Meu Amigo e o Morador de Rua - Parte 2

Um conto erótico de Seven RJ
Categoria: Gay
Contém 1316 palavras
Data: 28/02/2026 21:00:13

CONTINUAÇÃO DO RELATO ANTERIOR

Eles entraram no hotel e eu cheguei depois. Parei o carro na rua, quase em frente ao hotel. Beto conhecia todos os cantos e lugares, era chegado a essas aventuras, mas eu não! Gosto de uma putaria, mas sem riscos, ou sem muitos riscos!

Peguei a mochila com as roupas (que deixo no carro se decidir ir a academia quando estou na rua) e os itens de higiene, a sacola com refrigerante, sanduíches e uns biscoitos e entrei, totalmente sem graça. Eles já tinham subido. Entrei no quarto e Gabriel ainda estava no banho. Beto disse que ele foi rápido para o banheiro tomar banho e que ficou observando a alegria dele. Reparei melhor e realmente era interessante. Perguntei a idade e ele disse que tinha vinte e dois anos (estava meio maltratado mesmo!), bem diferente de nós, que tínhamos trinta e oito.

Tirei as coisas da sacola e coloquei na mesa. A alegria do rapaz era imensa em poder tomar banho quente e estar em segurança. Durante o banho ouvi a conversa deles. Usuário de drogas, saiu do colégio, arrumou confusão e quando fez dezoito anos o pai o colocou para fora de casa. Desde então passou a viver na rua e o resto já imaginamos. Eu já estava mais relaxado.

Gabriel saiu nu, secando os cabelos com a toalha. Era bem gostosinho, apesar de não fazer meu tipo e também, provavelmente, tínhamos a mesma posição, ambos ativos, então, sem chance alguma. Melhor para o Beto, que ia desfrutar do dote e do corpo tesudinho. Ofereci o lanche e o rapaz quase chorou. Pelado mesmo, sentou na mesa e comeu rapidamente os sanduíches e separou o biscoito. Ofereci para Gabriel a escova de dente descartável, pasta e enxaguante bucal, que eu sempre levo no carro. Aproveitei e falei para Beto usar o enxaguante, também (lembra do bafo de pau? Pois, é!). Beto não aguentou ver o jovem andando com o pau balançando e se aproximou abraçando-o enquanto ele escovava os dentes.

- Agora já posso! – disse Gabriel, tascando um beijo intenso em Beto, que retribuiu. Fiquei surpreso com a atitude do rapaz!

Os dois começaram a se animar, o membro de Gabriel já estava ereto como um poste e Beto já segurava. Só tinha uma cama de casal e eu estava sentado nela e permaneci olhando os dois. Beto já estava sem roupa. Sentou na cama e novamente mamou o cacete peludo, passando pelo saco, virilha e voltando para a cabeça do pau. Comecei a ficar de pau duro. Gabriel se deitou e ambos começaram a brincadeira, eu já estava sentado na beira da cama. Gabriel parecia ser um pouco inexperiente, acho que estava acostumado a ganhar mamadas apenas, ou no máximo uma penetração automática. Mas, agora, não. Beto o deixava estimulado com sua experiência e ele o acompanhava. Beto deu um banho de língua nele, desde o pescoço até os pés calejados e grosseiros das ruas (mas limpos agora!). Virou ele de bruços e continuou pelas costas. A bunda de Gabriel era pequena, mas redondinha. Mudaram de posição e fizeram um meia nove. Meu amigo é um cara moreno, cabelos crespos, meio fortinho e corpo liso. É muito bonito. Sua bunda é grande, lisa e gulosa.

O jovem começou a dar linguadas no rabo de Beto, que chupava seu pau e masturbava. A cena da bunda de Beto para cima, com aquele rapaz brincando com seu cu, foi me deixando com calor. Meu amigo olhou para mim e sorriu, insinuando para eu tirar a roupa. Fiquei de cueca, que já transbordava o melado do meu pau. Fiquei assistindo aos dois se devorarem deliciosamente, já alisando meu cacete.

Gabriel parecia estar descobrindo o prazer. A maneira como beijava e curtia o corpo de Beto, mostrava o desejo dele. Abrindo as nádegas do outro, ele metia a língua, enfiava os dedos e roçava o queixo, tirando suspiros do meu amigo. Beto, por sua vez, mostrou todo seu talento de mamador, deixando o pau do outro escorrendo pré-gozo. Mordeu seu pescoço, chupou os mamilos, lambeu o suvaco, fazendo o jovem se contorcer de prazer.

Estava gostoso de assistir. Algumas vezes fui voyeur de fodas e sempre curti. Ali, de perto, sentia o calor deles. Limpo e à vontade, Gabriel começou a insinuar que queria meter em Beto, que, rapidamente, pegou lubrificante. Perguntei discretamente a Beto pela camisinha. Gabriel ouviu e respondeu que tinha feito um exame em uma barraca na praça, desses que dão o resultado na hora e garantiu que deu negativo e Beto disse que estava tomando PreP. Não cabia a mim julgar ou desconfiar ou me meter. Eles continuaram o ritual de sexo. Beto passou o gel por todo membro de Gabriel, que suspirava de tesão.

Meu amigo ficou de quatro e o jovem se posicionou atrás dele. Não resisti e cheguei mais perto, queria ver aquele pau grosso e grande entrar no cuzinho dele. A cabeça do pau latejava e o cu piscava, era a hora. Gabriel encostou e foi metendo devagar. Beto gemia e apertava o travesseiro enquanto eu via seu cu dilatar no diâmetro do pau do outro. Parecia que não ia acabar até ele meter tudo. De joelhos, abrindo a bunda de Beto, o jovem começou a dar estocadas. Olhei seus ombros, seu pescoço, a pele manchada de sol com marcas de machucados, a perna um pouco peluda e seus pés com unhas maltratadas e pele grossa. Ele se apoiou em um joelho e dobrou uma perna para meter melhor. Observei a marca de sol na coxa, mais branco debaixo do short. Gabriel estava de olhos fechados, desfrutando do sexo. Beto respirava fundo, vermelho e suando aguentou calado todo o membro dele.

Afastei-me um pouco. Eles mudaram de posição algumas vezes, sempre a comando do mais velho, até que ficaram na posição de frango. Eu estava quase gozando. Um de frente para o outro, Gabriel socava com força e olhava para Beto, que admirava seus ombros e pescoço. Vi que o pau de Beto estava todo babado e que estavam perto de gozar. Gabriel sentia a cabeça do pau bater no fundo do cu do outro, se esticou e com um urro abafado começou a gozar dentro. Beto sentiu a dilatação do pau do jovem e os jatos quentes dentro de si e gozou também, em grande quantidade, intensamente. O jovem deu a última estocada e parou, com o pau ainda pulsando. Eu observava a cena cheio de tesão, e não queria gozar ainda. Ambos foram relaxando, Beto suspirou e Gabriel começou a tirar o pau de dentro. Nessa hora cheguei mais perto, eu queria gozar vendo o estrago no cu de Beto e todo o esperma escorrendo, e assim foi. O pau melado e ainda meio duro de Gabriel foi saindo devagar e o cu de Beto estava largo e vermelho e logo começou e despejar toda a porra. Diante da quantidade de porra grossa que saía e daquela bunda, gozei muito. Ficamos os três respirando fundo. Assistir aquela foda foi melhor do que muitas minhas!

Enquanto eles tomavam banho, me vesti. Estava quase começando a amanhecer, eu disse que ia embora. Gabriel me abraçou e agradeceu o lanche, disse que ia guardar o biscoito para depois. Beto mostrou a roupa que eu tinha deixado e ele ficou todo feliz.

Deixei os dois a sós e saí, estava tudo sob controle. Entrei no meu carro e fui para casa, com o cheiro do meu sexo na mão e no pau. Minha cueca estava melada do gozo que ficou no meu pau. Cheguei em casa, entrei no banho e me masturbei de novo, com a imagem daquele cuzão cheio de porra branca e grossa escorrendo.

No dia seguinte, Beto me ligou de tarde. Pelo que entendi, Gabriel estava pensando em largar as drogas, voltar para a família e ter um recomeço. E Beto ia fazer parte disso.

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 119Seguidores: 123Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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