O contatinho que foi irresistível . pt 1

Um conto erótico de Deny Wife
Categoria: Heterossexual
Contém 2131 palavras
Data: 26/02/2026 14:44:17

Como já falei em outro conto, gosto de ser vista, admirada, e para quem não sabe, há anos eu tenho perfil em uma rede social adulta. De onde eu vou e volto com frequência, minha rotina lá é postar algumas fotos, ler os comentários e elogios, que por sinal me excitam muito, e dar uma olhadinha nos meninos, até porque, ninguém é de ferro, né? Mas nunca saí com ninguém de lá, nunca conheci ninguém por lá, até já fui reconhecida por um vizinho, mas isso é história pra outro conto.

Em uma dessas idas, um perfil me chamou muito a atenção. Um moreno que se identificava por sexyapil, postando fotos mostrando o rosto sem medo, dono de um olhar intenso, que parece sair da foto, um rosto forte com cara de safado que já te olha pensando na tua lingerie, um físico que muito bem trabalhado, abdômen tanquinho, um par de braços trabalhados na academia, uma tatuagem inacabada no braço, piercing no nariz, na sobrancelha e um no mamilo, não é um homem “grande” de academia, mas um homem Gostoso, com G maiúsculo mesmo, sabe? Desses que faz guriazinha de apartamento perder o rumo? E o pau, ah aquele pau. Acho que uns 19 cm, bem grosso, pele escura, cabeça bem rosada, uma veia mais forte, que vai de cima nas base do pênis e chega a glande pelo lado, nossa, minha boca enche d'água só de pensar.

Sua foto apareceu na minha timeline e rapidamente prendeu minha atenção, eu curti a foto e continuei rolando, logo veio uma notificação de comentário, fui ler:

- “Obrigado por me deixar ver as tuas curvas, ganhei meu dia!”

Um comentário diferente dos que eu normalmente recebi, como “maravilhosa” , “delícia”, “bora”, “chama pv”, comentários genéricos e totalmente avulsos. Fui até o perfil dele e agradeci:

- “Obrigada pelas tuas palavras querido. Vindas de ti, são um GRANDE elogio. Espero que aproveite bem o meu perfil”.

Menos de dois minutos depois, uma mensagem privada dele:

- Bom dia moça, com todo respeito, você é linda

- Obrigada querido

- É um prazer conversar contigo, não achei que me responderia. Me chamo Henrique.

- Pode me chamar de Deny.

E ali começamos a conversar, quase diariamente. Não conversávamos apenas de sexo e putaria, mas claro que esse era o nosso principal viés.

Mas como eu disse, eu ia e vinha do site. Todas as vezes que eu voltava pro site, torcia pra gente se encontrar de novo, e assim era, conseguíamos conversar e sempre no mesmo ritmo, e nunca passamos daquilo, ele respeitando meus limites, sempre compreensivo e paciente, e nem por isso suas palavras eram menos quentes, ele sempre dizia que precisava me comer, queria que chupasse ele.

Até que um dia, eu postei só pra ele, uma foto de rosto. A reação dele foi a melhor possível, me encheu de elogios, que eu era uma mulher linda, intensa, enfim, levantou minha bolinha lá nas alturas, sempre sem forçar a barra.

Na última vez que nos encontramos no site, eu tomei coragem e disse: - “Porque não me passa teu contato?”, sua resposta, mais do que ágil veio com o número do seu whatsapp. Chamei ele por lá e seguimos nossas conversas, com mais intimidade e mais liberdade. Seguimos dias assim, trocando fotos e vídeos, estávamos bem daquela forma, e pensem que permanecemos meses assim.

Enfim, um dia acordei mexida com a minha relação conjugal, que já não vinha bem, eu estava chateada, insatisfeita, não queria tomar decisões precipitadas, mas a primeira coisa que fiz foi pegar celular e perguntar para o Henrique como ele estava, me respondeu que passou a noite pensando em mim e como ele ainda aguentava não me conhecer pessoalmente.

- Sabe que eu tava pensando algo parecido, será que a gente deveria se conhecer? Não sei como agir com alguém que já me viu nua, não é meu marido, e eu nunca vi pessoalmente.

- Olha só, um café não mata ninguém e a gente é tão amigo que não temos obrigação de nada. Mas se tu não te sentir segura, eu entendo.

Aquilo me pareceu sincero, e de bom tom. Então sugeri:

- Henrique, o que tu acha de a gente ir tomar um café hoje então? Depois do teu horário?

Nada, nossa conversa parecia ter se encerrado ali, achei até que tinha sido bloqueada, que Henrique havia perdido conexão ou algo do tipo, mas não. Foram quase 5 minutos sem um retorno, até que veio a mensagem:

- Tá de brincadeira comigo ?

- Não, tô falando sério! Posso te encontrar aí, depois do teu horário? PRA GENTE TOMAR UM CAFÉ!!! - frisei bem que era um encontro amigável .

- Mas eu não vou estar nem de banho tomado, nem nada.

- Querido, eu só quero te conhecer.

Ele parecia estar com medo de uma decepção, ou sei lá o que poderia acontecer, ou não acontecer, sei que fui impulsiva, talvez pelo meu momento de vida, mas, dei o primeiro passo, se eu não desse , nenhum de nós daria, até por ele respeitar meus limites.

- Tá, beleza, vamos nos encontrar, a gente pode se encontrar ali na entrada do shopping (onde ele trabalha), tipo , umas 15:10hs. O que tu acha?

- Perfeito, esse horário, eu tô aí. - respondi.

Fui me preparar para conhecer meu grande amigo. Uma ducha bem proveitosa, lavei bem os cabelos, um body splash floral que combina com o meu perfume árabe favorito, uma lingerie bordô rendada, um conjuntinho bem lindo que eu tenho, por cima um vestido de alcinha verde-claro, apertado na parte de cima e solto na parte de baixo, meio rodadinho, terminando na altura da coxa, uma maquiagem suave, mas um batom vermelho escuro, estilo femme-fatale, um saltinho verde escuro e pronto. Fui sem intenção de fazer nada, ia apenas tomar um café com um amigo, mas porque não estar linda nesse momento? E modéstia a parte, eu estava.

Avisei meu marido que sairia a tarde que tinha umas trocas pra fazer de uns produtos comprados pela internet, e como ele estava com cliente naquele dia ,não me acompanharia, mas ele bem que desconfiou quando me viu naquela produção toda, mas eu disse que iria encontrar minha melhor amiga e que talvez demorasse um pouco.

- Aham , amiga , … tu vai é sair dando essa bunda por aí que eu sei! - ele disse em tom de brincadeira, mas eu notava um tom sério na sua voz.

- É vai ver que vou, vai ver que vou amor. - não dei muito papo e peguei o carro e sai.

Acabei chegando ao encontro bem mais cedo do que o esperado, e preparei uma surpresa, fui como uma cliente qualquer, onde Henrique trabalha, vi que meu visual funcionou, pois muitos pescoços viravam na minha direção por onde eu passava, me sentei em uma das mesas e um dos atendentes prontamente veio anotar meu pedido.

- Frapuccino com chantilly, por favor.

- Claro, um momento.

Percebi um rapaz me observando no canto da loja, com os olhos me analisando como quem diz , “não pode ser , não acredito” , olhei por cima do ombro, era ele mesmo, Henrique, com aquela troca de olhares, ele me reconheceu, e discretamente veio na minha direção, se colocou ao meu lado e sussurrou:

- Já tá adiantando o café, achei que ia me esperar.

- Desculpa , moço adoro café , pretendo tomar outro daqui a pouco, se quiser me acompanhar, vai ser bem-vindo. - respondi.

Maldita! - Henrique falou se afastando da minha mesa pra não ficar dando bandeira.

Olhei para ele, baixando meus óculos escuros, fazendo uma cara de desentendida, enquanto aguardava meu frapuccino. Enquanto eu estava ali, aguardando, nada além de algumas trocas de olhares e sorrisos, mas não nego que cada vez que isso acontecia, meu coração acelerava, parecia que ia sair pela boca de tão nervosa.

Finalmente chegou a hora de ele sair, ele passou por mim e disse que iria no banheiro trocar o uniforme e já retornaria para conversarmos, me indicou um banco onde poderia esperá-lo e foi se trocar. Passados alguns minutos, Henrique voltava, vindo na minha direção, era mais bonito e mais forte do que nas fotos, pude perceber que ele não era muito mais alto que eu, talvez 1,73m, usava uma calça jeans azul, levemente justa, mas que mostrava muito bem os músculos das suas pernas, e uma camiseta branca gola v que essa sim, era bem justa e desenhava cada linha dos seus músculos, arrisco a dizer que era até meio transparente, ou a minha imaginação estava me pregando peças, por causa da excitação do momento, na mão ele trazia uma pequena bolsa de academia, acredito que sua roupa estava ali, mas não vem ao caso. Cada passo que ele dava, meu coração disparava, chegando mais perto, ele abriu um sorriso e abriu os forte braços, eu me levantei e usei todas as forças que eu tinha para fingir calma e o abracei, aquele abraço foi muito bom, um abraço forte, quente, confortável, ao mesmo tempo acolhedor, aproveitei para sentir seus músculos tocarem o meu corpo e o seu perfume amadeirado delicioso, seus braços fortes em volta do meu corpo, e eu podia sentir seu dedo mínimo, tocar levemente a minha bunda, como se estivesse procurando a minha calcinha, e pude sentir que ele estava de pau duro, o safado fez questão de encostar aquele pau em mim. Nos demos um longo beijo no rosto, quase no cantinho da boca, e ficamos alguns segundos nos olhando, quase não acreditando que finalmente estávamos nos vendo, com suas mãos em volta da minha cintura, Henrique fazia um carinho na lateral do meu corpo, que me fez ficar toda arrepiada.

- Vamos dar uma volta? - Perguntou Henrique- Ainda quer tomar um café ou tá satisfeita?

- Vamos dar uma caminhadinha, depois a gente decide, o que tu acha?

- Tá ótimo, só de estar te conhecendo, eu estou feliz.

Saímos caminhando do shopping, em direção a um parque logo em frente, conversando sobre diversas coisas que sinceramente, naquele momento, eu não estava nem prestando atenção, estava no modo automático apenas pensando como eu faria para sair dali e ficar com aquele homem que eu já queria há muito tempo, por vezes nossos braços se tocavam pelo movimento do corpo, por vezes Henrique, com a desculpa de uma risada, me abraçava na cintura, e aquilo me gelava a barriga, eu parecia uma adolescente, sem saber o que fazer. Pensei comigo: - Deny, tu é uma mulher de 40 anos, que sabe o que quer, faz alguma coisa.

- Então, eu to com cor nos pés por causa do salto, vamos tomar aquele café?

- Tá ótimo, tem uma cafeteria logo ali na frente.

Fomos até lá, não era nada demais, nenhuma cafeteria chique nem nada, mas um ótimo lugar para sentarmos e conversar, era aberto, e apesar de ser próximo à avenida, conseguíamos ouvir um ao outro, e ao mesmo tempo era difícil de sermos ouvidos por quem estava fora do guarda-sol. Estávamos muito próximos, quase nos beijando, olhos nos olhos e o tesão lá em cima, mas claramente ele não queria ultrapassar os limites que eu havia colocado. Em dado momento, comentei que iria ao toilet, Henrique estava do meu lado direito, e ao meu lado esquerdo completamente livre, propositadamente aproveitei para fazer a volta pelo lado de Henrique, passando bem a bunda na frente dele, a ponto de sentir o cheiro do meu sabonete íntimo, eu nem precisava ir ao banheiro, só fiz pra provocar mesmo.

Na vinda, voltei do mesmo jeito, mas dessa vez dei uma puxadinha no vestido para que visse minha bunda e sentei no colo dele, sentindo seu membro que já estava duro dentro das calças, mas agora passava o volume entre as minhas nádegas. Henrique com a mão apertou meu seio direito, dei uma leve rebolada no seu colo, e me sentei na cadeira ao seu lado, já com a mão direita pousando sobre o seu pau, e a esquerda puxando sua cabeça para darmos um saboroso beijo de língua , enquanto sua mão esquerda descia até a minha bunda, momento em que ele me mostrou um pouco da sua “pegada”, levantei levemente e ele pode passar sua mão bem no meio dela. Ali no meio da avenida, mas protegidos pela mesa e pela toalha, discretamente abri o zíper da sua calça e coloquei a mão dentro da sua cueca, segurando firme aquele pau que logo seria meu, puxei pra fora e abocanhei de leve, só uma chupadinha pra ele sentir o que viria.

Me levantei, olhei nos seus olhos e perguntei:

- Tá e agora, vamos pra onde ?

- Eu moro aqui perto, dá uns 15 minutos, prefere ir prá lá ou pra um motel?

- Onde é mais perto?

- Minha casa

- Vamos então

Nos levantamos e saímos de mãos dadas, como dois namorados, em direção ao seu carro, para irmos satisfazer a vontade que tínhamos guardado há diversos meses.

CONTINUA ...

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