Após esse acampamento começamos a ser chamados para as festinhas de aniversários dos amiguinhos, a maioria em Buffets e Salão de festa de prédio, nas primeiras festas que fomos todos olhavam tortos para nós, uma mulher jovem, um homem mais velho, e uma criança que não parecia com nenhum dos dois, prato cheio para comentários e teorias até o dia que uma mulher apareceu na festa elogiando e perguntando coisas para a inquilina do porque ela largou a filial de Londres, porque na cabeças dos pais que ali estavam, ela era uma mulher que deu o golpe em mim, ou que eu tirei ela de um puteiro, afinal ela bonita e jovem de mais, apensar de todas as mulheres a maioria com a idade dela, comentarem com ela que eu estava muito em forma e que era atlético e charmoso, os homens também estavam mais próximo da idade dela, mas ja tinham sinais que não iam envelhecer bem.
Em uma dessas festas estamos entediados, eram sempre os mesmos assuntos, os gritos e as correrias, muitos pais deixavam os filhos e iam embora, nós marinheiros de primeira viagem ficávamos sempre. Nesse dia festa era no salão de festas de um prédio perto do nosso, o condômino era grande, a família do aniversariante e os amiguinhos da escola, um recreador brincando com as crianças hora na quadra, hora no salão, sentamos numa mesa com um casal que sempre vai também, mãe de uma menina que está sempre com o filho da inquilina, a conversa n mesa era essa, a quantidade de festas e como aquilo era legal só para as crianças. Eles moravam lá então nos levaram para andar pelo condomínio, realmente era bem grande e tinham muitas coisas, eram 3 torres e tinha um bosque no fundo do prédio que ficava bem fora do campo de visão dos apartamentos, o cara atendei o telefone e disse que ia subir para resolver uma coisa, a esposa o acompanhou e nos explicaram como chegar no salão de festas. Sentei num banco e ela ficou em pé na minha frente.
- To pensando em ir para casa, podemos pegar o menino e ir. To cansada - eu sorri e sentei ela no meu colo e comecei a beijar ela,
- Deixe o menino brincar ele ta se divertindo e chega cansado, ai ele dorme e bom - ela sorriu se encaixou na minha coxa me devolvendo os beijos.
- Ta bom, assim assim eu consigo ficar um pouco mais - olhou em volta vendo que o lugar era isolado - mas vai precisar me agradar mais que beijos. - eu ri alisando seu peito enquanto a beijava. E então esfreguei minha mão entre suas coxas na calça jeans.
- Me fala? Isso é roupa para uma mulher safada como voce usar - ela riu me apertando, e eu soltei o botão da calça dela, e ela abriu um pouco as pernas para minha mão se mover melhor, então abaixei o zíper e mesmo assim minha mão não entrava ela riu e beijou meu ouvido.
- Vou ter que ajudar? - ela alisou meu pau sobre a calça jeans que eu também usava e viu que ele estava duro - Amor, você ja foi melhor, seu tarado - eu ri puxando calça dela até sua bunda sair da calça mas ainda sem chegar nas coxas, mas o suficiente para sua buceta ficar um sanduichinho prendado eu mesmo abri minha calça e sentei ela sobre meu pau, ela ficou rebolando e o pau não entrava, e ficamos ambos nos divertindo com aquilo, quando encaixou, entrou apertado nem entrou todo ela deu um leve grito e depois colocou a mão na boca rindo.
- Nossa, esta muito apertado - eu comecei a me mover de leve, e ela começou a sentar segurando nas minhas coxas, ficamos assim um tempo, estava desconfortável, mesmo assim continuamos, ela rebolando e descendo e eu segurando sua cintura para meu pau não escapar, ela acelerou as descidas, e o pau já entrava inteiro, ela segurava os gemidos mas fazia um “ãh” ritmado as descidas, eu só me segurava, ela passou a mão por baixo e começou a massagear meu saco, aquilo me arrepiou e ela sorriu - Você está muito safada, sabe que se alguém ver, vão dizer que o menino é filho da puta. - ela riu e começou a rebolar mais forte e apertar de leve minhas bolas.
- Eles já achavam isso - soltou uma risada - eles achavam que eu era uma garota de programa que você tirou da zona - ela estava com o rosto meio corado com o que disse, mas continuou rebolando e alisando meu saco.
- Quem te disse isso - eu ri - Eu nunca tiraria uma garota de programa da zona - eu me levantei fazendo ela se apoiar nas próprias pernas enquanto metia mais forte, então puxei ela pelo queixo e fui no seu ouvido - Mas eu fiz voce descobrir a garota de programa que existia em voce - ela ameaçou me morder e me beijou jogando a bunda contra mim.
- Sim, mas não conta para ninguém a Puta que eu virei - e começou a jogar mais forte a bunda contra mim, me fazendo gozar. E começou a rir puxando a calça para cima e se sentando no banco. pingou porra no chão e eu tentei rapidamente puxar o pau para a cueca para minimizar mas ja tinha pingado. Sentei a seu lado, ela começou a pentear o cabelo e se ajeitar e estávamos um fazendo cócegas e brincando com o outro quando o casal voltou. A mulher nos olhou com um ar de inveja.
- Achamos que estariam na festa, acho que vão cantar o parabéns - quando levantamos vimos a mulher olhar para o chão e ver as manchas, ela sorriu balançando a cabeça - Ainda bem que aqui não tem câmeras - o marido dela não entendeu nada e ela só abraçou e ele e falou - Nada, nada, vamos. - Chegamos no meio dos parabéns, as crianças gritando e a mulher não parava de cochilar com a inquilina, foram até lá para fora e riam, e olhavam para nossa mesa, onde eu e o marido dela bebíamos uma cerveja e falávamos de futebol.
A festa acabou e saímos, a menino menino dormia em meus braços enquanto nos despedíamos, fomos andando o prédio ficava a alguns quarteirões, ela agarrou meu braço.
- Essa foi a melhor festa - eu ri. - ela verdade, eu me diverti, você não? - me olhou com um sorriso malicioso - ganhei até uma amiga - eu olhei para ela.
- É vocês duas estavam bem conversadeiras, tapinhas nos braços risadinhas, estavam com certeza falando mal de mim e do marido dela. Porque nos olhavam e riam - ela riu alto e passou a mão nas costas do menino que se mexeu com a risada alta.
- Bom, posso dizer que estávamos falando bem de você, e ela estava reclamando da falta de emoção na vida depois que eles tiveram um filho - ela riu - ela viu as evidências do nosso amor no chão perto do banco, e a gente fazendo cocegas um no outro, como dois adolescentes ela disse - ela sorriu para mim e me beijou - eu adolescente tarado - e deitou a cabeça no meu braço enquanto chegávamos no prédio. Eu segurei o menino com uma mão e com a outra abracei ela, chegamos em casa e coloquei ele para dormir, ela veio deu um beijo no menino, e disse que ia ao banheiro, eu sentei no sofá e liguei um seriado para assistirmos, era inicio da noite de sábado, ela saiu do quarto vestida somente com um conjunto vermelho com muita transparência, de uma micro calcinha e um sutiã que só cobria metade dos seus seios - Pensei melhor, já que fomos chamados de adolescentes, merecemos agir como tal. - ela sorriu maliciosa andando do quarto em minha direção, eu fui falar ela colocou o dedo sobre a boca para eu ficar quieto e sorriu quando eu me calei - E teve um dia, que você me dominou com sua boca e seus beijos, tira essa calça e essa cueca que hoje é minha vez.
Eu levantei e obedeci tirando minha calça e minha cueca ela me empurrou no sofá e sorriu dando aquela respiradinha, apoiou os cutelos e os ante braços na minha coxa, ficando com a bunda bem levantada de quatro, dando para ver o fio vermelho sumir entre suas nádegas e o contorno redondo da sua bunda formando quase um coração. Ela me olhou nos olhos antes de começar a lamber e brincar com minhas bolas e meu saco, então passou a mão por toda a extensão do meu pau a mão aberta apertando ele contra minha barriga enquanto continuava com sua boca no meu saco, subiu com a língua colada no meu pau até fazer uma uma curva na cabeça e enfiar ele na boca até onde conseguiu na volta alisava minha pele com os dentes e quando chegou na cabeça fechou a boca num chupão estalado, sorriu quando começou a lamber e brincar com cabeça a mão se apoiava nas minhas como um aviso para eu não me mover, e seus olhos sempre olhavam par ao meu quando alguma ação era diferente. Ela começou a chupar com mais ritmo e mais força e fazia a cabeça estalar antes de me olhar, escorria um pouco de baba de tão forte que ele fazia, quando eu gemia provando a ela o quanto estava gostando, ela soltou minhas mãos e começou a apertar minhas coxas ao mesmo tempo que subia e descia, colocando quase ele todo na boca.
Ela parou e me olhou, o meu pau e os seus lábios estavam brilhando de tão babados, ela foi tirando a calcinha bem devagar quando terminou de tirar ela pegou a calcinha e passou no meu rosto, a umidade e o cheiro me deixaram com mais tesão, ela se apoiou em mim e falou no meu ouvido. - Sei que você gosta de colocar ela de ladinho, mas - sorriu mordendo a ponta da minha orelha - hoje sou eu que decido - ela soltou a calcinha e colocou um joelho de cada lado da minha perna, e ficou esfregando meu pau na sua buceta e clitoris sem enfiar, eu fiquei olhando ela nos olhos. Ela alternava em passar ele os lábios da sua buceta, entre suas nádegas e encaixar e tirar ele da buceta, eu sorri e coloquei a boca no seu ouvido.
- Você quer que eu peça? Ou implorei? - eu passei o braço por tras do seu corpo e espremi seu corpo contra o meu e lhe dei um beijo longo, ela fingiu tentar se soltar mas não fez força e retribuiu o beijo, eu fui no seu ouvido de novo - por favor não me torture, adolescente que se veste e age como uma profissional - ela soltou uma gargalhada e encaixando o meu pau em sua buceta. Fez um biquinho e foi descendo em lentamente me olhando nos olhos e com um gemido saindo do seu biquinho ela falou.
- Você é bobo, estragou meu momento dominadora. - Em seguida me abraçou e começou a me beijar e mover somente o quadril fazendo meu pau dançar dentro dela, eu alisei sua barriga e apertei sua cintura, depois tirei um dos peitos do sutiã e fiquei beijando e brincando com seu mamilo, e então minha desceu e comecei a alisar seu clitoris. Ela começou a gemer e aumentou o rebolado eu percebi que ela estava quase gozando
- Esqueci, não era para eu me mexer - ela mordeu o lábio gemendo.
- Se você parar agora eu te mato, filho da pu - e dai veio um gemido mais forte e ela começou a tremer no meu colo, trocando o rebolado por subidas e descidas mais fortes, e eu abracei ela para conter seus espasmos e no quando deles acabaram segurei ela pela cintura e fiquei eu subindo e descendo ecoando o som pelo apartamento ela gemia e me apertava e então eu gozei. Sentando ela sobre mim e gozando bem fundo ela dava um arrepio um espasmo a cada gozada deitou a cabeça no meu ombro. - Você fez eu falhar no meu objetivo, mas te amo do mesmo jeito. - eu apertei ela contra mim.
- E eu te amo todo dia mais um pouco. - ela me apertou mais forte.