A Lady e a Fera, Fome de Sexo nas Colinas Uivantes - Parte Final

Um conto erótico de Henrique Thoreau
Categoria: Zoofilia
Contém 2522 palavras
Data: 25/02/2026 20:45:14

O dia seguinte amanheceu cinzento e opressivo, o vento uivante já carregando o prenúncio da noite. Eleanor acordou tarde, o corpo ainda dolorido e marcado, mas o desejo pulsava como uma febre incontrolável. Após acompanhar Reginald na refeição matinal, ela se dirigiu à biblioteca da mansão, o salão amplo e sombrio com estantes que subiam até o teto abobadado, cheirando a couro velho, papel antigo e segredos.

Ela procurou o tomo encadernado em couro negro do século XVIII, Tratado das Bestas da Noite. Sentou-se em uma poltrona de veludo desgastado perto da lareira apagada, abriu o volume e folheou até as ilustrações mais explícitas. Gravuras detalhadas a nanquim mostravam lobisomens em plena transformação, pelagem negra eriçada brilhando como óleo, olhos vermelhos flamejantes, membros grotescamente eretos e pulsantes, veias grossas saltadas, glande inchada gotejando, corpos musculosos dominando mulheres rendidas em posições de submissão total.

A visão das imagens — a brutalidade crua, a posse animal, o pau bestial penetrando fundo até o limite — fez seu sexo contrair violentamente. Sem resistir, Eleanor ergueu a saia do vestido matinal, deslizou a mão por baixo da calcinha de renda fina e começou a se tocar. Dedos delicados circularam o clitóris inchado e sensível, mergulhando no calor úmido e escorregadio enquanto seus olhos devoravam as gravuras. Seus quadris ondularam contra a poltrona, seios arfando sob o corpete apertado, mamilos endurecidos roçando o tecido com cada respiração pesada. Acelerou os movimentos, dois dedos entrando e saindo ritmadamente, o som molhado ecoando baixo no silêncio da biblioteca. Gemidos suaves escapavam de seus lábios entreabertos, o prazer crescendo em ondas quentes que faziam suas coxas longas tremerem.

A porta da biblioteca rangeu. Lord Harrington entrou carregando um candelabro para acender as velas do entardecer precoce. Seus olhos escuros arregalaram-se ao vê-la: saia erguida até a cintura, pernas abertas sobre a poltrona, mão entre as coxas movendo-se ritmadamente, dedos brilhando de excitação, rosto corado de prazer, seios subindo e descendo com respirações pesadas, o livro antigo aberto no colo exibindo as gravuras obscenas de lobisomens em pleno ato. Por um segundo eterno ele ficou paralisado, o olhar intenso percorrendo cada detalhe — a pele perolada suada, os mamilos rosados duros visíveis sob o corpete entreaberto, o sexo inchado e brilhante onde os dedos dela entravam e saíam devagar. Eleanor congelou, mas não cobriu-se; manteve os olhos fixos nos dele, um misto de choque e excitação perversa. O sogro recuou abruptamente e fugiu pelo corredor, fechando a porta com força.

Eleanor ficou ali, coração disparado, o orgasmo interrompido deixando-a ainda mais inquieta. O segredo pesava, excitante e perigoso.

A noite chegou carregada de tensão. Reginald sugeriu procurarem Kwame novamente. Eleanor recusou, alegando dor de cabeça, e se mudou para um quarto de hóspedes no andar superior, trancando a porta.Deitada na escuridão, ouvia apenas o vento uivante batendo nas janelas. Nenhum uivo de lobo. A decepção cresceu como uma dor física. Por volta da uma da manhã, incapaz de suportar a espera, vestiu apenas um robe fino de seda e saiu para o jardim, depois para a floresta. Caminhou descalça, o ar frio arrepiando sua pele, procurando sinais da besta. Nada. Já estava desistindo, lágrimas de frustração nos olhos, quando o uivo cortou a noite — baixo, gutural, primal.

Seu sexo contraiu imediatamente, um gemido baixo e rouco escapou de seus lábios entreabertos. Eleanor adentrou mais fundo no bosque, o robe de seda fina escorregando devagar dos ombros, expondo os seios cheios ao luar prateado que filtrava entre as árvores retorcidas. A pele perolada arrepiou-se com o ar frio da noite, mamilos endurecendo ao toque invisível do vento uivante.

Então o viu: a criatura colossal emergiu das sombras entre dois carvalhos antigos, pelagem negra brilhando como óleo sob a luz lunar, olhos vermelhos flamejantes fixos nela. O corpo musculoso e deformado pulsava com uma respiração pesada, garras cravadas no solo úmido, focinho ligeiramente entreaberto deixando escapar um rosnado baixo e gutural. Entre as pernas musculosas, o membro pendia ainda semi-flácido, grosso e grotesco, veias salientes já visíveis mesmo naquele estado inicial.

Mas ao fixar os olhos nela — nua, vulnerável, oferecendo-se —, algo mudou. O pau da besta começou a reagir. Primeiro um leve tremor, depois um inchaço lento e inexorável. Eleanor sentiu o coração acelerar, o olhar hipnotizado descendo para aquela transformação. O membro engrossou visivelmente, alongando-se centímetro por centímetro, as veias pulsando mais fortes, a pele escura esticando-se ao redor da glande que emergia inchada e vermelha, brilhando com uma gota de pré-ejaculatório que escorria devagar. A cada passo que a criatura dava em sua direção, o pau endurecia mais, erguendo-se com uma lentidão torturante, ganhando tamanho e rigidez impressionantes, balançando pesadamente entre as coxas peludas, até ficar completamente ereto — colossal, ameaçador, pulsando com desejo puro por ela.

Eleanor ficou extasiada. Seus olhos azuis arregalaram-se de fascínio e luxúria, respiração acelerando, peito subindo e descendo em ondas rápidas. O simples fato de ver o pau do monstro crescer e endurecer por causa dela — por causa do cheiro dela, da visão do seu corpo nu, da oferta silenciosa — fez um calor líquido se espalhar do ventre para as coxas, o clitóris latejando com força, o sexo encharcando-se ainda mais. Ela mordeu o lábio inferior, um tremor percorrendo as pernas longas, os mamilos endurecendo ainda mais ao ar frio. A excitação era quase insuportável: o poder que exercia sobre a besta, a prova física e grotesca do desejo que despertava nele, transformando-o de predador em algo submisso ao prazer que ela provocava.

Quando a criatura finalmente chegou perto o suficiente para que ela sentisse o calor irradiando do corpo peludo, Eleanor deixou o robe cair completamente, ficando nua sob a lua cheia. Abriu os braços. A criatura avançou e a agarrou com garras que arranharam sem ferir fundo. Prendeu-a contra uma árvore antiga, língua áspera e quente lambendo seu pescoço devagar, descendo pelo vale entre os seios, circulando os mamilos endurecidos antes de sugá-los com força, dentes roçando a carne sensível. Eleanor arqueou as costas, mãos enfiadas na pelagem espessa. Ele desceu mais, joelhos no chão úmido, língua longa e áspera lambendo o sexo inchado em lambidas lentas e largas, saboreando cada gota de excitação, mergulhando entre os lábios molhados, circulando o clitóris latejante até ela tremer e gozar pela primeira vez, leite quente escorrendo pela língua dele.

Só então ele a ergueu, pernas longas dela enroladas em sua cintura, e penetrou-a devagar, centímetro por centímetro, o pau monstruoso esticando-a ao limite, veias pulsantes roçando cada nervo interno. Eleanor gritou de prazer, unhas cravando na pelagem das costas, quadris ondulando para recebê-lo mais fundo. Ele começou a fodê-la contra a árvore, estocadas ritmadas e profundas que faziam seus seios balançarem pesadamente, pelagem áspera roçando os mamilos a cada investida, saco pesado batendo contra sua carne. O ritmo acelerou, estocadas mais brutais, o som molhado de carne contra carne ecoando na floresta, o cheiro almiscarado de sexo misturando-se ao musgo úmido. Eleanor gozou novamente, paredes internas contraindo em espasmos violentos ao redor dele, leite escorrendo pelas coxas longas.

Ele a virou de quatro no chão de folhas, montando-a por trás como um animal, garras cravadas no solo ao lado de suas mãos, estocadas ainda mais fundas, o ângulo perfeito para a glande bater direto no colo do útero. Eleanor empinava a bunda, empurrando para trás, gemendo rouca enquanto o prazer a consumia. O lobisomem rosnava de prazer, língua lambendo sua nuca, dentes roçando a pele sem morder.

Reginald, ao acordar foi procurar a esposa, mas ao ver o quarto vazio desconfiou da ausência dela. Teria ela ido procurar o africano, o cocheiro, escondido dele? Ao certificar-se que ela não estava com Kwamr, caminhou pelos jardins escuros, depois pelo bosque, chamando baixinho o nome dela, coração acelerado de preocupação. Ouviu gemidos distantes, seguiu o som, galhos arranhando seu rosto, pés tropeçando em raízes. Quanto mais se aproximava, mais claros ficavam os sons: gemidos altos de prazer feminino, rosnados guturais, o som úmido e ritmado de sexo selvagem. Ele chegou à clareira e viu: sua esposa nua sendo possuída selvagemente pelo monstro, de quatro, corpo brilhando de suor, seios balançando com cada estocada brutal, rosto contorcido de êxtase absoluto. Gritou horrorizado.

O lobisomem virou a cabeça, olhos vermelhos faiscando de fúria. Soltou-a e partiu para cima de Reginald em quatro patas, garras rasgando o chão, uivo ensurdecedor ecoando. Reginald fugiu em pânico absoluto, correndo desesperado pela floresta, galhos chicoteando seu rosto, respiração ofegante. O monstro o perseguia de perto, patas pesadas batendo no solo, rosnados cada vez mais próximos, garras quase alcançando suas costas. Reginald irrompeu na mansão pela porta lateral, subiu as escadas tropeçando, o lobisomem logo atrás, destruindo vasos e quadros com o corpo colossal. No salão principal, o monstro o encurralou contra a parede, garras erguidas para rasgar sua garganta.

Eleanor irrompeu pela porta principal, nua, pele brilhando de suor e luar, seios arfando pesadamente com a corrida desesperada, sexo latejando e escorrendo excitação em fios quentes pelas coxas internas. A criatura virou-se bruscamente, narinas dilatadas farejando o ar carregado do cheiro dela — doce, almíscar, desejo puro. O desejo venceu a fúria num instante. Os olhos vermelhos flamejaram de luxúria insana, e ele avançou sobre ela com um rosnado gutural que fez o lustre de cristal tremer.

Agarrou-a pela cintura com garras que arranharam sem rasgar, ergueu-a como se não pesasse nada e a jogou de bruços no tapete persa do salão. Eleanor caiu de joelhos e mãos, o corpo arqueando instintivamente, bunda empinada em oferta. O lobisomem cobriu-a imediatamente como um cão cobre uma cadela no cio: peito peludo colado às costas dela, peso imenso pressionando-a contra o chão macio, patas dianteiras cravadas no tapete ao lado dos braços dela para sustentá-lo. O pau grotesco, já colossal e pulsando, encontrou a entrada úmida e escorregadia sem hesitação. Penetrou-a de uma estocada selvagem e profunda, esticando-a ao limite, veias grossas roçando cada nervo interno.

Ele a fodeu como fera enlouquecida: estocadas brutais e ritmadas, quadris batendo contra a bunda dela com força animal, saco pesado balançando e colidindo contra o clitóris inchado a cada impulso. A pelagem áspera roçava incessantemente as costas nuas, os seios esmagados contra o tapete, mamilos roçando o tecido áspero enquanto o corpo inteiro dela era sacudido. O som molhado de carne contra carne enchia o salão, misturado aos rosnados baixos e guturais da besta e aos gemidos roucos e incontroláveis dela. Eleanor empurrava os quadris para trás, encontrando cada investida, paredes internas contraindo em espasmos violentos ao redor do pau monstruoso, leite quente escorrendo pelas coxas longas e pingando no tapete. O prazer era avassalador, prolongado, sem pausa: ele não mudava de posição, apenas aprofundava, acelerava, cobrindo-a completamente, dominando-a como um animal no cio, o peso do corpo dele mantendo-a presa no chão, submissa e ao mesmo tempo faminta.

Minutos se estenderam em uma eternidade de fúria e êxtase. Eleanor gozou repetidamente, corpo convulsionando sob o dele, gritos abafados contra o tapete, unhas cravando no tecido enquanto ondas de prazer a atravessavam sem cessar. O lobisomem rosnava mais alto, estocadas tornando-se ainda mais frenéticas, o pau inchando dentro dela, pulsando com a proximidade do clímax.

Então, num movimento instintivo de poder, Eleanor empurrou o corpo pesado dele para trás, fazendo-o rolar de costas no tapete. Montou-o imediatamente, quadris largos encaixando-se sobre o pau ainda rígido, descendo devagar no início para sentir cada centímetro grosso preenchê-la novamente, depois acelerando, quicando com força selvagem. Os seios balançavam pesadamente, cabelos loiros chicoteando o ar, mãos apoiadas no peito peludo para se equilibrar enquanto moía o clitóris contra a base eriçada. O lobisomem rosnava de prazer sob ela, garras cravadas no tapete, corpo tremendo enquanto ela o cavalgava sem piedade, prolongando o ato, dominando a fera que a havia possuído momentos antes.

Reginald, encostado na parede oposta, assistia em choque absoluto, pau endurecendo dolorosamente na calça apesar do terror.

Eleanor sentia-se mais poderosa que a criatura bestial, ela estava no controle. Quadris largos girando devagar no início, saboreando cada centímetro grosso que a preenchia, depois acelerando, quicando com força, moendo o clitóris contra a base peluda, seios balançando hipnoticamente. O monstro estava completamente absorto pelo prazer avassalador que estava sentindo, e quando ela acelerou ainda mais, corpo inteiro quicando, paredes internas apertando-o ritmadamente, ele começou a agir estranho: corpo tremendo, rosnados virando gemidos de dor misturada a êxtase. Tentou fugir, mas Eleanor não permitiu. Apertou a buceta ao redor do pau dele como uma armadilha quente e molhada, quicando com fúria, unhas cravando no peito peludo. O monstro uivou em agonia e êxtase, corpo convulsionando violentamente. A transformação começou: pelagem retraindo lentamente, ossos estalando audivelmente, focinho encolhendo, garras encolhendo. Eleanor continuou cavalgando implacável, quadris batendo com força, leite escorrendo pelas coxas, prolongando o orgasmo dele até que explodiu em golfadas quentes e abundantes, enchendo-a até transbordar, sêmen grosso escorrendo pelo pau ainda dentro dela. O corpo paralisou de prazer e dor, e a transformação completou-se.

Lord Harrington jazia no tapete persa, corpo humano novamente, exausto, olhos baixos, pele ainda marcada pelo suor e pelo esforço da mudança. Eleanor permaneceu montada nele por mais alguns segundos, quadris largos movendo-se devagar, sentindo os últimos espasmos dele dentro dela, o pau amolecendo enquanto o sêmen grosso escorria pelas coxas longas e brilhava sob o luar que entrava pelas janelas altas.

Só então desceu com lentidão deliberada, deixando-o caído e ofegante. Caminhou até Reginald, que permanecia encostado na parede oposta, paralisado, olhos arregalados de choque e excitação involuntária. Segurou o rosto dele com as duas mãos, ergueu-o devagar para encará-la. Seus olhos azuis brilhavam com um triunfo calmo e profundo, a pele perolada reluzente de suor, seios arfando suavemente com cada respiração.

Reginald caiu de joelhos sem resistência. Mergulhou o rosto entre as coxas dela, língua tocando primeiro as coxas internas úmidas, depois subindo até o sexo ainda quente e cheio. Lambeu avidamente o sêmen bestial misturado ao leite dela, circulando o clitóris inchado com movimentos famintos e devotos, sugando cada gota que escorria. Eleanor fechou os olhos, cabeça jogada para trás, um sorriso lento curvando os lábios enquanto o prazer a percorria novamente. Mão enfiada nos cabelos dele, guiando-o com movimentos suaves e possessivos, quadris ondulando devagar contra a boca do marido, prolongando as ondas de êxtase que faziam seu corpo tremer.

Lord Harrington, deitado no tapete, observava em silêncio humilhado, sem forças para se mover ou desviar o olhar, rosto vermelho de vergonha e derrota.

Quando o orgasmo a atravessou — um tremor longo e silencioso que a fez arquear as costas e apertar os cabelos de Reginald com mais força —, Eleanor abriu os olhos. Fitou os dois homens: o marido ajoelhado, rosto brilhando de sêmen e leite, lambendo com devoção; o sogro caído, exausto e exposto.

Ela se afastou devagar, deixando Reginald de joelhos, respiração pesada. Caminhou até a janela ampla, nua sob a luz prateada da lua cheia, corpo reluzente de suor e prazer. A mansão Harrington, com seus ventos uivantes e sombras antigas, finalmente encontrou sua verdadeira dona. Eleanor permaneceu ali, imóvel, enquanto a lua banhava sua silhueta — uma figura de luxúria conquistada e poder absoluto, os dois homens aos seus pés, servindo em silêncio o que ela agora comandava sem precisar pronunciar uma única palavra.

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