Três dias se passaram desde aquele encontro explosivo no escritório e no quarto de Claudia. Três dias fingindo normalidade, três dias trocando olhares furtivos sempre que a chefe virava as costas, três dias sentindo aquele formigamento no baixo ventre só de lembrar do pau de Ricardo esticando meu cu.
Mas eu queria mais. Não bastava só transar às escondidas. Eu queria que Claudia soubesse. Queria ver a cara dela quando percebesse que o marido dela não aguentou a tentação. Queria sentir o poder de destruir o casamento perfeito dela, assim como ela destruiu minha carreira antes mesmo de começar. A oportunidade chegou numa sexta-feira à tarde.
Claudia tinha um cliente importante vindo para uma reunião no escritório. Ela passou a manhã inteira nervosa, organizando papéis, pedindo para eu preparar o café especial, verificando cada detalhe. Eu observei tudo com um sorriso discreto nos lábios, sabendo exatamente o que ia fazer.
— Cat, hoje é importante. O sr. Montenegro é nosso maior cliente. Preciso que você esteja no seu melhor comportamento.
disse ela, ajustando os óculos enquanto revisava um contrato.
— Claro, doutora. Pode contar comigo — respondi, a voz doce como mel.
Eu sabia que Ricardo também estaria presente. Ele sempre participava das reuniões importantes, mesmo não sendo advogado. Vesti-me com cuidado extremo: uma blusa branca de botão, aparentemente decente, mas que eu sabia que ficaria transparente se inclinasse da forma certa. Uma saia lápis cinza que abraçava minhas curvas. E por baixo? Apenas meias-calças e nada mais. Sem calcinha. Sem sutiã. Meus mamilos endurecendo só de pensar no que planejava.
A reunião começou às três da tarde. Eu sentei ao lado de Claudia, anotando tudo profissionalmente, enquanto Ricardo ficava do outro lado da mesa, fingindo prestar atenção. Mas eu sentia os olhos dele me devorando, percorrendo minhas pernas, subindo pela saia, imaginando o que havia por baixo.
O sr. Montenegro era um homem velho, grisalho, com um bigode espesso e mãos que não paravam quietas. Ele não parava de me olhar também, os olhos lubricos percorrendo meu corpo. Isso me deu uma ideia.
— Com licença, preciso buscar mais cópias do contrato — disse eu, levantando-me da mesa.
Caminhei até a porta, sentindo os olhos de todos me seguindo. Ao passar por Ricardo, inclinei-me levemente, como se ajustasse a saia, e sussurrei tão baixo que só ele ouviu:
— Sem calcinha. Estou molhada só de olhar pra você.
Vi ele engolir em seco, o pau endurecendo visivelmente sob a mesa. Sorri e sai pelo corredor.
Fui até o meu escritório, aquele mesmo onde havíamos transado dias atrás, e esperei. Não demorou. Cinco minutos depois, a porta se abriu com violência e Ricardo entrou, os olhos selvagens, a respiração ofegante.
— Você está me enlouquecendo de propósito — rosnou ele, trancando a porta atrás de si.
— E você está adorando — respondi, sentando na borda da mesa, abrindo as pernas lentamente.
Ele avançou como um animal, as mãos agarrando minha cintura, os lábios colados nos meus, a língua invadindo minha boca com avidez. Eu gemi, sentindo o calor dele, o desejo pulsando entre minhas pernas.
— Aqui não, Ricardo. A reunião... — disse eu, fingindo resistência.
— Foda-se a reunião — respondeu ele, levantando minha saia com brutalidade.
Ele encontrou minha boceta exposta, molhada, pulsando de antecipação. Gemeu ao sentir o calor úmido, os dedos deslizando pelos lábios inchados.
— Porra, Cat... você está encharcada — murmurou ele, os dedos mergulhando dentro de mim enquanto a boca descia pelos meus seios, mordendo os mamilos através da blusa.
Eu arquei as costas, empurrando os quadris contra a mão dele, sentindo os dedos grossos entrando e saindo, roçando aquele ponto mágico que me fazia ver estrelas.
— Mais... preciso de mais — implorei, a voz quebrada de desejo.
Ele me virou de costas contra a mesa, abaixando as calças rapidamente. O pau dele saltou, duro, veias pulsando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Sem aviso, ele entrou em mim de uma vez, esticando minhas paredes, preenchendo cada centímetro.
— Ah, caralho! — gritei, as unhas arranhando a madeira da mesa.
Ele começou a foder com força, os quadris batendo contra minha bunda com um som ritmado e obsceno. Cada estocada me empurrava para frente, os seios balançando, os mamilos friccionando contra o tecido úmido da blusa.
— Você é uma puta, sabia? Uma puta deliciosa — rosnou ele, uma mão puxando meus cabelos, a outra descendo para esfregar meu clitóris.
— Sou sua puta... só sua — gemi em resposta, empurrando pra trás pra encontrá-lo.
O prazer era avassalador, cada movimento enviando ondas de fogo pelo meu corpo. Eu podia sentir o orgasmo se aproximando, os músculos da boceta apertando o pau dele.
— Vou gozar, Ricardo... ah, porra, vou gozar! — gritei, o corpo inteiro tremendo, o suco jorrando enquanto as contrações me dominavam.
Ele não parou. Continuou fodendo através do meu orgasmo, prolongando o prazer até ele também gozar, enchendo-me com jatos quentes de sêmen que escorreram pelas minhas coxas quando ele saiu.
Caímos exaustos no chão do escritório, os corpos suados, a respiração irregular. Eu sorri, beijando-o suavemente.
— Voltamos pra reunião?
Ele riu, um som rouco e masculino.
— Deixa eles esperarem.
…….
O problema começou com uma conversa no WhatsApp. Eu tinha conversado com minha irmã sobre uma fofoca qualquer do escritório,nada importante, apenas comentários banais sobre um cliente chato e sobre como a Claudia era control demais. Normal, né? O que qualquer assistente faz quando a chefe vira as costas.
Só que Claudia, por algum motivo, pegou meu celular na mesa enquanto eu estava no banheiro. Leu tudo. E perdeu a cabeça.
— Cat , entra no meu escritório. Agora.
A voz dela era gelada, o tipo de frieza que antecede uma tempestade. Eu entrei, confusa, e encontrei ela segurando meu celular, a tela ainda mostrando a conversa.
— Você está demitida.
— O quê? Claudia, foi só uma conversa entre eu e minha irmã, uma fofoca qualquer, eu não…
— Não me interessa. Você falou sobre clientes, sobre o escritório, sobre mim. Isso é quebra de confiança. Você tem até o final do dia para organizar suas coisas e entregar tudo. Pode ir.
Tentei argumentar, explicar, mas ela nem me olhava. Já estava voltando aos papéis dela, me dispensando como se eu fosse nada. Dois meses de trabalho, de dedicação, jogados no lixo por uma conversa de WhatsApp. Uma fofoca boba que qualquer pessoa normal deixaria passar.
Saí do escritório com o coração batendo forte, não de tristeza, mas de raiva. Aquela mulher tinha acabado de destruir minha carreira antes de começar. Eu tinha contas pra pagar, sonhos, planos. E ela me dispensou assim, sem dó, sem piedade, como se eu fosse um objeto quebrado que não servia mais.
Mas o pior ainda estava por vir.
Duas horas depois, Claudia apareceu na minha mesa com uma pilha de processos.
— Cat, antes de você ir, preciso que você organize esses processos. São urgentes, preciso deles organizados por data e cliente até o final do dia.
Eu quis rir. Queria gritar. Ela acabara de me demitir e ainda estava me explorando? Pedindo pra eu trabalhar até o último minuto?
— Claro, doutora — respondi, forçando um sorriso profissional.
Ela saiu, e eu fiquei sozinha no escritório. O casarão estava silencioso. O cachorro dela tinha ido para o petshop, Claudia saiu para uma reunião externa, e eu estava lá, sozinha, cercada de papéis e de uma raiva que só crescia.
E então eu vi ele.
Ricardo entrou no escritório, vestindo uma camisa social azul-marinho que abraçava os ombros largos, as mangas arregaçadas revelando os antebraços musculosos. O cabelo grisalho estava levemente despenteado, e ele tinha aquele ar de homem que sabe exatamente o efeito que causa nas mulheres.
— Ouvi o que aconteceu — disse ele, parando perto da minha mesa. — Sinto muito, Cat.
Olhei pra ele, e algo dentro de mim acendeu. Uma faísca de ideia que rapidamente se transformou em chama.
— Você sente mesmo? — perguntei, levantando-me da cadeira.
Ele engoliu em seco, os olhos descendo pelo meu corpo, parando nas curvas que a saia justa destacava.
— Eu... sim.
Caminhei até ele, devagar, os saltos batendo no chão de madeira. Cada passo era uma provocação. Parei a poucos centímetros, sentindo o calor emanando dele, o cheiro masculino de colônia e algo mais, algo primitivo.
— Sabe o que ela fez, Ricardo? — minha voz era um sussurro, mas carregava veneno. — Ela destruiu minha vida. Dois meses de trabalho, jogados fora por uma conversa boba. E ainda por cima me pediu pra trabalhar até o último minuto. Você sabe o que isso é?
— Cat...
— É exploração. É crueldade. — aproximei-me mais, os lábios quase tocando o ouvido dele. — E você sabe o que eu vou fazer a respeito?
Ele não respondeu. Não precisava. Eu podia ver o pau dele endurecendo nas calças sociais, o volume crescente denunciando o desejo.
— Eu vou me vingar — sussurrei. — Aqui. Hoje. Na casa dela. No escritório dela. E quando ela voltar, vai encontrar as evidências.
Os olhos dele se arregalaram, uma mistura de choque e excitação.
— Você está brava...
— Estou furiosa. — agarrei a gravata dele, puxando-o pra perto. — E você vai me ajudar.
Ele não resistiu. Nem um pouco.
Meus lábios encontraram os dele em um beijo feroz, possessivo, cheio de raiva e desejo. As mãos dele subiram pelo meu corpo, apertando a cintura, descendo até a bunda, me apertando com força. Eu gemi na boca dele, empurrando o corpo contra o dele, sentindo cada centímetro do pau duro pressionando contra minha barriga.
— O escritório dela fica ali — murmurei entre os beijos. — Vamos pra lá.
Ele riu, um som rouco e masculino.
— Você é maluca.
— Estou apenas começando.
Caminhamos de mãos dadas até o escritório da Claudia, aquele espaço que ela tanto prezava, com os diplomas na parede, a mesa de mogno, a poltrona de couro onde ela sentava pra me dar ordens todos os dias. Empurrei Ricardo contra a porta, fechando-a atrás de nós com um clique.
— Hoje você é meu — disse eu, abaixando-me lentamente, os olhos nos dele enquanto desfazia o cinto dele.
Ele assistiu, hipnotizado, enquanto eu abaixava a calça dele, liberando o pau grosso, veias saltadas, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Era maior do que eu imaginava, e eu imaginei muito.
— Porra, Cat — gemeu ele quando eu envolvi a cabeça com os lábios.
Chupei devagar no início, saboreando o poder que eu tinha sobre ele. A língua deslizou pela extensão, coletando cada gota de pré-gozo, sentindo o pau pulsar na minha boca. As mãos dele encontraram meu cabelo, puxando-me mais pra perto, guiando o ritmo.
— Você gosta disso, né? — murmurei, os lábios ainda roçando a pele sensível. — Gosta da boca da assistente da sua mulher.
— Porra, sim — rosnou ele. — Sua boca é perfeita.
Voltei a trabalhar, acelerando o ritmo, sentindo o pau inchar ainda mais, sabendo que ele estava perto. Mas eu não queria que acabasse tão rápido. Queria aproveitar cada segundo.
Levantei-me, girando-o e empurrando-o contra a mesa da Claudia. Ele quase derrubou um porta-retratos, mas não importava. Subi no meu colo, a saia subindo pelas coxas, e posicionei a boceta molhada sobre o pau duro.
— Me fode — ordenei. — Aqui, na mesa dela.
Ele não precisou de mais convite. Com uma mão na minha cintura e outra nos meus cabelos, ele me abaixou, penetrando de uma vez, preenchendo-me completamente. Gritei, o som ecoando no escritório silencioso, sentindo cada centímetro dele dentro de mim.
— Ah, caralho, você é tão apertada — gemeu ele, começando a mover.
Agarrei os ombros dele, as unhas cravando na pele através da camisa, arranhando, marcando. Cada movimento dele me fazia ver estrelas, o pau roçando pontos que me faziam perder a cabeça. Eu empurrava pra baixo encontrá-lo, os seios balançando, os mamilos endurecidos friccionando contra o tecido da blusa.
— Mais forte — gemi. — Me fode como se eu fosse uma puta.
Ele obedeceu, aumentando o ritmo, os quadris batendo contra os meus com uma força brutal. O som de carne batendo em carne preenchia o escritório, obsceno e perfeito. A mesa da Claudia rangia com cada estocada, os papéis voando, os objetos caindo.
— Você é uma vadia, sabia? — rosnou ele, uma mão descindo pra esfregar meu clitóris. — Uma vadia deliciosa que está me traindo com a própria mulher.
— E você adora — respondi, os olhos nos olhos dele. — Adora meter na assistente dela. Adora me foder no escritório dela.
O prazer era avassalador, cada estocada me levando mais perto do abismo. Eu podia sentir o orgasmo se aproximando, os músculos da boceta apertando o pau dele, o calor se espalhando pelo meu baixo ventre.
— Vou gozar, Ricardo — gemi. — Vou gozar tão forte...
— Goza pra mim, puta — ordenou ele, os dedos trabalhando no meu clitóris com precisão.
E eu gozei. Com uma intensidade que nunca tinha sentido antes, o corpo inteiro convulsionando, as pernas tremendo, a boceta apertando o pau dele em espasmos. E então aconteceu algo novo: o prazer foi tão intenso que senti um jato quente escapar, molhando as coxas dele, escorrendo pela mesa.
— Porra! — gritou ele, surpreso. — Você fez xixi?
— Não foi xixi — ofeguei, ainda tremendo. — Foi... foi só o jeito que eu gozo.
Mas a verdade é que eu tinha feito de propósito. Era parte do plano.
Depois que o primeiro orgasmo passou, ele me deitou na mesa da Claudia, os papéis espalhados pelo meu redor, e continuou me fodendo. Eu agarrava os lençóis que ela provavelmente tinha lavado na semana passada, as pernas abertas wide, os pés apoiados na borda da mesa enquanto ele entrava e saía, os olhos fixos nos meus seios que saltavam com cada movimento.
— Seus peitos são perfeitos — murmurou ele, inclinando-se pra chupar um mamilo. — Tão redondos, tão macios.
Mordeu suavemente, depois com mais força, deixando marcas vermelhas que eu sabia que durariam dias. Desceu pelos meus seios, pela barriga, até chegar na boceta, onde começou a lamber com avidez, coletando o suco que ainda escorria.
— Porra, você é deliciosa — disse ele, a voz abafada entre minhas pernas.
Eu gemia, as mãos puxando os cabelos grisalhos dele, empurrando-o mais perto. O segundo orgasmo veio mais rápido, mais intenso, e dessa vez eu deixei escorrer mais ainda, o jato atingindo o rosto dele, escorrendo pelo pescoço, manchando a camisa social que ele usaria pra reunião mais tarde.
— Isso mesmo, sua puta — rosnou ele, subindo sobre mim. — Me enche toda.
Ele entrou de novo, dessa vez mais lento, saboreando cada movimento. Os olhos dele estavam fixos nos meus, uma mistura de luxúria e algo mais, algo quase afetuoso.
— Você é minha agora — disse ele, acelerando o ritmo. — Entende? Minha.
— Sua — gemi em resposta. — Só sua.
Mas eu não era de ninguém. Eu estava ali por vingança. E tinha mais por vir.
Mais tarde, exaustos e suados, nós subimos para o quarto. O quarto que ele compartilhava com Claudia. O quarto onde eles dormiam, faziam amor, construíam uma vida juntos.
Eu queria destruir isso também.
A cama king-size estava impecavelmente feita, os lençóis brancos esticados, os travesseiros fofos. Havia fotos deles na cômoda, do casamento, das férias, de momentos "felizes". O cheiro dela ainda impregnava o tecido.
Ricardo me deitou no centro da cama, e eu me espalhei, os braços abertos, os cabelos castanhos espalhados no travesseiro dela.
— Aqui é onde você dorme com ela, né? — perguntei, a voz doce como veneno. — Aqui é onde você finge que é feliz.
Ele não respondeu. Apenas inclinou-se sobre mim, os lábios encontrando os meus novamente, as mãos explorando cada curva do meu corpo. Eu o abracei, as pernas envolvendo a cintura dele, sentindo o pau duro pressionando contra a boceta.
— Me ama — disse eu, empurrando os quadris pra cima. — Me ama como você nunca amou ela.
Ele entrou de uma vez, e nós começamos de novo. O sexo era diferente ali, mais lento, mais íntimo, mais perigoso. Cada movimento carregava o peso do proibido, do traição, da destruição.
— Você é tão boa — gemeu ele, os lábios no meu pescoço. — Tão apertada, tão molhada.
— E toda sua — respondi, arqueando as costas.
Ele mudou de posição, me virando de bruços, levantando minha bunda. Entrou por trás, as mãos apertando meus quadris, as estocadas profundas e certeiras. Eu gemia no travesseiro dela, mordendo o tecido, imaginando a cara que ela faria quando visse as marcas de batom, os cabelos bagunçados, o cheiro de sexo impregnado.
— Mais forte — implorei. — Me fode mais forte.
Ele obedeceu, aumentando o ritmo, as mãos descendo pra bater na minha bunda. A dor se misturava com o prazer, cada tapa enviando ondas de fogo pelo meu corpo. Eu empurrava pra trás encontrá-lo, os seios friccionando contra os lençóis, os mamilos endurecidos buscando atrito.
— Você é minha vadia — rosnou ele. — Minha putinha pessoal.
— Sua — gemi. — Só sua.
O orgasmo veio como uma tsunami, me arrastando para um abismo de prazer intenso. Gritei o nome dele, as unhas arranhando os lençóis, o corpo inteiro tremendo. E de novo, o jato quente escapou, molhando a cama, manchando o colchão que Claudia chamava de seu.
— Porra, Cat — disse ele, sentindo o calor. — Você está me enchendo toda.
— Isso é só o começo — respondi, virando-me pra ele com um sorriso.
Depois do sexo, nós estávamos completamente exaustos. O quarto cheirava a sexo, suor e pecado. Os lençóis estavam encharcados, manchados de suco e suor, as marcas de batom espalhadas pelos travesseiros, os cabelos de Claudia — que eu tinha arrancado durante o sexo — ainda no travesseiro dela.
Ricardo tinha marcas de unhas nas costas, marcas de batom no pescoço, arranhões nos ombros. Ele parecia um troféu de guerra.
Eu me levantei devagar, as pernas ainda tremendo, e caminhei até a cômoda. Ali, entre as fotos deles, havia um bloco de notas e uma caneta. Sorri.
Escrevi o bilhete com letra cursiva, elegante, o tipo de letra que eu usava nos documentos oficiais do escritório:
"Querida Claudia,
Obrigada pelos meses de trabalho. Obrigada por me demitir. Obrigada por me deixar sozinha com o seu marido no dia da minha demissão.
Você queria que eu organizasse os processos? Eu organizei. Organizei eles no meu cu enquanto seu marido me fodia na sua mesa.
Agora toda vez que você dormir nessa cama, vai saber que eu estive aqui. Que eu gozei gritando o nome dele. Que eu fiz xixi no seu colchão.
Você me demitiu. Eu sentei no seu marido.
Com amor, Cat"
Dobrei o bilhete e coloquei bem no centro do travesseiro dela, onde ela não poderia deixar de ver quando deitasse.
Ricardo me acompanhou até a porta, ainda seminu, as marcas de batom e arranhões à mostra.
— E agora? — perguntou ele, uma mistura de preocupação e excitação nos olhos.
— Agora você espera ela voltar — respondi, vestindo o blazer. — E quando ela ver a bagunça, quando ela ler o bilhete, quando ela sentir o cheiro de mim na cama dela... você vai ver a cara dela.
— Cat...
— O quê? — olhei pra ele, desafiadora.
— Isso é loucura.
— Eu sei. — sorri, beijando-o suavemente nos lábios. — Mas é perfeito.
Abri a porta e sai.
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