— Sua irmã é uma vagabunda!
— Não fale assim da minha irmã.
— É a verdade. Ontem à noite ela me chupou como uma verdadeira puta. Ainda comi aquela buceta deliciosa. Sua irmã tem uma buceta bem apertadinha.
— Seu grande mentiroso!
— É sério, cara… você já viu a tua irmã nua?
— Óbvio que não.
— Não sabe o que tá perdendo. É bem gostosinha. Aquelas tetas enormes, uma delícia. Sem falar daquela enorme buceta gorda com pelos negros cobrindo quase tudo. A buceta da tua irmã é cabeluda.
— Eu não queria ouvir isso.
De repente a porta se abriu.
— Pablo, eu vou tomar banho. Fique de olho na porta; se alguém bater, vai atender.
O amigo de Pablo não ficou quieto. Logo teve uma ideia diabólica.
— É a tua chance de vê-la nua. Vamos lá, cara.
— Tá doido? Eu jamais faria isso…
Segundos depois ele estava no corredor com o amigo de frente ao banheiro.
— Veja a água caindo no chão… isso até é uma trilha sonora pros meus ouvidos.
— Isso é loucura, vamos sair daqui, Dionísio…
— Cala a boca, eu cheguei até aqui não em vão.
O amigo se curvou e pôs os olhos na enorme fresta da porta. Viu algo que o fez colocar a mão na própria ereção.
— Caralho, que tesão… Que bunda enorme a sua irmã tem. Vontade de enfiar minha cara nessa bunda.
— Cara, para com isso… isso é errado.
— Cala a boca, seu idiota. Deixa eu apreciar a nudez da tua irmã. Isso, vira… esfrega essa buceta… nossa, que delícia. Vontade de estar ali com ela debaixo do chuveiro, ajudando ela a tomar banho… Vem, sua vez de ver.
— Eu não…
O amigo o puxou e Pablo não soube como fugir daquilo. Seus olhos foram direto na direção do sexo da irmã. Era a primeira vez que ele via uma vagina ao vivo. Era esquisita e, ao mesmo tempo, estranhamente excitante.
— O que tá achando?
— Não sei o que dizer… ela tá totalmente nua.
— Óbvio, ela tá tomando banho — o amigo deitou nas costas de Pablo, segurando os ombros dele e sussurrando no ouvido. — O que tu acha? Ela é gostosa, não é?
— Acho que sim…
— Acha ou tem certeza? — o amigo abaixou a mão e segurou firme a ereção na calça do amigo. — Pelo jeito você tá bem excitado ao ver sua irmã nua.
— Que isso, cara… solta o meu pau.
— Não tá gostando? — disse o amigo, apalpando com mais força o membro. — Tá gostando? Isso te deixa excitado, amigo?
Pablo revirou os olhos de prazer. De repente seu pau estava de fora da calça, sendo masturbado pelo amigo. Sua visão ainda estava fixa na nudez da irmã, que lavava os enormes seios — nos quais ele via os mamilos rosados e duros. Ela cantarolava uma música qualquer. Apesar da voz chata, ele não conseguia tirar os olhos daquela nudez proibida. Enquanto isso, o amigo estava montado em cima dele, segurando firme o pau de Pablo e batendo uma punheta com força. Batia com tanta força que dava para ouvir o estalo da punheta.
A irmã ouviu um barulho estranho do lado de fora. Era um estalo esquisito e, ao mesmo tempo, familiar. Ficou ali parada, cheia de sabão pelo corpo, observando fixamente a porta. Pablo congelou ao ver os olhos azuis da irmã olhando direto pra ele. Por um momento, pensou: "Não é possível que ela esteja me vendo... o buraco é pequeno, não tem como ela ver o meu olho...". De repente, ela colocou a mão na vagina, abrindo os lábios, encostou as costas na parede e começou a bater uma siririca. Seus dedos rápidos tocavam a buceta, o barulho molhado se misturando com o chuveiro que não parava de cair água em seu corpo. Ela começou a gemer, revirando os olhos de prazer.
— Não acredito… ela tá se masturbando… — disse Pablo, sentindo o gozo subindo.
De repente, Pablo ejaculou na porta, espalhando o sêmen branco por todos os lados. Mesmo depois de gozar, o amigo continuou batendo punheta até o pau ficar mole. O amigo se levantou, vendo a mão melada de porra. Ele começou a lamber o sêmen de Pablo.
Enquanto isso, lá dentro, a irmã caiu de bunda no chão depois de um orgasmo intenso, tremendo toda, com a buceta ainda pulsando e pingando.
Ela saiu do banheiro, enrolada na toalha, e caminhou até o quarto do irmão, onde ele estava jogando videogame com o amigo.
— Pablo, alguém bateu na porta?
— Ninguém, irmã. Eu fiquei aqui o tempo todo e ninguém bateu na porta — disse ele, meio tímido, evitando contato visual.
Ela saiu, deixando-o sozinho com o amigo.
— Cara, isso foi incrível. Foi uma experiência boa, não foi?
— Não gostei do que tu fez.
— Ora, vai dizer que não foi gostoso?
Nesse caso, Pablo não poderia negar isso.
fim.