Me mantive sentado no sofá, ainda tentava digerir tudo que tinha visto. Tudo estava claro, aquele negro desgraçado havia comido a minha mulher. A mulher que eu levei ao altar, a esposa que me enchia de orgulho foi comida igual uma vagabunda qualquer, sem camisinha e na cama que a gente dormia. Eu ainda tremia, mas não sabia se era de raiva, tesão ou tristeza.
O negrão tinha entrado no banheiro, aparentemente para tomar banho. Era o momento ideal pra confrontar a Luiza, se ela não tinha me visto ou se estava fingindo naturalidade, esse era o momento certo. Mas não fui, primeiro precisava decidir o que fazer. Eu iria pedir o divórcio, sim, estava decidido, mas antes tinha que descobrir como provar a traição. Não iria dividir os bens que eu tinha trabalhado tanto para acumular. Ela queria me trair, pois bem, sairia com uma mão na frente e outra atrás.
Luiza chegou do quarto com um vestido azul, solto que mostrando suas coxas grossas. Ela tinha secado o cabelo, parecia feliz, relaxada.
- Amor, por que voltou tão cedo?
Ela me deu um beijo na cabeça e deu um cheiro no cabelo, o tipo de carinho que ela costuma fazer. Passou por mim e se atirou no outro sofá. Colocou uma almofada na nuca, puxou o cabelo para trás e ficou me olhando deitada.
- Você está bem?
- Claro, é que cancelaram a reunião.
- Que bom né. Assim você pode ficar comigo.
- Vamos ter que voltar amanhã. Vou ter que voltar a trabalhar mais cedo.
- Ahh sério? Por que amor?
- Demandas do serviço.
- Deve ser algo bem sério. Você está com uma cara.
- Vai ficar tudo bem.
Luiza me olhou e sorriu falando “tá bom”. Como ela é linda e ainda mais gostosa deitada naquele sofá. Nesse momento ouvi a porta do banheiro se abrindo, virei e vi o negrão saindo banheiro só de bermuda, ainda estava mancando, quando olhei para ele vi que estava sorrindo.
- Sabe Ricardinho, minha enfermeira cuidou muito bem de mim na sua ausência.
Virei e olhei para Luiza, ela ficou em silêncio olhando para ele, depois olhou para mim com uma expressão séria. Virou para ele e disse:
- Não está na hora de você ir embora?
- Ah, agora me trata com desdém. Eu estou com fome, não posso ir de barriga vazia.
- O que você quer comer?
Ele deu um sorriso, vi que Luiza também deu um sorriso meio sem jeito.
- Para de frescura se não vou botar veneno na sua comida.
- Faz um sanduiche pro teu negrão. Você não vai querer né. Deve estar bem cheinha.
Ela respondeu “pior que estou, vou no banheiro” foi um soco na barriga, mas o pior, eu estava de pau duro. Algo no que vi me deixou excitado, mas ao mesmo tempo com a raiva e indignação.
Assim que Luiza se levantou e passou pelo negrão, ele deu um tapa tão forte na bunda dela que ela chegou a pular pra frente. O vestido levantou mostrando sua bunda enorme com uma calcinha branca enfiada. Negrão debochado ainda falou “e não demora!”. Deu pra ouvir ela respondendo baixinho “cachorro”.
Logo depois ele se deitou no sofá e colocou as pernas pra cima.
- Vou tirar um cochilo, vizinho. O negrão aqui está velho, não tenho mais aquela energia, eu estava com o saco meio cheio sabe...
Nem me dei ao trabalho de responder, fiquei enviando mensagens pro meu chefe falando que iria voltar a trabalhar mais cedo. Passou 5min e comecei a ouvir o ronco do negrão. Como pode, um ser tão nojento e repugnante ter comido a minha esposa?
Luiza saiu do banheiro e foi pra cozinha. Nesse meio tempo recebi uma resposta muito feliz do meu chefe falando que poderia voltar quando quisesse. Menos mal.
Minha esposa chegou com o sanduiche em um prato e um copo de algum refri, ou algo assim. Deixou as coisas em uma estante, chegou perto e sacudiu de leve para ele acordar. Ele tomou um susto:
- Estava sonhando com você.
- Eu imagino. Respondeu Luiza. Quer mais alguma coisa?
- Não, minha rainha, obrigado.
Luiza passou por mim e foi para o quarto. Como não suportava mais aquele maldito, fui no banheiro tomar um banho. Estava colocando a roupa suja no cesto e vi uma calcinha branca. Parecia com a que a Luiza estava vestindo quando tomou um tapa na bunda. Virei ela na ponta dos dedos, estava cheia de porra.
Entrei no chuveiro, meu pau estava quase explodindo, tive que bater uma punheta. Nunca gozei tão forte na minha vida.
Quando sai do chuveiro vi a Luiza arrumando as malas. Ela falou que o negrão tinha ido embora. Claro que sim, já tinha feito tudo que queria e ainda saiu de barriga cheia. No restante do dia arrumamos as coisas para ir embora no outro dia pela manhã. Eu estava tentando agir com naturalidade e ela continuou sendo carinhosa, como sempre.
A noite coloquei uma série na TV e me deitei na cama pra assistir. Luiza entrou no quarto, puxou o vestido de cima para baixo ficando somente com uma calcinha azul clara. Os cabelos loiros contrastavam com o corpo dourado pelo bronze na praia. Ela começou a passar um creme corporal que sempre passava antes de dormir. Eu já nem olhava mais para a TV, meus olhos estavam focados naquele corpo, aqueles seios enormes e bicudos, eram uma de arte. Meu pau levantou em menos de 10 segundos.
Mas, e se o negrão tiver engravidado ela? Aqueles peitos iriam alimentas os filhos pretos dele? Me lembrei que ela tinha parado de tomar anticoncepcional, o objetivo era de tentar engravidar nessas férias. Será que conseguiu?
Enquanto ela passava creme olhando para TV, eu ficava cuidando seu corpo. As coisas tomaram um rumo inesperado, ainda deve ter porra daquele negro dentro do útero dela. Ao invés de nojo, meu pau ficou ainda mais duro.
Luiza terminou de passar o creme e foi no banheiro. Voltou logo depois, pegou uma camisa minha e deitou ao meu lado da cama. Colocou a cabeça no meu ombro, e ficou quieta olhando a série. Não perdi tempo e coloquei a mão por baixo da camisa, apertando seus seios. Eram os mesmos que o negrão tinha chupado a tarde.
- Amor, que safadeza é essa?
Ela virou o rosto pra mim enquanto eu passava a mão. Já que no final iriamos nos separar, queria aproveitar uma última vez aquele corpo lindo. Então veio um balde de água fria.
- Amor, estou tão cansadinha.
Ela olhava pra mim. Vi seu rosto deitado no meu ombro, aqueles olhos verdes, a boca fazendo biquinho, como que pedindo desculpas.
- E como eu fico? Respondi colocando a mão dela no meu pau duro.
- Eu te ajudo a aliviar, amor.
Luiza tirou meu pau de baixo da cueca e ficou punhetando ele por baixo do lençol.
- Você deve estar muito estressado do trabalho né?
- Simmm.
Respondi olhando pra mão dela se mexendo de cima pra baixo no lençol. Mal ela sabia, mas o meu estresse era de ver ela sentando no pau descomunal daquele vizinho arrogante. Ela devia é estar com a buceta toda arregaçada.
- Então a tua esposinha vai tirar esse seu estresse. Joga esse leitinho pra fora joga..joga.
Ela falava baixinho no meu ouvido. Já estava quase gozando em menos de 30 segundos, puxei o lençol pra não sujar tudo. Aquela mão macia vinha ponta da cabeça do meu pau até o fim, leve, sem fazer força. Avisei que ia gozar. Luiza falou baixinho no meu ouvido:
- Joga pra fora, amor. Você não quer ser papai? Quer? Deixa eu ver o seu leitinho.
- ahhhh, eu vou gozar! eu vou gozar!!!
Gozei com força, minha porra caiu em cima da minha barriga e olha que eu já tinha batido outra no banheiro a tarde. Era muito tesão acumulado.
Luiza tirou a mão do meu pau, estava toda gozada.
- Minha mão ficou quentinha, amor.
Ela se levantou e foi no banheiro. Fiquei deitado, respirando fundo, de barriga pra cima. Ela voltou, foi minha vez de ir me lavar, quando voltei pra cama ela já estava deitada de lado, dormindo.
Acordei, olhei para o lado e Luiza não está ali. Fiquei na cama mexendo no celular, vendo memes no Instagram. Luiza entregou no quarto trazendo um café da manhã para mim.
- Meu príncipe acordou tarde.
Me sentei na cama, ela colocou no meu colo um prato com frutas e um xicara de café quente. Meu deu um beijo e disse que ia se arrumar para gente ir embora. Tomei meu café tranquilo, mas queria ir o mais rápido possível. O que tinha acontecido naquela cama estava batendo na minha cabeça.
Colocamos as coisas no carro e pegamos a estrada. Luiza estava linda com um vestido amarelo com uma rasteirinha no pé. A cor do vestido combinou com o seu cabelo loiro. Ela colocou um óculo escuro e ficou curtindo música durante o trajeto. As vezes ficava mexendo no celular e tirando fotos das paisagens.
Quando chegamos em casa, estacionei o carro de ré na garagem e comecei a tirar as malas. Luiza estava abrindo as janelas da casa. Em pouco tempo ouvi o barulho de umas palmas no portão. Vi que era o Mauro.
Não tinha pensado no que falar quando encontra-se ele. Se ele perguntar das fotos e como o negrão foi parar lá... Preferi nem tocar nesse assunto:
- Mauro, parabéns meu amigo!! O pai do ano!
Demos um abraço, dois tapas nas costas.
- Como está a Samanta? Deve estar nas nuvens.
- Ela está muito feliz, mais um pra conta. Quem venha com saúde né.
- Amém. Mas foi planejado?
- Sabe que não. Acho que foi um toque divino mesmo.
Luiza, saiu de casa e veio parabenizá-lo pela novidade. Disse que depois iria fazer uma visita para dar um abraço na Samanta. Mauro, perguntou se eu iria voltar para o trabalho amanhã, respondi que sim. Ele disse, “blz, então a gente se vê amanhã lá. Bem-vindos de volta!” e foi para sua casa.
Quando cheguei no trabalho foi muito bem recebido por todos. O que achei estranho é que ninguém me perguntou sobre as fotos. Estava pronto para responder que era uma IA, que aquilo não era real, algum hacker devia ter montado aquelas fotos. Tenho certeza de que o Mauro não iria me contradizer no grupo.
Mas ninguém perguntou, nem uma piada ou gracinha. Senti um clima estranho, mas podia ser coisa da minha cabeça. Afinal eu ainda estava meio atordoado com tudo que tinha acontecido. Mesmo assim, eu já tinha estabelecido um plano, iria pegar no fraga e fazer um registro. Depois entrar com o divórcio.
Eu ainda amava minha esposa. Não sabia como iria conseguir viver sem ela. Ainda assim, precisava por um ponto final naquela humilhação.
Manhã foi de reunião em reunião. A tarde estava mexendo no celular e vi aquela foto. A maldita foto da Luiza pelada com ele na praia. Olha para ela de óculos sorrindo, logo depois olhou para o pau descomunal do negrão. Ainda não acreditava como aquilo tinha cabido dentro dela.
Tive uma percepção. Algo me dizia para voltar para casa. Não sabia como, mas tinha algo errado. Falei que tinha que dar uma saída, peguei o carro e voltei pra casa.
Para dar o flagrante não estacionei o carro na frente da minha casa, parei ele na frente da casa do Mauro. Quando saí de carro ouvi um barulho vindo de dentro. Parecia o barulho de alguma coisa batendo na parede. Olhei para os lados para ver se não tinha ninguém olhando e fui no portão. Estava trancado, tive que pular.
Fui em direção aos fundos, parecia vir do quarto dos dois. A cada passo o barulho só aumentava, comecei a ouvir o gemido de uma mulher e o barulho de uma coisa rangendo no chão. A janela não estava nem fechada. Coloquei só uma parte do rosto na janela para não ser notado.
Na cama estava a Samanta de 4. Atrás dela o negrão estava cravando com toda força. Ela estava vestindo uma meia cinta liga preta. O negrão puxava suas cabelo ao ponto de o pescoço ficar para cima. Ele não era nem um pouco carinhos.
Ela gemia igual uma puta, na verdade, muito mais que uma puta. Parecia outra mulher, não era a esposa amoroso que convivíamos, parecia uma preza na mão de um predador. Ambos estavam suados, sinal que já estavam fudendo a tempos
Como estava em uma visão lateral dos dois tinha que colocar a cabeça pra olhar e tirar rápido para não ser visto.
- Estava com saudade do pau do negrão?
- Simm! Muita! minha bucetinha não aguentava mais..
Logo ouvi um tapa forte. Olhei de novo, não tinha percebido como a Samanta era gostosa, os peitos siliconados balançavam pra frente e pra trás. A bunda enorme chegava a fazer ondas com cada estocado do negrão.
Dei uma olhada pra rua pra ver se alguém estava me olhando, mas não havia ninguém. Peguei o celular e coloquei para gravar. Coloquei a parte da câmara bem de leve na janela. Só podia ouvir o negrão perguntar quem era a putinha dela e ela responder que era ela.
Depois de uns 15 segundos eu já tinha o registro que precisava. Guardei o celular no bolso e olhei de novo.
Negrão tinha largado os cabelos negros dela, estava com as duas mãos nas ancas. Samanta chegava a revirar os olhos de tanto prazer. Olhei para o Negrão e vi que ele olhou para o quadro na cabeceira, era uma foto da Samanta e do Mauro. Vi seu rosto sorrir, era um sorriso de satisfação. A impressão aquilo pra ele era um jogo, onde ele maior conquista era comer a casada na cama do marido.
- Vai levar a bucetinha cheia pra corno vai?
- Sim, meu macho.
- Ele notou o gostinho da última vez?!
- Safado!
- Pede meu leitinho, pede...
- Dá leitinho pra sua puta! Essa buceta estava com saudade da sua porra quentinha!
O desgraçado cravou o pau lá no fundo e soltou um urro que até os vizinhos devem ter escutado. No susto resolvi sair dali o mais rápido possível, mas pude ouvir a voz da Samanta dizendo com uma voz manhosa: “cachorro!”.
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