Esse é um conto real que aconteceu comigo há uns 3 anos atrás.
Eu tenho 29 anos, 1,69 m, 77 kg, pele branquinha lisinha de depilação total, corpo macio e sem pelos. Desde adolescente sou crossdresser, mas sempre fui só pra mim: me montava toda de pink, lingerie fio dental enfiado no cuzinho, saia curta, top cropped, meia arrastão, e ficava me olhando no espelho, me sentindo uma princesinha putinha safada. Nunca tinha dado pra homem, sempre fugia quando a conversa esquentava. Gostava de ser difícil, de provocar e depois sumir.
Meu nome de CD é Melissa. Mel, quando o tesão bate forte.
Mais uma noite brincandocomos tarados do bate papo conheci meu destino: professor de luta, alto, sarado, moreno claro, cara de bandido com tatuagens no peito e braços, olhar que já prometia foder tudo. Começou devagar, elogiando minhas fotos, dizendo que eu era linda, que queria me ver de pertinho. Eu resisti no começo, respondia seco, "não sei se rola", "sou difícil", "nunca fiz isso". Mas ele insistia, paciente, mas firme. "Mel, tu é uma delícia, eu quero te fazer minha namoradinha. Vou te tratar bem, mas vou te fazer mulher de verdade. Vou te mostrar o que é ser fodida por um macho de verdade, até tu implorar por mais."
Aquilo mexeu comigo. Ele mandava áudio rouco, falando baixo: "Imagina eu te pegando de quatro, abrindo esse cuzinho apertado, te fazendo gemer meu nome. Tu vai ser minha princesinha obediente." Eu ficava molhada só de ler, mas ainda brincava de difícil: "Vai sonhando", "não é tão fácil assim". Ele ria, "pode ser difícil quanto quiser, mas no final tu vai se entregar toda pra mim. Eu sei que tu quer."
Depois de dias de papo quente e parecia que eu estava no cio, meu cuzinho piscava o dia inteiro pedindo aquele macho. Marquei. Me montei toda: peruca loira ondulada comprida, maquiagem pesada com batom vermelho, top rosa decotado amarrado na frente deixando a barriga branquinha de fora, saia curta pink colada na bunda, fio dental rosa sumindo entre as nádegas, meia-calça arrastão preta. Me olhei no espelho do banheiro tremendo, o cuzinho piscando de nervoso e tesão.
Ele me buscou, me olhou devagar de cima a baixo e disse: "Porra, Mel, tu é mais puta do que nas fotos. Tô louco pra te fazer minha." No carro, mão na minha coxa, subindo devagar, apertando. "Tu vai ser minha namoradinha hoje. Vou te comer até tu esquecer que um dia foi difícil."
No motel, ele trancou a porta e veio devagar. Me beijou com fome, língua invadindo, mãos apertando minha cintura, descendo pra bunda. "Olha essa bundinha branquinha... toda minha." Virou eu de costas, levantou a saia, puxou o fio dental pro lado e lambeu meu cuzinho devagar, me fazendo tremer e gemer alto. "Isso, geme pra mim, minha putinha. Tu tava resistindo, mas agora tá molhadinha querendo pau."
Ele tirou a roupa. O pau duro, grosso, veiudo, pulsando. Eu ajoelhei, peguei na mão, senti o calor. Abri a boca e engoli o máximo que consegui, engasgando, babando, olhos lacrimejando. Ele segurou minha peruca: "Engole tudo, vadia. Tu é minha agora." Fodia minha boca devagar, depois mais fundo, eu babando no pau inteiro.
Me jogou na cama. "Senta primeiro, namoradinha. Mostra que tu quer." Eu subi em cima, lubrifiquei, sentei devagar no pauzão. A cabeça abrindo meu cu apertado pelaprimeira vez, ardendo, mas eu desci gemendo, sentindo ele me rasgando. Quando sentei tudo, rebolei devagar, ele apertando minha bunda: "Isso, rebola pra teu macho. Tu é minha mulher agora."
Aí ele virou selvagem. Me colocou de bruços, meteu forte, socando fundo, bolas batendo. "Toma, sua putinha difícil. Tá sentindo o que é ser mulher?" De ladinho, perna levantada, metendo enquanto mordia meu pescoço: "Vou te encher de porra, te deixar marcada." Frango assado: pernas no ar, segurando meus tornozelos, socando fundo olhando nos olhos: "Olha pra mim enquanto eu te fodo, Mel. Tu é minha vadia."
De quatro foi o auge. Ele me empinou, puxou minha cintura, batia na bunda forte deixando vermelha. "Empina mais, cadela. Abre esse cu pra mim." Ele metia com força, o quarto cheio de barulho de pele batendo, meus gemidos altos: "Me fode mais, por favor, me faz tua!" Ele parou de repente, pegou o celular: "Quero foto dessa bundinha aberta." Mandou eu abrir meu cuzinho com as mãos, o buraco piscando, melado, esticado pelo pauzão dele. Tirou foto de perto, rindo: "Olha como teu cuzinho tá destruído pra mim. Vou guardar pra te lembrar que tu é minha putinha difícil"
Voltou a meter, mais forte, mais rápido. Uma hora inteira assim, eu com a mente já anestesiada, cu latejando, aberto, dolorido de prazer. Ele avisou: "Vou gozar na tua boca, namoradinha. Abre." Tirei o pau da bunda, ajoelhei, abri a boca. Ele gozou forte, jatos quentes enchendo minha boca, escorrendo no queixo, pingando no top rosa. Engoli tudo que consegui, lambi o pau limpo, olhando pra cima como boa vadia.
Deitei do lado dele, corpo mole, cu ardendo satisfeito. Ele me abraçou, beijou minha testa: "Tu foi perfeita, Mel. Difícil no começo, mas se entregou toda. Agora tu é minha mulher de verdade, minha princesinha putinha."
E eu sorri, sentindo o gosto dele na boca, o cu marcado, completa. Finalmente fodida por um macho que me conquistou.