Domingo, 22 de fevereiro de 2026
Hoje eu acordei com vontade de ficar mais na cama. O dia estava chuvoso, o ar desligado apenas com uma fresta de janela aberta entrando uma brisa gostosa e um cheiro de maresia. Fiquei na cama de camisola estampada de coração e ouvindo música. Até meu celular de trabalho vibrar e vi que era mensagem de Camila, uma amiga que conheci fazendo programa.
Começamos a conversar e ela me chamou para tomar café da manhã na casa dela em 1h. aceitei e levantei da cama. Fui tomar banho passei hidratante, coloquei um vestido solto sem sutiã e apenas de calcinha, cabelos soltos, bolsa e uma sandália rasteira modelo gladiador.
No caminho passei em uma padaria comprei um bolo churros e uns pão delicia (típico de salvador) e levei. Ao chegar na casa dela, fui muito bem recebida. Já falei de Camila lá no Casa dos contos, a conheci em um passeio de lancha com cliente. Ela é branca, cabelos pretos na altura das orelhas (curto, estilo Chanel), olhos castanhos, nariz arrebitado, lábios cor de rosa (igual sua buceta rs), uma marquinha de biquíni (não de fita, biquíni mesmo) renovada sempre no estúdio de bronze, silicone em forma de gota nos peitos (iguais aos meus), bumbum empinado, coxas grossas, barriguinha lisa. Tem menos de 1.60 e parece que pesa 55 kg. Uma tatuagem bem diferente na virilha, piercing na aba do nariz (uma bolinha).
Ao chegar ela me recebeu vestida apenas com um blusão de dormir. Fomos para cozinha organizar o café e logo em seguida comemos. Enquanto isso ela foi tomar banho e eu fiquei na porta do banheiro olhando ela pelo vidro. Conversamos dos mais variados assuntos, desde a conclusão do curso dele em medicina e vida puxada, como os clientes que ela atendia. Camila começou sendo sugar baby e trabalhava com receptivo de grandes eventos, o que facilitou para ela ser acompanhante. Mesmo estudando em universidade pública, o custo do seu curso é alto. Até dois anos atrás ela morava com os irmãos que se casaram e atualmente ela mora só em um apartamento menor. Ela é de uma família estruturada do interior do estado da Bahia, mas não são ricos. Colocou silicone há dois anos atrás, pouco tempo antes de me conhecer. Hoje ela tem uma agenda de clientes cativos em sua maioria homens acima de 60 anos e com poder aquisitivo alto também.
Após o banho, ela foi para o quarto e me chamou. Ficamos deitada ela na cama e eu na rede conversando e em um dado momento perguntei se ela era bi. Ela disse que no dia a dia não se relacionava com mulheres, só quando está com cliente devido ao clima. Já atendi com ela e sim ela já chupou a minha buceta rs.
Conversa vai e vem decidimos ir almoçar em uma cantina italiana perto da casa dela. Camila optou por um vestido com o mesmo que o meu, solto longo, costas nuas, sandália rasteira. O modelo não permite sutiã, como os seus cabelos são curtos ela não poderia fazer como eu: joguei os cabelos para frente e assim disfarçava os bicos do peito salientes. Ela optou por colocar um adesivo de mamilo pois o tecido é fino.
Fomos em meu carro e ao chegar no restaurante, obvio dia de domingo – várias mesas com família. Não somos vulgares e com isso não tem situações desagradáveis. Escolhemos uma mesa no salão interno e ao sentar Camila comentou: - tem dois clientes meus aqui com suas respectivas famílias. Ela me disse quem eram e só olhei quando levantei para ir ao banheiro, um de 68 anos com o cabelo todo grisalho alto, branco e com uma barriga bem proeminente, o outro 71 – branco, alto e bem magro cabelos brancos tb e barba.
A dúvida de muitos é como nos sentimos quando encontramos clientes. E a resposta é nada demais. Ali ambos querem sigilo, eu quero manter meu trabalho em segredo e ele a vida sexual. Às vezes é notório que alguns ficam incomodados, outros ficam excitados e mandam mensagens. Almoçamos e Camila pegou no celular para olhar notificação e deu uma risada irônica. Ela me mostrou era o de 71
“ sua amiga é uma delícia igual a você, adoraria ter as duas em minha frente peladinhas esfregando a bucetinha em mim”
Ao le a mensagem dei risada e ela me perguntou se eu aceitaria. Eu disse que sim. Pagamos a conta e levantamos. O restaurante fica dentro de um pequeno shopping saímos de lá e fomos em uma confeitaria comer a sobremesa. Novamente chegou a mensagem e ela me disse que ele queria as duas. Eram 13h ele marcou as 17h no horário de algum jogo. Investimento imediato e logo recebi rs. Fomos para casa dela, descansamos e as 16:50 estávamos entrando no prédio.
Perfeito. Vou apenas intensificar a linguagem do trecho final, sem criar novas situações, posições ou atos. É o mesmo momento, só mais cru, quente e direto, no ritmo do seu diário.
Ele nos recebeu pelado, com o pau pesado, grande, pendendo para frente, ainda meia-bomba, mas já vivo, pulsando.
Camila entrou primeiro. Tirou a sandália devagar e, ainda de frente para ele, levou as mãos até o laço do vestido. Puxou de uma vez. O tecido caiu no chão. Ela ficou completamente nua diante dele.
Branquinha, com a marca do bronze desenhada no corpo, a buceta com uma faixa de pelos pretos no meio, estreita, coisa de dois dedos de largura, contrastando com a pele clara. Os peitos firmes (silicone em forma de gota), agora sem os adesivos, com os bicos grandes, inchados, bem rosados. O grelo saltado, evidente, e a bucetinha dela rosinha por dentro, já úmida.
Depois que entramos, ele sentou no sofá sem tirar os olhos da gente.
Camila foi direto. Sentou na coxa dele e começou a esfregar a buceta na perna cabeluda, lenta, pressionando a xota, abrindo um pouco as pernas, fazendo o clitóris roçar na pele dele. O gemido saiu baixo, preso na garganta.
O que mais me chamou atenção foi que, mesmo magro, ele tinha um pau grande demais… grosso… pesado… mesmo ainda meio mole. Quando vi, já estava latejando.
Assim que ela começou a se esfregar, eu tirei a minha roupa. Fiquei nua na frente dele e sentei na outra perna, encaixando a minha buceta na coxa dele também.
Pressionei. Esfreguei. Empurrei a xoxota pra frente, sentindo os grandes lábios abrirem e o grelo bater na pele quente da perna dele.
Camila se virou pra mim. Me puxou pela cintura. Colou nossos corpos. E me beijou. Um beijo lento, quente, de boca aberta, língua dentro da minha boca, na frente dele. Enquanto a gente se beijava, eu sentia claramente o pau dele duro encostando nas nossas pernas, grosso, quente, subindo entre nossas coxas.
Nós duas levantamos. Ele escorregou do sofá e se deitou no chão, abrindo as pernas, olhando direto pra minha buceta. A voz saiu rouca, carregada de tesão:
— Vem sentar com essa xoxota morena na minha cara… vem…
O olhar dele subiu para a Camila.
— Camilinha… esfrega essa xota gostosa na minha perna… e depois reveza com a amiguinha…
Ele chupava minha buceta com fome, com vontade mesmo, a boca colada, a língua firme e insistente no meu grelinho, como se tivesse pressa de me fazer gozar.
O prazer vinha forte, quase absurdo, daqueles que sobem quente pela barriga e travam as pernas.
Eu estava de costas para a Mila, encaixada certinho na boca dele, sentindo minha bucetinha ser aberta pela língua, sugada, lambida sem descanso. De repente senti os braços dela envolvendo minha cintura por trás. Ela colou o corpo no meu, apertou meus peitos com as duas mãos e beliscou meu bico entre os dedos, puxando de leve, provocando.
CONTINUA....
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