Minha Filha não usa mais calcinha, Capítulo 7

Um conto erótico de O Libertino
Categoria: Heterossexual
Contém 3870 palavras
Data: 27/02/2026 01:26:43

A manhã na casa tinha aquele silêncio doméstico que só é interrompido pelo barulho da cafeteira ou pelo deslizar de um pano sobre os móveis. Fernando havia saído cedo para o escritório, deixando para trás um rastro de cheiro de café e o som da porta da garagem se fechando. Sem a presença do "cronista" da família, o ambiente relaxou instantaneamente.

Minha mulher circulava pela sala de shorts de algodão curtíssimo e um top que mal continha o balanço dos seios. Nossa filha, por sua vez, vestia apenas um camisetão branco de algodão, tão fino que a luz da janela revelava o contorno das pernas e a ausência total de calcinha por baixo. A cada passo, o tecido subia, oferecendo relances daquela pele jovem e da mata escura que tanto causara alvoroço no churrasco.

A mãe, porém, notou que o rendimento do trabalho era baixo. A menina parava a cada dois minutos, o celular vibrando como uma britadeira sobre a mesa de centro.

— Desse jeito a gente não termina nem a sala hoje — comentou a mãe, encostando a vassoura e limpando o suor da testa. — Que tanto de notificação é essa?

A moça deu um sorriso largo, os olhos brilhando para a tela.

— É o pós-churrasco, mãe. O carinha da praia não para, e parece que os amigos do papai descobriram que eu sou uma ótima ouvinte. Dei meu número para três deles.

A mãe balançou a cabeça, rindo, e as duas voltaram aos afazeres por mais meia hora, até que o calor e a curiosidade venceram.

As duas se jogaram no sofá de couro. A filha com as pernas abertas, o camisetão subindo até o ventre, e a mãe relaxada, observando a expressão de deleite da menina ao digitar.

— Tudo bem, eu me rendo — disse a mãe, num tom travesso e sensual, aproximando-se da filha. — Eu vi sua cara de satisfação. Quero saber o que esses homens estão escrevendo. Mostra aqui para a sua mãe curiosa.

A filha se inclinou, o corpo quente encostando no da mãe.

— Se prepara, mãe. Tem de tudo.

O primeiro é o da praia. Ele não tem filtro — disse a menina, abrindo o WhatsApp.

* Ele: "Não consigo parar de pensar naquele canto das dunas. Você de quatro foi a melhor visão da minha vida."

* Ela: "E eu não paro de sentir o peso de você dentro de mim. Minha buceta ainda está lembrando do seu tamanho."

* Ele: "A minha também não esquece o aperto. Quero você de novo, mas dessa vez em um lugar onde eu possa te foder por horas."

* Ela: "Só dizer onde e quando. Mas quero que você chegue já pronto, do jeito que eu gosto."

* Ele: "Pronto assim? [Foto: Um nude frontal, o pau enorme, latejando e totalmente ereto, ocupando quase a tela toda]."

A mãe arregalou os olhos, soltando um "uau" abafado.

— Meu Deus, filha! De perto e acordado é uma arma de guerra. Como você deu conta disso tudo?

— Com muito esforço e prazer, mãe — a filha riu, passando o dedo sobre a imagem na tela. — Ele é insaciável.

— Você puxou a mim — comentou a mãe, passando a mão pela própria coxa. — A gente gosta do que preenche.

— Agora olha esse aqui. O Ricardo — continuou a filha, mudando a conversa. — Ele acha que está sendo discreto, mas está babando.

* Ricardo: "Bom dia, linda. O churrasco foi ótimo, mas confesso que a dançarina foi o ponto alto."

* Ela: "Obrigada, Ricardo. Você também não dança mal para alguém da idade do meu pai."

* Ricardo: "A idade é só um detalhe. Eu tenho muito mais energia do que esses garotos de hoje."

* Ela: "Ah é? E o que você faria com toda essa energia?"

* Ricardo: "Te levaria para jantar e depois te mostraria que um homem maduro sabe exatamente onde tocar para fazer uma mulher gritar."

* Ela: "Engraçado... não é você que tem uma filha quase da minha idade?"

A mãe soltou uma gargalhada tão alta que ecoou pela casa vazia.

— Você acabou com ele! O coitado deve estar escondido debaixo da mesa do escritório agora.

— Ele é muito babão, mãe. Ficou me olhando o tempo todo como se fosse um cachorro faminto. Não faz meu tipo.

— O Ricardo sempre foi um pouco pretensioso — disse a mãe, ajeitando o top. — Mas o choque de realidade que você deu nele foi impagável.

3. O Flertador: O Dançarino da Noite

— E esse aqui? O Marcos — a voz da filha mudou, ficando mais suave e interessada. — A gente dançou muito, e o papai quase teve um troço.

As Mensagens:

* Marcos: "Ainda sinto o calor do seu corpo contra o meu. Aquele vestido floral devia ser proibido."

* Ela: "Gostou do vestido? Achei que você estivesse mais interessado no que não tinha por baixo dele."

* Marcos: "Eu percebi na primeira volta que a gente deu. Você é muito atrevida de circular assim na frente de todo mundo."

* Ela: "Atrevimento é meu nome do meio. E você pareceu gostar de sentir minha pele sem barreiras."

* Marcos: "Gostei tanto que passei a noite em claro imaginando como seria tirar aquele restinho de pano."

* Ela: "Quem sabe você não descobre? Eu gosto de homens que não têm medo do perigo."

* Marcos: "Eu enfrentaria o seu pai e o escritório inteiro por uma hora sozinho com você."

A mãe olhou para a filha, notando como ela estava corada.

— Esse Marcos é perigoso, filha. Ele tem lábia. Você está interessada?

— Talvez, mãe. Ele tem uma pegada boa, deu para sentir enquanto a gente dançava. Ele é firme.

— Eu percebi. Vi o jeito que ele te segurava. Ele estava quase te devorando com os olhos — a mãe comentou, sentindo um arrepio.

O clima no sofá subiu de temperatura. A mãe perguntou como a filha se sentiu no meio de tantos homens desejando-a abertamente no churrasco.

— Foi excitante, mãe — confessou a moça, abrindo ainda mais as pernas e deixando o camisetão revelar a umidade que começava a brotar. — Saber que o Ricardo, o Moreira e o Marcos estavam todos imaginando minha buceta enquanto eu dançava... eu sentia meu sexo pulsar a cada giro. Ver o papai enlouquecendo na churrasqueira só deixava tudo melhor.

— Eu também me diverti muito — disse a mãe, a voz agora um sussurro carregado. — Ver o Dr. Arnaldo tentando manter a compostura enquanto olhava para a minha fenda... e depois, quando seu pai me pegou no quarto, eu só pensava no quanto todos aqueles homens queriam estar no lugar dele. Eu estava tão excitada, filha, que se ele não tivesse me pegado ali, eu teria feito um escândalo na frente de todos.

As duas ficaram ali, em silêncio por um momento, unidas por aquela eletricidade. A mãe passou a mão pela própria buceta por cima do short, notando como estava pegajosa. A filha fez o mesmo, subindo o camisetão e tocando-se brevemente, exibindo para a mãe a prova da sua excitação.

— Somos uma família de pecadoras, não somos? — riu a filha.

— Somos uma família livre — corrigiu a mãe, levantando-se e dando um tapinha carinhoso na perna da menina. — Agora vamos terminar essa sala logo.

O sol da manhã avançava sobre o piso da sala, revelando cada partícula de poeira e cada marca da festa do dia anterior. A faxina, no entanto, seguia um ritmo errático. O som do pano esfregando o assoalho era constantemente substituído pelo ping metálico das notificações. A filha, agachada para limpar o rodapé, deixava o camisetão subir até o limite, expondo a brancura das nádegas e o início daquela mata escura que parecia ter vida própria. Ela não se importava; sua atenção estava no aparelho vibrando sobre o tapete.

— Outra vez? — perguntou a mãe, passando o espanador pelos quadros. — Esse telefone virou uma central de atendimento.

— É o Marcos de novo, mãe. Ele enviou uma foto de agora, no escritório. Ele está de terno, mas a mão dele está... bem, digamos que ele não está focado na planilha de custos — a menina riu, os olhos brilhando. — E o Moreira acabou de mandar um áudio pedindo desculpas pela "insistência", mas dizendo que o cheiro do meu perfume ainda está impregnado na memória dele.

A mãe parou o que estava fazendo, encostando-se no batente da porta, observando a filha com um misto de orgulho e diversão.

— Eles estão em transe, querida. Você jogou uma isca pesada naquele churrasco. O que você respondeu para o Moreira?

— Eu disse que o perfume é um segredo, mas que se ele se comportar, talvez eu deixe ele sentir o cheiro mais de perto em um próximo encontro. Mas sem promessas. Gosto de ver ele implorando um pouco — a filha bloqueou a tela e levantou-se, esticando o corpo com uma preguiça felina que fazia os seios balançarem sob o algodão fino. — Pronto, a sala está apresentável. Vamos para a cozinha? Meu estômago está reclamando tanto quanto os seus amigos.

Na cozinha, o som do alho fritando e o vapor das panelas criavam uma atmosfera íntima. Enquanto cortavam os legumes, a conversa tomou um rumo mais profundo, despojado de qualquer máscara social.

— Filha, eu fico observando você — começou a mãe, mexendo o arroz. — Você tem uma naturalidade com a sua nudez que eu levei anos para construir. Para você, parece que estar sem roupa ou estar vestida é apenas uma escolha de conforto. Mas você tem consciência do impacto disso, não tem?

A filha parou de picar os tomates e olhou para a mãe, séria por um momento, antes de abrir um sorriso compreensivo.

— Eu tenho, mãe. Eu vejo o corpo como algo natural, como uma árvore ou o mar. Não faz sentido para mim esconder algo que é tão bonito e funcional. Mas eu não sou ingênua. Eu sei que quando eu caminho sem calcinha sob um vestido leve, ou quando deixo meu peito marcar o tecido, eu estou disparando gatilhos na cabeça dos homens. O que eu descobri nessas férias é que esse poder é viciante.

A mãe assentiu, ouvindo atentamente. A menina continuou:

— O que me mexe de verdade não é só o olhar deles, mas como a reação deles reflete em mim. Quando vi o Ricardo quase perder a fala ontem, eu senti um calor subindo pelas minhas coxas. Saber que eu sou o objeto de um desejo tão bruto me faz sentir mais viva, mais mulher. É como se a luxúria deles alimentasse a minha própria liberdade.

— Eu entendo perfeitamente — respondeu a mãe, aproximando-se. — Existe uma delícia em ser o centro dessa tempestade. Muita gente acha que a nudez é um convite passivo, mas na verdade é uma forma de controle. Você está nua, você está exposta, mas é você quem dita o ritmo do jogo. Os homens acham que estão nos caçando, mas eles estão apenas seguindo a trilha que a gente deixou.

— Exatamente! — a filha exclamou, empolgada. — E ver que o papai, mesmo com aquele jeito de cronista sério, acaba entrando na dança... isso é o melhor de tudo. É como se a nossa liberdade desse permissão para ele ser o homem que ele realmente é, sem as amarras do que a sociedade espera de um pai.

Após o almoço, as duas se acomodaram na mesa de canto, dividindo um café. O clima era de relaxamento total. Foi então que a filha, com seu jeito travesso, inclinou-se para a frente.

— Mãe, você sempre fala da minha liberdade... mas e a sua? Você disse ontem que já aprontou muito antes do papai. Conta mais. Como você usava esse seu poder quando tinha a minha idade?

A mãe sorriu, o olhar perdendo-se nas memórias de verões passados.

— Ah, querida... eu não era muito diferente de você. Eu vivia em uma época de transição, mas sempre fui rebelde. Eu me lembro de um verão em Cabo Frio, muito antes de conhecer seu pai. Eu andava de lambreta apenas com uma canga transparente enrolada na cintura, sem nada por baixo. Eu adorava sentir o vento e saber que, a cada curva, os motoristas paravam para olhar.

— Sério? — a filha perguntou, visivelmente excitada, as pernas balançando sob a mesa.

— Sim. Houve um caso específico com um instrutor de mergulho — continuou a mãe, a voz baixando para um tom mais sensual e detalhista. — Ele era musculoso, moreno do sol. Um dia, eu o convidei para uma "aula particular" em uma gruta escondida. Eu cheguei vestida, mas conforme entramos na água, eu fui deixando as peças flutuarem. Ele ficou hipnotizado. Eu não precisei dizer nada. Apenas nadei nua ao redor dele, deixando que ele visse cada detalhe sob a água cristalina. Quando saímos para a areia da gruta, eu o fiz esperar. Eu me exibi, caminhei de costas para ele, mostrando como o sol iluminava as minhas curvas, até que ele não aguentasse mais.

A filha ouvia com a respiração curta, as mãos apertando a caneca de café.

— E o que aconteceu?

— Aconteceu o que tinha que acontecer. Foi um sexo selvagem, com o cheiro do mar e a aspereza das pedras. Eu gostava daquela sensação de ser dominada e, ao mesmo tempo, ser a senhora da situação. Tive outros casos assim... um fotógrafo que me pedia para posar em lugares públicos, sob o risco de sermos pegos a qualquer momento. Essa adrenalina, filha, é o que mantém a pele jovem.

A menina soltou um suspiro profundo, olhando para a mãe com uma admiração renovada.

— Mãe, você está me deixando louca com essas histórias. Ver você contando isso, com essa calma, enquanto eu sei que você ainda tem toda essa fogueira acesa por dentro... me dá um tesão absurdo. Eu fico imaginando você jovem, sendo essa força da natureza, e vejo que eu sou exatamente a sua continuação.

A mãe riu, notando o brilho nos olhos da filha e a forma como ela se ajeitava na cadeira, incomodada com a própria excitação.

— Você é mais do que a minha continuação, querida. Você é a versão aprimorada. Agora, chega de nostalgia. Se continuarmos com esse papo, não vamos conseguir encarar o seu pai quando ele chegar com aquela cara de quem passou o dia revisando contratos.

A filha riu, uma risada travessa e pegajosa.

— Ah, mãe... Só você, mesmo!

A cozinha ainda guardava o perfume do manjericão e do alho, um cenário doméstico quase comum se não fosse a voltagem da conversa que acabara de ocorrer. Enquanto a filha terminava de arrumar os pratos, o som do chuveiro no andar de cima parou. A menina, agora sozinha com seus pensamentos e o camisetão que insistia em subir pelas coxas, pegou o celular. O visor brilhou com o nome de Marcos.

O flerte que começara na pista de dança do churrasco agora ganhava contornos de uma negociação explícita.

As Mensagens: O Jogo de Marcos e a Filha

* Marcos: “Não consegui produzir nada hoje. Só vejo aquela estampa floral subindo cada vez que fecho os olhos.”

* Filha: “E o que você faz quando fecha os olhos, Marcos? Além de sofrer?”

* Marcos: “Eu imagino minha mão percorrendo o caminho que o vestido deixou livre. Você é muito abusada.”

* Filha: “O abuso só começa quando eu decido que não quero mais o vestido atrapalhando.”

* Marcos: “E quando seria isso? Porque eu estou a um passo de inventar uma reunião só para passar aí.”

* Filha: “Meu pai está no escritório. Se você vier agora, vai encontrar a casa bem... silenciosa.”

* Marcos: “Você está me desafiando? Eu sei que você gosta de testar o perigo.”

* Filha: “Gosto de testar a resistência. Quero ver se você é tão firme quanto pareceu quando me segurou pela cintura.”

* Marcos: “Sou mais firme do que você imagina. E muito mais faminto.”

* Filha: “Palavras são fáceis. O Ricardo também fala muito, mas aposto que ele não aguentaria dez minutos comigo.”

* Marcos: “Não me compare com aquele velho. Eu sei exatamente o que uma mulher como você precisa.”

* Filha: “E do que eu preciso agora, segundo o seu diagnóstico?”

* Marcos: “De alguém que te coloque contra aquela parede de vidro da sala e te mostre que a liberdade tem um preço delicioso.”

* Filha: “O vidro é frio. Eu prefiro o calor de alguém que saiba onde apertar.”

* Marcos: “Eu apertaria cada centímetro dessa sua pele dourada até você implorar para eu não parar.”

* Filha: “Você está ficando bem ousado para quem é ‘amigo do papai’.”

* Marcos: “Nesse momento, a última coisa que eu sou é amigo dele. Sou só um homem louco por você.”

* Filha: “Cuidado... eu posso levar isso a sério e te mandar uma foto que vai fazer você ser demitido por distração.”

* Marcos: “Mande. Eu corro o risco. Quero ver o que o vestido estava escondendo.”

* Filha: “Escondendo? Ele não estava escondendo nada, Marcos. Estava apenas adiando o inevitável.”

A porta do banheiro se abriu e a mãe surgiu no corredor, descendo as escadas enquanto terminava de prender o cabelo. Ela estava envolta apenas em uma toalha branca, curta o suficiente para mostrar que o banho não havia esfriado o ânimo das histórias que contara. Ao entrar na cozinha, encontrou a filha com o rosto colado à tela, um sorriso sapeca e os olhos brilhando de uma forma inconfundível.

— Pelo seu rosto, o Marcos acabou de subir de categoria — comentou a mãe, secando o pescoço. — O que ele está dizendo dessa vez?

A menina olhou para a mãe, estendeu o braço com o celular e disse com um tom de desafio:

— Posso fazer melhor, mãe. Por que você mesma não lê? Vê se eu estou exagerando.

A mãe pegou o aparelho. Conforme seus olhos percorriam as vinte mensagens, a respiração dela foi mudando. O diálogo cru, a promessa de Marcos contra o vidro e a resposta audaciosa da filha criaram uma imagem mental avassaladora. O vapor do banho ainda estava na pele da mãe, mas o calor que ela sentia agora vinha de dentro.

Quase automaticamente, como se o corpo respondesse a um comando ancestral, a mão livre da mãe deslizou por baixo da toalha. Ela não desviou os olhos da tela enquanto seus dedos encontravam a própria buceta, já profundamente úmida. Ela começou a se tocar ali mesmo, no meio da cozinha, movida pela eletricidade das palavras escritas para a filha.

A filha soltou uma risada clara e vitoriosa.

— Viu só? Eu disse que ele era bom de lábia. Pelo visto, você realmente gostou da conversa, mãe.

A mãe despertou do transe, retirando a mão e sentindo o rosto esquentar, uma ponta de embaraço cruzando suas feições.

— Nossa, filha... eu... me desculpe. Foi o calor do momento, a história que eu contei antes... as mensagens dele são realmente... diretas.

A menina levantou-se e tocou o ombro da mãe com carinho, a voz suave:

— Está tudo bem, mãe. Não tem nada a ver. Somos mulheres, não somos? Se o que ele escreveu te deixou assim, é porque a gente compartilha o mesmo bom gosto. Não precisa ter vergonha comigo. Nunca.

A mãe respirou fundo, recuperando a postura, embora o brilho nos olhos ainda entregasse o estado de excitação. Ela deu um sorriso grato, ajeitou a toalha no peito e apontou para a mesa.

— Você tem razão. Mas se continuarmos assim, o seu pai chega e a gente ainda vai estar aqui discutindo o Marcos. Vamos, arrume logo essa mesa. O almoço está pronto e eu preciso focar em algo que não envolva homens de terno e mensagens picantes por pelo menos meia hora.

A filha riu, uma risada travessa, e começou a colocar os talheres, sentindo que aquele dia estava longe de terminar.

Num ímpeto de pura travessura, a menina largou os talheres sobre a mesa e, com um movimento felino, avançou sobre a mãe. Num puxão rápido e certeiro, a toalha branca cedeu, revelando a nudez plena e madura da mulher sob a luz clara da cozinha.

— Filha! O que é isso? — exclamou a mãe, entre o susto e o riso.

— Corrida até a sala! — gritou a moça, já disparando pelo corredor.

As duas desaguaram na sala de estar, ofegantes. Num gesto de libertação final, a filha cruzou os braços sobre o peito e puxou o camisetão branco pela cabeça, jogando-o sobre a poltrona. Ali, diante uma da outra, a nudez não era um segredo, mas um manifesto.

— Você está muito atrevida hoje — disse a mãe, tentando recuperar o fôlego, as mãos na cintura, exibindo o corpo que o sol da praia e o sexo da noite anterior haviam deixado ainda mais vibrante.

— Eu disse, mãe... tenho a quem puxar — respondeu a menina com um olhar desafiador.

Sem desviar os olhos, a filha se jogou no sofá de couro. Ela abriu as pernas com uma naturalidade desconcertante, expondo a floresta escura e densa que agora brilhava, visivelmente molhada e pulsante.

— Na verdade, eu também estou bem excitada, mãe. Ler aquilo com você foi o limite.

Com uma das mãos, ela começou a massagear os próprios seios, enquanto a outra descia, mergulhando os dedos na própria intimidade. O som da pele úmida sendo estimulada preencheu o silêncio da sala. A mãe observava a cena, sentindo o próprio ventre latejar. O calor que subia pelas suas pernas era irreprimível.

— Já que é assim... — murmurou a mãe, a voz carregada de uma urgência rouca.

Ela permaneceu em pé, bem na frente da filha. Fechou os olhos por um segundo e levou as mãos ao próprio sexo. O ritmo era frenético. Cada uma mergulhada em sua própria percepção de prazer, compartilhando o mesmo espaço, mas respeitando o limite do toque. A filha gemia baixo, arqueando as costas no sofá, os dedos explorando cada dobra daquela mata selvagem, enquanto via a mãe, em pé, entregue ao mesmo transe, com o corpo ondulando a cada carícia.

A tensão na sala atingiu o ápice. Os gemidos se tornaram mais agudos, uma sinfonia de libertação feminina. A filha atingiu o orgasmo primeiro, o corpo tremendo todo enquanto os dedos pressionavam com força o centro do prazer. Segundos depois, a mãe soltou um suspiro profundo e longo, os joelhos fraquejando levemente enquanto a onda de êxtase a percorria por inteiro.

Ficaram ali por alguns minutos, recuperando o fôlego, envoltas pelo cheiro doce e primordial que emanava de ambas. Por fim, a mãe aproximou-se e sentou-se ao lado da filha. Elas se abraçaram, um abraço carinhoso, de pele com pele, selando aquela manhã de descobertas e cumplicidade que ia além de qualquer laço de sangue.

— Agora, vamos almoçar — disse a mãe, beijando a testa da filha. — Porque a tarde ainda vai ser longa.

Sentaram-se à mesa, ainda nuas, sentindo o conforto da cadeira contra a pele. O almoço, embora simples, tinha um sabor de celebração. Enquanto a mãe servia o suco, o celular da filha, jogado sobre a toalha de mesa, vibrou novamente.

Ping.

A menina olhou para a tela. Era Marcos.

“Acabei de sair da reunião. Onde você está? Minha mão ainda está tremendo de vontade de te encontrar.”

Logo em baixo, outra notificação. Era o Ricardo.

“Ainda não consegui trabalhar hoje. Aquele seu sorriso na cozinha não sai da minha cabeça. Podemos conversar?”

A filha olhou para a mãe, deu uma garfada no arroz e sorriu com os olhos. A mãe apenas piscou, pegou o próprio celular e viu que o Dr. Arnaldo também havia enviado um e-mail com o assunto “Assuntos Pendentes”.

A liberdade, elas sabiam, era um prato que se servia quente. E o dia estava apenas na metade.

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