Amigo hétero me viu mamando o pai do nosso colega... Fodeu!

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 3465 palavras
Data: 04/02/2026 22:46:10
Última revisão: 05/02/2026 05:39:05

Vou contextualizar, pra você entender em detalhes.

O cenário era o seguinte: eu tava no banheiro do meu amigo Eric, lavando o rosto e limpando a boca com enxaguante bucal depois de ter recebido muito leite do pai dele na cara. Isso mesmo que você leu. Peguei Ricardão dormindo de pernas abertas no sofá cerca de 20min atrás, ele acordou, me viu manjando o sacão e me botou pra mamar e dar o cuzinho adoidado, mesmo sabendo que o filho dele tava disputando a final do Fifa 2016 com nosso amigo Tadeu no quarto ao lado.

Pra ser franco, foi uma aventura super arriscada e daria a maior merda se o Eric ou o Tadeu saíssem do quarto. Mas enfim, acabou que terminou tudo bem, dei o cu, tomei esporrada e fui lavar o rosto. Eu ainda nem sabia como ia fazer pra voltar pro quarto do meu amigo, sentar de lado na cama e disfarçar que dei a bunda pro pai dele, mas respirei fundo, me concentrei, acumulei a coragem necessária e me preparei pra sair do banheiro, foi aí que a porta abriu.

- Ah, agora eu saquei. Foi por isso que tu demorou pra caralho, Juliano? – a voz veio de trás de mim, eu virei e me deparei com meu amigo parado na entrada do banheiro, me olhando. – Tem quase meia hora que tu saiu do quarto, irmão. Tô entendendo...

- Foi mal, cara. Tive que dar uma barrigada. – eu menti e achei que passaria batido, mas não.

Ele se aproximou de um jeito estranho, diferente de todas as outras vezes. Por alguns segundos eu me senti acuado e cercado na pia do banheiro, aí o garotão apontou o dedo no canto da minha boca e fechou a cara.

- Barrigada, né? Tendi... Esqueceu de limpar aqui, ó.

Pronto, bateu a maior tensão. Esfreguei meu antebraço no queixo, limpei os beiços e dei muito mole: era uma gota branca e grossa da porra que o Ricardão jogou na minha boca minutos atrás. Vacilei.

- Isso aqui deve ser... Deve ser.... Ah, cara... – perdi a voz, a resposta não veio na ponta da língua como de costume.

Silêncio absoluto, Rocha Miranda entrou em câmera lenta pra nós. Observei o rastro de sêmen, meu amigo fez a mesma coisa e depois me encarou daquela forma diferente e sugestiva, com uma única sobrancelha erguida, os lábios mordidos pra dentro da boca e o corpo imponente na minha frente, sugerindo que eu não sairia facilmente do banheiro.

- Isso deve ser saliva que ressecou e ficou branca. É que o jogo de vocês tava tão ruim que eu quase dormi lá no quarto. – nem eu acreditei na desculpa escrota e suína que inventei.

- Saliva, Juliano? Valeu, irmão. Saliva sim, boto fé. Tu quer que eu finja que tu não é um viado guloso do caralho, é isso? – ele deu um passo adiante, me fechou no canto do banheiro e eu entendi a seriedade da situação.

- C-Calma, Tadeu. Também não é pra tanto. Sei que você não é bobo, mas não precisa falar assim comi-

- E A BICHONA QUER QUE FALE COMO?! – Tadeu apertou meu queixo, chegou mais perto e imprensou meu corpo na parede. – Foi pra isso que tu virou amigo do Eric!? Pra mamar o pai dele? Filho da puta que tu é!

- Você não sabe do que tá falando! E outra, para de berrar. Se ele escutar isso, é capaz de me bat-

- Ele não pode ouvir? Tá com medo do quê? Peida não, viado! Vou dar a chance de tu falar a verdade, última vez. Mamou ou não mamou o pai do Eric?

- JÁ FALEI QUE NÃO! EU NÃO FIZ ISSO! – menti.

- MENTIROSO! ALÉM DE BICHA, MENTE PRO TEU BROTHER! – sua mão pressionou ainda mais meu queixo. – Pensei que nós era irmão, Juliano, mas como, tu tá mentindo pra mim. Odeio trairagem.

- Mas eu não fiz nada com o tio Ricardo, juro! – menti de novo.

- Vamo fazer do jeito difícil, já que tu não dá o braço a torcer. – o filho da puta me largou, tirou o celular do bolso e mostrou o vídeo do Ricardão trepado em cima de mim na poltrona da sala, minutos antes de ejacular na minha cara. – Agora é contigo, moleque. Envio essa porra pro Eric e o resto do bairro ou tu vai repensar tua mentira? Escolhe.

- Você não faria isso. Colocar o nome de um pai de família na fofocada de Rocha Miranda, faria? – duvidei.

Tadeu não pensou duas vezes. Abriu as opções do vídeo, foi no compartilhamento, selecionou o contato do Eric e calibrou o dedo pra clicar no “ENVIAR”, pro meu desespero. Antes que ele enviasse, a porta do banheiro abriu e Eric Bruno entrou desavisado, sem entender o motivo de nós dois estarmos de cochicho ali.

- Chegou na hora certa, paizão. Quero te mostrar um bagulho que eu gravei, se liga. – o cretino do Tadeu virou o telefone pro Eric e eu gelei. – Hoje mais cedo tinha uma coruja no poste, olha só.

O arrombado mostrou o vídeo da coruja, em vez de mostrar o que o pai do Eric fez comigo no sofá. E o pior é que ele fez isso e continuou me olhando, pra me deixar tenso e me manter nas rédeas curtas. Meu coração veio na boca, a pele arrepiou e borbulhei de raiva por dentro, porque Tadeu nunca deu sinais de “vilania” e de ser cuzão ao longo da nossa amizade.

- E eu lá quero saber de coruja, moleque? Rala, vocês dois. Vou tomar banho, sai. – Eric expulsou a gente do banheiro.

Voltamos pro quarto, eu sentei na cama e ainda não acreditei que fui ameaçado por um dos meus melhores amigos. Tadeu entrou, fechou a porta, parou na minha frente e tornou a dar aquela olhada diferenciada, só então eu entendi o que havia de diferente no olhar dele. Ele não me olhava mais como amigo, havia uma mistura de ressentimento e cobrança em seu semblante.

- Podia ter te fudido agora, tá vendo como sou teu parceiro?

- Parceiro, parceiro... Sei... Fala logo o que você quer de mim, Tadeu. Primeiro você me cerca no banheiro, faz um monte de pergunta escrota e me ameaça, agora tá aí me olhando torto desse jeito. Que foi?

- Tu mentiu pra mim, Juliano. Achei que nós era como, fechamento, tá ligado? Podia ter confiado em mim e falado a verdade, mas não, mentiu. Tentou me levar na ideia, mó loroteiro do caralho. Nem depois que eu mostrei o vídeo tu deu o papo reto, tô até agora tentando entender o que se passou contigo.

Cansei de fingir e de mentir. Se ele tava atrás da verdade, então que seja, chegou a hora de ouvir da minha boca. Levantei da cama, parei na frente dele, olhei de igual pra igual e dei com a língua entre os dentes, sem medo de ameaça e de chantagem.

- Você quer saber o que se passou? Então tá, vou explicar: eu sou gay, Tadeu. Gay, sabe? Gosto de homem, de macho, não sinto a menor atração por mulher. Pode zoar, xingar, ser escroto e fazer as piadinhas que você, Afonso e Danilo fazem quando passa um viado perto da gente, tô preparado. Antes eu tinha medo de perder a amizade de vocês, mas se é pra ser ameaçado pelo meu amigo, prefiro romper logo. Vai, me chama de “viadinho”. Tô pronto pra ouvir suas zombarias.

Meus ombros relaxaram depois que falei tudo que tinha pra falar, sinto que tirei um peso enorme das costas. Meu amigo Tadeu foi a primeira pessoa pra quem eu realmente cheguei e contei que sou gay, já que nunca precisei afirmar isso pro Eric Bruno. Assim que terminei de desabafar, o filho da mãe me olhou, sorriu e deu uma volta lenta ao meu redor, sem tirar os olhos de mim. Entre outras palavras, me espreitou.

- Eu sei. – ele falou.

- Sabe? – fiquei curioso.

- Tô ligado que tu é tchola. Eu sempre soube, dá pra ver no teu jeito. Sou teu amigo desde mó tempão, Juliano, esqueceu? Nunca te vi com mulher, tu acha que eu sou lerdão?

- Ora, ora... Se você sempre soube que eu sou gay, por que fala mal quando passa um viado na rua? Por que chama os outros de viadinho? – bufei de raiva.

- Mano, isso é zoação. Eu não “falo mal”, eu só zoo. Zoo viado, zoo sapatão, zoo hétero, zoo tu, zoo todo mundo. Eu zoo geral, é pela gastação. Não é pessoal, se ligou? Se eu tivesse alguma coisa contra, não seria teu amigo. Tu que leva tudo a ferro e fogo. Alguma vez já te tratei mal, irmão?

- Tirando a ameaça que você fez com o vídeo? Nunca. – debochei.

- Tá, tá, foi mal... – ele coçou a cabeça, tirou o celular do bolso e apagou o vídeo na minha frente. – Vacilei mesmo, não precisava gravar. Tô ligado que contigo não precisa de ameaça.

- Como assim, não precisa de ameaça?

- Corta o papo furado, Juliano. Tu tá ligado que um hétero e um viado podem formar a melhor dupla que existe, sabe bem o que eu quero... – o safado apertou a pica na bermuda de surfista, entortou o olhar e fez vista grossa.

- Tá maluco!? A gente é amigo, cara! Nem parece que você me olhou com cara de nojo lá no banheiro, Tadeu.

- Não foi cara de nojo, foi de... Inveja. Sou teu amigo há anos e tu nunca confiou de me contar que é viado, mas foi logo dar o cu pro pai do Eric. Ele é mais teu amigo que eu, por acaso?

- Ah, agora tô entendendo... Ficou com ciuminho que eu dei a bunda pra ele e não dei pra você, foi? Hahahah! Não acredito que você é sem vergonha nesse nível. – falei com ironia.

- Qual foi, seu otário, vai ficar me gastando? E se eu fiquei com ciúme, vai fazer o quê? Vai me bater?! – ele cresceu pra cima de mim, me derrubou de volta na cama e tirou a blusa. – Viado que é viado tem que alimentar os parceiros primeiro, só depois ele pode se engraçar com os de fora. Tu é mó vacilão. Podendo me fortalecer, foi correr atrás do pai do amigo. Viadinho...

A primeira vez que Tadeu me chamou de viadinho ficou guardada na minha memória. Ele já tinha me chamado assim antes, mas de zoação, sabe? Na “gíria carioca”, da mesma forma que chamava todo mundo. O que mudou é que agora ele tinha aquele olhar cínico e interesseiro no rosto, e eu também já estava ciente da cobrança que o sacana tinha comigo. Na mente dele, eu tinha o dever moral, a obrigação de fazer putaria com ele antes de me envolver com outro cara, dá pra imaginar?

- E eu achando que Eric Bruno era o mais marrento de todos... O que você vai fazer quando seu amigo voltar do banheiro, abrir a porta e ver você sem blusa na minha frente? – questionei.

- A pergunta certa é: o que NÓS vai fazer até ele voltar do banheiro? Dá pra fazer tanta coisa boa, dá não? Tô com várias ideia na mente. – o skatista se jogou em cima de mim, me olhou cara a cara na cama e eu cheguei a respirar seu hálito quente.

Tadeu era dois anos mais velho que eu, tinha 20. Visualmente falando, ele parecia uma mistura do MC Rogê com o Puterrier. Branquinho, 1,75m, loiro de nascença, olhos verdes, corpo sarado e ligeiramente bronzeado do surfe semanal. Tinha barbinha no queixo, sem bigode, o cabelo cortado em mullet e disfarçado dos lados; ombros definidos, abdome tatuado e o braço esquerdo fechado em tatuagens, assim como a batata da perna direita e o pé largo.

Quando não estava na praia pegando ondas do mar e fazendo ondas de fumaça com os amigos surfistas, o bonitão tava surfando no asfalto, cruzando de Rocha Miranda a Madureira com o skate nos pés, a camiseta do Fluminense jogada no ombro, boné pra trás, bermuda tactel caindo na cintura, a estampa da cueca de fora e as descidinhas do oblíquo aparecendo.

E agora, ali na cama do Eric, ele tava em cima de mim, me encarando e analisando cada detalhe do meu rosto, no intuito de me descobrir de verdade.

- Sério, Tadeu, o Eric vai entrar aqui a qualquer momento. Não quero mais problema, por favor...

- Papo reto que eu vou precisar te ameaçar? Apaguei o vídeo, mas sou bom de chantagem. Vai pagar pra ver?

- O QUE VOCÊ QUER COMIGO, MALUCO?!

- Não faz de sonso, Juliano. – o loiro abriu o velcro da bermuda, botou a cueca Calvin Klein pra fora e mostrou o tamanho do malote pesado que me aguardava, já na meia bomba.

- Mas você não tá ficando sério com a Lívia?

- Tô, e daí? Ela tem nojinho de mamar, fica cheia de frescura. Ainda chupa de má vontade. Já que tem um viado guloso que mama bem, pode começar o trabalho.

Do jeito que ele falou que a namoradinha não gostava de chupar, eu pensei que a pica devia ser feia ou algo assim. Só que o puto arriou a bermuda tactel junto com a cueca e eu salivei quando me vi frente a frente com aquela lapa de piroca comprida.

- Eitaaa! – meu queixo foi no chão.

- Tá vendo como tu não é inocente? Bora, mata a vontade do teu amigo.

- Você quer mesmo uma mamada, né?

- Quero não, preciso. E não vou sossegar até tu me chupar, pode ter certeza. Nem que eu te ameace de novo, se for preciso.

- Valendo a nossa amizade, Tadeu? Tem certeza disso? Corre o risco de nada nunca mais ser como antes... – ajoelhei na frente dele, abri a boca devagar e o olhei de baixo pra cima, no fundo dos olhos verdes.

- Valendo a amizade. Amigo é pra isso, um tem que ajudar o outro. Agora facilita e... SSSSS! – ele sentiu a maciez escorregadia da minha língua, fechou os olhos e se deixou levar pela sucção inicial da mamada.

A vara não era imensa na largura que nem a do Eric ou obesa igual à do Ricardão, mas era uma pica de respeito, bonitona, suculenta de se ver e capaz de botar metade do quarteirão no chinelo no quesito comprimento. Chutaria uns 15cm mole, com os pentelhos loiros tomando o púbis e subindo em linha reta até chegarem no umbigo.

Era um piruzão uncut bonitão de se ver, nunca esqueço. O mais atraente é que a cabeça vermelha era menor que o corpo branco e a peça era curvada pra cima, naturalmente apontada pro teto. Daquelas que não conseguem mentir quando ficam duras, porque elas miram pro céu e você logo percebe a ereção envergada que nem aço.

- FFFFF! A gente podia tá fazendo isso esse tempo todo, viado. Tem noção?

- Eu nunca te vi como macho, Tadeu. Tipo, você é bonito e gatão, claro, mas sempre te enxerguei como amigo. Nunca me imaginei fazendo putaria contigo, sacou?

- E agora, tá vendo teu macho? – arregaçou a trolha na minha fuça, deu com ela na minha língua e voltou pra dentro da boca.

- UHUM! Mmm!

- Tua língua é quente como eu imaginei! AAARFF!

- Seu safado! Acabei de dizer que nunca te enxerguei como macho e você responde que ficou imaginando a minha mamada, é? Vale nada. Hahahah!

- Claro que imaginei! Tu engoliu a piroca do Ricardão e agora vai engolir a minha. OOORSS! Abre o bocão, quero ver! – forçou a cintura e me fez tragar cada centímetro da pilastra, até que ela saiu da meia bomba, entrou em ereção, abandonou os 15cm e atingiu o estado de pico, ostentando toda sua glória em perigosos 22cm.

- PORRA! CRESCEU! – parei de chupar só pra constatar a dimensão do bichão.

- Pra tu ver como essa mamada já era certa. Meu pau combina certinho com a tua garganta, fala tu. Hehehe!

- Se combina! Ainda bem que cê me ameaçou. Se não fosse a chantagem... Hahahah! – e voltei a me lambuzar até o talo na caceta do skatista mais traiçoeiro que já conheci.

Repito: jamais imaginei que um dia estaria chupando a rola de um dos meus melhores amigos, mas tenho que admitir que engolir tudo, sentir ela latejar na goela e inalar a bafa quente da pentelhada loira dele foi gostoso demais. Especialmente quando olhei pra cima, vi Tadeu revirar os olhos e lamber os beiços, deliciado e satisfeito com minha dedicação no sexo oral.

- MERMÃO, QUE BOCA É ESSA!? PUTA QUE PARIU! SSSS!

- Baixo, Tadeu! Se o Eric ouvir...

- Esquece teu namoradinho e foca no meu cacete, viado. Toma, engole de novo. ASSIM, ISSO! FFFF! MÓ TESÃO QUE DÁ!

Outro detalhe que me deixou muito excitado é que ele dividiu atenção entre olhar pra mim e observar a porta do quarto, atento a qualquer movimentação ou barulho por parte do Eric. Essa apreensão ressaltou a tensão do nosso encontro e deixou a gente com medo, mas ao mesmo tempo causou muito tesão.

- AAARGHH! Tua boca é tão macia, parece veludo!

- Geme baixo, cara. Tá muito empolgado. Sua peguete não mama assim, não? – eu ri.

- Quem dera! Se ela me chupasse desse jeito, eu não teria metade dos problemas que eu tenho, brother. Heheheh! Dá nem vontade de sair daqui, papo reto. Agora para de papo e engole minha rola, vai?

- Como? Assim? Gmmm! – engoli tudo e ele delirou, esticou o corpo todo sob o agasalho da minha língua.

- SSSS! AÍ É FODA, IRMÃO! CARALHO...! ISSO QUE É MAMADA, O RESTO É FRESCURA! Hmmm!

Mamei com sede e na disciplina, Tadeu gemeu baixinho e pôs o dedo na boca pra pedir silêncio, sendo que era ele que não conseguia controlar o volume em meio ao bola gato. Às vezes eu subia as mãos, alisava seu abdome tatuado e nem assim acreditava que estava realmente ajoelhado e pagando um boquetão pra ele, sob risco do Eric entrar naquele quarto a qualquer momento.

- AAARSS! Tá decidido, Juliano. Até eu arranjar uma minazinha séria e parar sossegado, é tu que vai me mamar no sigilo. Quero nem saber, tudo nosso. FFFF! Muito bom ser chupado por quem gosta de mamar, papo reto! Tu sabe o que faz! Hehehe!

- Hahaha! Vem cá, tá achando que essa porra é bagunça? Primeiro você começa me ameaçando e fazendo chantagem, agora já fala como se fosse meu dono. Vai com calma, amigão. Né assim que a banda toca, não. – zoei.

- É assim que a banda toca, sim! Se não era, agora é. Bora, engole no talo. Quero ver no talo, cadê? ISSO, PORRA! GRRRR!

Ele podia fazer a linha macho alfa dominador e me forçar, me obrigar a engasgar, mas tava na cara que o fanfarrão queria apreciar minha habilidade, por isso me deixou livre pra eu mostrar o que sabia fazer com a rola na boca. Bati punheta junto com as sugadas, usei a mão direita pra apertar seus bagos loiros e a esquerda foi certeira num mamilo dele, mas o garotão sentiu nervoso, me deu um tapa e impediu o contato.

- Dá mó nervoso, sou sensível no bico do peito.

- Mas assim que é bom. Vou devagar, cê vai se amarrar.

- Olha lá o que tu faz comigo, viado... Sou teu boneco não. – ele reclamou no início, mas liberou o toque e eu fiz conforme falei, primeiro lento, depois intenso.

Pronto, descobri o ponto fraco do Tadeu. Ele agonizou de tesão, a piroca despontou violenta no céu da minha boca, bateu lá no fundo da garganta e o surfista torceu os dedos dos pés, seu corpo trincou na tensão dos mamilos. Nem as ondas mais brabas que meu amigo pegava com a prancha eram tão carregadas quanto a maré de prazer que o surfou.

- AAARSS! Filho da puta, mané! Me deixou fraco!

- Tô vendo, hahaha! Acertei, não acertei?

- Em cheio! Não sei o que é mais macio, tua boca ou teus dedos! SSSS! Tô galudão, sem neurose!

- Digamos que eu sei quais botões apertar. Hahahah!

- Continua, para não! Uma mão no meu saco e outra no mamilo, isso! Mama! FFFF! – o danado chegou a ficar na ponta dos pés conforme eu o estimulei.

Até pensei em abocanhar seus pés e sentir o chulé que apenas um galalau que pratica skate e surfe é capaz de oferecer, mas o oral tava tão gostoso, tão apetitoso que não consegui parar de mamar nem por um minuto. Quanto mais eu caí de boca, mais a giromba cresceu de tamanho, apontou pro teto do quarto do Eric e eu senti mais vontade de continuar engasgando nela, não vou mentir.

- Vem cá, quero ver um bagulho. – ele me virou de costas, arriou meu short e me preparou pro que vinha a seguir.

- Tá doido!? Aqui não, o Eric vai... FFFFF! – senti as pregas receberem a primeira...

Continuação no Privacy.

privacy*com*br/profile/andmarvip

Vem pro canal no Telegram: t.me/+FPr_O8v2VWg1NTFh

twitter/X @andmarvin_

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive André Martins a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de André MartinsAndré MartinsContos: 295Seguidores: 434Seguindo: 0Mensagem https://privacy.com.br/Profile/andmarvip

Comentários