Minha esposa sendo empalada pelo meu amigo dotado (2ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 4104 palavras
Data: 28/02/2026 15:35:44

Apesar de muito excitados com a possibilidade cada vez mais concreta de realizarmos a nossa fantasia, os dias seguintes foram tensos. Conversamos várias vezes, levantamos várias hipóteses, mas para encurtar, decidimos seguir em frente com a ideia.

Como citei na 1ª parte, Mauricio vinha a cada duas semanas visitar a família, porém em sua próxima vinda, teria um feriado na sexta, por isso, ele chegaria na quinta de madrugada. Estudamos diferentes formas de abordá-lo, trazê-lo em casa, irmos os 3 a algum lugar antes e então abrir o jogo, mas acabei decidindo ter uma conversa a sós com ele e ver no que iria dar.

Nessas quase duas semanas, Vivi e eu transamos várias vezes pensando em como seria excitante ela se entregar para outro na minha frente. Mas quanto mais perto o retorno dele se aproximava, mais nervosos ficávamos.

Na sexta, tive uma ideia, mandei uma mensagem dizendo se ele topava ir, no dia seguinte, à famosa Cascata de Águas de Santa Bárbara, um dos pontos turísticos mais visitados de nossa cidade e que além de ter uma natureza exuberante, possuía infraestrutura (em algumas partes) para beber, comer, etc. Mauricio topou e marcamos de nos encontrar por volta das 10h30 lá.

Apesar de Vivi ir junto, minha intenção era conversar com ele a sós por um bom tempo até entrar no assunto, por isso, achei até bom que Duda, minha cunhada, e seus 2 filhos pequenos fossem, pois assim minha esposa e ela ficariam de olho nas crianças e eu teria mais tempo para falar com Mauricio. Já meu cunhado, felizmente não quis ir, melhor, assim não ficaria no nosso pé.

Estava um calor gostoso e por isso, curtimos a água e a natureza por algumas horas. No começo, Vivi mostrou apenas a parte de cima do biquini preto e ficou com uma bermuda jeans. Após comermos algo leve, avisei-a discretamente que ficaria num dos barzinhos com Mauricio e entraria no assunto, ela ficou nervosa, mas concordou.

Não vou me estender, mas posso dizer que levou muito tempo e algumas cervejas para que eu finalmente criasse coragem de tocar no assunto. Antes, falei sobre nossas farrinhas, perguntei sobre como era sua vida em São Paulo e mais um monte de coisas. Até que criei coragem e mandei na lata que, Vivi e eu estávamos pensando em nos tornar liberais. Mauricio engoliu a cerveja espantado e disse que não estava entendendo. Expliquei tudo, mas para não revelar que o meu tesão era ver minha mulher dando para outro, inventei que na 1ª vez, a assistiria e futuramente, transaria com outras, ou seja, faríamos, swing.

Meu amigo ficou bem sem graça, quase nem conseguia me olhar, fez algumas perguntas se eu estava mesmo certo daquilo, expliquei que estávamos há mais de um ano falando sobre, não era nenhuma invenção repentina. Bebemos mais um pouco e resolvi perguntar:

-Você aceita ser o 1ª a transar com a minha esposa na minha presença?

Mauricio ficou ainda mais sem graça, apesar de ser um cara enorme, ele parecia assustado, talvez imaginando que o estivesse testando, por isso, tratei de ser direto, estilo vai ou racha:

- Mauricio, Vivi e eu faremos isso de todo jeito, ela quer e eu também que seja com você, sei que é um cara discreto e que trepa para caralho. A Vivi sabe da tua fama e não vê a hora disso rolar, talvez seja só uma vez, não posso garantir que depois repetiremos.

Achei que ele fosse enrolar mais um tempo, fingir que não queria estragar nossa amizade, mas para minha surpresa, Mauricio pegou a latona de 550ml de cerveja, deu uma baita virada, depois olhou para perto da cascata, no ponto em que Vivi, os sobrinhos e a irmã estavam, ela tinha tirado o shorts jeans e agora exibia seu lindo bumbum médio e arrebitado com um biquini asa delta. Ele secou o corpo de minha mulher e sem desviar o olhar me disse com um tom de voz diferente, mais sério:

-Olha, Vitor, se você não estiver fazendo uma pegadinha muito sem graça, só posso te dizer, que vou adorar passar a rola na tua mulher. Sempre tive um tesão nela, mas nunca tive a chance no passado, e quando vocês passaram a ficar juntos, claro que não ia tentar nada, mas se essa parada for de verdade mesmo, pode contar comigo.

O jeito que ele falou “passar a rola na tua mulher”, com um tom de voz forte e ainda olhando para Vivi como se a mesma fosse uma presa, fizeram meu coração disparar, assim como meu ciúme e tesão.

-E quando rolaria isso? – Ele perguntou.

-Talvez hoje à noite.

Mauricio fez uma cara de animado e pouco depois, me revelou algo interessante:

-Sabe, essa história de transar com uma casada com o marido assistindo não é novidade para mim. Há uns dois anos, tinha um coroa de uns 45 anos com quem fiz amizade em São Paulo. Era casado com uma mulher bonita de 32. Um dia, o cara me convidou para ir à casa deles, começamos a beber e num dado momento, ele foi ao banheiro e a esposa do cara veio e me beijou, já se esfregando em mim e tal, eu cortei, claro, pensei que ia dar uma merda grande, só que ela me disse baixinho. “Relaxa, meu marido curte ser corno e te trouxe aqui para me comer”. Não acreditei de cara, mas ela começou a tirar a roupa com a maior calma do mundo, ficou peladinha na minha frente, até que o coroa voltou e disse. “Fode ela pra mim, amigo”.

Fiquei surpreso por Mauricio já ter tido uma experiência igual a que estava prestes a ter com Vivi e eu, e quis saber mais.

-Cara, acho que foi quase um ano comendo a mulher uma vez por semana, às vezes, duas. Foi bom para cacete, apesar do coroa ter umas manias meios estranhas.

-Como assim?

-Acho que ele era meio veado ou bi como falam, após as primeiras vezes que comi sua mulher, o coroa começou com uma parada de toda hora querer pegar meu pau para colocar na boceta dela, alisava um pouco, dizia que era delicioso. Também começou a chupar a esposa enquanto eu a fodia, mas percebia que sua língua deslizava para o meu pau e saco. Achava meio chato, mas ali, no meio do tesão, não falava nada. Depois de quase um ano, acredito que arrumaram outro comedor fixo e pararam de me chamar.

-Bom, no meu caso, pode ficar tranquilo, não tenho interesse em segurar ou chupar nenhuma pica, o que quero é ver minha esposa dando para outro, claro que depois, vou querer come-la, beijá-la, chupá-la...

Ficamos conversando mais um pouco, depois voltamos para perto da Vivi, da irmã e sobrinhos. Minha esposa aparentava estar com vergonha, pois sabia que a essa altura, Mauricio já sabia de tudo. Nos despedimos um tempo depois e discretamente disse à minha esposa a caminho do carro:

-Ele topou...

Vivi engoliu seco, ficou vermelha, depois pálida, até pensei que iria desistir. No caminho de volta, ela foi se acalmando e notei que chegou até a sorrir discretamente. Enquanto isso, sua irmã e os filhos estavam quase cochilando no banco de trás. Após os deixarmos e chegarmos em casa, perguntei ainda na garagem:

-Você quer mesmo fazer isso? De minha parte, adianto que quero, mas você tem que estar afim.

Minha esposa sorriu, colocou as mãos sobre o meu pescoço e disse me olhando nos olhos:

-Depois de mais de um ano, hoje você vai ver realizar o seu sonho de ser corno, amor, na nossa casa, na nossa cama, e sim, quero dar para o Mauricio.

Me deu um selinho e depois disse que precisava se arrumar. Eu estava com muito tesão em ver minha esposa com outro, mas com aquele receio comum de que as coisas mudassem depois daquela experiência, afinal de contas, além de mega dotado, Mauricio era bom de cama e em minha segurança, imaginei se não era possível Vivi gamar nele já na 1ª foda.

Tomei um banho, queria que as horas voassem. Vivi se preparou com calma, colocou um vestido preto soltinho, já que íamos ficar em casa, mas muito bonito, se maquiou. Por volta das 20h, recebi uma mensagem de Mauricio.

“Cara, é para ir mesmo?”

“Sim, no horário que marcamos”.

Vivi preparou uma mesa grande de frios variados, tínhamos cerveja e vinho. Mauricio chegou pontualmente, estava bem vestido, com uma camisa azul-marinho de botões e uma calça jeans nos cumprimentou ainda sem graça. Passamos a conversar na sala, sobre vários assuntos e beliscar. Também tomamos um pouco de vinho, sem exageros, mas o suficiente para dar mais coragem à minha esposa, que apesar de querer muito aquilo, aparentava uma certa tensão. Deu certo, após uma hora, os dois passaram a trocar olhares e sorrisos cúmplices, não estavam próximos, mas o clima era de flerte total. Fiquei numa puta ansiedade, olhava para a minha esposa, ali, linda, delicada, corpinho perfeito e depois olhava para o meu amigo alto, forte e boa-pinta, e pensava. “Daqui a pouco, ele vai passar a rola nela, como me disse mais cedo”.

Não tínhamos combinado como começaria e diante da hesitação, decidi colocar uma música e tirei minha esposa para dançar. Pouco depois, falei para Mauricio dançar com ela, a diferença de altura era tão grande, que até rimos, mas logo, os dois começaram a se olhar de uma maneira mais séria, meu tesão foi a mil e decidi ter uma atitude para facilitar.

-Vou subir por alguns minutos, fiquem à vontade e se depois quiserem, podem subir também.

Quando já estava terminando de subir a escada, olhei para baixo e Vivi me olhava de um jeito cúmplice e travesso. Aguardei uns bons minutos no corredor que dava acesso aos quartos. Apesar da música dava para ouvir que estavam conversando. Depois, pararam, decidi olhar e tive o primeiro impacto da noite, minha esposa e Mauricio estavam se beijando. Senti um arrepio no corpo, a respiração acelerada, ciúme, imaginar é uma coisa, ver é outra bem diferente, e após todos esses anos de fidelidade, vê-la tão à vontade beijando outro me deixaram assustado, porém, logo veio o tesão. Ainda mais quando Mauricio desceu a mão e alisou a bundinha de minha esposa que nem se importou, seguiu beijando-o.

Os amassos foram demorados. Os beijos, caralho, os beijos pareciam de um casal apaixonado e duraram uma eternidade. Ele a alisou muito nos seios e bumbum, até que Vivi disse algo baixo, deu a mão para Mauricio e subiram juntos. Corri para o quarto, me sentei na cama e pouco depois, vi minha esposa e ele entrando. Ela estava bem soltinha, sorriu para mim e voltaram a se beijar demoradamente. Mauricio, me perguntou:

-Tudo bem mesmo, Vítor?

-Relaxa, amigo. -Foi minha resposta, mesmo eu estando numa baita tensão.

Aos poucos um começou a deslizar a mão pelo corpo do outro. Mauricio apalpou sua enorme a bunda dela por baixo do vestido, já Vivi, acariciou o peito dele e chegou a encher a mão no volume da calça e soltou um “UHHHH!” de admiração.

Mais um tempo assim e começaram a se despir. Ele tirou a camisa, exibindo seu peito forte e largo e também a despiu, minha esposa estava só com uma calcinha preta. Mauricio olhou admirado para a perfeição dos seios dela, colocou suas mãos enormes nele e depois passou a língua. Em seguida, ela se abaixou e começou a tirar a cinta dele, abriu o zíper da calça, ela ajudou e logo estava só de cueca box azul denunciando seu enorme volume. Minha esposa deu um sorriso, mordeu de leve o lábio inferior e abaixou a cueca, fazendo saltar uma rola gigantesca, de uma grossura fora do normal, mesmo ainda estando semidura.

Vivi arregalou os olhos, riu satisfeita, olhou para ele e depois para mim. Em seguida, disse:

-Vem aqui perto para ver melhor, amor.

Eu levantei da cama e fui até perto deles, ficando de lado, sentado no chão. Nesse momento, vi umas cenas que mais me deram tesão e ciúme em minha vida. Olhando para mim, minha esposa segurou pela primeira vez no pau dele, com a mão esquerda de aliança no dedo, alisou um pouco e depois caminhou lentamente a boca até a glande gigantesca, deu um leve beijo, depois começou a passar a linguinha bem na pontinha. Tudo isso, me encarando, querendo que eu desfrutasse de cada segundo da minha cornitude que nascia ali. A tora de Mauricio acabou de endurecer e o que vimos foi algo espantoso, 23,5cm, uma grossura que raramente vi mesmo em filmes adultos e aparentava ser do tipo “pesada”, branca, cheia de veias, cabeçona vermelha e totalmente depilado.

Vivi abocanhou parte da cabeça e isso porque abriu bem sua boquinha. Deu início ao que sabia fazer bem mesmo antes de perder a virgindade: fez um senhor boquete para Mauricio ali de joelhos em nosso quarto. Também parava um pouco e o punhetava com as duas mãos, seu olhar era de tesão e admiração pelo tamanho da pica e pelo corpo perfeito do meu amigo. Ele demostrava imponência com uma mão na cintura e outra na cabeça dela, e de olhos fechados, às vezes, deixando escapar um gemido. Um tempo depois, creio que minha esposa, sentiu a tal “babinha” do pau dele, que ela adorava e passou a mamar com mais vontade, passar a língua desesperada por toda a glande e base.

Sempre achei que se um dia rolasse, minha esposa por ser delicada e não ter tido tantas experiências antes de mim, poderia ficar acanhada, mas o que eu via era que a transa mal tinha começado e a mesma estava totalmente solta, seu olhar era de fome, de quem quer dar e chupar muito.

Um tempo depois, Mauricio a ergueu para irem para a cama, porém, antes Vivi me deu um beijo para que eu sentisse o gosto de pica que estava em sua boca. Em seguida, ela sorriu e disse apenas:

-Meu corno... – e pulou na cama.

Mauricio tirou a calcinha dela, deu uma cheirada e ficou admirado olhando a bocetinha de minha esposa, que estava com os pelos loiros aparadinhos no formato de retângulo. Se beijaram novamente, mas logo ele desceu e começou a chupá-la, o que a deixou ainda mais excitada, alisando os próprios seios. Nossa cama era king size então pude ver bem perto, a língua de Mauricio deslizando no clitóris e pequenos lábios de Vivi. Depois, ele introduziu o dedos indicador grosso nela. Sua xana estava bem molhada e só não gozou porque pediu para ser comida.

Finalmente, chegou a hora dela receber aquele tronco dentro de si. Mauricio era um cara que só transava com camisinha com as mulheres em São Paulo, por isso, combinamos de que poderia fodê-la “no pelo” como dizem. Tínhamos fantasiado isso sabe-se lá quantas vezes e agora chegava o momento de eu ver outro pau nela. Vivi abriu bem as pernas e disse:

-Amor, vem, vem ver bem de pertinho esse pintão entrar mim.

Eu fiquei bem perto deles, a essa altura, também já estava nu. Vivi abriu bem as pernas. Mauricio brincou um pouco roçando a cabeça na entrada da boceta da minha mulher, fingia que ia enfiar, mas só subia e descia, até que finalmente começou a enfiar suavemente, vi a glande imensa forçando passagem e sumindo dentro dela Logo em seguida, boa parte do pau também entrou, laceando bem seus grandes lábios. Vivi abriu a boca, olhando admirada para ele e sentindo que estava começando a ser empalada. Por um tempo, as estocadas foram cadenciadas, mas já arrancaram gemidos agudos dela. Eu tinha virado corno e estava quase gozando sem me tocar

Minha esposa praticamente sumiu embaixo de Mauricio, pudera, o cara tinha mais de 1,90m, mas eu arrumava um jeito de ver a transa, por trás deles, conseguia ver o pau entrando e se ficasse em pé ao lado da cama também. Impossível descrever como me senti ao ver a mulher que amo sendo comida por outro em nossa cama. Era muito tesão e ciúme.

Aos poucos, Mauricio começou a socar forte, nem estava dando seu máximo ainda, mas já foi suficiente para arrancar gemidos e gritos de Vivi, que virava a cabeça de um lado para o outro, de olhos fechados, e parecia não acreditar no quão gostoso estava sendo aquilo. Foram vários minutos assim, as estocadas ficaram ainda mais fortes, bem como, os gritos de minha mulher. No momento, em que ele disse que queria fodê-la de 4, ela e disse para não parar, pois já ia gozar. Meu amigo se concentrou e decidiu fodê-la com fúria, e pouco depois, vi minha esposa tendo um de seus maiores orgasmos, berrando como se tivessem lhe arrancado um membro, era espantoso. Seu tesão foi tanto que chegou a morder o ombro do comedor com força e depois caiu na cama como se tivesse sido nocauteada.

Mauricio ficou em pé ao lado da cama, exibindo sua tora ainda dura e um sorriso de vencedor. Deitei-me ao lado dela e a beijei para mostrar que adorei vê-la gozando em outra pica, porém minha esposa tinha planos diferentes para marcar aquele momento, ficou em pé na cama com os pés entre a minha cabeça depois ficou de cócoras e disse com voz deliciosamente imponente:

-Chupa minha boceta, sente o cheiro e o gosto dela depois da minha primeira gozada no pau de outro.

Fiquei em dúvida, apesar de Mauricio ainda não ter gozando, no meio dos fluídos dela também tinha os dele, mas Vivi disse:

-Você sonhou tanto tempo com isso, vai amor, sente o gosto e o cheiro da minha boceta misturada com os do meu comedor. – Disse isso e já se sentou em meu rosto.

Chupei com vontade e fiquei ainda mais de tesão sentindo o cheiro forte de sexo. Vivi esfregava a boceta em minha boca, rebolava em minha cara, depois se curvou um pouco e pegou em meu pau praticamente num 69, passou a me punhetar, avisei que não aguentaria muito e ela passou a dizer com um voz delicada e uma agilidade fantásticas na mãozinha:

-Goza, meu corninho, goza, desfruta do teu primeiro chifre, seu manso safado, trouxe um verdadeiro cavalo para me comer na nossa cama, isso é que é ter vocação para corno.

Não aguentei, senti o gozo chegando e simplesmente gritei com todas as forças fazendo minha porra voar e até acertá-la no rosto. Foi um gozo tão forte que tive que buscar o ar várias vezes.

Logo depois, Mauricio, já se sentindo o dono do pedaço, puxou minha esposa pela mão e fez com que a mesma chupasse seu pau babado novamente. Notei depois que talvez por ter um pau muito fora do normal, acabava ficando meia bomba rapidamente se não fosse tocado ou estivesse fodendo. Entretanto, Vivi tratou de deixa-lo em ponto de bala rapidamente e logo depois, meu amigo disse que queria fodê-la de 4. Minha esposa se ajeitou na cama, arrebitando a bundinha ao máximo para se exibir ao seu comedor, ainda rebolou, deu um tapinha na nádega direita e disse:

-Fode bastante a minha bocetinha, Mauricio, fode com gosto. Eu preciso...

Mauricio ficou de joelhos na cama, me olhou com cara de satisfação, e passou a estoca-la alternando um ritmo cadenciado, um pouco mais forte e pegada bruta. Foram muitos minutos assim. Vivi berrava, dizia que ele era muito gostoso, que sua boceta estava sendo arregaçada e outras coisas que mal dava para entender. Definitivamente, minha esposa estava em transe e eu já de pau duro assistia a tudo. Os dois estavam muito suados. Num determinado momento, meu amigo passou a socar com fúria total, a cama, mesmo sendo pesada, passou a dar estalos, os corpos dos dois se chocavam com força e Vivi berrava com o rosto bem vermelho.

-Ele tá me comendo muito bem! Ele fode demais! Puta que pariu que pau é esse? UUUAAAAHHHHHHHHH

Ela começou a gozar loucamente parecendo que chorava e pouco depois, meu amigo deu um urro longo, parecendo um bicho e entupiu a boceta dela de tanta porra, caindo para o lado.

Minha esposa ficou um tempo de 4 e vi a porra bem branca e grossa dele saindo. Meu 1º chifre tinha se concretizado.

Ficamos um tempo deitados. Mauricio, totalmente à vontade disse:

-Vivi, você é gostosa demais. Que boceta apertada e que boquete. Vitão, você tem sorte demais, amigo.

Um tempo depois, fui até a cozinha beber algo, eles não quiseram, demorei um tempo propositalmente para ver se iriam se pegar. Tomei uma cerveja e voltei. Não deu outra. Com a maior calma do mundo, minha esposa estava de joelhos na cama mamando o pau dele que estava deitado e alisando as costas e o bumbum dela. Estava tão tesuda pelo amante que, às vezes, parava de mamar para beijar e morder de leve o peito dele.

-Chupa gostoso. Quero fazer de você a minha putinha. Você quer ser?

-Quero.

Eu entrei e os dois continuaram. Começaram um 69 incrível e alguns minutos depois, Vivi já estava doida, tento o clitóris sendo chupado, levando um dedo na boceta e outro no cuzinho. Ela me olhou e vendo que eu já estava de pau duro disse com uma voz diferente, rangendo os dentes:

-Puta que pariu, Vítor, antes você ficava bravo se eu conversasse com um amigo ou um cliente da loja e agora teu amigo, está com um dedo socando na minha boceta e outro no meu cu e prestes a me comer de novo na nossa cama, e você tá deixando?

Claro que era uma pergunta retórica e eu apenas ri. Pouco depois, se preparam para uma nova trepada, novamente a beijei com gosto de pica na boca.

Foi uma trepada muito demorada em várias posições, eu também acabei fodendo-a um pouco e senti que estava mais larga (claro que só naquele momento, depois voltaria ao normal). Mauricio e eu parecíamos que não queríamos gozar, pois estava bom demais. Já minha esposa gozou 3 vezes, uma cavalgando na rola dele, outra no papai e mamãe e uma comigo. Ele gozou na boca dela e eu em sua boceta. Finalmente caímos exaustos e o quarto exalava um cheiro forte de sexo. Foi uma maratona maravilhosa.

Tomamos um banho e como já era muito tarde, falei para Mauricio dormir no quarto de hóspedes, pois até o sítio de seus pais era chão. Ele topou.

No meio da madrugada, Vivi me cutuca e diz:

-Amor, posso dar para o Mauricio de novo?

Eu totalmente sonolento disse:

-Depois a gente conversa sobre isso, vamos pensar com calma se devemos fazer outras vezes com ele.

-Tô falando de ir dar agora. Posso?

Fiquei surpreso, mas concordei:

-Ok. Mas não aqui no quarto, já trocamos o jogo de lençol e estou morto de cansado, pode ir lá no quarto que ele está.

Vivi deu uma risadinha sapeca e praticamente foi correndo para lá. Eu estava muito cansado, não só pelas transas, mas todo o contexto, mesmo assim, acabei despertando e pensei: “Caramba! Ela gostou mesmo de dar para o Mauricio. Nem depois de gozar tantas vezes, sossegou”.

Dei um tempo de quase 10 minutos e fui de ponta de pé, mas já ouvindo os gritos de prazer e cama estalando. Mauricio estava empalando-a. Meu pau endureceu na hora. Foi uma transa selvagem. Num dado momento, ouvi Vivi dizendo.

-Seu puto safado, só porque tem um pau maravilhoso desses acha que pode fazer o que quer com uma mulher séria como eu? Você tá comendo a mulher do teu amigo de infância, você é muito sujo, seu gostoso.

-E vou comer mais, até esse cuzinho apertado! Você vai dar ele pra mim!

-Não, meu cu não, não quero ir parar no PS e ainda ter que explicar.

-Eu como com jeitinho, deixa?

-Não, quem sabe um dia com muito gelzinho ou alguma coisa que anestesie, agora volta a me comer, preciso gozar de novo.

Seguiram fodendo alucinadamente e creio que uns 3 minutos depois, gozaram.

Voltei para o quarto e quando Vivi entrou de ponta de pé, a agarrei e disse:

-Para compensar, ter ido dar de novo para ele e me acordado, eu é que vou comer teu cuzinho.

Sempre costumo usar um gel, mas dessa vez, foi direto. Soquei em seu cu apertado por alguns minutos e gozei estrebuchando.

Vivi foi tomar mais um banho e quando olhei, sua boceta estava inchadaça, como nunca vi. Mesmo assim, ela estava feliz.

Foi uma noite inesquecível, mas no dia seguinte, na parte da tarde, Vivi me chamou para uma conversa séria.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 309Seguidores: 816Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

Comentários

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Muito bom mas essa conversa séria e preocupante vamos ver o andamento do conto

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