Propus a minhas mães lésbicas e virgens a provar o sexo hetero comigo – 3 – Ex-lésbica, minha mãe entrega todas suas virgindades

Um conto erótico de Lipe_2 Mães
Categoria: Heterossexual
Contém 5677 palavras
Data: 28/02/2026 13:21:01

Com minha mãe de sangue Lorena com a bucetinha dolorida, a solução foi a mandar fazer o primeiro oral seu em um homem e o meu recebendo. Claro que tinha prática em orais na bucetinha de minha mãe Paula, mas mesmo assim me surpreendeu pela desenvoltura por ter um grande trauma de abuso de seu pai e foi tudo delicioso até eu gozar em sua boca e ela engolir tudo. Quando terminou era minha vez de fazer meu primeiro oral e como estava em pé e ela ajoelhada a mandei se deitar em minha cama.

Mamãe foi até ela e se deitou, mas sendo inexperiente eu queria sua ajuda.

– Tem algum jeito de fazer isso mais bem feito?

Mamãe pensou.

– Tem sim. Se você se deitar e eu sentar em seu rosto, não tem como você não acertar meu clitóris, falou safadinha.

– Então me deixe deitar. Você fez tão delicioso que quero pelo menos te fazer gostar e gozar, mesmo que não faça bem feito.

Minha mãe Lorena se levantou e abriu espaço para que eu deitasse com a cabeça no travesseiro. Me vendo na posição, veio por cima e passando uma perna por cima de meu rosto sua bucetinha fechadinha se abriu escancarando seu interior rosinha. Era minha primeira buceta frente a frente e me apaixonei pela de mamãe. Não era só gostosa de enfiar meu pau, mas lindinha e apetitosa com seus sucos escorrendo a deixando com um rosa brilhante.

Só de olhar poderia gozar, mas queria experimentar seu sabor que seria único por sermos mãe e filho, mesmo se eu experimentasse o de Paula algum dia. Com dois dedos mamãe abriu bem sua fenda e levou a ponta do dedo de outra mão a uma bolinha pequena e rosada. Ela também estava muito excitada de se expor daquele jeito e por ser a primeira vez que alguém mais além de Paula faria oral nela, eu seu filho.

– Ohhhuuuu. Esse é aqui é meu clitóris que é muito sensível e onde me leva ao orgasmo se ficar lambendo rodando nele ou como um pincel. Se você quiser que eu goze logo vá direto, mas se quiser curtir, deixe-o por último.

– Alguma coisa que não devo fazer, repeti sua pergunta quando ele me chupou.

– Continuar esfregando o clitóris por muito tempo e com muita força depois que eu gozar, pois fica sensível e desconfortável. Antes de me fazer gozar, pode lamber por tudo e conforme perceba que reagi mais em certo ponto, volte a ele.

Balancei a cabeça aceitando seus ensinamentos com água na boca. Seu dedo apontou outro local.

– Aqui é o buraquinho onde você esfolou todo e por ele escorre meus fluidos se quiser saborear como você disse. Agora que rompeu meu hímen poderia enfiar os dedos, mas não hoje porque está dolorido. Só de te ensinar e ver meu filho aí entre minhas pernas, já estou quase gozando. Ahhhhuuuuuuu.

Levei meus polegares a seus lábios substituindo os dedos de mamãe para deixar sua fenda bem aberta. Eu queria tudo e não sabia para onde ir primeiro, mas fui para as bordinhas as lambendo recolhendo seu suco que escorria para fora.

Em minha língua sentia o sabor do paraíso mesmo que não tivesse gosto de muita coisa. O importante era que saía de minha mãe o que por si só era emocionante e se sobressaia a qualquer outro sabor que experimentei antes.

– Ahhhuuuuuu, mamãe gemeu por antecipação quando estiquei a língua e lambi seu interior conhecendo suas reentrâncias e elevações.

Senti seu corpo se retesar e seus olhos no meu, então ela teve um orgasmo inesperado, muito antes do que pendei que aconteceria.

– Ohhhhhh, estou gozaaaaando filhooooooo.

Seu corpo lindo tremia sobre meu rosto e eu tinha certeza que aquele orgasmo não tinha muito crédito meu, mas a situação dela ter seu filho lambendo sua intimidade. Sabia disso pois pouco antes tive as mesmas sensações.

Seu caldo começou a sair ainda mais abundante enquanto eu me alimentava dele não perdendo nada. Minha língua continuava ativa a conhecendo, a saboreando e me deixando feliz por estar dando aquele prazer a mamãe. Fui atrevido e cheguei a seu cuzinho e assim que o lambi, ela se esticou toda e seu orgasmo teve um repique. Mais uma barreira quebrada, que eu não esperava que ela aceitasse.

O deixando, uma poderosa excitação me tomou olhando para aquele buraquinho vaginal onde enfiei meu pau grande. O seu orgasmo já perdia intensidade e motivado por esse pensamento, fui com minha língua a sua bolinha durinha e comecei a lambe-la como se fosse um pincel no vai e vem.

Não sabia que era possível, mas minha linda mamãe, teve um outro orgasmo sobre o primeiro.

– Estou gozaaaando de novo filhooooooooo.

Minha língua ia e vinha em seu clitóris e a felicidade me tomava, pois mesmo se nunca conseguisse fazer um oral como Paula fazia, conseguiria fazer mamãe gozar em minha língua e ela ficava tão linda gozando.

– Ahhhuuuuuuu. Uhhhhiiiiiii. Annnnhhhhhhhh.

Me lembrando de seus ensinamentos logo deixei seu clitóris, mas fui a seu buraquinho sorver seu caldinho que vertia em abundancia. Eu era o filho mais feliz do mundo por estar fazendo uma de minhas mães ter um prazer imenso e longo, muito longooooooo.

Quando terminou ela saiu de cima de meu rosto achando que me afogava, mas era eu quem enfiava o nariz e rosto me melando na intimidade de minha mãe, onde achava dias antes, ser impossível chegar.

Lorena se deitou me empurrando para o lado e se apoiou com metade de seu corpo sobre o meu em minha cama apertada se deitando em meu peito para descansar e aproveitar aquela sensação do pós-orgasmo. Eu estava louco de vontade de perguntar se ela tinha gostado, mas eu já sabia a resposta. Minutos depois tomei coragem, mas tomando o cuidado de não pedir que ela comparasse meu desempenho inexperiente com o de Paula, pois perderia de lavada.

– Gostou mãe, perguntei acariciando sua pele até onde minhas mãos alcançavam.

– Não deu para perceber? Adorei. Só de ter passado a perna por cima de seu rosto e me exibir para você sem pudores, já me faria gozar, mas me segurei. Nada é tão excitantemente poderoso como ter o próprio filho fazendo isso, não importa como você tenha feito.

– Mas eu quero fazer bem feito.

– Para uma primeira vez, fez bem demais. Foi gentil sem deixar que nenhum toque fosse desconfortável.

– Sei que você faz muito isso com a Paula, mas vou querer repetir e fazer cada vez melhor mãe. Não só por você, mas eu adorei tudo, como você disse que adorou comigo. Aprovado esse novo teste de fazer sexo com um homem?

Ela sorriu.

– Me perdoe filho. Você é um baita homem. Forte. Lindo e viril, mas não enxerguei um homem, mas meu filho entre minhas pernas e nesse caso está mais do que aprovado. Acabamos os testes de fazer sexo com um homem, perguntou acreditando ter acabado.

Meu coração disparou no peito, pois nunca entraria no assunto se não viesse dela, mas mesmo assim precisei mais uma vez reunir coragem.

– Ah mãe. Porque me perguntou isso?

– Só para confirmar que não preciso fazer mais nenhum teste pois adorei fazer amor com esse homem especial, você. O único com quem vou gostar.

– Ainda não acabou, mas não precisamos fazer o último teste. Já estive em dois buraquinhos seus, mas falta um.

– Você está falando de meu bumbum, perguntou preocupada.

– Sim, mas só para você saber que tem mais um teste. Já li que tem muitas mulheres que não gostam mesmo sendo héteros, então podemos dar por completo o teste.

– Você tem vontade?

– Não sei porque, mas os homens são vidrados em bunda mãe e a sua é muito, muito atraente, amenizei para não falar gostosa demais.

– Somos os dois virgens nisso, falou pensativa.

– Como éramos no sexo e no oral homem e mulher.

– Não sei se eu aguentaria, falou parecendo não estar dando um não definitivo.

– Não preciso mãe. Tenho mais do que jamais sonhei. Isso seria só um algo a mais.

Mamãe me surpreendeu quase me fazendo cair da cama.

– Adorei tudo que fiz com você até agora. Talvez goste desse algo a mais também e poderia chegar à conclusão se gosto de fazer amor com um homem com muito mais certeza, falou safadinha.

– Você está sugerindo que eu....

Ela me interrompeu.

– Se você tomar a atitude eu vou consentir, me provocou.

– Ahhh mãe, você é muito safadinha.

– Com você, pois com a Paula sou mais recatada. Talvez porque com ela tenho medo do julgamento da mulher que amo, mas com você não tenho esse medo porque é meu filho.

– Como você teve dificuldades de andar hoje no trabalho, vamos esperar um dia que seja véspera de uma folga para fazer isso, falei preocupado.

Ela se esticou e me deu três selinhos.

– Onde eu teria essa preocupação de outro homem? Além de meu filho você é diferente. Por isso nunca vou ter receio de fazer nada com você. Não poderemos todos os dias por causa de meu trabalho e de meus momentos com a Paula, mas pelo menos umas 2 vezes por semana, faremos amor e sem nada proibido ou interditado, pois vou me acostumar com o tamanho de seu pau.

– Por mim faria todos os dias, mas tenho que respeitar seus compromissos, principalmente fazer amor com sua esposa. Talvez uma terceira vez, seja possível, não é, perguntei safado.

– Talvez, falou sorrindo.

– Agora vou te dar banho. É algo que quero muito fazer. Te dar carinho e conhecer tudo.

– Vou adorar. Vamos, falou se levantando de meu peito e depois da cama.

Dar banho em seu corpo pequeno cheio de curvas derrapantes foi um dos maiores prazeres de minha vida. Era carinho. Era tesão. Era amor. Não teve absolutamente nada que eu não tenha lavado, externamente, mas não lavei seu canal por estar esfolado.

Mamãe se divertiu também me lavando e conseguiu fazer meu pau subir de novo.

– Bem diferente de quando te lavei a última vez, brincou sobre meu pau.

– Lembro que eu gostava, mas não como agora porque você não estava nua.

Riamos sem parar felizes por estarmos mais próximos do que jamais estivemos e eu estava mais do que satisfeito por realizar meu desejo, mas alguém naquela casa não poderia se sentir colocada de lado e o melhor jeito era faze-la ceder e fazer amor com o filho, não com um homem pois nunca aceitaria fazer com um.

– Mãe, me ajuda com a Paula.

– Você sabe que é quase impossível e com ela não funciona pressão, pois aí que não faz, mas vou tentar ir pondo na cabeça dela com calma.

As semanas foram passando e minha mãe Lorena fazia amor de 2 a 3 vezes por semana comigo. Tínhamos muito tempo só nós dois quando Paula estava no hospital, mas também acontecia de ter bastante tempo a sós também com Paula. Mais difícil era as duas estarem em casa ao mesmo tempo, mas acontecia algumas vezes por semana e em alguns finais de semana.

Não tinha dado certo ainda de estarmos sozinhos antes de uma folga, sem que Lorena tivesse algo importante para fazer, então comer seu bumbum foi sendo adiado, mas sem que nenhum de nós sentisse falta, pois quando comia sua bucetinha, ela pedia que eu colocasse cada vez mais intensidade.

Ela adorava estar por baixo de meu corpo sendo comida, talvez porque com Paula fosse tudo mais romântico e suave. Quando a comi de 4 pela primeira vez foi um evento. Ver seu corpo esplendoroso naquela posição foi inigualável com todas suas curvas se destacando em suas perfeições.

Se me excitei além da conta de a penetrar e a estocar naquela posição dominante, minha mãe Lorena surpreendentemente adorou a posição e pedindo que a estocasse mais forte conseguiu gozar sem tocar seu clitóris em um de seus maiores orgasmos. Depois daquele dia era ela quem muitas vezes me pedia para come-la daquele jeito, algo que Paula nunca poderia lhe dar.

Sempre que estávamos a sós Paula me perguntava de meus momentos com Lorena, não querendo saber detalhes, mas como a tratava. Percebia nela uma preocupação que eu pudesse ultrapassar os limites dos traumas de Lorena.

– Filho. Você não tem passado dos limites de sua mãe Lorena, tem? Você sabe que ela tem seus traumas e as vezes não fala. Eu pergunto para ela, mas não sei se ela esconde de mim.

– De forma alguma. Sempre pergunto duas ou três vezes antes de fazer algo que não fizemos, mas você sabe que ela gosta de que eu tome as atitudes.

– Eu sei, mas temos que ter cuidado com ela que é a pessoa mais vulnerável dessa casa.

– Ela não te conta que está gostando?

– Conta até demais. Parece que está querendo me empurrar para você para não ter peso na consciência, mesmo que eu diga que está tudo bem.

Não poderia perder a oportunidade e certamente em meu rosto demonstrei muita safadeza.

– Seria uma ótima solução. Todos felizes e sem remorsos. Como a Lorena diz, ela não faz amor com um homem, mas com o filho que ama, então no seu caso não deve ser ruim fazer amor com o filho e irmão.

– Acho não seria ruim, mas sou lésbica convicta Felipe, como sua mãe Lorena nunca foi.

– Conversei com ela que por você ser mais velha 2 anos e a ver sendo abusada pelo pai, pode ter começado odiar os homens como homens antes dela e por isso se ache convicta.

– Não tenho nenhum tesão pensando em algo com um homem, filho.

– O único jeito de ter certeza é experimentado uma vez. Você sabe que te amo mais do que tudo junto com a Lorena. Teria todo cuidado do mundo, principalmente agora que não sou mais inexperiente.

– Isso está fora de questão filho, falou encerrando o assunto, mas eu sabia que tinha a feito pensar em minha sugestão, o que já bastava para aquele dia.

Na próxima vez que fiz amor com minha mãe Lorena ela chegou em casa no final da tarde e só encontrou Paula de passagem saindo para seu turno no hospital e como elas mantinham uma pequena planilha na geladeira para que todos em casa soubessem dos turnos de cada uma, sabia que no dia seguinte minha mãe Lorena estaria de folga, então imediatamente me veio à mente que tentaria comer seu bumbum tão cobiçado por mim. Para ajudar tinha comprado um lubrificante na farmácia logo após aquela nossa conversa.

Após o jantar, meus olhares já diziam que eu queria fazer amor e mesmo cansada, ela também parecia disposta. Sugeri dar um banho nela antes para que a relaxasse e ela aceitou porque não tinha pressa para dormir tendo folga no dia seguinte.

Durante o banho, muito mais do que a lavar fiz massagem em suas costas, ombros e pescoço com minha deliciosa mãe gemendo de alivio pelo relaxamento. Meu pau não fez distinção e mesmo sendo uma massagem séria, endureceu cutucando seu bumbum redondo.

– Nem fazendo massagem você respeita, brincou se empurrando contra meu pau.

– Eu respeito, mas ele é incontrolável quando se trata de você, falei empurrando de volta encaixando em seu rego, o que me deu uma ideia.

A puxei fora da ducha.

– Mãe, apoia as mãos na parede e arrebita o bumbum.

Ela me olhou safadinha.

– O que você vai fazer?

– Massagem, mas com um adicional, a provoquei.

Mamãe se colocou como pedi e lamentei não ter tido aquela ideia antes, mas a verdade era que sempre tomávamos banho no final e já estávamos satisfeitos.

Segurei meu pau e levei a seu risquinho forçando-os para os lados até sentir sua fenda quente e meladinha.

– Não foi só eu quem ficou excitado com a massagem, brinquei.

– Impossível não ficar excitada com você nu a meu lado fazendo qualquer tipo de contato com meu corpo.

– Digo o mesmo mãe.

Ao encontrar seu buraquinho o penetrei sempre estando muito apertadinho e ao encaixar a glande sem ter mais como escapar, levei minhas mãos a sua lombar e voltei a massageá-la com uma massagem de verdade e não erótica. Lentamente ia a penetrando.

– Oh deus. Oh deus. Isso é o paraíso, ela falou.

Eu ia vendo seus gominhos se esticarem em volta de meu pau. Minhas mãos fortes subiram pressionando seus músculos das costas até chegar a suas omoplatas onde voltei a massagear pressionando os dedos nos pontos piores e as palmas da mão de forma mais abrangente.

– Ohhhuuu. Tão bom, falou comprimindo meu pau com seu canalzinho apertado.

– Se você quiser, sempre que chegar cansada e a Paula não estiver, posso repetir essa massagem com adicional aqui ou primeiro dou banho em você e depois faço essa massagem lá em minha cama.

– Ahhhhhuuuuu. Seria delicioso seu safado. Você me deixa cada vez mais com vontade de fazer amor com você.

Meu pau ia a preenchendo devagar.

– Essa é minha intenção mãe, até que você queira fazer amor comigo todos os dias, falei sincero.

Ela olhou para mim virando o rosto por cima dos ombros onde minhas mãos já massageavam.

– Mas eu amo a Paula e amo fazer amor com ela, falou preocupada.

– E não pretendo que você deixe de fazer amor com ela mãe, só que pretendo estar junto e enquanto você lambe a bucetinha dela te como e depois enquanto ela se diverte na sua, como ela, falei com coragem testando até onde poderia chegar com minhas mães na visão de Lorena. Para ajudar em meu argumento, assim que terminei de falar, segurei em seus ombros e enterrei de uma vez a metade de meu pau que estava para fora.

– Seu safadoooooooooooo.

Mamãe teve um gozo gigantesco com seu corpo todo tremendo enquanto minhas mãos continuavam a massagear com seriedade suas omoplatas. Eu a estocava com vigor fazendo ruídos de tapas quando nossos corpos se chocavam e o poderoso orgasmo de mamãe ia acontecendo com seu canal massageado meu pau.

Por ter tido um orgasmo explosivo seria difícil ela negar que adorou a ideia de fazer amor com os dois amores de sua vida ao mesmo tempo. Me controlando muito conseguia a estocar sem gozar enquanto minhas mãos continuavam a massagear suas costas da base ao pescoço.

Por fim seu orgasmo foi cedendo e terminou com ela quieta se recuperando enquanto voltei a estoca-la lentamente pondo e tirando apreciando o caminho. Minhas massagens a faziam gemer de alivio nos pontos mais doloridos.

– Isso não é uma simples massagem, mas uma sessão de convencimento. Você premeditou isso, perguntou olhando para mim, mas não havia nenhuma raiva.

– Te juro por minha vida que não. Você sabe que sempre sou totalmente sincero com você.

– Você é um perigo filho e vai conseguindo tudo o que quer. Se não tomarmos cuidado, você vai inverter os papéis e passar a ser quem manda nessa casa, falou sorrindo.

– Para ver como sou sincero, gostaria muito que fosse assim. Em você eu já “mando”. Falta mandar na Paula para que você obedeça também só a mim. Nunca as obrigando porque amo as duas, mas quero que vocês queiram isso. A Paula já aceitou que eu seja o homem da casa para ajudar com as coisas de homem, mas quero ser o homem de vocês duas sem nunca atrapalhar o que vocês tem.

– Não vai ser fácil com sua mãe Paula.

– Você aceitaria?

– Você já é meu homem, não é?

– De você sei que sou, mas perguntei se aceitaria que eu fosse da Paula. Não só fazer amor com ela, mas a fazer aceitar quando eu tomasse as atitudes como você aceita.

Mamãe sorriu.

– Não consigo enxergar essa possibilidade pela personalidade dela, mas ela tem aceitado situações que nunca imaginei que aceitaria. Se você não fizer isso na base da opressão, mas conseguir com amor, não me importo.

– O que te excitou tanto quando falei que faria amor com vocês duas?

– Por incrível que pareça foi imaginar você penetrando a bucetinha virgem dela e ela descobrindo que adora gozando muito forte. Já estou tarada de novo só de falar nisso. Ohhuuuu.

– Eu também mãeeeee.

Parei a massagem e segurei em sua cintura voltando pôr para dentro e para fora com muita volúpia, mas mamãe tinha acabado de gozar e precisava de um estimulo a mais para gozar de novo comigo.

– Você fez amor com ela quando estava grávida?

– Ahhnnnnn. Fizemos.

– Foi bom?

– Uma gravida fica muito mais excitada. Ohhhmmmm.

– Se eu conseguir engravida-la, você vai ter que chupar a bucetinha dela enquanto como a sua de 4. Uhhhhhhhh.

– Oh deus filho. Você consegue me excitar como quer.

– Goza comigo, goza mãe, falei explodindo em um orgasmo imenso enchendo sua deliciosa bucetinha com meu esperma escaldante a fazendo gozar comigo.

– Ahhhuuuuuuuummmmmmm.

Gozava imensamente pensando que se Paula aceitasse fazer amor comigo e a três, minha vida seria perfeita com aquelas duas deusas diferentes, mas terrivelmente gostosas. Não tinha nenhuma intenção de trair minha mãe Lorena por ser minha mãe antes de tudo e também por não achar nada legal a traição, mas se o seu relacionamento com Paula se mantivesse só entre as duas me excluindo, em algum momento eu teria que arrumar uma companheira mesmo não querendo. No entanto, se elas me deixassem participar, nenhuma jovem bonita me faria deixa-las. Nem elas pensando em meu futuro me convenceriam.

Quando terminamos precisei a segurar porque suas pernas bambearam e com muito esforço nos enxuguei e a levei a minha cama de solteiro que eu pretendia convence-las a comprar uma maior, ou eu mesmo compraria com minha poupança feita com a mesada que meu avô (pai biológico) me dava.

Ela se esticava languidamente deitada em minha cama e me sentei na borda a admirando.

– Muito cansada?

– Muito relaxada com o banho, a massagem e os orgasmos, falou sorrindo.

– Tenho planos, mas se quiser deixar para outro dia.

– Que planos, perguntou curiosa.

– Tinha dito que quando você tivesse uma folga e tivéssemos como fazer amor no dia anterior, estrearia seu bumbum.

Mamãe me olhou muito excitada.

– E o que te falei naquele dia?

– Que se eu tomasse a atitude, você cederia. Por seus traumas não quero te forçar.

– Naquele dia também te disse que adoro tudo que fazemos, então posso gostar disso também. Se tiver uma dor insuportável peço para parar e se fizermos e odiar, não faremos mais.

– Está bem. Até comprei um lubrificante para ajudar, mas antes quero curtir um pouco você nua em minha cama. Não é todo jovem que tem o privilégio de ter uma mãe linda como você nua em sua cama.

Enquanto ela abria espaço para que eu deitasse com ela, me provocou.

– E não satisfeito com esse privilégio quer as duas mães nuas em sua cama.

– A culpa é suas por eu ter duas mães e as duas serem lindas e gostosas.

– Qual das duas é a mais bonita, me provocou brincando

Sabia que era brincadeira e entrei nela.

– Se eu tivesse uma preferida não diria nem morto. Se eu disser que é você, vai ficar feliz de um lado e chateada por não achar a mulher que você escolheu a mais linda. Se escolhesse a Paula, do mesmo jeito ficaria feliz por escolher a que você escolheu, mas triste por não ser a escolhida, falei sorrindo.

– Você tem toda a razão. Sei que cegado pelo amor, você acha as duas lindas.

– Se eu não ficasse irritadíssimo quando saio com uma das duas ou com as duas de tanto que os homens olham para vocês, seria o amor me cegando. Você sabe que o que eu digo é verdade.

– Sei sim e é muito desconfortável pois não respeitam mesmo quando mostramos ser um casal de lésbicas. Então você tem ciúme de nós, me provocou.

– Muito ciúme, agora ainda mais. Voltando à sua pergunta, acho que por ser loiro minha preferência sempre foi pelas morenas e você é a mais bonita delas, mas a Paula é um monumento, não é? Uma loira acima das comparações, então impossível preferir uma. Você é muito poderosa por tê-la conquistado, brinquei.

– Você sabe que foi ela quem me conquistou e não eu. Ela é mesmo maravilhosa. Já ouvi daqueles homens cafajestes mexendo com ela que é um desperdício ter aquele corpo e namorar outra mulher. Também já ouvi isso sobre mim, na verdade.

– Então na visão deles, seu corpo não é mais um desperdício pois está sendo muito bem aproveitado por um homem e uma mulher que te amam. A Paula é virgem?

– “Virgenzíssima”. Foi ela quem nunca quis usar brinquedos que lembram homens.

– Você também era e já perdeu duas virgindades comigo e daqui a pouco, se tudo der certo, perderá a terceira.

– Ahhhnnn. Sabe que estou excitada e com vontade de experimentar?

– Eu também. Li que de bruços poder ser menos dolorido do que de 4.

Ela levou as duas mãos a minha face me segurando para olhar olho no olho.

– Tome a atitude e me mande ficar como você quer filho. É assim que a mamãe gosta, falou com um sorriso safadinho.

– Se você gostar, com o tempo faremos de todos os jeitos, mas agora quero a mais impactante. Fique de 4 mãe.

Ela sorriu como se pensasse que tinha a certeza que eu escolheria essa posição. Enquanto se colocou de 4 fui pegar o lubrificante em minha escrivaninha. A comer de 4 era sempre um espetáculo visual e luxurioso admirando seu corpo perfeito parecendo um violão.

Enquanto abria a bisnaga a cobiçava, principalmente seu rabinho pequeno e cheio de preguinhas, da cor de sua pele. Dava tempo para falar algo que eu queria contar.

– Mãe, vou comprar uma cama de casal com minha poupança, pois quero ter um espaço mais confortável para fazer amor com você.

– Nós te ajudamos comprar, falou olhando para mim por cima dos ombros.

– Não. Pensei bem e eu compro, pois se a Paula nunca aceitar fazer amor comigo, não é justo ela pagar a cama com o dinheiro que também é dela.

– Ela é sua mãe e não se importaria, mas você tem sua razão.

Levei meu pau a sua bucetinha e a fui penetrando para o deixar melado, mesmo tendo o lubrificante. Enquanto ia a penetrando sentindo todo meu esperma de duas cargas lá dentro, besuntei seu cuzinho com o gel gelado a fazendo se esticar.

– Aaaahhhhhhhiiiiiiiii.

– Mãe, você disse que nunca enfiou nada nele também. Vou direto como fui na frente, ou quer que eu use o dedo antes?

– Ohhhh. Cada pergunta filho. É você quem decide, mas se fosse eu iria querer direto. O que você quer?

– Quero enfiar direto, mas mais do que tudo quero enfiar ele inteiro e se precisar dos dedos antes não muda nada. Vou colocar direto. Se doer me avise que paro.

Mesmo com o pau melado, também o besuntei com o gel e encontrei em seu buraquinho. Parecia impossível penetra-lo, mas só tentando para descobrir. O segurando para não escorregar com tanto gel fui colocando pressão olhando para a desproporção entre os dois, mas que era excitante estar muito próximo de comer o cuzinho de minha mamãe biológica, isso era.

Lentamente suas preguinhas iam se abrindo e minha glande entrando devagar. Quando a cabeça estava na metade sem ter como escorregar, larguei o pau e fui para segurar sua cinturinha deliciosa.

– Ahhhnnnnn, mamãe gemia sem parecer que sentia uma dor insuportável.

– Você é gostosa de todos os jeitos mãe. Não acredito que estou comendo também seu bumbum. Ouhhhh.

Mamãe não respondeu entretida nas sensações que sentia, senão dor, o desconforto por algo grande estar entrando pela primeira vez em seu cuzinho. Ela só gemia.

– Mummmm. Mmmmmmm. Uhhhhmmmm.

Depois que a glande entrou e estava bem encaixada, besuntei mais meu pau o deixando muito melado e quando continuei a enfiar parecia escorregar mais fácil e milímetro por milímetro ia entrando sem que ela reclamasse de dor, mas eu quis saber.

– Doendo mãe?

– Pouquinho, mas está bommmm. Uhmmmm.

Quis a excitar e a distrair enquanto me afundava naquele buraquinho apertado e quente vendo meu pau ir sumindo aos poucos.

– Quer que eu continue?

– Simmmm, seu safado. Me fazendo falar.

– Safadinha é você que está gostando de dar o bumbum. Nunca imaginei. Não é excitante falar que está gostando? Ohhhuuuuu.

– É terrivelmente excitante. Coloca um pouco mais rápido. Aaaaahhhhhhhh.

Fui colocando e por querer aquilo e não estar tensa, mamãe não sofria com muita dor. Quando vi que faltava um quarto, percebi que ela aguentaria tudo.

– Quanto falta, perguntou

– Falta pouco mais de um quarto.

– Ammmmmm. Bom porque parece que vai sair por minha boca, se lamentou.

– Você vai conseguir gozar só assim?

– Estou muito tarada. Mmmm. Mas acho que não. Só se eu me esfregar.

Faltavam só uns 2 centímetros e não teria nenhum problema ela gozar se esfregando, desde que gozasse e gostasse de dar o bumbum delicioso para que eu pudesse tê-lo outras vezes. Do nada veio uma ideia maluca em minha mente safada, mas antes precisava tentar algo menos intenso.

– Não vá se esfregar. Vou te mandar gozar e você vai gozar. Auurrgghhhh.

Vi meu último centímetro desaparecendo e estava inteirinho enterrado no bumbum delicioso de minha mãe que percebeu.

– Ohhhhhh. Parece que vou explodir de dentro para fora.

– Vou primeiro matar à vontade e depois te mandar gozar. Seu bumbum é delicioso mãe, falei puxando um pouquinho para trás e o colocando de novo esperando para ver se ela pediria para parar, mas não pediu.

– Ahhhhhhh. É gostoso. Estou tão excitada por te dar à ultima de minhas virgindades.

Já tirava até a metade e colocava de novo bem untado de gel que tinha espalhado antes.

Tendo essa visão percebi que o sonho de fazer amor com minhas mães tinha ido muito mais longe do que poderia ter imaginado, naquele momento apenas com minha mãe biológica.

Na hipótese quase irreal de conseguir tinha imaginado que só faria sexo vaginal, não achando que uma lésbica aceitaria chupar meu pau e depois dar o bumbum. Claro, eu não era só um homem comendo uma lésbica, mas seu filho e Lorena foi descobrindo que não era só lésbica, mas bissexual o que facilitou ter conseguido o que consegui dela.

Quando quase o tirei inteiro para fora e o enterrei de volta comecei a aumentar o ritmo e ao invés de reclamar minha mãe gemia de prazer.

– Ahhh filho. Pode ser mais forte. Já me acostumei. Ahhnnn. Unnnhhhh.

Chegaria onde ela queria, mas fui colocando mais intensidade com calma curtindo o momento até que chegou a um ritmo intenso.

– Seu cuzinho é delicioso mãeeeee.

– Come filho. Estou adorandoooooooo.

Fiquei pondo para dentro e para fora meu pau que deslizava cada vez mais gostoso, mas sempre apertadinho. Minutos assim aproveitando aquele momento safado com minha mãe amada, linda e gostosa demais toda entregue a mim, mas não queria gozar sozinho.

– Vou te mandar gozar pois o meu já está perto mãeeee.

– Ahhh filho. Estou tão tarada, mas não sei se consigo sem me tocar.

Aquela ideia maluca voltou a minha mente, mas não seria só uma provocação para tentar faze-la gozar comigo, mas algo que me peguei desejando de verdade. Comecei a estocar seu furinho com mais volúpia sabendo que iria o deixar esfolado, mas eu a faria gozar.

– Mãeeee. Se eu conseguir engravidar a Paula algum dia, depois de 2 anos vou engravidar você também. Quero um filho com você. Ooohhhhhhhhh, gozei começando a jorrar meu sêmen no fundo de seu cuzinho.

– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuu.

Com as convulsões de seu corpo, percebi que mamãe gozava comigo em um orgasmo improvável, como todo o resto que foi improvável com ela até aquele momento.

Eu a estocava sem dó e conforme o imenso orgasmo a tomava, seus braços foram perdendo sustentação e ela foi deitando de bruços e fui junto não parando meus movimentos até que seu orgasmo não terminasse e ele acabou logo após o meu, não tão longo como seus orgasmos vaginais.

Apoiado nos antebraços eu pressionava seu corpo sem a afogar e a beijava na nuca exposta, nas costas e na lateral do pescoço com uma de suas bochechas deitada no colchão.

Meu pau ia e vinha em seu cuzinho devagar sem vontade de parar, mas precisava dar um alivio a ela e quando ameacei tirar ela não deixou.

– Deixa aí até escorregar para fora sozinho.

Beijei sua bochecha.

– Te machuquei mãe?

– Para colocar não, mas no fim você abusou só que foi importante para que eu gozasse também, então está perdoado, brincou.

– Se quiser coloco pomada depois. Tenho duas mães enfermeiras e sei fazer isso pois aprendi com elas, brinquei.

– Precisa ficar longe dele pelo menos uns dois dias, então se precisar eu passo, brincou também.

– Só dois dias? Que bom. Imaginei que ficaria uns 10 dias.

– Não é sempre não, mas de verdade eu gostei. Até consegui gozar com o que você falou.

– Te excitou mãe?

– Muito, mas sei que foi só para me provocar.

– Quando pensei achei que era só para provocar, mas depois me vi querendo de verdade. Sem a Paula engravidar, seria maldade com ela, mas se ela engravidar, poderia deixa-la curtir pelo menos um ano antes de te engravidar. Sua gravidez foi incompleta e quero que tenha a experiencia completa, falei com cara de safado, mas ela estava de lado não vendo muito bem.

– Não sei como você faz, mas vai conseguindo me convencer do que nunca nem imaginei fazer.

– Então você aceitaria?

– E adianta não aceitar se você vai me convencer? Sou enfermeira e sei dos riscos, mas você implantou esse desejo em minha mente. Bem que a Paula diz que você é perigoso, sorriu.

Senti meu pau murcho escapando para fora.

– Nem tudo que desejamos conseguimos mãe. Se um dia chegarmos a esse momento, conversaremos de novo e com a Paula junto. Acho que estou querendo dar um salto maior do que minhas pernas, pois antes tem algo muito complicado que se chama Paula.

Mamãe riu.

– Você tem razão, mas estou tentando a fazer pelo menos provar.

– Ela me disse que percebeu que você está fazendo isso.

– Ahhh é? Ela não me falou.

– Vamos tomar outro banho mãe.

Fomos para o banho, mas desta vez sem massagem porque mamãe já estava completamente relaxada.

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