Ferro na Boneca (Novos Baianos)
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Eu a conheci por acaso, num bar, numa noite de meus rolês pela noite de São Paulo. Laysa era de tirar o fôlego, bela, mas não uma beleza dessas harmonizadas pela tecnologia e pela medicina estética, ou ainda pelo esforço repetido das academias de ginástica e musculação. Sua beleza era selvagem, ao natural, marcante. A pele da cor de canela, dourada pelo sol ou pelas máquinas de bronzeamento, os cabelos, castanhos, pintados de loiro, em cachinhos anelados que desciam até seus ombros. Ela tinha uma cabeleira, como uma juba, emoldurando sua cabeça, mas que se movia leve, suave, conforme seus movimentos sensuais na pista de dança. Olhos cor de mel, com pestanas longas, e sobrancelhas escuras e grossas. O rosto em formato quadrado, com ângulos sensíveis no maxilar, no queixo e nas maçãs do rosto. Formava uma figura feminina única, que meus olhos não conseguiam deixar de admirar. Seu corpo esguio mas com curvas sinuosas, se movimentava com uma graça e sensualidade de uma pantera, realçado pela minissaia curta de couro preto, de onde saíam pernas fortes e de desenho impecável, terminando em pés delicados, numa sandália preta de salto alto. Unhas dos pés e mãos pintadas de branco. A cintura estreita estava desnuda, o piercing no umbigo com um pequenino pingente vermelho em formato de gota, simulado um rubi, balançava conforme seus maneios da dança, e os seios pequenos e firmes como duas peras, se movimentavam levemente sob a blusinha top cor de mostarda em malha justa, canelada. Ela viu que eu a olhava, parado perto da pista, encantado, e sem disfarçar minha admiração. Na terceira música, ela saiu da pista de dança e veio direto em minha direção:
— O que é que você está olhando? Nunca viu? – Perguntou insinuante.
— Como você, nunca. Uma linda pantera dançando com as meninas dos meus olhos. Fiquei grudado. – Respondi.
— Você também dança? Ou só fica olhando? – Ela perguntou, desafiadoramente.
— Eu tento, às vezes, mas perto de você dançando, vou parecer um palhaço fora de moda.
Eu estava intrigado. Uma linda mulher, sensual e graciosa, sozinha na pista, e com uma voz suavemente aveludada e grave.
O que será que impedia que outros homens mais jovens se aproximassem? E foi ela que veio abordar justamente o velho, grisalho, que parecia um dinossauro perdido numa festa de jovens universitários? Algo me dizia que deveria ser cauteloso. Ela podia ser a namorada ou noiva de algum fortão, metido e valentão.
Frequentemente, eu saía na noite paulistana, sozinho, para ver a juventude se divertir. Como fotógrafo, adoro ver o movimento deles nas baladas, como interagem e reagem, e como escritor, adoro imaginar histórias das pessoas que vejo ali. Mas, ela podia mesmo ter compromisso com algum fortão valentão, que depois, enciumado, resolvesse descarregar a sua raiva no incauto que caiu de gaiato na teia de sedução que aquela pantera deixava em volta. Ela questionou:
— O que você deseja?
Sim, ela estava intrigada, e ficou invocada comigo. Achei que tinha que desarmar a fera.
— Sabe, eu sou somente um fotógrafo, e quando vejo uma gata assim, linda e sensual, fico só imaginando as poses e as fotos que poderia fazer. Foi isso que aconteceu. Fiquei hipnotizado com sua linda figura dançando. Não queria atrapalhar.
Deu certo, ela se desarmou.
— Ah, fotógrafo? É? E que tipo de fotos você faz?
— De todos os tipos, mas gosto de ensaios sensuais, o que eu mais faço, das garotas que aceitam posar para mim.
— Não, diga! Sensuais? Tem fotos suas para me mostrar?
Ela chegou mais perto, e senti o aroma que ela exalava, um perfume canelado e amadeirado, que lembrava o Azzaro Pour Homme, que tem traços de sândalo na sua essência. Só que nela ficava ainda mais interessante. Quem gosta e estuda perfumes, sabe que cada essência reage conforme a pele e os hormônios de cada pessoa. O aroma dela era estimulante da libido. Eu peguei meu telefone e disse:
— Tenho fotos para mostrar. Mas, primeiro, quero fazer uma foto sua, agora.
Ela parou, admirada, como se estivesse pensando na minha proposta. De repente, ela perguntou:
— E o que é que você quer fazer com essa foto?
— Vou admirar, eu acho, se conseguir fazer. Posso? Se não gostar eu apago.
A nossa diferença de idade dava certa segurança a ela. Eu, no mínimo com uns 45 anos a mais.
Laysa me olhou por uns três segundos, sorriu e disse:
— Então, pode. Vai fazer como?
Peguei o meu telefone, e enquadrei o rosto dela, me afastei um pouco, até enquadrar os ombros, para a cabeleira ficar toda em quadro, deitei o telefone para a foto ficar na horizontal, e me desloquei um pouco para o lado, obrigando que ela me olhasse ligeiramente enviesada. Uma luz colorida brilhava do lado esquerdo dela, iluminando mais um lado do rosto do que o outro, esperei dois segundos, e quando ela mudou a expressão, deixando de ser desconfiada, para ser mais confiante, e ousada, fazendo que o brilho do olhar dela se acendesse, e cliquei. Na mesma hora, sem nem olhar a imagem obtida, eu mostrei a foto na tela e ela se espantou:
— Que linda! Achei incrível, a melhor foto minha que eu já vi.
Eu disse:
— O meu olhar é treinado, vê o que muitos não conseguem. Eu vejo pelas lentes e me acostumei a saber o que vai dar bom, antes de começar.
Ela pediu:
— Quero essa foto. Me dá?
Pedi o número dela, e ela disse sem receio. Digitei, salvei, e depois procurei o perfil para enviar. Escutei o sinal da imagem chegando no telefone dela. Ela pegou o aparelho e olhou a imagem. Falou:
— Você fez mágica? Usou algum filtro?
— Claro que não. Você viu, fiz na hora e mostrei. Gostou?
— E quanto você cobra para fazer um ensaio? – Ela perguntou.
Era sempre essa mesma pergunta que eu recebia de quase todas, na primeira vez. Eu disse:
— Depende muito do ensaio. Mas, eu topo fazer um ensaio seu, de presente, sem cobrar, se aceitar as fotos que eu quero fazer de você. Vai ser algo que você vai admirar.
Eu pensava que ela ia dificultar querendo explicações, mas ela perguntou:
— Só posso no sábado. Você pode?
— Se a gente combinar, pode ser. – Eu estava satisfeito por ela ter aceitado.
— E pode ser numa praia? Sempre quis fazer fotos numa praia. – Ela perguntou.
— Pode. Mas teremos que sair de madrugada daqui, senão, chegamos muito tarde lá e não dá tempo, perdemos o sol da manhã. Teremos apenas despesas de combustível. Eu tenho que encontrar uma praia mais deserta. Num sábado, não é fácil.
— Tudo bem. Eu topo. Como é mesmo o seu nome?
— Leoncio. Muitos me chamam só de Leon.
— Como aquele personagem da Novela? – Ela perguntou.
— Exatamente.
A partir desse ponto, ela pareceu ficar mais interessada em mim, e conversamos bastante.
Curiosa, queria saber dos ensaios que eu faço. Mostrei algumas fotos que eu tenho numa galeria de imagens do telefone, justamente para esse tipo de situação. Ela se encantou, e daquele momento em diante, ficou ali, dançando na minha frente, me provocando. De repente ela se encostou em mim e senti seu corpo quente. Ela me olhava sedutora, e disse:
— Estou gostando de você. Me deixou com tesão.
— Tesão fiquei eu ao vê-la dançando como uma pantera. Mas eu não tinha nenhuma esperança de você se interessar. Só queria admirar. – Respondi, rindo.
Do nada ela me deu um beijo na boca, e foi um senhor beijo. Todos os meus hormônios ferveram, e os sinais de reação ficaram aparentes dentro da minha cueca.
Ela falou em voz baixa:
— Gostei desse elogio. Senti firmeza.
Eu sorri e respondi na mesma tonalidade:
— Foi mérito seu.
Ela se encostou mais e disse:
— Tenho que avisar. Se você não percebeu, eu sou uma garota transexual.
A expressão de espanto que eu fiz, foi genuína, pois não podia imaginar. De repente, tudo fazia sentido, os traços mais quadrados do rosto, sua atitude mais ativa, tomando iniciativas que normalmente uma garota cis gênero talvez não tomasse.
— Me desculpe! Você não gosta? – Ela recuou, vendo minha expressão, e questionou admirada.
Tentei tranquilizá-la:
— Não tem que se desculpar. Não tem problema. Apenas me surpreendi, não podia imaginar que fosse transexual, você é extremamente feminina e bela, não tem nada que me fizesse desconfiar disso.
Notei que ela já mostrava um alívio de sua postura defensiva. Laysa sorriu e perguntou:
— Você já esteve com uma transexual? Gosta?
Não precisava mentir:
— Sim, há muitos anos, você nem existia, quando aconteceu. Eu fiquei com uma garota numa festa, a coisa esquentou, e fomos para um motel. Lá, já avançado na pegação, que eu descobri que era transexual. Apesar de ter levado um susto, pois quando descobri já estava na cama com ela, eu gostei de ter ficado com ela. Deu tudo certo e acabei tendo uma aventura muito boa, na época.
Eu sorria ao contar, e ela sorriu também. Depois perguntou:
— E agora, o susto foi menor?
— Foi surpresa, não foi susto. – Respondi.
Ela se encostou novamente em mim, e eu continuava excitado com o contato do corpo dela me aquecendo. Minha mente trabalhava acelerada, para resolver o que deveria fazer. Se a rejeitasse, seria um duro golpe na sua autoestima, e se permanecesse naquele jogo, teria que assumir as consequências.
Ela me deu outro beijo, e eu retribuí, sem hesitação. Não podia, nem que eu quisesse, negar, pois seria uma afronta e uma ofensa para ela. E eu estava mesmo admirado como podia aquela linda garota, ter sido um garoto, algum dia da sua vida? Me lembrei de uma frase de um amigo fotógrafo, que gosta muito de sexo com travestis e transexuais, que diz que são as mulheres mais safadas e que mais gostam de sexo que ele já viu.
A Laysa continuava abraçada comigo, me apertava contra ela, e me disse:
Não posso ficar me excitando demais aqui, senão perco o disfarce. Se ficar duro complica.
Eu deixei que ela me soltasse, e se separasse. Perguntei:
— Como é que uma gata linda e novinha como você vai ficar excitada com um cabeça branca, já meio derrubado, mais velho do que seu pai? – Perguntei por curiosidade verdadeira.
Ela sorriu, e disse uma coisa que talvez uma mulher cis gênero não falasse:
— Nós não vemos a idade com muita importância, vemos o macho, e quando ele demonstra sentir tesão, nosso tesão fica maior ainda. Isso que nos toca.
Eu estava numa sinuca de bico. Quando comecei a admirar e olhar para a beleza daquela garota na pista de dança, não pensava diretamente em nada sexual, apenas estava encantado com sua sensualidade e jeito gracioso. Era o fotógrafo admirando. Mas, depois, naquele ponto, e dos beijos, ela sentiu que fiquei com tesão, e ela acabava de afirmar que isso a excitava demais. As coisas estavam se encaminhando para um ponto surpreendente. Tentei explicar, suavizando as palavras, explicando o meu encanto inicial. Ele cortou:
— Não precisa explicar, eu entendi, mas fomos mais além do que admiração, e senti que você gostou. Quer ir comigo ao meu apartamento?
Respondi tentando me resguardar:
— Posso ir lá, sem problema, mas não tenha muita expectativa, não espere nada, não sou aquele devorador de bonecas que você pode estar imaginando.
Ela deu uma gargalhada e falou:
— Deixa isso, comigo. Eu me garanto e se você deixar eu sei fazer jorrar leite até de pedra.
Achei graça e dei uma gargalhada. Levei na boa:
— Se conseguir ficar firme, já é bom, nem precisa virar pedra, sai leite de monte.
Ela deu outra gargalhada e pegou na minha mão:
— Vamos, agora você me desafiou. Vou pagar para ver. Pago em boquete.
Voltamos a rir e fomos saindo do bar. Ela disse:
— Moro perto. São três quadras. Podemos ir a pé.
Quando andávamos pela calçada, lado a lado, eu falei:
— Olha, não costumo me envolver com quem eu fotografo. Para não misturar as coisas. O profissional sério não deixa misturar. No seu caso, eu não fotografei, ainda. Mas não sei se isso pode estragar o clima para as fotos.
Ela fez um afago na minha nuca e disse:
— Pense no hoje, “Leoncito”. O amanhã a gente vê depois.
Seguiu agarrada no meu braço.
Chegamos no prédio onde ela morava, depois de dois minutos de caminhada, entramos e subimos de elevador. Eu ainda não estava completamente relaxado, como se estivesse fazendo uma coisa que não estava ainda nos meus planos. Mas, não queria ser desagradável. Por outro lado, não sabia explicar por que, estava com uma excitação meio nervosa, como naquelas situações em que estamos arriscando fazer algo nunca realizado.
Entramos no flat e reparei que estava tudo arrumado, em ordem, cheiroso, havia um dispensador de aromas com varetinha de madeira numa bancada. Era um ambiente retangular que tinha uma minicozinha logo ao lado da entrada, e uma grande bancada de granito, que a separava do quarto. O quarto era espaçoso, cabia uma cama de casal, um armário embutido numa das paredes, e em frente, uma janela de vidro que ocupava quase toda a parede. Dava para ver os prédios e os apartamentos iluminados do outro lado da rua.
Ao lado da minicozinha, no canto do quarto, havia o banheiro. Aqueles prédios ali naquele bairro central, tinham centenas de flats como aquele. Entre o armário embutido com portas espalhadas, e a entrada, havia uma mesinha com três cadeiras, para refeições e talvez algum trabalho. Ela reparou meu olhar atento e falou:
— Não tenho luxo, mas tenho o essencial. Estou guardando dinheiro para alguns procedimentos que pretendo fazer.
Eu não queria perguntar se ela fazia programas, se prostituindo, então perguntei:
— Você trabalha com o que? Qual sua atividade?
— Sou cabeleireira, dermatologista, maquiadora, também costuro para amigas, e às vezes, atendo algum cliente que é confiável e fiel. Não faço programa regularmente, mas gosto de caçar uns bofes nas baladas, é uma emoção diferente, a conquista. – Ela respondeu sem disfarçar nada.
Eu não tinha o que falar. Tentei deixar sem comentar, mas ela disse:
— O programa rende muito mais, eu sei, mas eu não quero deixar minha arte, e fazer da putaria a minha profissão. Tem um pouco de risco, mas eu tomo todo cuidado que posso. E sempre mantenho meus exames em dia, se você quer saber.
Embaixo da bancada que separa a minicozinha da área do quarto, havia um pequeno refrigerador, e ela pegou uma latinha de cerveja, me oferecendo. Agradeci, negando, e ela acrescentou:
— Tenho uísque e vodca também, se preferir.
— Não, bebida comigo não dá certo, não funciono bem com álcool no sangue.
— Um refri? Eu tenho. – Ela ofereceu.
— Se tiver água eu prefiro.
Ela riu:
— Aí, fica mais caro. – Me agarrou novamente e me deu outro beijo na boca. Eu recebi e dessa vez tratei de beijar com vontade. Ficamos trocando beijos, quando ela disse:
— Você é experiente. Beija muito gostoso. Deve ter beijado muitas.
Depois, pegou uma garrafa de água e me serviu um copo. Dei uns goles, e ela voltou a me abraçar. Os beijos foram se intensificando, o tesão aumentando para os dois, e quando eu vi, não tinha mais volta, estávamos nos despindo rapidamente.
Laysa tinha seios medianos resultado de hormônios, sem silicone, o que tornava a coisa ainda mais excitante, seu corpo era mesmo muito cheio de curvas, a bunda perfeita, e pernas muito bonitas. Ela ficou de calcinha e eu de cueca. Seguimos nos beijando e acariciando.
Logo depois ela despiu a calcinha, e vi que tinha um pinto que já estava ficando duro, num púbis completamente liso e depilado. Não era uma rola grande, era mediana, pouco menor do que o meu pau, o que me poupou um certo constrangimento, inevitável. Nós, homens ainda temos essa questão muito mal resolvida. Pegar uma mulher transexual de pau grande, sempre nos intimida um pouco. Mas, eu já tinha vivido bastante, e não estava inseguro da minha masculinidade, já não me sentia diminuído ou intimidado.
Ela abaixou minha cueca, e meu pau saltou também duro. A seguir, ela voltou a me abraçar e ficamos ali esfregando os pintos, um no ventre do outro, enquanto nos beijávamos. Nunca tinha feito algo parecido e foi excitante pois era mesmo uma mulher com um pinto. Não me causava rejeição.
Dei uns beijos nos mamilos dos peitos e ela soltou um gemido mais alto e um suspiro. Vi que sua pele estava completamente arrepiada, o que indicava o tesão latejante.
— Devagar, “Leoncito”, meus biquinhos são sensíveis. – Ela disse suspirando.
Com minhas chupadas nos peitos o pau dela ficou duro também. Ela se sentou sobre a cama e me puxou para ficar de pé na frente dela. Começou a lamber meu cacete, meu saco, colocou uma das minhas bolas na boca, sugou um pouco, me fazendo gemer. Ela brincou assim, e lambia meu cacete, enquanto me segurava com as duas mãos em cima da minha bunda. Ela exclamou:
— Você também se depila, né, velho safado? É um puto experiente, e fica dando uma de iniciante.
Expliquei:
— Eu comecei a depilar para fazer uma cirurgia, e quando meus pelos todos ficaram brancos, resolvi sumir com eles. Peito, barriga, ventre, pernas, depilei tudo. Dava um aspecto feio, envelhecido. Assim, melhorou. E a pele se hidrata melhor.
Laysa falou:
— Você é bom de conversa. Sempre tem uma boa explicação. Mas, concordo que lisinho e depilado é melhor e mais higiênico. Eu gostei.
Laysa chupava magistralmente. Eu ficava tentando perceber o que é que ela fazia que ficava tão bom, pois eu já conhecia dezenas de mulheres que chupavam muito bem, mas a mamada dela era diferente e muito especial. Falei:
— Caralho, você chupa de um jeito que eu nunca vi! E olha que tenho muita rodagem de boquete nessa vida.
Laysa parou de chupar, passou a língua nos lábios e disse:
— Da mesma forma que poucos homens sabem chupar uma boceta como uma mulher, uma travesti conhece muito melhor a ferramenta, e sabe por experiência própria o que é melhor pra um caralho.
Achei graça naquela dica, pois ela tinha razão. Eu já estava a ponto de jogar a toalha, tal era o efeito delicioso das mamadas daquela boca experiente no meu pau e no saco. Avisei:
— Se continuar nesse ritmo, eu acabo antes de começar. Não tenho mais trinta anos.
Ela parou da chupar e falou:
— Uma mulher cis gênero, chupa o pau do homem para dar prazer a ele, mesmo que se esforce, nem sempre elas gostam de chupar, não são todas que adoram um caralho duro na boca. Fazem porque sabem que o homem gosta. Uma trans, só de ver um pau duro para ela, já fica alucinada. Isso os homens não sabem e nem imaginam, mas quando experimentam a mamada de uma travesti, sabem como é diferente chupar um pau porque gosta, adora sentir a rola pulsando na boca, e sente muito tesão com isso. Diferente de chupar um pau só porque entende que o homem gosta. Essa é a grande diferença.
Naquele momento, eu tive um clique de entendimento, ela estava me contando que ver um homem tarado por ela, para a mulher trans, é algo muito estimulante, às vezes, mais potente do que para uma mulher cis gênero que tem uma série de tabus e receios de parecer vulgar ou descarada. É ainda bem mais excitante do que para uma mulher cis gênero. E entendi naquele instante, que foi esse fator que fez com que ela fosse falar comigo na pista de dança. Ela não se importava se eu fosse velho, era um macho interessado na fêmea que destilava testosterona no ar. Ela viu meu olhar de admiração, e certamente tinha desejo nele.
Notando aquilo, na mesma hora eu decidi ficar mais ativo e agarrei-a pelos seios e suspendi até que ficasse novamente de pé na minha frente, e abracei-a para um beijo com vontade. Foi automático, senti que ela fervia de tesão só por eu a ter puxado para meu abraço. Eu disse no ouvido:
— Você é uma mulher alucinante, diferente e muito safada! Eu fiquei tomado por um tesão absurdo.
A reação dela foi incrível. Laysa gemeu como uma gata no cio. Beijei seu pescoço, e fui fazendo com que ficasse de quatro sobre a cama.
Ela entendeu o que eu queria, e se posicionou sobre o colchão, de quatro, rebolando aquela bunda linda. Por trás, dava para ver o saco dela e parte do cacete, mas eu já estava decidido a não ligar para nada, e fazer aquela boneca ficar alucinada de prazer.
O que me intrigava é como aquela mulher conseguiu aqueles glúteos salientes e firmes, cobertos por uma camada fina de gordura que lhe dava as formas sensuais de uma sereia. Era uma perfeição, e tinha a pele toda arrepiada de tesão. Agarrei em sua cintura e me encostei naquela bunda, meu pau duro se espremendo no rego entre as nádegas. Meu pau estava todo melado e babado por ela e eu esfreguei sobre as preguinhas do ânus. Laysa soltou um gemido, rebolou e disse uma frase que jamais vou esquecer:
— Isso! Mete, é ferro na boneca! Manda ver, “Leoncito”.
A voz ligeiramente grave e aveludada me estimulava de um jeito incrível, e eu, nem tanto por ser um tarado por transexuais, pois não tinha quase nenhuma experiência nessa área, mas pela sensualidade daquela pantera linda e feminina que queria ser possuída e se entregar ao meu tesão desenfreado. Na mesma hora me recordei da canção dos Novos Baianos, que tinha aquele título.
“...É pluft, pluft, pluft, Pluft”,
“É ferro na boneca”,
“É no gogó, nenê”,
“É ferro na boneca”,
“É no gogó nenê”,
“É no gogó nenê”,
“É no gogó...”
No ritmo que eu me lembrava da música, comecei a forçar a penetração, e quando senti a cabeça da pica rompendo o anel do ânus, me lembrei que precisava me preservar. Retirei a pica e disse que precisava da camisinha. Ela reclamou, gemeu, mas acabou por concordar e se esticou toda para pegar um envelope na mesinha de cabeceia, e me entregar. Eu dei o pau duro para que ela encapasse de borracha, pois a habilidade dela era certamente maior do que aminha. Num único movimento ela esticou o preservativo com dois dedos por dentro e colocou no meu pau, puxando para baixo. Um segundo ou dois puxando o preservativo e estava pronto. Ela voltou à sua posição de quatro na cama e rebolou, pedindo:
— Vem, “Leoncito” ... vem, mete o ferro na sua boneca. Estou cheia de tesão.
Voltei a encaixar a pica no cuzinho e fui enfiando. Ela tinha grande experiencia em dar o cu, e meu pau logo venceu o esfíncter e foi deslizando apertado, naquele ânus que se contraía de tesão. Eu ouvia a Laysa gemer, ofegante, pedindo:
— Isso, fode a sua boneca. Que delícia é sentir uma pica gostosa me invadindo.
Passei a meter e recuar, imaginando o ritmo da música dos Novos Baianos que não saía da minha cabeça mais.
“...É pluft, pluft, pluft, Pluft”,
“É ferro na boneca”,
“É no gogó, nenê”,
“É ferro na boneca”,
“É no gogó nenê”,
“É no gogó nenê”,
“É no gogô...”
Confesso que tive que me desconcentrar, e tentar não deixar que o prazer me levasse muito rápido ao gozo.
Depois que consegui conter o ímpeto de gozar por umas duas vezes, a ereção se estabilizou, e o tesão ficou sob controle. Meti naquela posição por uns cinco minutos, variando às vezes o ritmo, acelerando, e diminuindo, conforme ouvia os gemidos de prazer da safada. Até que ela foi se deitando sobre o colchão, e me puxando para ficar de ladinho, de conchinha por trás, metendo enquanto ela mesma recuava a bunda no meu pau. Ela ergueu um pouco uma perna, e esticando o braço para trás, pegou na minha mão e levou ao seu pinto, pedindo:
— Me faz gozar, “Leoncito”. Pode pegar no meu grelinho, e me masturba. Me ajuda a gozar com sua pica no meu rabo. Você não vai ser menos macho de fazer isso.
Eu estava totalmente envolvido naquela cópula tremendamente alucinante. Realmente, fazer sexo anal com quem gosta de dar o rabo e sabe como tornar isso muito prazeroso, é algo indescritível. Eu estava novamente lutando contra a onda de orgasmo que se aproximava, socando o pau naquela bunda maravilhosa.
Enquanto metia, eu apertava o pinto dela com minha mão, e ela mesma se movia para obter a masturbação, até quanto senti o pênis da boneca dar alguns pinotes e ela gemeu:
— Vou gozar, meu tesão, vou gozar no seu pau, safado! Vem, vem gozar comigo!
O pedido dela cheio de volúpia me descontrolou. Meu corpo assumiu o controle, e as ondas intensas de êxtase me sacudiram, enquanto eu jorrava meu gozo na camisinha dentro do ânus dela. O cu da safada piscava conforme ela gozava, ao mesmo tempo, gemendo em voz alta, e o pinto dela na minha mão dava solavancos, jorrando sêmen na cama.
Por algum tempo, ficamos ali, grudados, imóveis, com a respiração alterada, e o corpo ainda estremecendo com as ondas de prazer. Aos poucos fomos nos recuperando e eu retirei o pau de dentro dela, para despir a camisinha. Tive que me sentar sobre a cama para fazer isso. Ela se levantou, pegou na camisinha cheia, e me puxando com a outra mão disse:
— Vamos tomar uma ducha.
Laysa se movimentava com uma graça admirável. Uma delicadeza feminina perfeita. No banheiro ela jogou a camisinha cheia no cesto de lixo, e fomos para o chuveiro. Tomamos banho nos acariciando, e ela me ensaboava e me lavava, esperando que eu fizesse o mesmo com ela. Dei banho naquela linda mulher com pinto, e já sem nenhum tipo de rejeição, lavei o “grelinho” dela e o saco e o cuzinho que estava inchado de levar pirocada. Trocávamos beijos e carícias.
Nos enxugamos e voltamos para a cama, num clima de muita intimidade. Ela limpou com uma toalha a grande mancha de seu gozo e depois nos deitamos para ficar ali namorando.
— Gostei de você, “Leoncito”. Não me enganei, um macho sem medo de ser macho. – Ela falou, me beijando.
— Como assim? – Questionei.
Ela explicou:
— Você não sentiu sua masculinidade ameaçada quando se envolveu com uma mulher trans. Isso mostra que não tem preconceito e nem se sentiu menos macho por pegar no meu grelinho e me ajudar a gozar. Não são todos que tem essa segurança.
Eu não tinha o que dizer, mas tentei explicar:
— Quando um homem não consegue ver uma mulher transexual como mulher, e tem preconceito, ele não se solta, eu acho. Ele fica intimidado.
Dei uma pequena pausa e completei:
— Quem vê você como uma linda fêmea, que nasceu com um pinto, como eu vejo, não deixa de vê-la e senti-la como mulher, e isso que facilita tudo.
Laysa me beijou mais longamente e disse:
— Já estou me apaixonando.
Eu dei risada, e falei:
— Por favor, não me faça ficar querendo o impossível. Por mais que eu goste de você, não tenho mais idade para me apaixonar.
Laysa ficou pensativa, por algum tempo, e quando respirou fundo, falou:
— Quando eu era ainda um jovenzinho querendo virar uma mocinha, tive uma paixão juvenil por um coleguinha, mas a família dele nos afastou, alegando ser uma relação homossexual, que eles não admitiam. Sofri muito e ele também, eu acho. Nessa época, fiquei destruída, e foi quando eu vi uma entrevista de uma travesti, chamada Natasha Roxy, que disse: “Sabe por que os homens não amam travestis? Infelizmente os homens não foram socializados a sentir atração romântica por quem é travesti e transexual. A maioria deles sentem apenas atração física e ou sexual. Em uma sociedade onde somos ridicularizadas e ao mesmo tempo hiper sexualizadas, assumir relacionamento com uma de nós, sei que não é fácil. E para um homem hétero cis gênero, na sociedade cheia de preconceitos, ser questionado sobre essas coisas é ferir seu orgulho e masculinidade. De verdade, ninguém gosta de passar por isso, inclusive nós que somos transexuais. Infelizmente a sociedade pressupõe que homens que se relacionam com alguma de nós ou é bissexual ou é homossexual. Mas nunca passa na cabeça das pessoas que eles podem sim ser heterossexuais. Lembrando que homossexual é um homem que sente atração física, sexual e romântica por outro homem, e uma mulher que sente atração física, sexual e romântica por outra mulher. Quando falamos em atração física não se está falando de órgão genital, não se resume a isso. Mas sim das características psicossociais. Comportamento, atitudes, apresentação, como a pessoa se vê e se sente e como ela se apresenta esteticamente”.
— É uma análise muito lúcida dessa questão. – Comentei.
Eu queria evitar ter que me explicar que não me via tendo um relacionamento com aquela boneca, por mais que gostasse dela.
Ela continuou como se não me ouvisse:
— Atração romântica é quando a gente olha para uma pessoa e se imagina, namorando, casando-se, tendo filhos e ou formando uma família, viajando, assumindo perante todos que se está feliz com aquela pessoa. Resumindo, tendo uma vida dita como normal. E para um homem, é difícil imaginar tudo isso com a gente por conta da transfobia. Se já é uma barra encarar tanta coisa, imagina para um homem cis gênero, abrir mão de seus privilégios cis gêneros”.
— Mas, existem exceções. – Eu falei.
Laysa respondeu:
— Ela falou exatamente sobre isso: “Disse que existem exceções de homens que assumem um relacionamento conosco! Que se sentem encorajados a enfrentar qualquer coisa para estar junto. Conheço amigas que são casadas e são felizes. Mas são exceções”.
— As coisas estão mudando, aos poucos. Depois de muita batalha, estão havendo mudanças. – Falei.
Ela respondeu:
— Falta muito para melhorar. Nessa mesma matéria ela falou: “Uma coisa que tenho observado e entendido também, é que a maioria dos homens que querem um relacionamento, tentam querendo encontrar uma trans ou travesti dentro dos padrões de estética de beleza, e principalmente, que tenham estabilidade financeira e emocional. Se há uma coisa que nós trans e travestis raramente temos é estabilidade financeira e emocional. Num mercado de trabalho transfóbico, com uma sociedade transfóbica, onde encontramos mil barreiras, somos ridicularizadas, tratadas como aberração, não é fácil ter estabilidade.
— Tem razão. – Eu concordei.
Ficamos ali, trocando carícias, e logo a Laysa estava novamente excitada. Eu disse:
— Veja a desvantagem de você namorar velho. Você já está toda animada e eu ainda não carreguei as baterias.
Ela sorriu e falou:
— Deixa comigo, “Leoncito”. Vou acordar esse seu velho gostoso.
Ela se ajoelhou na cama e começou a beijar meus mamilos, sugava enquanto me acariciava no saco, depois foi descendo a boca pelo corpo, beijando minha barriga, meu ventre, a virilha, e eu comecei a sentir que ia acordar. A sensação era ótima. Ela dava linguadas de leve, sobre a cabeça do meu pau, suavemente, mas de forma repetida, e senti o bruto se reanimando. A sensação era muito boa. Até que ela abocanhou meu pau e começou a chupar coma habilidade de quem conhece cada milímetro dos terminais nervosos. E a ereção foi tomando corpo. Ela pediu:
— Me acaricia também, “Leoncito”, mexe no meu grelinho. Você sabe como fazer para ser gostoso.
Ela tinha razão, eu sabia. Quem tem pinto sabe o que fazer para dar prazer. O “grelinho” dela já estava duro, e eu segurei, apertando um pouco, como se pulsasse. Senti o pinto da boneca dar um solavanco. Foi inevitável pensar: “Os machistas preconceituosos certamente vão pensar que apenas por mexer no pinto de boneca e masturbá-la, eu já serei considerado gay”. Eu falei:
— Os machistas pensam que basta pegar no seu pinto que me torno gay.
Laysa parou de chupar, e falou:
— Gay é quem gosta e sente atração pelo mesmo sexo. Um homem que gosta e sente atração por outro homem. Ou mulher que se interessa por mulher. Não é o seu caso. Você está com tesão com uma mulher.
Eu não consegui e evitar, e falei:
— Que tem um grelinho avantajado. – E dei risada.
Laysa sorriu e me respondeu:
— Eu não me sinto menos mulher por ter um pinto. Sempre fui mulher, sempre me senti feminina, e aprendi a ter prazer com meu “grelinho”, mas gosto de macho.
A curiosidade me instigava:
— Você então, não pensa em se operar, e fazer a resignação sexual?
— Não, eu nunca senti vontade. Adoro sexo, eu gosto muito de dar, e de comer também, e gozo muito, com isso. Jamais quero arriscar perder esse prazer.
Eu continuava apertando e masturbando o pinto dela, enquanto ela me acariciava e dava chupadinhas na cabeça do meu pau. Ela perguntou:
— Você já deu seu cuzinho?
— Não. Não sou gay nem tenho vontade. – Respondi seco, sem querer mais explicações.
Ela sorriu novamente e falou:
— Mas não precisa ser gay, para gostar de dar o cuzinho. Uma travesti é uma mulher, e uma mulher com um consolo, pode dar muito prazer. Devia experimentar.
Fiquei calado, para não cortar o clima, mas não queria endossar aquela proposta. A Laysa explicou:
O homem que é heterossexual e gosta de ser passivo, não é gay. Gostar de uma prática, não muda automaticamente a orientação de ninguém. Ser heterossexual é sentir atração e desejo por mulher. Isso, é sobre “quem” alguém gosta e por quem alguém se apaixona. Já, ser passivo, é sobre como alguém gosta de sentir e vivenciar o prazer. É somente uma prática e não é uma identidade. Um homem pode gostar de mulheres e ainda gostar de ser passivo com uma mulher, cis gênero ou transexual, e isso não muda a orientação dele.
Eu disse:
— Com essa conversinha você está querendo me preparar para me comer, né?
— Querer eu quero. Mas estou explicando como as coisas são. Se você quiser eu mostro como é.
Dei risada, e falei:
— Continua chupando, que estava ótimo.
Laysa falou:
— Eu faço programas, porque dá dinheiro, e porque também gosto de ser ativa com homens. Muitas vezes, um homem heterossexual busca por mulheres transexuais ou travestis, porque não consegue falar sobre esse desejo dentro do próprio relacionamento. Em muitos casos, a atração é pela figura feminina, não pela masculina. Mas, pela sociedade, ele é confundido e rotulado como gay. A prática não define a orientação. Muitas mulheres, cisgênero e heterossexuais, têm dificuldade de lidar com esse desejo porque sentem medo de que isso signifique que seu parceiro é gay. Mas, desejo é mais complexo do que simples rótulos. Nem todo homem que gosta de ser passivo é gay. Nem todo homem heterossexual passivo, deixa de ser heterossexual. Orientação, é sobre desejo. Posição é sobre como esse desejo é vivido.
Achei interessante aquela explicação, mas queria desviar o assunto, sem cortar o prazer que estava sentindo com ela me provocando, com carícias, lambidas e beijos. Eu disse:
— Eu a entendo. Gosto muito de ser ativo. E vi como você gosta de ser passiva. Você me chupou de um jeito incrível. Nunca tive uma mamada como aquela.
Laysa era esperta. Me disse:
— Não adianta desconversar.
Resolvi partir para a brincadeira:
— Cala essa boca, sua safada, e trata de mamar. Senão eu vou perder o gás.
Foi o que precisava. Ela voltou a me chupar e com um dedo a mão explorava a chamada “zona do agrião”, aquele pedaço de corpo entre o final do saco e o começo do ânus. A minha ereção se tornou uma coisa impressionante, e a excitação tomou conta do meu corpo. Fiquei tão excitado que avisei que se ela continuasse naquele ritmo, eu ia me acabar novamente. Ela falou:
— Quero sentir o seu leitinho jorrar.
Me lembrei da música:. “É no gogó, nenê”.
Fiz um grande esforço para me controlar, sentindo que o pau dela estava também a ponto de gozar, com a minha punheta. Foi quando ela me pediu para abrir as coxas e erguer as pernas. Senti a língua dela me lambendo no saco, no ânus, e a danada me aplicou um beijo grego com sensações alucinantes. Eu gemia tentando me controlar. O tesão lá nas alturas. Ela disse:
— A mulher que souber fazer isso no seu macho, leva uma vantagem enorme em relação às outras. Não é bom?
— Caralho, Laysa, é bom demais, e você faz de um jeito alucinante.
Ela disse:
— Se eu continuar assim, você vai querer dar esse cuzinho virgem.
Eu precisava mudar o jogo, urgentemente, e pedi:
— Então, deixa eu retribuir isso em você, quero você com vontade de dar o cuzinho.
Laysa riu, e disse:
— Eu gosto, mas nem precisa, adoro dar meu cuzinho. Mas vou gostar.
Ela se virou e ficou de quatro no colchão, empinando a bunda, e eu tratei de repetir as lambidas e cutucadas que ela havia dado em mim. Logo já comecei a ouvir a safada gemendo, suspirando excitada. Peguei no seu pinto e continuei masturbando, ela a boneca rebolava. Eu pedi:
— Deixa a borracha no jeito, que quero comer esse rabo guloso com muita vontade.
Eu sabia que estimulando seu tesão de fêmea, ela ia dar e esquecia a vontade de ser ativa.
Laysa estendeu a mão, pegou uma camisinha na mesinha de cabeceira. Eu continuava a lamber e caprichei no beijo grego naquele cuzinho castanho. Em menos de um minuto ouvi a safada pedir:
— Vem, “Leoncito”, mete na sua boneca. Você também sabe fazer gostoso. Estou com muito tesão.
Novamente eu dei o pau duro para ela vestir o preservativo. A habilidade que ela tinha com a camisinha era admirável. Em cinco segundos eu estava de pau emborrachado, e como o cuzinho dela estava todo lambuzado de saliva, foi fácil meter a rola ali dentro. Peguei no jeito “Dog style”, e comecei a meter com calma no início, enfiando lentamente e recuando, até ouvir a boneca pedir:
— Vai, safado, mete na sua putinha! Soca essa rola, meu tesudo.
Ouvir aquela delícia de mulher, rebolando no meu pau, e gemendo como uma guariba, me deixou ainda mais tarado, e passei a socar com mais vontade. Eu estava com capacidade de resistir ao gozo, controlando o orgasmo, e passei a socar com mais ritmo e força. Laysa gemia, exclamando:.
— Ahhh, caralho, como é bom! Fode, fode a sua putinha! Adoro um macho tesudo que gosta de foder uma boneca.
Socava e pude sentir o pau dela dando pinotes, indicando que estava a ponto de gozar. Firmei o pau e fui fundo, socando mais forte, e ouvi a Laysa gemer e exclamar:
— Ahhhh eu vou gozaaaarrr! Vou... to gozandoooo!
O pau dela vibrava e dava solavancos conforme ela gozava e jorrava os jatos sobre a cama. Eu na hora, fiquei tentando me controlar, e não gozei.
Consegui manter a pica dura e quando retirei de dentro dela, a boneca se virou e resolveu retirar a camisinha e me fazer gozar no boquete.
Logo que ela abocanhou meu pau, eu ainda de joelhos sobre a cama e ela ajoelhada na minha frente, mamando, colocou a mão pegando por baixo no meu saco, e fazia uma massagem muito leve, procurando com o dedo do meio, pressionar próximo do meu ânus. A onda de tesão que aquilo provocou foi incontrolável, e eu percebi que iria gozar em breve. Exclamei:
— Putaquipariu, safada! Assim é foda! Que tesão louco! Assim eu... gooooozoooo!
E gozei. Os meus jatos foram para dentro da boca da boneca que mamou tudo, enquanto não parava de sugar. Cheguei a ter uma certa tontura, tamanho foi o efeito do orgasmo. Eu caí sobre a cama, deitado de costas, e ela veio me beijar com a boca toda melada de gozo.
Ficamos deitados, juntinhos, tentando recuperar as energias, e eu nem percebi quando apaguei solenemente, num sono letárgico.
Dormi profundamente e acordei pela manhã, com a Laysa me acariciando, e dizendo:
— Bom dia, meu tesão, dormiu pesado. Eu também! Foi bom para você?
Me espreguicei e falei:
— Nossa, apaguei. Foi tudo ótimo.
Ela me sugeriu:
— Vamos tomar banho, juntinhos? Tenho que ir trabalhar, mas você pode ficar aqui e dormir mais.
Fui com ela para o banho e nos lavamos nos acariciando e trocando beijos. Foi inevitável pensar: “Se eu vivesse com uma delícia dessa, todos os dias, o prazer e o tesão iriam se manter os mesmos? Será que a convivência e a rotina não matariam aquele encanto?” – Mas nada disse, pois não queria muita “DR” naquela manhã. Sabia que muita conversa sempre pode resultar em desentendimento e divergência de ideias, embora eu achasse a boneca muito equilibrada. Nosso clima estava ótimo, muito harmonioso e sedutor, e eu não queria quebrar aquilo. Tinha um ensaio a fazer com ela.
Quem conhece mais de perto as transexuais, sabe que muitas, são extremamente sensíveis a comentários que podem ser interpretados equivocadamente, gerando desentendimento. É sempre tenso e arriscado. E a última coisa que eu queria era arrumar uma divergência com aquela linda garota trans.
Nos arrumamos, tomamos café expresso que ela tirou na pequena maquina que ela tinha, e saímos. Combinamos que naquela próxima madrugada eu iria buscá-la de carro, para fazermos o ensaio. Na rua, nos despedimos com um beijo, já que nossos destinos eram distintos.
Eu segui pensando que acabara de incorporar mais uma experiência fenomenal na minha vasta coleção de experiências de vida. Pela primeira vez, em dezenas de anos, havia mantido uma relação sexual de variadas posições e ações, com uma garota transexual, e vivenciei coisas que teria que analisar e processar com calma. Não me arrependia de nada, não me sentia menos ou mais macho por tudo que fiz, mas era inegavelmente, uma quebra de paradigma.
Naquele dia, preparei meu equipamento, carreguei as baterias das câmeras, descarreguei os cartões de memória, e preparei uma mochila com os objetos e adereços que eu queria utilizar no ensaio. O dia passou rápido e quando foi no começo da noite, a Laysa me mandou uma mensagem:
“Vem dormir aqui, “Leoncito”, e partimos de madrugada”.
Agradeci, dizendo que dormiria cedo, para acordar muito cedo, e ter energia para a viagem e por isso, preferia não ir. Se fosse não seria para dormir Ela reclamou um pouco, mas entendeu.
Pela internet, eu estudei o roteiro que faríamos, a estrada que pegaria, e qual a praia que iríamos para fazer as fotos. E fui me deitar.
Na madrugada, às 3h, mandei mensagem que estava pronto para ir buscá-la. Peguei o carro de fui. Ao chegar diante do prédio ela já me esperava na porta, com uma pequena malinha com suas coisas.
Para provocá-la, eu perguntei:
— Veio de mala, pretende fugir e se casar?
Ela sorriu, me beijou e disse:
— Se você quiser eu quero. Com você eu me caso sem medo.
Expliquei enquanto seguia o aplicativo que me indicava o caminho:
— Eu já sou casado, pela terceira vez, e não pretendo me casar novamente.
Ela perguntou:
— E você trai a sua mulher, assim, sem vergonha nenhuma?
— Eu não traio. Temos uma relação muito sincera, aberta e franca. Ela sabe de quase tudo, e só não sabe tudo, porque me pede para não contar, prefere não saber.
— Nossa, que mulher! Essa é difícil de achar. Eu mesma não ia gostar de saber que você anda se metendo com uma trans safada como eu.
— Ciúme é insegurança, e quem se garante, e tem uma relação boa e de grande sinceridade, não precisa ter ciúme. O que nos une não se abala com uma relação eventual por fora.
— E ela também tem os casos dela por fora? – Perguntou.
— Não tem, ela não quer, nunca quis. E não é por falta de ser cantada. Pois minha mulher é linda, gostosa, e muito assediada. É ela que não gosta mesmo. Para ela, o sexo tem que ter envolvimento afetivo. Senão ela não se sente motivada.
— Mas, se aparecer um homem que ela tenha desejo, você admite? – Laysa estava curiosa.
— Por que não? Não somos donos uns dos outros. Somos independentes e livres para escolher o que queremos fazer. Respeitamos o outro e suas vontades.
— E você vai contar a ela que dormimos juntos e que me fodeu bem gostoso? Fodeu uma boneca?
— Vou falar por alto, para ela se manifestar, se quiser saber eu conto, mas geralmente ela diz que, se foi bom para mim, devo guardar para mim. E prefere não saber.
Laysa deu uma risada e falou:
— Com uma dessa até eu me casava.
Eu achei graça. E perguntei se ela ficava com mulher. Ela me contou que tinha clientes casados que levavam a esposa para foder com ela. E ela comia os dois. Mas, não se interessava por ter relação sexual com mulher, a menos que fosse sexo pago.
Ao longo da viagem fomos conversando, e eu vi que ela era mesmo uma garota muito bem estruturada, e equilibrada, não era ignorante, e se mostrava bem inteligente e bem-informada. Foi quando me lembrei da música dos Novos Baianos e procurei no aplicativo, e coloquei para tocar, dizendo:
— Ouça a nossa música. Sempre que eu ouvir vou lembrar de você.
Eu dei o play:
(Ferro na Boneca - Novos Baianos)
“Não, não é uma estrada, é uma viagem”,
“Tão, tão viva quanto a morte”,
“Não tem sul nem norte”,
“Nem passagem”.
“Não olhe, ande”,
“Olhe, olhe”,
“O produto que há na bagagem”,
“Necas de olhar para trás,
“O quente com o veneno”,
“É pluft, pluft, pluft, pluft”,
“É ferro na boneca”,
“É no gogó, nenê” ...
Laysa sorriu e disse:
— Sabia que na nossa língua das trans, “Neca” é rola, e olhar para trás o produto que está na bagagem, pode ser a “Neca”, vindo por trás?
Eu disse que sabia, e demos risada. Ela falou:
— Por hora você me escapou, mas eu ainda quero comer essa sua bunda depilada.
Achei graça e mostrei o dedo do meio para ela:
— Seu cu! - E gargalhamos.
As horas passaram rápido, a viagem foi muito agradável, tomamos um belo café da manhã num posto da estrada, e seguimos para a praia escolhida. Chegamos antes do sol sair. Passamos todo o dia, fotografando, um ensaio maravilhoso, com muitas trocas de roupas, de biquíni, ela nua envolta em um chale translúcido, e somente nua também. Fizemos centenas de fotos. Ela na areia, nas pedras, na água. E por fim, fiz um vídeo com ela sentada em umas pedras, se masturbando.
No final do dia, almoçamos num restaurante da cidadezinha onde estávamos, e voltamos a São Paulo, chegando no final do dia. Deixei-a em casa, e parti.
Levei alguns dias selecionando e tratando algumas das fotos, e marquei de entregar a ela, numa das noites, quando tivemos mais uma noite de sexo muito agradável. Uma hora volto a contar dessa noite.
Depois disso, eu viajei, fiquei um tempo longe de São Paulo e ela acabou indo morar fora do Brasil. Continuamos amigos, até hoje, mas nunca mais nos encontramos.
Mas eu espero ter a oportunidade de a rever. Foi inesquecível.
Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com
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