>> Nota: precisei editar para corrigir uma parte que durante a revisão eu cortei sem querer! Perdão pessoal!
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Davi e Beatriz finalmente saíram da cama tropeçando por volta do meio-dia no Dia de Ano Novo. Beatriz tinha conseguido cochilar algumas horas desde que se deitou ao amanhecer, mas passou a maior parte do tempo se revirando de pura frustração sexual. Davi estava se levantando quando Beatriz deu um pulo e correu na frente dele para o banheiro. O marido tinha notado o esperma seco do irmão no queixo dela; por sorte, achou que fosse baba, e ela queria limpar antes que ele olhasse melhor para o rosto dela. O queixo estava encrostado com o leite do cunhado e havia vestígios por todo o resto do rosto. Beatriz sentiu ânsia de vômito de tanto nojo, até se lembrar da sensação da rola dele pulsando na boca, o leite quente escorrendo pela língua, engolindo várias jorradas da porra dele, e o nojo sumiu, mais uma vez substituído por um tesão incontrolável.
Beatriz molhou a toalha de rosto e a levou à pele sem nunca tirar da cabeça o jeito que tinha desejado cada gota daquele leite. Ela tinha lambido tudo e estava tentando esfregar a porra toda do rosto para dentro da boca quando Caio disse: "Deixa aí". Beatriz sentou no vaso e pensou em Caio enquanto fazia xixi. Ele tinha dado a ela o melhor sexo da vida sem nem penetrá-la com nada além da língua e do dedo. Ele tinha mudado a cabeça dela sobre como o sexo com o marido era sem graça. Ele tinha até mudado o vocabulário e o jeito de pensar dela. Ela nunca tinha usado palavras como "rola", "buceta" ou "foder" até essa semana, e agora só pensava nesses termos sujos. O cavalo tinha até feito ela implorar para ele comê-la e então foi embora dizendo que não estava a fim. Bem, ele tinha perdido a chance. Beatriz ainda queria aquela vara na buceta mais do que qualquer outra coisa, mas decidiu que ia resistir. Ela era uma mulher orgulhosa e inteligente, capaz de resistir a qualquer coisa, embora seus pensamentos estivessem uma bagunça desde que Caio batizou o rosto e a boca dela com esperma uma semana antes. Ela o evitaria como se fosse doença e tentaria parecer o menos atraente possível quando ele estivesse por perto; essa era sua única esperança.
Davi estava na porta implorando para usar o banheiro e ela gritou que já ia sair. Beatriz deu descarga e foi checar o rosto no espelho uma última vez. Ela olhou para o reflexo e estava indo abrir a porta quando parou e olhou de novo. O rosto ainda estava sujo com o gozo de Caio. Como ela tinha esquecido de lavar direito? Como uma louca, ela esfregou o rosto para tirar qualquer traço daquela safadeza e, quando ficou satisfeita, deixou Davi entrar, dando um selinho nele ao sair.
Davi tinha acabado de sair do banho e ela podia ouvi-lo rindo com Caio lá embaixo sobre o porre que ele tinha tomado na noite anterior. Beatriz entrou no chuveiro e demorou um tempo extra tentando limpar cada pedacinho onde Caio a tinha tocado. Quando sentiu que estava limpa, prendeu o cabelo de qualquer jeito num coque bagunçado e, escolhendo as roupas mais largas e velhas que tinha, desceu para encarar o cunhado. Caio e Davi estavam sentados à mesa tomando café. Davi estava esperando Beatriz pois iam aproveitar as liquidações de Ano Novo no shopping e, graças a Deus, Caio ficaria assistindo futebol antes de ir trabalhar naquela noite. Com sorte, ela conseguiria passar o dia sem olhar na cara dele de novo e então só teria mais 28 dias pela frente. Ela e Davi estavam quase saindo pela porta quando Caio soltou uma frase que a fez tremer e sentir um frio na espinha.
"Se importam se eu for junto?" ele disse.
Beatriz ficou muda durante quase toda a viagem para o shopping. Ela apenas se encolheu emburrada no banco do carona e deixou Caio e Davi conversarem sobre futebol. "O que você precisa tanto no shopping que te tira da frente da TV num dia de jogo, hein?" Davi perguntou ao irmão.
"Ah, tem uma potranca gostosa que tô tentando domar," respondeu Caio com um sorriso malicioso. "Ela é peituda, mas não sabe muito bem como valorizar o corpo, então vou comprar uns panos novos pra ela."
Davi olhou pelo retrovisor para o irmão no banco de trás. Caio estava sentado atrás de Beatriz para que ela não pudesse vê-lo e ele gesticulava com as mãos diante do peito, indicando que ela tinha peitões, naquela linguagem universal dos homens. Ao ouvir que Caio tinha outra mulher, Beatriz foi imediatamente tomada por um ciúme doentio, até se tocar que poderia ser dela mesma que ele estava falando. Ela sentiu uma onda momentânea de alegria antes que o cérebro funcionasse e ela fosse mais uma vez preenchida por desespero e culpa.
"Deve ser sério mesmo, se você tá perdendo o jogo pra comprar roupa de mulher," Davi comentou.
"Na verdade, eu nem comi ela ainda," Caio disse, fazendo um gesto obsceno perto da boca para mostrar a Davi que tinha ganhado um boquete.
Davi suspirou, pensando na única chupada que tinha ganhado no ensino médio. Ele tinha inveja do irmão: ganhando boquetes e comprando roupas vulgares para mulheres que acabara de conhecer. Enquanto isso, Davi estava casado com a mulher mais gostosa da região e mal a tinha visto nua na luz do dia, muito menos sonhado com ela pagando um boquete nele.
"Vou meter nela amanhã," Caio disse com a confiança de um predador.
Davi estremeceu; esse era exatamente o tipo de papo machista que geralmente fazia Beatriz rodar a baiana. Ele olhou para ela, mas ela estava encarando o vazio, nem aí para eles. Ela estava branca como cera e ele ficou com medo de que ela estivesse passando mal. Ele imaginou a jamanta do irmão arrombando alguma mulher peituda vestida de piranha e apenas articulou "Boa sorte" sem som para Caio, que piscou em resposta.
Beatriz não aguentava ficar perto de Caio, então disse a Davi que queria ver umas lojas sozinha e sumiu na direção oposta. Os dois irmãos a observaram ir e imediatamente correram para uma loja de lingerie sexy.
Enquanto os dois homens vasculhavam os bodies, camisolas transparentes e espartilhos, Davi descobriu que estava realmente curtindo o tempo com o irmão. Caio ainda era um cafajeste, mas era o tipo de cafajeste que todo homem fantasia ser pelo menos uma vez na vida. Davi se imaginou andando de moto, cruzando o país, tirando a virgindade de meninas novas, seduzindo mulheres casadas e tendo strippers implorando por sexo. Metade das histórias do irmão deviam ser mentira, mas ainda rendiam uma boa fantasia.
Caio tinha escolhido alguns bodies cavados, ligas e fio-dentais quando notou o irmão de olho em uma fantasia que ele gostou.
Davi estava segurando uma fantasia de empregada francesa, imaginando como Beatriz ficaria gostosa nela. A roupa parecia feita sob medida para o corpo cheio de curvas de Beatriz. Tinha as típicas meias arrastão, um fio-dental sob uma minissaia preta minúscula, sutiã push-up que levantava tudo, tiara e um espanador. Beatriz odiaria isso, chamaria de lixo machista. O corpo da esposa era um desperdício naquelas roupas largas de crente que ela sempre usava. Por sorte, se mais homens soubessem do corpo de violão que Beatriz escondia, não havia dúvida de que algum cara mais pinta teria roubado ela muito antes dele. Com um suspiro, Davi estava devolvendo a roupa para o cabide, quando Caio a arrancou das mãos dele.
"Perfeito," ele disse.
Ele rapidamente vasculhou as outras fantasias e puxou uma roupa de enfermeira bem vagabunda. Essa tinha ligas brancas, sutiã, calcinha e um jaleco branco curtinho que mal cobria os peitos e ficava aberto na frente. Um chapeuzinho com uma cruz vermelha completava o visual de piranha.
"Eu ainda não acredito que tem mulher por aí que usa esse tipo de coisa," disse Davi.
"Você vai achar difícil de acreditar, mas quando sua rola é grossa que nem a minha, a mulherada faz tudo o que você mandar," Caio respondeu na maior naturalidade.
Imaginando Beatriz passando as mãozinhas delicadas para cima e para baixo na vara de Caio, Davi apenas concordou com a cabeça. Ele não achou difícil de acreditar nem um pouco.
Caio comprou em algumas outras lojas, pegando uns tops frente única e minissaias, quando tiveram que encontrar Beatriz. Beatriz tinha ficado rodando pelo shopping que nem barata tonta e não comprou nada, para alegria do marido pão-duro. Ela ouviu Davi perguntar o que havia de errado e respondeu que não estava se sentindo muito bem. Ele disse para ela trocar de lugar com Caio e ir no banco de trás para deitar na volta para casa. Caio tinha colocado as sacolas bem ao lado dela e ela sentiu o estômago revirar ao espiar o conteúdo vulgar lá dentro. Eles deixaram Caio onde estava a moto dele e ele partiu para o trabalho, deixando o casal sozinho para a noite.
Davi queria saber o que estava demorando tanto com a esposa no banheiro. Eles tinham curtido um jantar romântico e Davi deu a entender que queria "brincar" no quarto mais tarde. Beatriz tinha dito que estaria pronta depois do banho e já estava trancada lá há mais de uma hora. Ele viu que a porta estava entreaberta e empurrou. Beatriz estava usando uma das camisas sociais dele e nada mais, o que era bem ousado para os padrões dela. Uma gilete na pia indicava que ela tinha acabado de depilar as pernas e estava curvada no espelho passando batom. Davi ficou observando e, quando ela ajeitou o cabelo pela terceira vez, ele limpou a garganta para chamar a atenção. Ela deu um pulo.
"Ah, Davi," ela disse, "que susto."
Davi ajeitou os óculos no nariz e brincou: "Encontro quente hoje à noite?"
"Como assim?"
"Você tá aí se emperequetando na frente desse espelho faz uns quinze minutos."
"Eu não tô me emperequetando," ela garantiu. "Só queria ficar bonita pra você e acho que perdi a noção do tempo."
"Bem, valeu a pena, porque você tá uma gata," ele disse puxando a esposa para os braços. Davi estendeu a mão e começou a desabotoar a camisa dela. Ele ficou surpreso quando ela não o parou nem arrastou ele para o quarto escuro como sempre fazia. Não querendo dar sorte para o azar, ele rapidamente terminou e abriu a camisa dela. Davi perdeu o ar com a visão do corpo nu da esposa. Casados há dois anos e essa era a primeira vez que ela deixava ele olhar para ela nua na luz sem se cobrir correndo. Ele balançou a cabeça, maravilhado que aquele mulherão tinha aceitado casar com um nerdzinho como ele.
Ele passou as mãos pelos seios dela, acariciando com carinho e beliscando os mamilos até ficarem duros como pedra. Ela tremia enquanto a mão dele descia pela barriga e passava pelos pelos da xereca. Os dois suspiraram quando o dedo dele encontrou a umidade dela. Beatriz nunca estava pronta para o sexo assim tão rápido. Ele sempre tinha que lubrificar o pênis antes de entrar. Não querendo desperdiçar a chance, Davi puxou a esposa para a cama. Beatriz estava muito ativa, se mexendo bastante, e Davi, acostumado com ela deitada igual uma estrela do mar, desejou que aquela noite durasse para sempre. Infelizmente, "para sempre" para ele durou sete minutos.
Beatriz se agarrou carinhosamente ao marido depois que ele gozou e, em poucos minutos, ouviu a respiração pesada dele indicando que tinha apagado. Ela saiu da cama e foi na ponta dos pés para o banheiro. Normalmente, Beatriz pegaria papel higiênico e faria careta de nojo enquanto limpava a rala carga de Davi da vagina. Hoje à noite, ela apenas enfiou um dedo e raspou tudo. Ela olhou para a gotinha de sêmen escorrendo no dedo e, sem pensar duas vezes, enfiou na boca. O leite do marido tinha um gosto tão bom quanto o de Caio, só que a quantidade era ridícula, tipo um aperitivo que não enche a barriga antes do prato principal. Definitivamente melhor quente e direto da fonte, ela pensou, enquanto a porra gosmenta descia pela garganta. Beatriz se olhou no espelho e gastou mais quinze minutos arrumando o cabelo e retocando a maquiagem antes de voltar para a cama. Ela se aninhou no marido e ficou deitada tentando dormir. Por volta das três da manhã, ouviu o ronco da moto de Caio chegando. Ouviu ele sentar pesadamente no sofá e o barulho das botas caindo no chão. Ela tremeu de tesão sabendo que ele estava tirando a roupa para dormir ali embaixo. Beatriz adormeceu logo depois.
Beatriz acordou com o despertador berrando e ouviu Davi gemer ao desligá-lo. Ela o agarrou quando ele estava saindo da cama. "Fica comigo," ela implorou.
Davi sorriu e negou com a cabeça. "Adoraria, amor, mas tô atrasado."
"Liga dizendo que tá doente e a gente passa o dia na cama," ela disse dando tapinhas no lençol.
Uau, ele pensou, devo ter dado um chá de pica nela ontem à noite. "Eu queria muito, vida, mas tô pra receber um aumento e a gente precisa da grana." Ele deu um beijo na testa dela e foi para o banheiro se arrumar.
Depois de se vestir, Davi se inclinou, deu outro beijo nela e saiu do quarto. Ela ouviu o carro ligar e sair devagar da garagem. Beatriz pulou da cama e foi ao banheiro fazer xixi. Quando terminou, checou o cabelo e a maquiagem de novo, no automático. Ainda nua, voltou para a cama e se enfiou debaixo das cobertas. Beatriz parecia criança com medo do bicho-papão, de olho na porta o tempo todo, esperando Caio vir buscá-la. Era ele andando lá embaixo? A escada rangeu? Ela encarou a porta por uma hora antes de levantar e ir até a janela.
A moto de Caio tinha sumido! Se ela conseguisse chegar ao carro, estaria salva. Beatriz vestiu rapidinho uma calcinha velha bege e jogou um moletom largo por cima. Ela tinha que trabalhar mais tarde e pegou o uniforme, pensando em se trocar lá. Pegou as chaves e correu para o carro. Beatriz já estava do lado de fora quando deu de cara com Caio. Ela quase gritou de raiva quando o viu e olhou para o carro atrás dele. A salvação estava a três metros de distância.
"Vai pra onde com tanta pressa, hein?" ele perguntou.
"Eu... Eu tenho que resolver umas coisas," ela respondeu gaguejando. Ela olhou para Caio: ele usava bermuda de ciclista colada e uma regata pequena que deixava os braços gigantes de fora, e carregava um pacote pequeno.
"Vadia, eu não te dei permissão pra sair," ele disse com voz de ameaça. "Entra nessa casa agora."
Beatriz já estava dentro antes de perceber, tremendo de medo.
"Senta no sofá," ele ordenou. Caio foi até a cozinha e ela ouviu o barulho de uma latinha de cerveja abrindo. Ele voltou e jogou o pacote no colo dela. "Veste isso. Vamos dar um rolê."
Beatriz abriu o pacote com as mãos tremendo. Era a fantasia de enfermeira piranha que ele tinha comprado ontem. "Eu não posso vestir isso," ela sussurrou. "O Davi vai ver."
"O Davi tá no trabalho, sua anta. Agora sobe e se veste, e não esquece a vaselina."
Beatriz obedeceu, subindo as escadas arrastando as pernas. Ela se vestiu rápido, se sentindo ridícula e exposta naquela roupinha. Desceu as escadas tentando puxar a saia minúscula para baixo.
Caio abriu um sorriso safado ao vê-la. "Perfeita," ele disse. Agarrou ela pelo braço e arrastou para fora até a moto. "Sobe aí."
Beatriz montou na garupa, agarrando a cintura dele. Caio acelerou e eles saíram cantando pneu. A viagem foi aterrorizante e excitante ao mesmo tempo. O vento batia no corpo quase nu dela e ela sabia que qualquer um na rua veria a calcinha dela. Ela se apertou contra as costas largas dele, sentindo o calor do corpo dele através da camisa.
Rodaram uns vinte minutos até chegarem num lugar deserto perto de um manguezal na beira da baía, com uma faixinha de areia escondida. Caio parou a moto e desceu, puxando ela junto. Estendeu uma toalha na areia e começou a tirar a roupa.
"Tira a roupa," ele mandou.
Beatriz hesitou só um segundo antes de tirar aquela fantasia ridícula. O sol queimava na pele nua e a brisa do mar era gostosa. Caio já estava peladão, a manjuba balançando entre as pernas enquanto vinha na direção dela. Ele a empurrou para a toalha e ficou por cima.
"Abre as pernas," ele disse, e ela obedeceu na hora.
Caio não perdeu tempo com preliminares. Cuspiu na mão, passou na cabeça da rola e guiou a cabeça gorda para a entrada da buceta dela. Beatriz suspirou fundo quando sentiu ele invadindo. Ele empurrou devagar, abrindo ela toda enquanto entrava. Era grande, muito maior do que qualquer coisa que ela já tinha sentido, mas parecia que a buceta dela tinha sido feita sob medida para aquela tora.
Quando ele enterrou tudo, Caio começou a socar, devagar no começo, depois acelerando o ritmo. Beatriz gemia a cada estocada, cravando as unhas nas costas dele. A sensação de estar sendo comida ao ar livre, por aquele homem proibido, era alucinante.
Ela começou a jogar a cabeça de um lado para o outro de novo enquanto sentia o pau dele começar a tremer e inchar dentro dela. Ele estava quase gozando e o orgasmo dele estava gatilhando o dela. Beatriz olhou para o mangue, depois para a baía, depois para a árvore, depois para um barco. Barco! Ela virou o rosto e viu um barco passando bem na hora que a rola de Caio explodiu dentro da buceta dela e ela gritou gozando. O cara no barco gozou junto com ela. Ele tinha chegado perto enquanto eles fodiam e começou a bater uma enquanto assistia. Caio tinha acabado de comer ela na frente de um estranho. O homem no barco acenou e gritou "Valeu!", ligou o motor e vazou. Beatriz ficou deitada ali esperando o horror e a vergonha de ter sido pega trepando com o cunhado na frente de um estranho baterem nela, mas a culpa nunca veio. Em vez disso, sentiu o coração disparado pelo tesão de ser exibicionista. Ela só relaxou na toalha sentindo o leite de Caio escorrendo da buceta. Ela estava satisfeita demais, de olhos fechados. Sentiu algo cutucando os lábios e abriu a boca para receber a rola mole de Caio, sentindo o gosto do resto do gozo dele na língua, desejando poder engolir uma carga inteira daquelas.
"Isso que é uma vagabunda boa," ele avisou. "Limpa bem essa rola que hoje à noite eu vou te comer de novo."
Ela obedeceu, limpando os sucos dos dois do pau dele com a língua. Quando ele achou que estava bom, Caio puxou ela para ficar de pé e eles se vestiram antes de voltar para casa.
***
Beatriz mal falou na garupa da moto durante a volta para casa. A mente dela estava girando. Ela tinha acabado de trair o marido da pior maneira possível: sexo vaginal completo, sem camisinha, ao ar livre, com o irmão dele. E pior, ela tinha gostado. Tinha adorado.
Quando chegaram, Caio parou a moto na entrada.
"Desce," ele disse, sem olhar para ela.
Beatriz desceu, as pernas bambas, sentindo o sêmen dele ainda escorrendo por dentro da coxa, misturado com o suor da viagem.
"Vai se limpar. O Davi chega em uma hora," Caio avisou, descendo da moto e indo para a garagem mexer em umas ferramentas.
Beatriz correu para dentro. Ela tomou o banho mais rápido e confuso da vida dela, tentando lavar as evidências do crime enquanto a mente repassava cada detalhe daquele pau grosso invadindo ela na praia. Ela vestiu o uniforme de garçonete, pois tinha turno no restaurante naquela tarde.
Quando Davi chegou para o almoço, ela já estava pronta, tomando um copo de água na cozinha para acalmar os nervos.
"Oi, amor," Davi disse, dando um beijo na bochecha dela. "Tudo bem? Você parece meio... elétrica."
"Tô bem," ela mentiu, forçando um sorriso. "Só um pouco de pressa pro trabalho."
Caio entrou na cozinha nesse momento, limpando graxa das mãos num pano velho. Ele estava sem camisa, suado, e o cheiro dele — aquele cheiro de macho, suor e perigo — invadiu as narinas de Beatriz, fazendo o coração dela disparar.
"E aí, maninho," Caio cumprimentou Davi, ignorando Beatriz completamente. "Fiz a revisão na moto. Tá pronta pra estrada."
"Vai viajar quando?" Davi perguntou, sentando-se para comer o sanduíche que Beatriz tinha deixado pronto.
"Amanhã de manhã," Caio respondeu.
O coração de Beatriz parou. Amanhã. Ele ia embora amanhã. Uma onda de pânico e alívio a atingiu ao mesmo tempo.
"Ah, que pena," Davi disse, sem muita convicção. "A gente devia fazer um jantar de despedida hoje à noite, então. Beatriz, você consegue trocar o turno?"
Beatriz olhou para Caio. Ele estava encostado na pia, um sorriso debochado nos lábios, os olhos fixos nela.
"Não posso," ela disse rápido demais. "O restaurante tá lotado, não tem quem me cubra."
"Que pena," disse Caio, a voz grave vibrando no ar. "Eu queria muito me despedir da minha cunhadinha favorita."
Beatriz pegou a bolsa. "Preciso ir. Tchau." Ela saiu quase correndo.
O turno no restaurante foi um inferno. Beatriz errou pedidos, derrubou uma bandeja e passou o tempo todo olhando para o relógio. Ela sabia que quando chegasse em casa, seria a última noite de Caio. Ele tinha prometido fodê-la de novo. O medo e a expectativa estavam deixando ela louca.
Ela chegou em casa pouco depois da meia-noite. A casa estava silenciosa. As luzes da sala estavam apagadas, mas a TV estava ligada num volume baixo. Davi já devia estar dormindo.
Beatriz entrou na ponta dos pés. Quando seus olhos se acostumaram com a penumbra, ela viu.
Caio estava sentado na poltrona do papai de Davi, as pernas abertas. Ele estava completamente nu. O pau dele, aquela tora preta e grossa que ela tinha aprendido a adorar e temer, estava meia-bomba, descansando pesado sobre a coxa esquerda.
"Achei que você não vinha mais," ele sussurrou.
Beatriz soltou a bolsa no chão. A respiração dela ficou presa na garganta.
"O Davi...", ela começou.
"Dorme como uma pedra. Coloquei dois comprimidos no suco dele no jantar," Caio disse calmamente. "Ele só acorda amanhã quando eu já estiver longe."
Ele se levantou. No escuro da sala, iluminado apenas pela luz azulada da TV, ele parecia um gigante, um deus pagão exigindo sacrifício.
"Vem aqui," ele ordenou.
Beatriz não conseguiu resistir. Seus pés se moveram sozinhos. Ela parou na frente dele.
"Tira essa roupa ridícula," ele mandou.
Com as mãos trêmulas, ela desabotoou o vestido rosa do uniforme. Deixou cair no chão. Tirou o sutiã. Tirou a calcinha velha bege que tinha vestido de manhã. Ficou nua na sala de estar, vulnerável.
Caio a olhou de cima a baixo, os olhos devorando cada curva.
"De quatro. No sofá."
Beatriz subiu no sofá onde ela e o marido costumavam assistir filmes nos fins de semana. Ela se apoiou nos cotovelos e empinou a bunda, sentindo o ar frio do ar-condicionado na pele.
Ela ouviu Caio pegar algo na mesa de centro. O cheiro de óleo de bebê chegou ao nariz dela. Ele derramou o óleo nas mãos e esfregou, aquecendo-o. Então, as mãos grandes e oleosas dele agarraram as nádegas dela.
"Hoje eu vou deixar uma lembrança que você nunca vai esquecer, Beatriz," ele sussurrou no ouvido dela, a voz rouca.
Ele começou a massagear a bunda dela com força, os dedos afundando na carne macia. Beatriz gemia baixo, mordendo a almofada para não fazer barulho. Então, ela sentiu a cabeça da rola dele pressionando contra a entrada da buceta, escorregadia de óleo.
Ele não entrou de uma vez. Ele provocou. Empurrava só a cabeça, e tirava. Empurrava, e tirava.
"Por favor...", ela implorou, a buceta pulsando de necessidade. "Enfia logo."
"Você quer?"
"Quero. Quero sua rola. Toda ela."
"Então toma."
Ele segurou os quadris dela com firmeza e, num movimento único e brutal, enterrou a rola inteira até as bolas.
Beatriz gritou abafado na almofada. A sensação de preenchimento era total. Ele era tão grande que ela sentia ele cutucando o útero. Caio começou a bombar com força, sem piedade. O som da pele batendo contra pele, os gemidos dela, a respiração pesada dele, tudo se misturava no ritmo frenético.
Ele a fodeu em todas as posições possíveis naquele sofá. De quatro, de lado, com as pernas dela nos ombros dele. Ele a fez gozar três vezes, e cada vez ela gritava o nome dele, esquecendo completamente que o marido estava dormindo no andar de cima.
Finalmente, perto do amanhecer, Caio a virou de barriga para cima. Ele estava suado, brilhando na penumbra.
"A última carga," ele disse, a voz falhando de tesão. "Onde você quer?"
Beatriz olhou para ele, para aquele homem que tinha virado a vida dela de cabeça para baixo em uma semana.
"Dentro," ela sussurrou. "Me enche."
Caio sorriu. Ele levantou as pernas dela, apoiando os tornozelos nos ombros dele, abrindo-a completamente. Ele mergulhou fundo, o mais fundo que conseguia, e começou a esporrar.
Beatriz sentiu os jatos quentes inundando-a, fundo, muito fundo. Parecia que não ia acabar nunca. Ela segurou as nádegas dele, puxando-o mais contra si, querendo absorver cada gota.
Quando ele terminou, desabou sobre ela, exausto. Eles ficaram ali por alguns minutos, os corações batendo juntos.
Então, Caio se levantou. Sem dizer uma palavra, ele foi para o banheiro de hóspedes. Beatriz ouviu o chuveiro ligar.
Ela ficou deitada no sofá, as pernas bambas, o corpo dolorido e deliciosamente satisfeito, sentindo o sêmen dele escorrendo dela.
Dez minutos depois, Caio desceu, vestido com sua roupa de couro de motoqueiro, a mochila nas costas. Ele parou na frente do sofá onde ela ainda estava nua.
Ele se abaixou e deu um beijo rápido,quase casto, na testa dela.
"Adeus, cunhadinha," ele disse, com aquele sorriso cafajeste de sempre. "Cuida bem do Davizinho."
Ele saiu pela porta da frente. Beatriz ouviu a moto ligar, o ronco do motor quebrando o silêncio da madrugada, e depois se afastando até sumir.
Ela estava sozinha.
Beatriz se levantou devagar. Ela foi até a janela e olhou para a rua vazia. O sol estava começando a nascer, tingindo o céu de laranja.
Ela colocou a mão na barriga, onde sentia o calor da semente dele ainda viva dentro dela. Uma lágrima solitária escorreu pelo rosto dela. Ela não sabia se era de tristeza, de alívio ou de saudade.
Ela subiu as escadas, entrou no quarto e se deitou ao lado de Davi, que roncava suavemente, alheio a tudo. Ela se aninhou nas costas do marido, fechou os olhos e, pela primeira vez em dias, dormiu um sono profundo e sem sonhos.
***
"Beatriz, que pena," Davi disse. "Espero que a Valéria melhore logo." Beatriz tinha mentido para o marido dizendo que tinha que fazer turno da noite porque uma das garçonetes estava doente. "Tomara que você não esteja ficando doente também," ele disse, lembrando de como o rosto dela estava inchado na outra manhã.
"Por que você fala isso, amor?"
"Ah, é que você fica puxando esse uniforme como se tivesse com muito calor."
"Ah," disse Beatriz, "é que ele tá super apertado." Depois de passar o dia quase pelada, Beatriz achava o uniforme de garçonete uma prisão, escondendo o corpo dela do mundo.
Beatriz deu um beijo de despedida no marido, foi para o carro e saiu dirigindo. Ela parou no final da rua, saiu do carro e começou a arrancar aquele uniforme horrível ali mesmo na rua. Ela suspirou quando o ar fresco da noite tocou a barriga nua e acenou para um cara que passou de carro e buzinou para ela.
"Assim tá melhor," ela suspirou, sentindo que finalmente conseguia respirar. Beatriz estava usando uma das roupas que Caio tinha comprado no shopping. Um top frente única curto mal cobrindo os peitões sem sutiã e uma saia curtinha que deixava as pernas torneadas à mostra. Ela voltou para o carro e foi encontrar Caio. Caio estava fechando o bar naquela noite e ela ficou lá bebendo e dando em cima dos clientes, adorando a atenção. Nenhum dos caras que ela cantou tentou chamá-la para ir embora com eles. Era como se automaticamente soubessem que ela pertencia ao negão grandão atrás do balcão. Depois que ele fechou o bar, ela beijou a rola dele e ele comeu ela em cima de uma das mesas. Ela gritou enquanto ele metia uns vinte e três centímetros da vara dela na buceta, fazendo ela gozar dezenas de vezes.
Ela acordou na manhã seguinte, depois que Davi saiu para o trabalho, e encontrou a rola dura de Caio apontada para a boca dela. Ela chupou ele, conseguindo engolir toda a porra dessa vez. Ele comeu ela antes de ir trabalhar naquela noite, enfiando uns vinte e cinco centímetros da tora na buceta faminta dela. A cada dia ela se sentia virgem de novo e os orgasmos só ficavam maiores e maiores conforme a rola dele explorava território novo lá no fundo. Dois dias depois de perder a virgindade, ela estava aguentando uns vinte e oito centímetros.
Na noite seguinte, ela ficou deitada ao lado do marido ouvindo ele roncar. Ela olhou para o relógio. Marcava duas e meia da manhã. Beatriz saiu da cama devagar e desceu as escadas na ponta dos pés.
Caio estacionou a moto na entrada, subiu o deck e entrou na cozinha. Estava largando as chaves na mesa quando Beatriz falou: "O senhor queria me ver, doutor?"
Caio olhou para cima. Beatriz estava usando a fantasia de enfermeira piranha. Meias-calças brancas presas numa cinta-liga cobriam as pernas torneadas. A calcinha branca era fininha e dava para ver os pelos encaracolados da buceta por baixo do tecido. A cinta-liga circulava a cintura fininha logo acima do umbigo e logo acima disso tinha um cropped branco cobrindo o peito. Um chapeuzinho com cruz vermelha completava o visual.
"Sim, enfermeira," ele disse sorrindo. "A senhorita não anda bem e eu queria fazer um exame. Por favor, tire a blusa."
"Sim, doutor," ela disse desabotoando devagar e deixando abrir, revelando os peitos cobertos por um sutiã branco rendado.
"Deixa eu checar seus batimentos," ele disse, agarrando os peitos e acariciando depois de tirar o sutiã dela.
Caio empurrou a enfermeira Beatriz de joelhos, abriu o zíper da calça jeans e tirou a calça. Ele puxou a cueca para baixo e enfiou a rola na cara dela. "Abre a boca e faz Aaah."
Beatriz beijou a rola dele e abriu a boca bem grande, fazendo "Aaah" enquanto ele deslizava a vara pela garganta dela. Ela chupou ele na cozinha por uns vinte minutos antes de Caio arrastá-la para o sofá. Ele a empurrou por cima do encosto do sofá de modo que a bunda dela ficou empinada para o alto e posicionou a cabeça da rola na buceta. "Vamos medir sua temperatura," ele disse enfiando a rola. "Ah, enfermeira, você tá pegando fogo por dentro. Ficar tão quente e molhada é o ambiente perfeito para criar doença, sabia?"
"Oooh doutor, eu não consigo evitar ficar quente e molhada perto do senhor," ela disse se inclinando para frente sobre o sofá.
"Tudo bem, enfermeira, então vou ter que continuar medindo sua temperatura."
A fantasia foi esquecida quando os dois partiram para uma trepada de verdade. Caio tinha enfiado uns vinte e oito centímetros e estava socando com força. Beatriz só fazia uns grunhidos toda vez que ele metia fundo. Caio agarrou a blusa que estava pendurada aberta nas costas dela. Ele tirou e torceu numa mordaça, trazendo para a boca dela, pegando ela de surpresa. Ele segurou as pontas da blusa como se estivesse montando um cavalo e controlando com as rédeas. Caio puxou a rola para fora ouvindo o barulho molhado ao sair da vagina. Teve um breve silêncio antes dele enfiar os trinta centímetros completos na buceta de Beatriz de uma vez.
Ela gritou na mordaça e começou a se debater tentando jogar ele para fora, mas ele segurou feito um peão de rodeio mantendo os trinta centímetros todos lá dentro. A dor estava passando e Beatriz podia sentir a buceta mudando de forma. Parecia que estava se alongando e se moldando para caber no novo dono. Beatriz sabia que daquele momento em diante a buceta dela pertencia ao cunhado e mais ninguém. "Por favor me fode com essa rola grande," ela implorou depois que ele tirou a mordaça.
Caio fez exatamente isso e começou a meter com o comprimento todo da rola enquanto agarrava os quadris dela.
Beatriz tentou continuar falando, mas as palavras só saíam em grunhidos e gemidos enquanto ela gozava em volta daquele pauzão. Ele tinha comido ela com os trinta centímetros completos por meia hora quando ela sentiu a rola inchar lá dentro e começar a tremer igualzinho tinha feito na boca dela na primeira vez que tinha chupado.
"Hora de tomar seu remédio, enfermeira," ele grunhiu entre respirações. Caio berrou quando o orgasmo explodiu de dentro e esguichou a porra dele no fundo da buceta por trinta segundos.
Beatriz sentiu a porra dele jorrando em lugares tão fundos que nem sabia que existiam e começou a derramar para fora da buceta em volta da rola dele. O jato poderoso de gozo dele fez ela ter o maior orgasmo até agora e ela desmaiou da sensação.
Exausto, Caio deixou Beatriz pendurada sobre o sofá e deu a volta pela frente. Vendo que ela estava no caminho, empurrou ela para trás do sofá, ouvindo o corpo dela bater no chão com um baque. Ele se deitou no sofá e apagou na hora.
Beatriz acordou com o chão frio encostando na pele nua, mas fora isso se sentia completamente satisfeita pela primeira vez na vida. Ela se levantou e limpou a bagunça dos dois enquanto ouvia Caio roncar. Ela queria que ele estivesse roncando ao lado dela na cama toda noite. Beatriz se ajoelhou na frente dele e beijou a rola dele de novo antes de subir para o marido.
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