te devo isso", escreveu ela.

​Era a mesma sensação do início da nossa relação: a inocência daquela menina agora transformada no desejo proibido de uma mulher casada.

​Desde então, mantemos esse vínculo secreto. Não nos falamos com frequência por conta das nossas rotinas, mas sempre que o horário coincide e ela está sozinha, o ritual se repete. Ligamos a chamada de vídeo. Ela posiciona o celular no chão, senta-se em uma cadeira no quarto e começa a tirar o vestido devagar. Com os dois pés apoiados na cadeira e as pernas bem abertas, ela se toca e se explora completamente exposta, enquanto me assiste gozar pela tela. O fim daquela rua agora é uma janela digital, onde o passado e o presente se fundem em prazer.

Instagram para contato: @mathtrib96

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