Esposinha quer se exibir parte 7

Um conto erótico de Milena
Categoria: Heterossexual
Contém 1340 palavras
Data: 25/02/2026 23:55:14

Capítulo 7: O Resgate do meu Dono

O vento da noite da minha cidade balancava o tecido do meu vestido seda verde, que agora parecia uma segunda pele, e com o cheiro da farmácia e do desejo proibido. Ricardo não pilotava apenas; ele dominava a máquina com uma fúria contida, cada troca de marcha sendo um estalo de autoridade que ecoava pelas ruas desertas. Eu sentia a tensão nas costas dele, um muro de músculos que eu provocava com a ponta dos meus dedos, subindo lentamente por baixo da jaqueta dele enquanto a moto devorava o asfalto.

Ele não foi para casa.

Em vez de dobrar a esquina que nos levaria ao conforto do nosso quarto, ele acelerou em direção à estrada , onde a iluminação dos postes dava lugar a escuridão do sertão sob o luar. O ronco da moto era o único barulho daquele lugar.

— Onde você vai, Ricardo? — perguntei, minha voz sendo engolida pelo o ar, embora eu soubesse que ele não precisava responder.

Então ele freou bruscamente no acostamento, levantando uma pequena nuvem de poeira. O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. Antes que eu pudesse descer, ele desligou o motor, mas manteve as mãos presas ao guidão. Pelo retrovisor, vi seus olhos: não havia fúria cega, havia uma posse absoluta e sombria.

— Você acha que eu não senti o cheiro dele em você, Milena? — a voz dele veio baixa, vibrando .

— Você entrou naquela farmácia de um jeito e saiu de outro. O olhar daquele moleque... ele acha que ganhou um prêmio.

— E não ganhou? — provoquei, deslizando da garupa com um movimento lento, deixando o vestido subir e mostrando minha calcinha rosa fiozinho. — Ele viu o que você me mandou mostrar, e provou o que você permitiu.

Ricardo desceu da moto com uma agilidade. Ele caminhou até mim, e segurou na minha cintura com a mão direita. enquanto a outra descia, firme, para meu micro vestidinho verde

Ele não teve delicadeza. Com um movimento forte, ele segurou em baixo meu vestido verde. Eu ouvi o som suave da seda esticando, quase rasgando. Aquela noite fria mas com o calor das mãos dele me fez impinar o meu bumbum contra o banco da moto.

— Você disse que queria ver como eu tiraria isso de você — ele lembrou, a voz carregada de uma promessa perigosa. — Eu não vou tirar. Eu vou conquistar cada centímetro de volta.

Ele me puxou para cima do banco da moto, me posicionando de frente para ele. Ali, sob o céu estrelado, o vestido verde tornou-se um obstáculo que ele começou a rasgar com uma urgência, algo que Gabriel jamais ousaria fazer. Ricardo não queria apenas o meu corpo; ele queria apagar qualquer vestígio do toque do outro.

Minhas mãos encontraram a nuca dele, puxando para um beijo que tinha gosto de posse e adrenalina. Eu sentia a calcinha rosa ser puxada para o lado, meu vestido verde rasgado, ja nao era mais um obstáculo, e a pele queimando sob o toque possessivo do meu marido. O risco da farmácia tinha sido o aperitivo, mas ali, no silêncio da estrada, eu estava toda entregue a ele.

— Ele é só um menino, Ricardo — sussurrei entre os beijos, sentindo a força dele me reivindicando. — Você é o meu dono.

Ele não respondeu com palavras. O movimento seguinte foi a resposta definitiva, provando que, embora o mundo pudesse olhar e o "novinho" pudesse sonhar, a realidade daquela noite pertencia apenas ao homem que agora rasgava o silêncio da madrugada com o meu nome.

As mãos de Ricardo pararam por um segundo,de apertar as minhas coxas, enquanto o motor da moto ainda estalava, esfriando sob o luar. O silêncio do sertão era cúmplice. Eu sentia o peso do olhar dele, uma mistura de fúria e uma curiosidade sombria que o consumia por dentro.

— Você disse que ele provou o que eu permiti, Milena — ele rosnou, a voz falhando pela excitação contida. — O que exatamente aquele moleque provou?

Eu inclinei a cabeça para trás, sentindo a brisa fria tocar meu pescoço, contrastando com o calor do corpo dele. A verdade estava na ponta da minha língua, doce e perigosa.

— Eu não deixei ele me tocar como você toca, Ricardo — sussurrei, aproximando meu rosto do dele até que nossas respirações se misturassem. — Mas eu deixei que ele sentisse o gosto da sua mulher. Eu me ajoelhei ali mesmo, atrás do balcão, entre os remédios e o cheiro de limpeza.

Senti suas maos tirando minha calcinha, e os dedos dele enterrando com mais força na minha bucetinha. O impacto daquelas palavras o atingiu como um soco físico.

— Você fez o quê? — O tom dele não era de julgamento, mas de uma obsessão faminta, de puro tesao.

— Eu paguei o melhor boquete que aquele garoto ja teve — confessei, sustentando o olhar. — Enquanto eu pensava em você assistindo. Enquanto eu imaginava a sua cara sabendo que o "novinho" estava perdendo o juízo nas minhas mãos. Ele estava trêmulo, Ricardo. Ele é um menino... mas você, você é o homem que vai me levar ao limite por causa disso agora.

Ricardo não recuou. Pelo contrário, ele avançou o corpo contra o meu, prensando-me contra o tanque frio da moto enquanto suas mãos grandes subiam pelas minhas coxas, agora libertas da minha calcinha rosa. Os dedos dele estavam possessivos, reivindicando cada milímetro de pele que o "novinho" da farmácia ousou imaginar, mas nunca poderia ter.

— Então você deu a ele um espetáculo, Milena? — sim

— Você gostou de fazer isso ?

— amei amor. Entao ao ouvi isso ele respirou forte, logo depois senti seu polegar encontrar minha bucetinha, já úmida e pulsante pela adrenalina do perigo. — Mas eu só fiz isso porque sabia que você estaria aqui agora... para me cobrar o preço.

Ele não esperou mais. Com um movimento bruto e carregado de autoridade, Ricardo abriu o próprio cinto. Ele me ergueu um pouco mais, minhas pernas se entrelaçando naturalmente na sua cintura, o vestido verde rasgado servindo apenas como um adorno de luxo para a nossa luxúria no acostamento.

Quando ele penetrou na minha bucetinha, não houve delicadeza, então Soltei um gemido alto com muito tesao. Ricardo segurava meu rosto com as duas mãos, obrigando-me a olhar nos olhos dele enquanto metia com uma fúria nunca vista, cada estocada apagando a imagem do balcão da farmácia da minha mente.

Eu sentia meu bumbum no tanque da moto e a minha bucetinha no calor do pau do meu marido. Era o contraste perfeito: o frio da noite e o fogo que nos consumia.

Ele não me deixava desviar o olhar. Queria que eu visse o dono que eu mesma invoquei. "Ele teve o gosto, Milena," ele sussurrou contra meus lábios, "mas eu tenho sua bucetinha. Você é minha."

Logo que ele disse isso eu gozei e ele tambem

Soltando uma gozada no meu útero, que veio como uma explosão, rápida e violenta.

O "novinho" da farmácia agora era apenas uma memória distante, um peão em um jogo que só serviu para incendiar ainda mais o que já era brasa entre nós dois.

Entao meu marido disse:

Vamos amor

me vestir de imediato. Ele Ficou ali, parado, me observando enquanto eu tentava, sem sucesso, cobrir o que restava da minha dignidade com o tecido do vestido verde rasgado.

__Deixa assim," ele disse, com um sorriso de canto que não era de desculpa, mas de quem havia gostado do estrago. "Quero que você sinta o vento no caminho. Quero que se lembre de cada segundo desse preço que você pagou."

Eu apenas sorri

Sobe, Milena — ele ordenou, a voz ainda carregada de uma possessividade que me fazia estremecer. — Vamos para casa.

O trajeto de volta foi um misto de exibição e segredo, com o vento da noite chicoteando o que restou do vestido. Eu senti o banco da moto frio, mas o que realmente me deixava vermelha era meu vestido verde totalmente rasgado, revelando minha calcinha fio dental rosinha que era engolida pelo meu bumbum guloso. Sei que meu vestido era um troféu para Ricardo rasgado pelo caminho,

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