Eu estava no Banco de traz do carro, trajando apenas um leve hobby de seda para evitar borrar uma tatuagem que tinha acabado de fazer. Sou Yumi, na época tinha uns 19 anos. Sou uma japonesinha pequena, de seios e bumbum pequenos, mas redondinhos, olhos amendoados, pele muito branca e cabelos até mais ou menos os ombros. Minha tia Saori ia no banco de passageiros à minha frente. Ela é uma japonesa cavala, cujo corpo lembra muito uma atriz pornô dos anos 90, chamada Asia Carrera. O corpo de ambas, quando a Asia Carrera estava no auge, era muito parecido, mas minha tia tinha um rosto mais harmonioso e bonito. Roger, que dirigia o carro, era namorado da minha tia e estava me comendo também, num relacionamento que tenho contado aqui há vários meses.
O carro era um sedã de vidros escuros e eu ia soberba no banco de trás, me sentindo importante, enquanto Roger dirigia e minha tia conversava com ele coisas banais, como oportunidades nos investimentos que faziam. Naquele momento eu não era nem um pouco corroída pelo sentimento de desconforto por estar indo, muito possivelmente, me envolver em situações sexuais à revelia do meu namorado. Talvez me achem uma cadela vadia, mas eu simplesmente não me lembrava disso naquele momento. Podem me condenar, se assim quiserem, mas estou sendo sincera ao máximo e não vou negar a realidade para construir uma imagem minha melhor do que eu era na época.
Estávamos numa estrada vicinal e passavam campos e mais campos de pasto, que estariam cheios de gado se não fosse noite. De repente emendava uma sequência de campos lavrados com plantação que eu não saberia identificar mesmo que não estivesse escuro já. E as paisagens se sucediam enquanto eu me perguntava o que ia acontecer nessa noite.
Entramos numa estrada de terra, passamos por uma porteira e chegamos a uma casa-fazenda avarandada, com um vasto gramado muito bem iluminado por holofotes e, de distância em distância, via-se seguranças vestidos de preto observando os limites da fazenda e o nosso carro que chegava. Paramos num estacionamento calçado por bloquetes de concreto e já havia mais alguns carros parados ali. As vagas eram cobertas e individualizadas; havia uma cortina de lona separando cada vaga, garantindo privacidade para quem desembarcasse. Quando paramos, um segurança baixou uma cortina atrás do carro, escondendo a placa e nossa presença. Sei que havia outros carros porque vi várias vagas já fechadas, enquanto vagas não ocupadas aguardavam com a "tenda" aberta.
Meu coração se acelerou. Estava muito curiosa sobre aquilo tudo, mas não me atrevia a perguntar. Estou tentando contar da forma como foi se revelando pra mim, para que vocês sintam o que senti naquele dia, mas será muito difícil passar essas sensações e seria necessário um livro inteiro para descrever o turbilhão de emoções que senti a cada nova visão.
Minha tia mexeu numa bolsa e entregou para o Roger uma máscara "colombina". Ou máscara veneziana, como alguns a chamam. Máscara "colombina" é uma máscara que cobre a parte superior do rosto, que vocês já devem ter visto em filmes sobre bailes e carnavais em Veneza. A máscara dele era preta, sem detalhes, somente para encobrir sua identidade. Parecia ser sob encomenda, pois se moldava a testa e ao rosto dele de forma muito precisa, deixando descoberto o buço, a boca e o queixo .
Depois ela entregou a minha máscara e gostei muito. Vestia meu rosto, tendo forma para o meu narizinho e descia pela lateral cobrindo minhas faces. Também deixava descoberto meu buço, boca e queixo. Lembrava uma raposinha, cor de caramelo em cima e ia ficando clara até ficar completamente branca embaixo. Também parecia ter sido feita sob medida, embora eu nunca tivesse tirado qualquer molde. Parecia que o objetivo era mesmo simular uma raposinha, pois tinha uns risquinhos representando os bigodinhos na lateral do rosto próximo ao meu buço e a ponta da parte que cobria o nariz era pretinha. Lembro de ter pensado "então serei a cadelinha da noite" rsrs
Em seguida ela própria vestiu uma máscara, negra como a do Roger, mas com detalhes dourados e marrons, que imitavam penas, simulando uma ave de rapina, também muito bonita e cobria o rosto dela da metade pra cima. Uma predadora, impunha respeito. Notei que o espaço que deixava na face entre a lateral e boca era maior que o espaço que havia na máscara masculina do Roger. Logo imaginei que a máscara feminina previa que nossas bocas precisavam de espaço para abrir mais, para fazer coisas que uma máscara masculina não precisava. O pensamento me excitou.
Desembarcamos do carro e vi que Saori tinha em mãos uma algema com pulseiras de couro unidas por uma corrente muito brilhante de uns 15 centímetros, ou seja, não era uma algema de imobilização, era uma algema ritualística, e eu sabia que era pra mim.
-Fique nua - Ela falou
"O que? Eu ia andar pelada no meio das pessoas?" - pensei e hesitei um pouco, mas a empolgação que sentia não diminuiu.
Retirei o hobby que vestia e joguei no banco do carro, que ainda estava com a porta aberta.. Um calor subiu pelo meu corpo. Era de excitação e de ansiedade. Foi como se todo o meu corpo entrasse no clima e clamasse por sexo. Já nua, fiz menção de retirar a sandália.
-Não. A sandália, não. Pode ficar calçada.
Obedeci e me virei de costas oferecendo meus pulsos para ela abotoar a algema de couro. Ela pareceu ter gostado da iniciativa de me oferecer a imobilização e correu a mão pela minha pele, vendo que eu estava arrepiada.
-Está com frio? - perguntou.
-Não senhora - respondi e não estava mesmo com frio. Era uma noite quente e muito agradável.
Ela, que estava às minhas costas, levou a mão entre minhas coxas, buscando minha xoxota e facilitei pra ela, abrindo ligeiramente as pernas e ficando nas pontas dos pés, me inclinando um pouco, como convém a uma boa e obediente escrava.
Ela apalpou e introduziu um dedo na carne macia da minha xoxotinha, me arrancando um suspiro de prazer. Retirou-o completamente molhado.
-Só de ficar pelada e ser algemada já está doida por uma rola? - Ela perguntou falando na minha nuca, próximo do meu ouvido, mas alto o suficiente para que Roger ouvisse. Não respondi nada, mas os biquinhos dos meus seios endureceram na mesma hora. Me atrevi a olhar pro Roger e ele tinha uma expressão de satisfação no rosto, um certo orgulho de ter me treinado. Ela fechou as pulseiras de couro em cada um dos meus braços e senti o frio gelado das correntinhas de metal se apoiando no meu bumbum.
-Vire-se! - Ela ordenou
Primeiro enfiou os dedinhos melados pela incursão na minha xoxota em minha boca, para que eu limpasse. Em seguida abotoou uma gargantilha larga, de couro, com várias pedras brilhantes, no meu pescoço. Era uma "coleira de luxo", ritualística também, e nela foi encaixada uma corrente muito brilhante com quase dois metros de comprimento, eu acho.
-Hoje você vai ver coisas que nunca viu antes. Não fale se não for solicitado, não se mexa se não for ordenado. Observe e obedeça.
-Sim senhora.
-Haverá torturas, haverá leilões humanos. Haverá pessoas recebendo castigos cruéis. Mas você está comigo e eu te protegerei. - Me arrepiei sabendo que ela me protegeria e ela continuou falando - Quero que conheça as nuances do mundo S&M, os tons mais claros e os mais escuros. Quando eu achar necessário darei alguma explicação. Não pergunte.
Me apressei em concordar. Estava super ansiosa e havia aquela sensação de temor, de estar prestes a pular numa piscina gelada, e depois que pulasse não teria mais volta. Isso me assustava. E isso me excitava. Olhei para baixo e vi que meu corpo estava deliciosamente ainda mais arrepiado clamando por afagos, castigos ou rola, ou tudo isso ao mesmo tempo. Eu estava prestes a sair completamente nua numa pequena multidão. Tudo era assustador. Era inevitável. Era fora do meu controle. Meu rosto encoberto pela máscara e a certeza que não me reconheceriam me davam a segurança de prosseguir. Me ocorreu que talvez eu fosse ser açoitada em público. Meu estômago apertou.
Me lembrei de que, logo que começou meu treinamento eu tinha pesquisado por filmes de S&M e havia achado muita coisa bizarra, mas tinha achado um filme francês, "História de Ó", que era um soft porn em que a atriz era "lindamente" açoitada por outras mulheres tão lindas quanto ela própria e aquilo tinha sido excitante. Mas hoje eu sabia que não havia tanto glamour assim em ser açoitada. Havia dor, havia o medo de ficar com a pele marcada...
Meu Deus! Que mais fariam comigo? Mais cedo, antes de sair de casa, Roger tinha me beijado a boca e falado para não decepcioná-lo. Ele esperava que eu não pedisse arrego. Eu não poderia envergonhá-los diante da comunidade deles. Eu conseguiria?
-Vamos? - Ela se dirigiu ao Roger, que usava um blazer preto, camisa e calças pretas e um sapato lustroso. Estava muito elegante, um senhor do sadismo e dos calabouços. Que maldades estaria planejando para mim? Se pelo menos eu pudesse saber antecipadamente... Ai... que ansiedade que dava.. Ele parecia super tranquilo, embora me observasse como quem tentasse ler meus sentimentos.
-Vamos - ele respondeu a abriu a porta no fundo da "tenda-garagem". Eles saíram andando de mãos dadas. Minha tia enrolou parte da corrente em sua mão e deu um leve puxão me fazendo andar atrás deles.
Logo de cara vi que estava numa situação privilegiada. Um outro casal seguia na nossa frente, dom e dominatrix, e puxavam uma escrava que andava de quatro e era nítido que ela sofria para andar naquele piso rústico. Ela ainda usava um plug anal com uma calda de cachorrinha, que lembrou uma que usei nos primeiros contos aqui da série, mas lá eu estava dento de casa, no carpete. Me senti grata por meus donos terem me equipado com acessórios elegantes e não me expondo daquela maneira feia e muito humilhante. Eu andava um ou dois passos atrás, mãos algemadas, corrente na coleira do meu pescoço, mas estava elegante e sensual. Foi a primeira pequena vitória da noite ver a humilhação daquela outra escrava. Diminuímos o passo para não alcançar o casal a frente.
Havia dois seguranças na entrada e Roger entregou pra eles três convites. Eles agradeceram e colocaram uma pulseira fosforescente azul no braço dele e no braço da Saori. Depois colocou uma pulseira cor de rosa em mim e imediatamente entendi que aquelas cores diferenciavam senhores e escravos porque tinha visto eles colocarem uma da mesma cor na mulher que andava de quatro na nossa frente. Assim que chegaram na portaria ela se postou de joelhos, mãos pra trás e estendeu o braço quando o segurança mostrou a intenção de vestir a pulseira nela, bem a minha frente, e vi que ela recebeu uma pulseira da mesma cor que eu. Mais tarde vi que havia outras cores de pulseiras e que essas cores ajudavam a definir as "áreas frequentáveis". Todas eram fosforescentes, eram vistas no escuro, o que dificultava a presença de penetras, alguém que se esgueirasse até o local e conseguisse driblar a segurança.
O segurança tentou disfarçar mas encarou muito meu corpo, focando muito na minha bucetinha. Morri de vergonha e instintivamente tentei me proteger. Tentei me cobrir com as mãos, esquecendo por um momento que elas estavam algemadas às costas. Percebi que se eu levasse só uma mão e a outra acompanhasse o trajeto dava pra encobrir a bucetinha do olhar indiscreto. Mas ficaria muito evidente. Então fechei as pernas o mais que pude e me curvei um pouco para me esconder dele. Nessa hora senti que minha xaninha estava muito quente e carente. Começou a me bater outro medo... O do meu caldinho começar escorrer pela perna. Eu não teria como esconder isso e nem teria como me limpar! O coração acelerou.
Quando o segurança abotoou a pulseira em mim eu tenho certeza que ele estava olhando minha bunda. E que ele continuou olhando depois que seguimos porque, infelizmente, não havia ninguém para ser atendido em seguida.
Entramos e era um saguão muito grande. Lembro de ter pensado que aquilo devia ser, em dias normais, um local onde estacionavam as máquinas agrícolas da fazenda. Havia divisórias. Muitas divisórias, algumas pretas, outras imitando muros de pedras.
Nesse saguão de acesso havia divisórias imitando um muro de pedras e havia alguns escravos imobilizados ou presos em gaiolas. Havia uma mulher pendurada e com um espaçador que a impedia de fechar as pernas. Estava amordaçada e parecia estar bem, apesar da expressão de sofrimento. Havia outra que estava presa numa berlinda, que pra quem não conhece é aquele instrumento de tortura medieval, onde a vitima coloca a cabeça e as mãos em furos num tronco e ficam presas numa posição própria para ser sodomizada, penetrada na buceta, chicoteada ou mesmo ser fodida na boca. Já estive num desses, na masmorra da minha tia, conforme contei nos primeiros contos que publiquei, e é um sentimento bem opressivo estar tão subjugada. Em público assim, na frente de desconhecidos com certeza era pior.
Havia também um homem preso em uma das paredes de frente pra nós, com braços e pernas abertas e presos à correntes passadas por argolas. E nele havia um objeto que nunca tinha visto até aquela data. Uma gaiola de castidade. É uma peça que envolve o pênis, sendo abotoada com um cadeado por trás das bolas, tornando impossível ser removida sem as chaves. Esse instrumento ataca a masculinidade da vítima porque a impede de ter ereções, já que qualquer ereção causa muita dor no coitado. Além disso, tende a atrofiar o tamanho do pênis, fazendo-o ficar um pouco menor por passar muito tempo curvado, mole e condicionado a não sentir tesão.
Na última parte do corredor havia gaiolas de mais ou menos um metro cúbico de espaço interno, com pessoas em seu interior, que olhavam para nós com expressão indiferente. Estavam algemadas com as mãos às costas e alguns estavam amordaçados com gag-balls, bolinhas que ocupam a boca e ficam presas por correias que dão a volta à cabeça.
Havia muitas peças de decoração, todas na temática calabouço medieval ou senzala de escravos. Não vou descrever todas porque senão esse conto vai ficar muito longo.
-Esses escravos estão sendo castigados. Ou pediram essa experiência aos seus senhores ou estão sendo punidos por alguma falha. - disse minha tia, reduzindo o passo e falando perto do meu ouvido - Algumas desobediências graves são puníveis dessa forma, com exposição pública, dependendo do contrato de cada um. Mas lembre-se que eles têm sempre a opção de não aceitar usando a senha combinada.
Concluí que ela me disse isso para me tranquilizar. Chegamos ao salão e havia várias mesas no lugar, umas dez, mais ou menos, mesas ricamente decoradas, como aquelas mesas em casamentos. O ambiente era escuro, iluminado com uma luz avermelhada somente o suficiente para vermos as cenas que se desenrolariam num palco à frente, feito em piso frio que imitava um piso de pedras.
Chegamos ao nosso lugar e uma escrava completamente nua usando uma pulseira amarela puxou a cadeira pra eles se sentarem. havia uma cadeira pra mim, mas fui deixada em pé. Olhei em volta e haviam casais com escravos ou homens sozinhos com sua escrava. Invariavelmente a escrava estava de pé ou de joelhos ao lado da mesa, nunca sentada numa cadeira.
-Postura, Yumi - disse minha tia e enrijeci meu corpo e parei de olhar em volta.
Um escravo completamente nu e com uma gravata borboleta se aproximou e entregou um menu de opções para meus senhores e ficou aguardando o pedido. Pediram bebidas pra eles e água pra mim. Quando voltou, o escravo os serviu, deixando uma garrafa de whisky para o Roger e um coquetel decorado para minha tia.
Depois serviu água num copo e aproximou na minha boca. Entendi que ele ia me dar de beber por eu estar algemada e aceitei.
-Não beba muito, Yumi. Não vou te levar ao banheiro - Disse Saori.
Bebi só meio copo depois desse aviso. O escravo colocou o copo na mesa e usou a toalha em seu antebraço para retocar meus lábios que tinha molhado um pouco no processo. Ele dava olhadas rápidas para meus seios e minha xaninha, como se tivesse medo de ser flagrado olhando para esses lugares. Me senti muito lisonjeada com isso. Já era o segundo homem me olhando com desejo. Olhei pra ele com uma expressão superior de desdém, como minha tia fazia comigo, e ele se encolheu todo, como se achasse que eu fosse denunciar a indiscrição dele. Olhei para o pau dele, pra ver se estava duro, e constatei que ele também usava uma gaiolinha prendendo o pau. E era uma gaiolinha minúscula, muito pequena, indicando que ele provavelmente tinha aquela condição de micro pênis.
Tadinho... fiquei com dozinha de o ter encarado com desdém segundos antes. Sei como os homens valorizam o tamanho do pau. Embora eu mesma, prefira os "não exagerados", que acabam machucando muito, sexo para esse rapaz seria praticamente impossível. A julgar pela gaiolinha o pauzinho dele devia ter no máximo uns 8 centímetros e era bem fininho.
A luz do ambiente escureceu bem e um palco à frente foi iluminado.
-De joelhos, Yumi - Disse minha senhora e obedeci.
Joelhos no chão, afastados como tinha sido ensinada que uma escrava devia fazer, expondo a bucetinha ligeiramente aberta, demonstrando sua submissão. Ia começar algum espetáculo e todos os escravos que estavam em pé agora tinham se ajoelhado para não obstruir a visão do palco.
Havia uma estrutura de açoite, em formato de roda. Entrou uma dominatrix puxando por uma corda uma escrava muito jovem, com seus 25 anos no máximo. Estava amordaçada e algemada com mãos às costas e tinha os pés acorrentados, o que a obrigava dar passos curtos. No silêncio do recinto ouvíamos até a respiração ofegante da menina. Parou diante da enorme roda, maior que a altura dela, e seus braços foram soltos da algema e presos na roda. Depois seus pés também foram presos e ela ficou como aquele desenho do "Homem Vitruviano" de Leonardo da Vinci. Depois de imobilizada, a dominadora caminhou até uma mesinha e pegou prendedores e correntinhas. Abotoou cada um dos mamilos da moça com um prendedor e ela gritou. O primeiro grito da noite. A dominatriz a deixou sofrer um pouco enquanto ouvíamos ela gritar coisas como "por favor, tira" com aquela voz ridícula que sai de bocas amordaçadas com gag-balls, e depois se aproximou, retirou os prendedores e massageou os biquinhos dos seios, ajudando a reduzir a dor. Depois abotoou os novamente, foi à mesa e trouxe pesinhos que pendurou nos prendedores. A moça gritava muito e evitava se mexer. Sei disso porque já passei por essa tortura e quanto menos se mexer, mais fácil suportar o peso. Apesar disso, um prendedor se soltou, escorregando até o bico do seio. Ouvi o "click" e senti junto a dor, acompanhado pelo grito. Deve ter doído muito quando ficou bem na pontinha. A dominatriz se aproximou e deu vários tapas em ambos os seios, fazendo a moça chorar muito e implorar clemência. A cada tapa os prendedores eram chacoalhados pelo movimento dos seios e essa dor devia ser horrível. Eu já tinha passado por aquela experiência e confesso que assistir era pior do que ser submetida. Olhei em volta e na completa escuridão do lugar todos pareciam observar com tesão a cena.
A dominatrix retirou o prendedor que sobrara e dessa vez não massageou o mamilo torturado. Em vez disso, se dirigiu a um balde prateado onde havia uma garrafa de bebida e pegou pedrinhas de gelo. Alisou os mamilos da escrava com eles, de forma que parecia carinhosa, mas que deveria incomodar, afinal, era gelo na pele de uma mulher. A escrava se encolhia, mas não estava gritando como antes. Ela gemia num tom ambíguo, denotando dor, mas também prazer. Todo o corpo dela foi acariciado pelo gelo. Depois a senhora pôs a pedrinha na boca e chupou os seios dela. Isso deve ter sido prazeroso. Foi a primeira vez na noite que a escrava se sentiu valorizada. Seus seios estavam sendo chupados enquanto a dominatrix lhe acariciava o grelo e a xoxotinha com outra pedra de gelo. Quando cessou essa cena, a moça parecia bem mais calma. A dominatrix girou uma alavanca ao lado e a roda suavemente foi se deitando, parou quando estava inclinada a uns 30 graus mais ou menos. Duas TVs se acenderam na parte de cima do palco , o que jogou um pouco de luz em nós na plateia. Olhei em volta discretamente e todos estavam muito concentrados na cena. Alguns escravos nitidamente temiam o que acontecia no palco. Me peguei pensando se deveria temer também. Não fui avisada de nada. Será que aquela moça foi avisada que seria torturada em público? E se tivessem algo planejado pra mim? Eu com certeza usaria a palavra. Não aceitaria ser exposta daquele jeito. Meu maior medo era ser reconhecida. Uma coisa era estar no meio das pessoas, outra seria estar na frente de todas as pessoas sendo exposta, sendo o centro das atenções. Não... não queria aquilo e não aceitaria.
No palco uma vela foi acesa e a dominatrix passou a pingar cera quente no corpo da indefesa escrava. Ela gritava muito, mas eu sabia que era exagero. Essas velas são especiais e derretem mais fácil que vela comum. A cera quente dá um certo calor ao pingar, mas se esfria rapidamente e não dói muito. De qualquer forma era excitante assistir isso. Pelas TVs víamos o quanto o corpo dela estava ficando coberto de cera. Nessa altura já tinha se passado uns 30 minutos de "show". A escrava foi solta e a casca de vela cobria seu corpo quase inteiro...Coxa, ventre, seios.. A senhora se sentou sensualmente na mesa e puxou o fundo do seu maiô para o lado, expondo sua buceta para ser lambida. A escrava começou a atuar na xoxota e as cascas de vela às vezes se deslocavam de seu corpo e caiam no chão. A Senhora forçava a cabeça dela e batia muito em seu rosto, tornando difícil ela se concentrar e proporcionar prazer. O objetivo era claro: humilhar a subalterna e não obter prazer em seu clitóris. Era tanto tapa e tão fortes que minha excitação inicial pela cena foi substituída por pena pelo destino da pobre garota, que estava com bochechas vermelhas e lágrimas molhavam seu rosto. Mas ia ficar pior... A dominadora alcançou um chicote de cordas curtas e passou a açoitar as costas da escrava, que gritava a cada açoite e riscos vermelhos apareciam em suas costas. Fiquei na expectativa da escrava ser penetrada por um cintaralho mas não teve isso. Em certo momento, a luz do palco se escureceu totalmente e quando iluminou de novo as duas tinham saído.
Uma rápida limpeza foi feita no palco por duas escravas que pareciam ter um prazo para cumprir e tinham muito medo de falhar.
A performance seguinte foi bem mais gore.
Ouvimos uns gemidos e todos olharam para a lateral do palco onde uma mulher entrou caminhando com dificuldade. Ela estava amarrada como eu já tinha sido amarrada uma vez. As mãos estavam amarradas às costas, mas viradas para cima, como quando a gente está lavando as costas no banho. Ela usava uma mordaça que era um nó enfiado em sua boca e amarrado na sua nuca e essa mesma corda do nó descia até as costas, prendendo as mãos. Isso puxava a cabeça dela pra trás. As coxas tinham sido presas uma na outra, fazendo ela se mover com passos curtos. Ela tinha muita dificuldade de manter o equilíbrio. Me lembrei como foi desconfortável pra mim quando passei por aquela experiência.
Atrás dela, uma senhora impaciente batia nela com um chicotinho de hipismo fazendo-a acelerar os passos.
Ela parou no meio do palco e a senhora se aproximou. Começou enfiar os dedos na boca dela, onde já não cabia mais nada devido ao nó enorme, usado como mordaça. Depois deu palmadas firmes na bunda da moça e a cada palmada ouvíamos os gritos dela. No começo me senti incomodada. Acho que passar pela experiência era mais fácil do que assistir.
A dominatrrix soltou os braços da escrava e tirou a mordaça. Pude sentir junto o alívio que aquilo foi pra moça. , mas não durou muito. Ela a levou até uma estrutura em forma de X e começou a amarrar os braços dela nessa estrutura. Depois prendeu os tornozelos deixando-a completamente indefesa e à mercê da senhora. Ela estava de costas pra nós e dois monitores foram ligados com câmeras focando no rosto dela, onde podíamos ver o medo que ela sentia.
A senhora estalou um chicote.
Minha tia olhou discretamente para o garçom do pinto pequeno e ele se aproximou. Ela apontou para a cadeira e ele entendeu. Pediu outra bebida igual a primeira.
O chicote cortou o ar e estalou forte nas costas da escrava, que deu um grito de dor e desespero.
A senhora aguardou uns instantes e estalou o chicote no chão. E ouvimos a moça gritar "Uma" ou algo parecido, visto que continuava amordaçada.
O chicote estalou de novo nas costas dela e vi, horrorizada, que um risco vermelho havia se formado. Parecia que o chicote tinha feito um corte nas costas da moça.
Minha tia notou meu horror, mas só depois da quinta ou sexta chibata puxou minha corrente para que eu me aproximasse e cochichou no meu ouvido.
-É uma performance. O cordão do chicote foi tingido com um corante vermelho para dar impressão de sangramento.
Olhei imediatamente para tentar ver se era verdade. Notei que de vez em quando a dominatrix corria a corda do chicote na mão, aplicando o pó vermelho para marcar a cor onde batesse.
Aquilo me tranquilizou um pouco. Claro que a chicotada doía. não era um chicoteamento falso e ela batia forte. Mas não estavam fazendo cortes e arrancando pedaços da moça, como acontecia no tempo da escravidão de verdade. Uma das telas mostrava justamente as costas da moça e cada nova batida um novo risco se formava. Foram 50 chicotadas. Um castigo bem cruel, E a moça certamente sentia muita dor quando terminou, e foi deixada sozinha no palco.
A senhora voltou pouco tempo depois com dois escravos muito fortes e seus pintos duros. E os fez se curvarem e chuparem sua buceta longamente. Depois apontou em direção a moça e eles se revezaram sodomizando-a. Um auxiliar ficou na câmera focando de baixo pra cima e vimos a rola fodendo com rapidez e violência o ânus da escrava. Quando um se cansava ou estava prestes a gozar outro assumia o posto. A escrava gritava muito e chorava, mas sua buceta começava formar filamentos de lubrificação, demonstrando que ela gostava da experiência.
Mais tarde minha tia contou que pelo bem da estética da performance, o ânus foi bem lubrificado antes e devem ter sido dilatado com alguém a enrabando antes de entrar no palco, nem que fosse com um consolo. De qualquer forma, quem já experimentou sabe o quanto pode ser dolorida uma experiência anal muito longa, principalmente no dia seguinte, quando o tesão já passou e tudo que sobrou foram as consequências. Então, os escravos saíram, aparentemente sem terem ejaculado, mas o suplício da moça ainda não tinha terminado. Os prendedores de mamilos voltaram e agora vieram outros prendedores também, nos lábios da xoxota. E junto com tudo isso, ela apanhou muito na cara, nas nádegas e nos seios. Acho que ela ficou cerca de uma hora no palco se contar desde a hora que entrou até o momento que os holofotes apagaram e ela foi retirada.
Após essa performance, luzes foram acessas e a plateia se dirigiu para outro salão, menos nós, os escravos, que ficamos ali de joelhos ao lado da mesa enquanto nossos senhores participavam de um coquetel. Saori me contou depois os assuntos do coquetel. Falavam sobre as performances da noite, marcavam encontros de "intercâmbio" em suas propriedades, levando escravos para troca de experiências ou mesmo cedendo por tempo determinado os escravos para outros senhores. Mas o assunto principal era o leilão. Sim, um leilão que teria lugar ainda naquela noite.
...
Continua
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