Essa história aconteceu há mais ou menos 3 anos. Decidimos, meu namorado e eu, que iríamos à praia só nós dois, sem família, sem amigos, uma viagem nossa. O fato é que nossa vida sexual é uma putaria desenfreada. Trepamos pelo menos 3 vezes por dia, e esse fogo é que faz nossa relação ser tão safada. Basta ler meus outros contos que irão entender.
Então planejamos tudo e só fomos!
A cidade que escolhemos tem praias com muita natureza. Preferimos assim: sem muitas pessoas, sem estrutura, só areia, mar, e a sombra das árvores.
E foi aí que a nossa safadeza começou.
Se você não leu outros contos, eu sou branquinha, baixinha (1.53m), cabelos bem cacheados, e tenho uma carinha de puta como ninguém. Meu corpinho é esbelto, magrinho, e com curvas certinhas, no auge dos meus 20 aninhos. Porém, o maior destaque mesmo vai para meus peitos, que são enormes, estilo gota, com mamilos rosa, e que onde quer que eu passe todo mundo fica babando. Eu adoro isso, e meu namorado corninho, mais ainda.
No primeiro dia de praia, decidimos ir a um local bem reservado. A ideia era ficar em paz e curtir só o som do mar, a brisa, sem agitação.
Por ser dia de semana, só estávamos nós dois ali, nossas cervejas e o dia todo livre.
Tudo perfeito!
Tirei minha roupa de cima e fiquei só com meu biquíni: colorido, tipo meia taça, segurando meus peitos. A parte de baixo no estilo asa delta, realçando e empinando minha bundinha redonda.
Ao esticar a canga, logo deitei. Ele continou sentado, bebendo uma cerveja e curtindo o mar.
Como estávamos só nós dois ali, por mais ou menos meia hora, sugeri:
Amor, posso tirar a parte de cima? Não acho que vai pintar ninguém aqui, assim posso tomar sol no corpo todo
Claro, bebê. Tira mesmo!
E tirei. Que sensação de liberdade.
Apesar de não ser uma praia de nudismo, meus peitos redondos e enormes ficaram ali, meus bicos logo endureceram de tesão, pelo risco, e pela aventura.
Até que ouvimos um barulho…
Era um barco. Estava chegando até a areia.
Rômulo olhou e percebeu que só havia um cara, o barquinho era pequeno.
Tem um cara chegando, bebê, só pra você saber
Quer que eu me cubra?
Imagina, nem precisa
Que bom! Porque eu tava me sentindo ótima assim.
O barquinho chegou e ele atracou, quase que em nossa frente, já que a prainha era bem pequena. Após amarrar a corda, veio caminhando, como se fosse pegar a trilha. Acenou como um bom dia, o que Rômulo retribuiu.
Ao chegar em nossa reta foi que a situação mudou. O caiçara viu que eu estava com os peitos para fora e, em vez de seguir para a trilha, veio em nossa direção…
Bom dia, casal
Bom dia! - disse Rômulo
Estão querendo fazer algum passeio?
(nesse momento, olhei para cima, e percebi que ele não tirava os olhos do meu corpo. Falava com a gente mas estava vidrado nos meus seios)
Olha, a princípio não, mas talvez mais tarde
Suave! Estou vendo que estão bem a vontade aqui. Essa praia é tranquila mesmo, não dá ninguém, principalmente durante a semana
Opa, bom saber!
Nessa hora ele já ajeitava a rola por cima da bermuda. Como eu estava de óculos, olhei com atenção e percebi que tinha um belo volume ali.
Amor…acho que o sol tá apertando, passa protetor em mim?
Dei a deixa. E sei que meu corninho entendeu.
Irmão, como é seu nome?
É Ronaldo, chefe, Ronaldo barqueiro
Ronaldo…reparei que você gostou da vista aqui, vamos fazer uma troca?
Co…como assim? - ele até gaguejou
A gente não achou que ia encontrar um passeio aqui, e você não achou que ia ver uma gostosinha dessas sem biquini. Se você passar protetor nela, falamos do seu serviço depois
Pra já, chefe!
Ronaldo então pegou o protetor que Rômulo deu pra ele e ajoelhou bem do meu lado.
O volume na sua bermuda já estava bem marcado, e parecia ser bem grosso
Então ele jogou um pouco em sua mão, esfregou na outra, e disse:
Com licença, moça
Passa com vontade, tá?
Percebi que meu corninho já estava animado. E o barqueiro começou a passar bem na minha barriguinha.
Suas mãos eram grandes e ásperas, mão de homem trabalhador. Ele deslizava pelo meio dos meus peitos, vinha pelo meu pescoço, descia…até que finalmente pegou! Apertou meus peitos com vontade, mas sem machucar, e começou a esfregar.
Colocou mais protetor e seguiu deslizando pelos meus mamilos, que ficaram bem durinhos. Soltei um gemidinho: “Ahhhnnn”, pra ele saber que estava no caminho certo.
Minhas mãos estavam sobre meus olhos, mas abaixei a esquerda, para poder “acidentalmente” bater naquele mastro em riste.
Ai, desculpa
Que isso, patroa
Você viu isso, amor?
Eu vi, bebê…tá difícil aí, seu Ronaldo?
Tá nada! - e riu hahaha
Então deixei minha mão ali, repousando sobre aquela cabeça dura e para cima, enquanto ele já descia na parte de baixo do meu biquíni, passando creme pela minha virilha e levemente tocando minha bucetinha.
Como ele era muito pacato e respeitoso, resolvi dar uma melhorada.
Puxei meu biquini para o lado, revelando minha bucetinha bem de menininha, lisinha, e disse:
Passa em tudo, seu Ronaldo, por favor
Com uma voz bem manhosa
Voltei minha mão para seu pau, e estava duro feito pedra.
Depois que ele chegou no joelho, anunciei:
Pronto, muito obrigada! Agora vamos passear de barco?
Continua…
