Leitei a Pri, Minha Vizinha Patricinha

Um conto erótico de Cheira Solinhas
Categoria: Heterossexual
Contém 1238 palavras
Data: 06/02/2026 21:38:08

Brasília estava aquele forno de final de tarde, o céu alaranjado refletindo nos vidros do Setor Noroeste. Eu estava no hall do prédio, ajustando a chave na fechadura, quando o som ecoou pelo corredor de mármore. Aquele clokt, clokt, clokt rítmico, seco e autoritário. Eu nem precisava olhar para trás para saber quem era. A Priscilla, ou simplesmente Pri, a vizinha do 402, era a personificação de tudo o que me fazia perder o sono.

Ela era a "patty" definitiva: loira de luzes platinadas, a pele com aquele bronzeado de quem passa os dias no Clube de Engenharia, e um corpo de 30 e poucos anos esculpido por anos de personal trainer. Quando me virei, o impacto foi o de sempre. Ela usava um vestidinho de seda rosa-bebê, curtíssimo e colado, que deixava claro que não havia sutiã por baixo. No pescoço, uma gargantilha de ouro que brilhava contra a pele dourada. Mas meus olhos, como se tivessem imãs, desceram direto para o que realmente importava.

Ela estava com o "meu" tamanco favorito. Um salto agulha de acrílico cristal, totalmente transparente. As tiras de plástico firme apertavam o pezinho 37 dela, fazendo com que a carne do pé saltasse levemente, criando um relevo irresistível. As unhas estavam impecáveis, uma francesinha branquinha que brilhava sob a luz do hall. Dava para ver cada detalhe: o arco alto da sola, o calcanhar com aquelas dobrinhas carnudas e o suor leve que começava a embaçar o plástico por dentro.

— Perdeu alguma coisa aqui embaixo, vizinho? — Ela soltou aquela voz rouca, retocando o gloss rosa-chiclete que deixava os lábios carnudos com um aspecto úmido e grudento.

— Só admirando o bom gosto, Pri. Esse tamanco... ele é covardia.

— Hum, você sempre foi focado, né? — Ela deu um sorriso de lado, fazendo o biquinho duck face que eu tanto amava. — O ar-condicionado do meu apê pifou. Estou esperando o técnico, mas enquanto ele não vem, eu ia tomar um vinho. Não quer me ajudar a passar o tempo?

O Prelúdio nas Solinhas

Entrar no apartamento dela era entrar em um santuário. O cheiro de perfume importado e o frio do ar-condicionado (que, obviamente, estava funcionando perfeitamente — era apenas uma desculpa) me deixaram tonto. Ela se jogou no sofá de couro branco, cruzando as pernas de um jeito que o vestido subiu até o limite.

— Minhas solinhas estão matando hoje. Esse cristal é lindo, mas cansa... — Ela esticou a perna e colocou o pé direito direto no meu colo.

Eu não perdi tempo. Agarrei aquele pé com as duas mãos. O plástico do tamanco estava quente do uso. Com um movimento lento, eu deslizei o tamanco para fora do calcanhar, deixando-o pendurado apenas pelos dedos (dangling). O cheiro que subiu foi um nocaute: um aroma de pé feminino bem cuidado, misturado com o suor do plástico e um toque de talco.

Eu comecei a massagear o arco do pé dela, sentindo a solinha macia e enrugada. Ela jogou a cabeça para trás, soltando um gemido baixo.

— Isso... aperta bem o calcanhar. Você sabe que eu cobro caro por essa visão, né?

Eu não aguentei. Puxei o tamanco de vez e comecei a lamber a sola do pé dela, sentindo o salgadinho do suor. Ao mesmo tempo, abri meu zíper. Meu pau saltou para fora, latejando de um jeito que chegava a doer. Ela olhou para baixo, viu a cena e deu uma risada de quem estava no controle.

— Quer gozar no meu tamanco de novo, como eu sei que você faz escondido no corredor? — Ela me provocou, sabendo dos meus segredos. — Pode ir. Quero ver você sujar meu cristal todinho.

Eu peguei o tamanco de acrílico dela. Encaixei meu pau entre as tiras de plástico transparente, sentindo o aperto frio contra a minha pele quente. Comecei uma punheta frenética usando o calçado dela como luva, enquanto lambia os vãos dos dedos da Pri. A visão era o paraíso: meu pau subindo e descendo dentro do tamanco que ela acabara de tirar. Não durei dois minutos. Gozei pesado, uma porra farta e quente que escorreu por toda a palmilha de acrílico e melou a tira transparente.

Ela olhou para o tamanco todo lambuzado, depois para o meu pau, e sorriu com aquele gloss brilhando.

O Imposto da Carne

— Que desperdício deixar isso tudo no sapato... — Ela se ajoelhou no tapete entre minhas pernas. — Agora você vai me pagar o resto.

Ela agarrou meu pau com uma mão e, com a outra, pegou o tamanco que eu tinha acabado de sujar. Ela passou o dedo na minha porra que estava na palmilha e levou à própria boca, saboreando com um biquinho de safada. Depois, ela abocanhou meu pau com uma vontade agressiva.

O boquete era úmido, barulhento, e eu sentia os lábios dela grudando na base do meu pau por causa do gloss. Ela olhava para cima, os olhos fixos nos meus, enquanto fazia um vácuo que parecia sugar minha alma.

— Chega — ela disse, levantando-se de repente. — Quero que você use esse resto de leite para lubrificar o que realmente importa.

Ela se virou de costas no sofá, empinando aquele rabo monumental. Ela abaixou a calcinha de renda rosa até os joelhos, mas manteve o outro tamanco no pé esquerdo, enquanto o direito ficava descalço para eu segurar. A visão daquela bunda bronzeada, com a marquinha de biquíni de fita isolante, era um absurdo.

Eu me posicionei atrás dela. Usei a mão melada de gozo e saliva para preparar o caminho. Ela gemeu alto quando eu encostei a cabeça do meu pau no cuzinho dela, que estava apertadinho e quente.

— Vai, sem dó. Eu sei que você quer isso desde que me viu no elevador.

Eu entrei de uma vez. Ela deu um grito abafado na almofada, mas logo começou a rebolar contra mim. O som era uma sinfonia de safadeza: o tapa da minha pelve na bunda dela e o cloc do tamanco que ainda estava no pé dela batendo no chão enquanto ela tentava se equilibrar. Eu segurava o pé descalço dela com uma mão, puxando os dedos e sentindo a resistência da panturrilha sarada, enquanto a outra mão apertava o pescoço dela, sentindo a gargantilha de ouro.

— Eu vou... eu vou gozar dentro, Pri! — Eu avisei, completamente fora de si.

— Não! Tira e joga tudo na minha boca! Eu quero ver o estrago!

Eu puxei o pau para fora no último segundo, já sentindo os jatos vindo lá de trás. Ela se virou rápido, ficando de joelhos no chão, com o rosto colado na minha rola. Eu explodi pela segunda vez. Foi uma gozada violenta, jatos brancos que atingiram a testa, o nariz e se misturaram com o gloss rosa dos lábios dela.

Ela ficou ali, ofegante, com o rosto todo lambuzado, segurando meu pau enquanto eu ainda pulsava. Ela passou a mão no rosto, limpando o excesso e passando nas próprias solinhas, deixando tudo grudento.

— Prontinho, vizinho — ela sussurrou, calçando o tamanco sujo de novo. — Agora você tem fotos mentais para o resto do mês. Mas ó... — Ela apontou para a porta. — Amanhã, se eu te encontrar no hall, você volta a ser só o vizinho educado que olha para os meus pés. Combinado?

Eu saí de lá trêmulo, ouvindo o barulho abafado do tamanco agora melado caminhando pelo apê. Brasília podia estar quente, mas nada queimava tanto quanto a imagem da Pri, de cristal nos pés e o meu leite no rosto.

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