**A Submissão Final**
O vento jogava o cabelo cacheado comprido de Beatriz para trás enquanto ela se agarrava nas costas de Caio. Ela deslizou a mão para baixo e apertou a rola dele por cima do shorts, sentindo ele pular ao toque. Ela estava transando com o cunhado há duas semanas e não se arrependeu nem por um segundo desde a primeira vez que ele enfiou aquele pau incrível nela. O prazer que ela tinha em satisfazê-lo era muito maior do que qualquer culpa por trair o marido ou o ódio que tinha sentido por Caio por basicamente tê-la manipulado e chantageado para o adultério. Ele tinha feito um favor a ela, ensinando sobre sexo com um homem de verdade. Ele até tinha dado o vídeo que tinha gravado dela chupando ele, sabendo que o corpo dela agora era dele para fazer o que quisesse. Beatriz quase destruiu o vídeo quando percebeu que Caio ia embora em duas semanas e ela provavelmente precisaria do vídeo para se satisfazer depois. Beatriz sentiu uma lágrima escorrer enquanto pensava em perder aquela rola gigante no fim do mês e desejou poder passar o resto da vida na garupa daquela moto usando nada além de um biquíni fio-dental como estava agora.
Caio tinha dito que queria comemorar o aniversário de duas semanas do mesmo jeito que tinham trepado pela primeira vez. Caio estava indo pela orla da baía de novo e entrou em outra área de piquenique. O estacionamento estava vazio exceto por uma Kombi velha. Beatriz teve medo de que os planos fossem arruinados até notar um pano vermelho pendurado na janela, indicando que tinha quebrado.
"Relaxa," Caio disse. "Ela já estava aqui no dia que achei esse lugar. Esse canto é tão isolado que ninguém veio chamar guincho."
Ele segurou a mão dela e a levou para a praia linda de areia branca. Ondas suaves viajavam pela água azul clara lambendo a margem. O melhor era que a praia fazia uma curva com manguezais e outros arbustos bloqueando a vista da baía. Estranhamente, Beatriz se sentiu desapontada sabendo que nenhum barqueiro poderia assistir dessa vez. Árvores e arbustos também bloqueavam a vista do estacionamento e o isolamento criava uma atmosfera de ilha deserta.
Empolgada, Beatriz correu para a lagoa rasa e se jogou na água morna, flutuando tranquila enquanto Caio estendia uma manta grande. Ela olhou para ele quando terminou. Ele estava parado perto da água observando ela, usando nada além de uma sunga pequena. Enquanto ela olhava, ele se curvou e deslizou a sunga pelas pernas. Ela podia ver a rola comprida dele pendendo até quase os joelhos e encarou maravilhada. Ela ainda não acreditava nos próprios olhos depois de ver pelo menos duas vezes por dia nas últimas duas semanas. Ela franziu a testa, se perguntando o que ele estava tramando, quando ele virou de costas para os arbustos e flexionou os músculos. Ela podia ver as nádegas duras dele se contraindo quando flexionava. Caio então virou de volta para ela e posou de novo.
Bem, se Caio queria posar para ela, ela podia posar para ele. Ela adorava exibir o corpo. Beatriz entrou mais perto da margem e alcançou as costas, desamarrando as tiras do biquíni. Beatriz jogou a parte de cima na areia e virou de costas para se curvar, mostrando a bunda empinada e firme enquanto deslizava o fio-dental pelas pernas.
Beatriz estava completamente nua diante de Caio enquanto ficava de pé na água na altura dos joelhos. Ela passou os dedos ao redor dos mamilos provocando até ficarem duros e, quando estavam rijos, trouxe um até a boca e mordeu delicadamente o mamilo enquanto encarava o amante bem dotado o tempo todo.
Caio virou de lado permitindo que ela visse a rola engrossar e subir de pendurada para totalmente ereta. Ele virou de volta para ela e entrou na água, tomando Beatriz nos braços.
Ela podia sentir a rola dura dele espremida entre os corpos enquanto ele a segurava apertado e a beijava com tesão. Caio se soltou e se moveu para trás dela. Ela virou para seguir, mas ele a segurou no lugar de modo que os peitos dela ficaram empinados em direção à praia e ele a agarrou por trás. Caio a segurou nos braços e ela podia sentir a rola dele aconchegada entre as nádegas, subindo pelas costas. As mãos grandes dele esfregavam pelos peitos, barriga e abdômen, acariciando. Ele segurou os peitos e beliscou os mamilos, fazendo um gemido suave escapar dos lábios dela. Beatriz se recostou nos braços dele e arqueou o pescoço para beijá-lo.
Caio beijou de volta, então a levantou sem esforço e a carregou para a manta. Caio deitou Beatriz de bruços e montou nela, deixando a rola descansar entre as nádegas de novo. Caio derramou óleo de coco por todas as costas dela e na bunda de modo que escorreu pela rola dele e entre as nádegas. Ela podia sentir a rola dele deslizando para cima e para baixo enquanto ele massageava os músculos.
Beatriz sentiu as mãos grandes e ásperas dele começarem a esfregar o óleo na pele e suspirou satisfeita fechando os olhos. A técnica expert de massagem de Caio facilmente a faria dormir. Para um cara que só se importava consigo mesmo, ele com certeza sabia como fazê-la se sentir bem. Beatriz estava quase dormindo quando Caio a virou e começou a esfregar óleo por todos os peitos e barriga. Ela podia ver a rola grande dele apontando para ela, esperando.
"Deixa eu fazer em você agora," Beatriz disse e Caio deitou de bruços. Beatriz passou a mão pelas cristas duras dos músculos dele e esfregou o óleo na pele. Ela trabalhou as mãos até a bunda dele e cobriu com óleo. Ela o virou e encarou a rola dele, alcançando um pouco acima do umbigo, e o montou, esfregando a buceta ao longo do comprimento enquanto trabalhava as mãos encharcadas de óleo pelo peito dele. Beatriz deslizou entre as pernas dele e segurou a rola reta, esfregando o óleo que já a cobria ao longo do comprimento.
"Aposto que nem Deus tem uma rola desse tamanho," ela disse antes de inclinar a cabeça para beijar a cabeça gorda como sempre fazia antes de se engajarem em atividade sexual. Beatriz relutantemente removeu os lábios da rola de Caio e olhou ao redor. "Que barulho é esse?" ela perguntou.
"São só cigarras," ele respondeu. "Agora põe esses lábios de volta no meu pau, vadia."
Beatriz obedeceu feliz os desejos dele e começou a esfregar a língua ao redor do buraquinho e da coroa da rola. Ela passou os lábios pelos lados, desejando que não estivesse coberto de óleo porque estragava o gosto e escondia o cheiro másculo dele. Beatriz acariciou a rola dele com a mão enquanto beijava as bolas. Ela trabalhou os lábios de volta até a cabeça e os removeu encarando o comprimento intimidador.
"Eu não mandei você parar," ele repreendeu.
Beatriz angulou o corpo e respirou fundo várias vezes. Ela se curvou e enfiou a cabeça na boca e começou a respirar pelo nariz. Beatriz relaxou os músculos da garganta e começou a deslizar a rola fundo na boca. Ela se sentiu como uma engolidor de espadas quando os lábios beijaram os pelos pubianos pela primeira vez.
Caio pulou de alegria quando ela enfiou os trinta centímetros completos na garganta. "Isso aí, gata. Você é a melhor chupadora de pau do mundo."
As palavras gentis de Caio deram a ela o incentivo para tentar mais e, apertando os lábios, Beatriz começou a subir e descer a boca pelo comprimento inteiro, respirando sempre que a cabeça saltava para fora.
Caio deixou Beatriz chupar o pauzão por vinte minutos antes de puxá-la para montá-lo. Ele segurou a vara reta para cima, e era simplesmente grande demais para colocar na buceta de uma posição ajoelhada, então Beatriz teve que ficar de pé levemente e abaixar a buceta para encontrar a cabeça da rola.
***
"Zuuuuum." A cabeça inchada separou os lábios dela e ela deslizou o corpo por todo o comprimento, gemendo enquanto ele a estocava. Ela estava sempre molhada e pronta para Caio e, com o óleo de coco a mais, ela estava escorregadia e aceitou a rola dele fácil. A vagina dela tinha se moldado ao formato da tora de Caio semanas atrás e ele tinha acordado terminações nervosas tão fundo dentro dela que só rolas gigantes poderiam satisfazê-la de verdade daqui para frente. "Zuuuuum."
"Ai meu Deus, Caio, eu amo você e essa sua rola enorme," ela disse quando o pau tinha preenchido ela completamente.
"É maior que a do seu marido?" ele perguntou.
"Você sabe que é," ela respondeu, excitada em comparar. Ela já tinha contado para ele o quão grande (ou pequeno) Davi era. Ela imaginou que ele devia ficar com tesão ouvindo isso. "Sua bitela é mais que o dobro do tamanho da dele e três vezes mais grossa," ela disse enquanto quicava nele rumo a uma gozadinha rápida. "Zuuuuum."
"Você é tão piranha que não se importa de chifrar seu marido com o próprio irmão dele?" ele perguntou.
"M-me perdoa D-Davi," ela disse ofegante do orgasmo. "Mas seu pinto é tão mixuruca e insignificante comparado com a vara do seu irmão. Eu sou uma piranha pela sua rola, Caio, eu sou sua piranha." Beatriz se inclinou para frente e subiu o corpo de modo que só metade da vara estava enterrada nela. Ela se curvou para frente e esfregou os mamilos grandes na cara dele, gemendo de outro orgasmo quando ele abocanhou os bicos e começou a passar a língua neles. "Zuuuuum."
Beatriz levou um susto quando Caio de repente arrancou a rola da buceta e a empurrou de cima dele. Ela estava deitada de lado na manta, meio zonza do segundo gozo, quando ele foi para trás dela e a puxou para ficar de quatro. A bunda perfeita de Beatriz estava empinada para o céu, brilhando de óleo na luz do sol. "Zuuuuum." Caio se ajoelhou atrás dela e enterrou a rola na buceta mais uma vez, ouvindo ela choramingar de prazer abafado pela manta.
Caio continuou a meter devagar enquanto se inclinava e pegava o frasco de óleo. Ele abriu e derramou óleo no rego da bunda dela, sentindo escorrer pelo pau dele e pingar na manta. Ele começou a massagear o anel do cu dela com um dedo grosso, antes de empurrar para lacear. "Zuuuuum."
"Ai Caio," ela disse empurrando a bunda contra o dedo dele. "Eu adoro quando você deda meu rabo." "Zuuuuum."
Caio tirou o dedo e manteve o botãozinho dela aberto entre o polegar e o indicador. Ele começou a derramar óleo dentro do cu dela, vendo escorrer lá para dentro. Ele empurrou fácil o polegar pesado no buraco bem lubrificado, sentindo Beatriz começar a tremer.
"Ai sim, ai sim," ela começou a respirar pesado sentindo um gozo forte vindo. "Tô gozaaaando, ai ai ai ai ui uiii," ela gritou quando ele tirou o polegar e enfiou dois dedos de uma vez, alargando ela. "Zuuuuum."
Beatriz estava prestes a reclamar, quando o orgasmo a dominou. Vendo que ela quase desmaiou, ele aproveitou a situação e tirou a rola da buceta, passando a cabeça pelo rego da bunda. Ele apoiou a cabeça da rola contra o anel dela e forçou para baixo, vendo ela se abrir toda para recebê-lo. A cabeça já tinha sumido lá dentro antes que ela se recuperasse. "Zuuuuum."
"Ai meu Deus, não," Beatriz gemeu chorando. "Por favor não fode meu cu. É muito grande. Dói."
Caio tinha empurrado uns vinte centímetros quando encontrou resistência. Ele a ouviu choramingar e implorar para tirar entre os gritos de dor. Ele manteve a vara enterrada nela para que ela pudesse se acostumar com a rola no rabo. "Zuuuuum, zuuuuum, zuuuuum," os gritos dela abafavam completamente o som das cigarras.
Beatriz nunca tinha sentido tal dor na vida. Ela agarrou punhados de areia através da manta e apertou nas mãos. A dor trouxe à tona o ódio pelo cunhado e ela se perguntou como era possível odiar tanto alguém e ainda assim ser tão viciada nele ao mesmo tempo. Devia ser assim que um drogado se sente, se odiando mas ao mesmo tempo desejando satisfazer o vício, e ela era viciada em Caio. Ela estava não só completamente fisgada na rola dele, mas no jeito que ele a tratava como uma cadela. O desejo avassalador de agradá-lo suprimiu a dor e o ódio. Ela se ergueu nas mãos e joelhos. O rabo ainda estava ardendo enquanto ela olhava por cima do ombro para os dez centímetros daquela tora grossa ainda saindo da bunda dela. "Click, zuuuuum, click, zuuuuum."
cold coffee, warm LO, I can't lose him!
***
"Olha essa rola enorme no meu rabo," ela pensou. O traseiro dela tinha sido o último território novo para ele conquistar e ela sentiu uma pontada momentânea de tristeza, pensando que agora tinha se rendido completamente ao domínio dele. Ela não conseguia acreditar que tinha conseguido alargar o suficiente para receber tanto daquele pau no cu. Ela sentiu Caio ajeitar a rola um pouco no ânus bem lubrificado e gemeu de prazer. "Olha essa rola enorme no meu rabo," ela pensou de novo, ainda encarando maravilhada. "Olha sua rola enorme no meu rabo," ela disse olhando para cima para Caio, que apenas sorriu e concordou com a cabeça. "Click, zuuuuum." "Olha a rola enorme dele no meu rabo," ela disse para o homem com a câmera.
**
"Eu tô vendo, sua vagabunda," disse o câmera. "Agora implora pra ele foder seu rabo." Click, click, click, zuuuuum. Ele disparou um monte de close-ups da rola de Caio dentro do rabo dela.
Beatriz apenas encarou o homem e soltou um grito de puro terror. Ela o reconheceu como o fotógrafo gordo e baixinho de South Beach que queria que ela posasse nua. Ela lutou para se afastar do homem, mas Caio apenas a segurou empalada na rola dele enquanto o homenzinho gorduroso disparava um rolo de filme. O som de zumbido era o motor da câmera. Caio tinha achado que eram cigarras, a menos que estivesse mentindo para ela de novo. Caio tinha pegado o cartão de visita do homem com ela. A coisa toda era uma armação. "Caio, seu filho da puta," ela gritou com ele. "Eu te odeio." As lágrimas começaram a escorrer pelo rosto dela. "Como você pôde fazer uma coisa dessas?"
"Fácil. Tô fazendo pelo dinheiro," ele respondeu casualmente. Beatriz começou a chorar alto de novo e ele tentou acalmá-la. "Relaxa, eu te dou metade."
"Não é pelo dinheiro," ela soluçou. "Eu achei que você tava fazendo algo legal pra mim me trazendo aqui, em vez disso tá me tratando como uma puta qualquer."
Caio começou a deslizar a rola para dentro e para fora do rabo dela, sentindo o reto dela expandir e contrair a cada estocada lenta. "Você é uma puta, Beatriz, Beatriz a Puta, você mesma se chamou assim alguns minutos atrás."
Ela sentiu o vício, a necessidade da rola dele assumindo o controle e começou a empurrar a bunda de volta para acompanhar as estocadas dele. "Ai meu Deus, eu sou uma puta."
"Isso mesmo, Beatriz a Puta," Caio disse a ela. "E como todas as putas, você gosta quando outros homens olham pro seu corpo."
"Ah, ah, sim, sim, eu gosto de ser olhada, mesmo que seja por esse homenzinho feio," ela conseguiu gaguejar entre as estocadas.
"Olha pro meio das pernas dele, Beatriz," Caio ordenou.
Beatriz olhou para o fotógrafo; ele nunca tinha parado de tirar fotos e continuava disparando, trocando rapidamente os rolos e colocando-os em uma pochete no cinto. Ela olhou para baixo para o volume na calça dele; com certeza, o calção estava estufado com uma ereção.
"Você fez isso, Beatriz," Caio disse. "Seu corpo de puta deixou ele duro. O mínimo que você pode fazer é deixar ele te fotografar."
"Eu não posso deixar as pessoas me verem numa revista pornô," ela protestou.
"Ei gata," o gordo suado disse. "Eu coloco a cabeça de outra pessoa no seu corpo se você quiser. Assim ninguém vai saber que é você, mas milhares de pessoas vão ver seu corpo gostoso."
"Isso mesmo, Beatriz," Caio acrescentou. "Pensa em todas as rolas duras batendo punheta pra fotos nossas pelados."
O pensamento de todo aquele sêmen saboroso explodindo de centenas de rolas para respingar em fotos dela nua em uma revista estava realmente deixando Beatriz excitada. "O... o que vocês querem que eu faça?" ela perguntou.
"Preciso de umas fotos das suas expressões faciais enquanto ele te fode, e Caio, quando você estiver perto, tira o pau do rabo dela enquanto ainda estiver gozando, pra eu pegar umas fotos disso. A propósito, Beatriz, fala sacanagem, isso me deixa no clima."
"Ai me fode, fode meu rabo. Sua rola parece tão grande no meu rabo," Beatriz disse enquanto Caio a fodia com estocadas lentas e firmes. Ela nunca parou para pensar por que ele precisaria de fotos do rosto dela se eles iam usar o rosto de outra modelo.
***
Humberto, o fotógrafo, não aguentava mais. Eles estavam trepando há quase meia hora e Beatriz tinha passado a maior parte do tempo falando sacanagem. Agora, ela aparentemente tinha desistido de falar e estava deitada de quatro, com a cabeça apoiada nos braços cruzados, uma expressão muito satisfeita no rosto enquanto Caio continuava a foder lentamente o rabo empinado dela. Humberto já tinha fotografado centenas de casais e nunca tinha visto nada tão quente. Ele nunca tinha visto uma rola tão grande quanto a de Caio e quase tinha gozado nas calças quando a vadia engoliu tudo. Ela conseguia até aguentar tudo na buceta. Se ao menos Caio conseguisse enterrar os dez centímetros restantes no rabo dela, aí ela seria perfeita. "Tá perto?" ele perguntou a Caio e rapidamente começou a tirar a roupa quando Caio negou com a cabeça.
Beatriz acordou do transe quando ouviu os joelhos ossudos do fotógrafo baterem no chão na frente do rosto dela. Pensando que ele queria mais close-ups, ela sorriu para cima e, em vez disso, se viu encarando a rola feia dele. Ela não conseguiu disfarçar o nojo no rosto ao olhar para o corpo nu dele. Ele usava umas cinco correntes de ouro que balançavam sobre um peito peludo. O suor brilhava nas dobras de gordura que pendiam sobre a barriga enorme. A rola dele tinha metade do tamanho da de Caio, mas era tão grossa quanto, fazendo parecer desproporcional. Ele não era circuncidado e o prepúcio enrugado fazia o pau gordo parecer com o dono.
"Tá esperando o que, Beatriz? Chupa ele," Caio disse.
"Nem fodendo," ela respondeu parecendo completamente revoltada.
Beatriz ouviu um estalo alto e um segundo depois a dor a atingiu, fazendo-a pular um pouco. Ela pulou em direção ao pênis do fotógrafo sentindo-o esfregar na bochecha, deixando um rastro de pré-gozo. Ela se recuperou e olhou para trás para Caio em choque. A nádega esquerda estava vermelha brilhante e ardendo onde ele tinha dado o tapa. "V-você me bateu," ela disse, com um olhar incrédulo no rosto.
"É isso que você ganha quando me desobedece," ele respondeu. "Agora chupa ele."
"Você me bateu," ela disse de novo.
"PLAFT."
Ele bateu nela de novo, dessa vez na nádega direita. Humberto estava pronto dessa vez e disparou uma foto rápida. Beatriz não precisou que falassem três vezes. Ela se virou para olhar a rola gorda apontada para o rosto dela. A cabeça grande estava espiando para ela através do prepúcio. Ela torceu o nariz de nojo e levou os lábios ao redor do botão gordo. Beatriz se surpreendeu e beijou primeiro, do mesmo jeito que sempre beijava Caio, logo antes de colocar a cabeça inteira na boca.
Ela podia sentir as nádegas doendo ao redor da rola de Caio ainda cravada no rabo. Não tinha doído tanto assim, só a surpreendeu. Agora os nervos do rabo pareciam ultra-sensíveis aos vinte centímetros de pau enterrados nele e ela gemeu ao redor do pinto na boca. Ela realmente não queria chupar o homenzinho nojento e se viu tentando se safar apenas beijando e lambendo ao redor da cabeça, esperando que pudesse se livrar só com isso.
"Pra uma puta ela é uma vadiazinha bem metida," Humberto informou a Caio.
Caio deu de ombros; às vezes era melhor ser temido do que amado e às vezes era melhor ser amado do que temido. Ele alcançou por baixo, entre as pernas dela, e enfiou dois dedos na buceta dela. Ele ouviu um gemido abafado sair da boca da sua puta recheada com a cabeça do pau do fotógrafo. Ele moveu os dedos para fora de modo que apenas as pontas ficaram dentro dela.
Beatriz agora tinha algo preenchendo cada um dos seus buracos e descobriu que gostava disso. Um cheiro de almíscar da virilha do gordo assaltou as narinas dela e ela achou o cheiro de homem inebriante. Ele podia ser um porco nojento de homem, mas a rola dele era muito dura, muito grossa, muito boa. Ela desejou que Caio enterrasse os dedos nela, pensou enquanto lambia a ponta do pinto do homem. Ela sentiu Caio mover os dedos pela ponta da buceta e pulou com o movimento. Beatriz pegou cerca de metade da rola do gordo na boca e sentiu os dedos de Caio deslizarem até a metade dentro dela. Ela percebeu que sua chupada estava controlando os dedos de Caio e se quisesse eles enterrados na buceta teria que engolir toda a rola do fotógrafo na boca. Beatriz começou a chupar com gosto o pau gordo na boca, sentindo seus esforços recompensados por ondas de prazer na buceta. A rola dele era realmente muito boa e ela conseguiu dizer "Eu amo sua rola" para ele entre as engolidas. Em algum momento durante o boquete, Caio tinha mais uma vez tomado o controle do corpo dela e a boca dela agora seguia os movimentos dos dedos dele.
Como todos os homens, Humberto amava seu pinto e o excitava ouvir outra pessoa dizer que o amava. Ele estava chegando perto do orgasmo e trouxe a câmera para cima para tirar algumas fotos da rola na boca dela. Poucas mulheres tinham conseguido colocar seus quinze centímetros gordos completamente na boca e essa vadia conseguia fazer isso sem esforço, mas, novamente, ela tinha praticado numa rola com o dobro do tamanho da dele. Humberto percebeu que o pauzão de Caio tinha inadvertidamente transformado Beatriz na melhor chupadora de pau do mundo e Humberto se deliciava com o conhecimento de que aquele era o melhor boquete da vida dele.
"Ai meu Deus, tô chegando lá," ele gritou.
Beatriz sentiu a rola gorda na boca inchar e ao mesmo tempo Caio começou a esfregar ao redor do botãozinho fundo dentro da buceta que sempre a fazia gozar. A porra quente e salgada do fotógrafo explodiu na boca dela, bem quando o próprio orgasmo dela veio. Beatriz teve uma epifania naquele momento. A aparência do homem não importava realmente, nem o tamanho da rola. Tudo o que importava era que ela dava prazer a eles com o corpo. Ai meu Deus, eu sou uma puta, ela pensou enquanto inalava com luxúria a carga do fotógrafo. Ele tirou a rola gorda da boca dela e um fio voou pelos lábios dela. "Eu amo sua rola e amo o gosto da sua porra," ela disse enquanto a língua lambia o gozo ao redor da boca.
Humberto olhou para baixo para a vadia entre as pernas dele. Ela estava encarando fixamente a rola dele enquanto a acariciava como se tentasse ordenhar qualquer gota restante de gozo. "Valeu," ele disse.
Ela olhou para cima para ele amorosamente. "Não, obrigada o senhor," ela respondeu.
Eles estavam se encarando, sorrindo, quando Caio disse: "Odeio interromper o momento de vocês, mas esse monstro tá prestes a explodir." Caio parecia estar em puro êxtase, enquanto agarrava os quadris dela fodendo com força. Tinha sido difícil se segurar porque o rabo dela estava tão apertado ao redor da rola, a sensação era absolutamente incrível. Ele não queria gozar antes de Humberto então tinha se controlado. Humberto correu para trás de Beatriz dando zoom com a câmera na rola de Caio. Ele moveu para baixo e disparou umas fotos rápidas das bolas de Caio batendo contra as coxas dela. Aquelas coisas são enormes, ele pensou. Esse cara deve gozar litros.
Eles ouviram Beatriz gemer numa mistura de dor e prazer enquanto a rola de Caio inchava, alargando o rabo dela ainda mais. "Lá vem," ele gritou.
Humberto deu zoom no reto recheado de Beatriz. Ele ouviu Caio grunhir e incrivelmente ela pareceu receber mais uns dois centímetros e meio da rola, enquanto ele a enterrava fundo nela ao gozar. Humberto podia ver a semente de Caio subir para a superfície e depois afundar de novo enquanto ele puxava tudo para fora exceto a ponta. Caio estocou para frente de novo, grunhindo enquanto gozava outra carga. Dessa vez o esperma escorreu do ânus, correndo pelo rego em direção à buceta. Incrivelmente, Caio ainda tinha mais e puxou completamente para fora antes de estocá-la de novo. A rola maciça deslocou ar dentro do rabo dela e ela fez sons de peido enquanto o ar empurrava o gozo para fora, para esguichar ao redor da rola. Humberto ouviu Caio gemer e o viu tirar o pau e descansá-lo entre as nádegas dela. A cabeça inchou mais uma vez e outra grande bola de porra voou para atingi-la entre as omoplatas. Então acabou, mas ele continuou a gozar. A rola parecia uma mangueira de jardim com a água deixada ligada pingando, enquanto o esperma continuava a vazar, empoçando na base das costas dela.
"Ai meu Deus, ai meu Deus," Humberto pensou repetidamente. Ele viu Caio cair para trás e desabar ofegando por ar. Beatriz caiu para frente de cara, o rabo ainda arqueado para o céu. Humberto podia ver o próprio gozo dela escorrendo pela buceta e adivinhou que ela devia ter gozado ao mesmo tempo que Caio. Ele disparou alguns close-ups do sêmen jorrando do ânus escancarado dela e jurou que podia até vê-lo fechar um pouco, mas não muito. Ela provavelmente estava permanentemente alargada um pouco.
***
CONTINUA!!