Tive que dar o Cu pro meu Genro Roludo pra salvar o casamento da minha Filha pt 5

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 1776 palavras
Data: 27/02/2026 12:21:54
Assuntos: Cunhada, GENRRO, Grupal, Sexo

O sol da quinta-feira queimava forte em Cachoeirinha, o calor subindo do asfalto enquanto o relógio marcava o fim da tarde, o ar úmido carregado com o cheiro de terra quente e gasolina que vinha das ruas movimentadas. Rose estava na cozinha, o ventilador zumbindo na bancada enquanto lavava os pratos do almoço, o corpo ainda dolorido do dia anterior — o cu sensível, as coxas marcadas pelo esforço de aguentar os 27 centímetros do Sérgio inteiros no anal. O jeans apertava a pele suada dela, o vestido azul jogado no cesto de roupa suja, e o pensamento daquele pau destruidor girava na mente dela como um vento quente que não parava. Paulo tinha saído cedo pro trabalho, o caminhão ronronando na rua antes do amanhecer, e a casa estava silenciosa até a porta da frente abrir com um rangido.

Amanda entrou, a mochila da escola jogada no ombro, o vestido curto subindo nas coxas jovens enquanto largava as chaves na mesa, os olhos castanhos brilhando com uma determinação que Rose conhecia bem. "Mãe, pega o carro. Vamos pra oficina agora", ela disse, a voz firme enquanto cruzava os braços, o cabelo castanho solto caindo no rosto enquanto olhava pra Rose, o tom carregado de desafio. "Hoje eu vou mostrar pra tu como aguentar aquele pau. Tu vai ver." Rose parou, o prato escorregando das mãos dela na pia enquanto virava o rosto, o coração batendo forte enquanto tentava responder. "Amanda, tu tá louca? Ontem eu quase morri no cu, e tu quer ir de novo?"

Amanda riu, o som leve mas cortante enquanto dava um passo pra frente, os olhos fixos na mãe enquanto falava. "Tu é mole, mãe. Eu aguentei quase tudo na buceta ontem, hoje eu vou pegar tudo. Na buceta e no cu. Tu vai ver quem aguenta mais." Rose sentiu o estômago revirar, o medo misturado com uma pontada de inveja enquanto secava as mãos no pano de prato, o corpo tremendo enquanto pegava as chaves do Palio, o jeans roçando na pele sensível enquanto seguia a filha pra fora, o calor do dia batendo no rosto dela como uma promessa de algo intenso.

O trajeto até a oficina foi silencioso, o motor do Palio tossindo enquanto Rose dirigia, as mãos suadas no volante, os olhos azuis fixos na estrada enquanto Amanda mexia no celular ao lado, o vestido subindo mais nas coxas dela enquanto cantarolava baixo, o ar quente entrando pela janela aberta. O galpão apareceu na saída da cidade, o telhado baixo brilhando sob o sol, o portão fechado como sempre, o cheiro de graxa e metal quente subindo enquanto Rose estacionava, o coração batendo na garganta enquanto saía do carro, Amanda já na frente, batendo no portão com força, o som metálico ecoando no silêncio.

Sérgio abriu, o macacão sujo aberto até o peito, o cabelo preto molhado de suor, os olhos escuros arregalando enquanto via as duas, o pano caindo da mão dele enquanto franzia a testa. "Porra, Rose, Amanda, de novo?", ele disse, a voz grave enquanto abria passagem, o portão batendo atrás delas com um clang que fez o coração da Rose pular. O galpão estava abafado, o Corolla prata substituído por uma pilha de pneus velhos no canto, o cheiro de borracha misturado com óleo enquanto Amanda dava um passo pra frente, os olhos castanhos brilhando enquanto falava. "Hoje eu quero tudo, Sérgio. Tudo na buceta e tudo no cu. Tu vai ver que eu aguento."

Rose ficou parada, os olhos arregalados enquanto Sérgio ria baixo, o som rouco enchendo o galpão enquanto abria o zíper do macacão, o tecido caindo até a cintura enquanto tirava o pau pra fora, o monstro de 27 centímetros saltando livre, grosso e pulsante, as veias visíveis sob a pele escura, a cabeça inchada brilhando com o calor do dia. Amanda não hesitou, os joelhos batendo no concreto enquanto se abaixava na frente dele, as mãos dela segurando o pau com força enquanto chupava, os lábios jovens se abrindo ao máximo enquanto engolia a cabeça, a língua dela deslizando na ponta enquanto gemia baixo, o calor dele enchendo a boca dela enquanto lambia, os olhos marejando mas o esforço dela firme como ontem.

"Caralho, Amanda, tu é boa demais", Sérgio disse, a mão dele no cabelo dela guiando ela enquanto ela chupava, engolindo quase 20 centímetros agora, a boca esticando enquanto engasgava, a saliva escorrendo pelo queixo dela enquanto olhava pra cima, os olhos castanhos brilhando com orgulho. Rose ficou de boca aberta, o jeans apertando as coxas enquanto via a filha surpreender de novo, o boquete dela profundo e intenso, o pau dele pulsando na boca dela enquanto ele gemia alto, o som grave ecoando no galpão. Depois de uns minutos, Amanda saiu, o rosto vermelho enquanto levantava, o vestido subindo enquanto virava pra pilha de pneus, as mãos dela apoiando no borracha quente enquanto falava. "Tudo na buceta agora, Sérgio. Pode meter."

Sérgio agarrou os quadris dela, o vestido rasgado com um puxão enquanto a calcinha caía nos tornozelos, o pau enorme alinhando na buceta dela enquanto ela gemia, as pernas abertas na pilha de pneus enquanto ele empurrava, os 27 centímetros forçando entrada inteira, o corpo jovem dela tremendo enquanto gritava, o som alto e rouco enchendo o galpão enquanto agarrava os pneus, as unhas cravando na borracha. "Porra, Sérgio, vai devagar!", ela berrou, mas ele metia com força, o pau grosso esticando ela até o limite enquanto ela gemia, o prazer e a dor misturados enquanto aguentava tudo, o corpo dela balançando na pilha enquanto o suor escorria pelo rosto dela.

Rose ficou parada, os olhos arregalados enquanto via a filha aguentar os 27 centímetros na buceta, o pau inteiro entrando e saindo com estocadas brutais, o som molhado da carne contra carne ecoando enquanto Amanda gritava, o orgasmo vindo rápido e forte, o líquido escorrendo pelas coxas dela enquanto gozava, o corpo tremendo na borracha quente. "Tá vendo, mãe? Eu aguento!", ela disse, a voz rouca enquanto olhava pra Rose, os olhos castanhos brilhando com desafio enquanto Sérgio ria, o pau pingando enquanto saía dela, o líquido dela brilhando na cabeça inchada.

"Agora o cu, Sérgio. Tudo", Amanda disse, virando de bruço na pilha de pneus, o cu jovem exposto enquanto ele cuspia na mão, esfregando no pau e no buraco dela enquanto ela gemia, o corpo tremendo mas firme enquanto pedia. Sérgio empurrou, o pau enorme forçando entrada no cu dela, os 27 centímetros abrindo ela devagar enquanto ela gritava alto, o som rasgando o galpão enquanto agarrava os pneus, as lágrimas escorrendo pelo rosto dela enquanto aguentava, o pau inteiro entrando com estocadas fortes, o corpo dela balançando na borracha enquanto chorava e gemia ao mesmo tempo.

"Caralho, Amanda, tu é foda!", Sérgio disse, metendo com força no cu dela, o pau grosso rasgando ela enquanto ela gemia alto, o prazer vindo devagar mas intenso, o corpo dela tremendo enquanto gozava de novo, o líquido escorrendo pela buceta dela enquanto o cu dela apertava o pau dele, o esforço dela deixando Rose de boca aberta, o jeans apertando as coxas enquanto via a filha aguentar tudo, o pau destruidor inteiro no cu jovem dela enquanto gritava, o orgasmo explodindo nela como uma tempestade.

Sérgio saiu do cu dela, o pau pingando enquanto olhava pra Rose, os olhos escuros brilhando enquanto falava. "Tua vez, Rose. O que tu quer?" Rose sentiu a inveja queimar no peito, o desafio da filha acendendo algo dentro dela enquanto dava um passo pra frente, o jeans caindo enquanto falava, a voz tremendo mas firme. "Tudo na buceta, Sérgio. Como ela. Eu aguento também." Amanda riu, sentada na pilha de pneus enquanto limpava o cu com a mão, os olhos castanhos fixos na mãe enquanto falava. "Vai, mãe. Mostra que tu não é mole."

Rose se deitou na pilha de pneus ao lado da filha, o borracha quente contra o peito enquanto abria as pernas, o pau dele alinhando na buceta dela enquanto ele empurrava, os 27 centímetros forçando entrada inteira, o corpo dela tremendo enquanto gritava, o som alto e rouco enchendo o galpão enquanto agarrava os pneus, as unhas cravando na borracha. "Sérgio, porra!", ela berrou, mas ele metia com força, o pau grosso esticando ela até o limite enquanto gemia, o prazer e a dor misturados enquanto aguentava tudo, o corpo dela balançando na pilha enquanto o suor escorria pelo rosto dela.

As duas gozaram bastante, os orgasmos vindo em ondas enquanto gritavam, o líquido esguichando no pau do Sérgio, o jato quente molhando a pilha de pneus enquanto ele ria, metendo nas duas com estocadas brutas, o pau inteiro entrando e saindo da buceta da Rose enquanto Amanda assistia, os olhos castanhos brilhando com orgulho e inveja. "Tá vendo, Amanda? Eu aguento também!", Rose disse, a voz rouca enquanto gozava de novo, o líquido esguichando mais forte enquanto tremia, o corpo dela se rendendo enquanto o prazer explodia como nunca antes.

Sérgio gozou, o pau pulsando enquanto despejava uma quantidade absurda de porra nas duas, o líquido quente jorrando na buceta da Rose e nas coxas da Amanda enquanto riam baixo, o volume pingando na borracha e no chão do galpão enquanto ele sentava, o pau ainda semi-duro pingando enquanto limpava as mãos no macacão. Rose levantou mancando, a buceta sensível e o cu ainda dolorido do dia anterior, o jeans subindo devagar enquanto Amanda vestia o vestido, o corpo jovem menos quebrado mas tremendo enquanto saíam, o portão batendo atrás delas.

Em casa, o silêncio da noite caiu enquanto Rose e Amanda sentavam no sofá, o ventilador zumbindo na sala enquanto riam baixo, o corpo das duas dolorido mas quente do que tinha acontecido. "Mãe, tu viu como eu aguentei tudo no cu?", Amanda disse, os olhos castanhos brilhando enquanto tomava um gole de água, o vestido subindo nas coxas enquanto ria. Rose riu também, o jeans apertando a pele sensível enquanto respondia. "Tu é louca, Amanda. Eu quase morri vendo tu levar aquilo. Mas eu aguentei tudo na buceta, hein? Não sou mole."

As duas riram mais alto, o som enchendo a sala enquanto Rose respirava fundo, os olhos azuis fixos no teto enquanto falava, a voz baixa mas firme. "Eu tô viciando naquele pau, Amanda. Aquele tamanho... é diferente de tudo. O Paulo nunca chegou perto disso." Amanda assentiu, os olhos castanhos brilhando enquanto respondia. "Eu também, mãe. Aquele tamanho é foda. Nunca senti nada igual." Elas riram de novo, o vício no pau destruidor do Sérgio virando um segredo entre elas, o calor da noite misturado com o desejo que não parava de crescer enquanto o ventilador zumbia ao fundo.

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Comentários

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Quero ver o ciúmes quando a filha q trai o Sérgio por causa do tamanho do pau descobrir q a mãe e a irmã estão aguentando aquela pika colossal do Sérgio tanto na bucetinha quanto no cu de ambas esse contos vai virar um surubão gostoso e tudo em família q vai ser o mais delicioso 😋

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