Meu compadre, minha mulher e eu. Parte 2

Um conto erótico de Medeiros
Categoria: Heterossexual
Contém 1683 palavras
Data: 25/02/2026 20:05:05
Última revisão: 26/02/2026 06:43:04

Continuando...

Mais uma semana de trabalho, na segunda-feira almoço com meu compadre na empresa e ele age com naturalidade, apesar de ter transado com minha mulher. (Como relatei na primeira parte deste conto). Eu, finjo que não sei se nada. Na terça-feira, estou concentrado no trabalho, organizando as coisas, quando sinto um tapa na minha bunda. Me viro e meu compadre e os colegas de trabalho caem na zoeira comigo. Xingo ele de filho da puta, mas não me estresei, afinal até que tirando o susto já estou acostumado com isso, já faz parte do pacote de ser amigo dele.

A semana se arrastou, mas chegou a sexta-feira e vamos com os colegas de trabalho tomar uma cerveja, que ninguém é de ferro. Depois de um tempo, ja estou meio chapado, sou fraco pra bebidas. Resolvo ir embora.

- Eu te dou uma carona. Ele se oferece para me levar em casa. É claro que eu falo que aceito. Logo chegamos.

- Tem uma saideira ai? Pergunta, se convidando a entrar.

- Claro, tenho que te compensar pela carona. Brinco.

- Não, a carona foi por nossa amizade. Eu gosto muito de você. Diz sorrindo.

Entramos bem devagarinho, vou até o quarto e vejo que minha mulher já esta dormindo. Volto pra cozinha e pego duas cervejas pra nós. Brindamos e quase viramos tudo de uma vez.

- Eita! Que sede hein? Comento sorrindo.

- É igual fazer sexo, eu mando bem. Brinca.

- Sei... acho que você já tá falando bobagem. Dou uma zoada nele, enquanto levanto a latinha pra brindar.

- Quer provar, eu te mostro minha rola? Fala, segurando sua pomba por cima do calção. Dou uma olhada rapidinho no seu pacote que se avoluma na sua mão. Fico um pouco sem graça, minha cara queima, não sei porque. Levanto e vou pegar mais duas cervejas, quando vou lhe entregar, ele segura meu braço e puxa pra cima dele. Desequilibro e caio sentado no seu colo com as duas cervejas na mão, extintivamente, tento me levantar, mas seus braços me agarram pela cintura.

- Tá doido? Minha mulher pode aparecer. Falo, enquanto rimos da situação.

- Calma... vem no colinho do papai. Brinca.

- Sai fora... vai tomar no cu, filho da puta! Xingo-o na zoeira, como costumamos falar um com o outro.

Consigo me desvencilhar e sentar na minha cadeira.

Ouço o barulho da porta do quarto se abrindo, em seguida, minha mulher aparece na cozinha e nos cumprimenta.

- Boa noite, gente. Fala com voz de sono. Nós a cumprimentamos em coro. Rimos, pois bêbados riem de tudo. Ela está vestida com seu pijaminha branco com coraçoeszinhos, suas coxas grossas se destacam e o bico do seu peito parece que vai rasgar o tecido. Para mim não é novidade nenhuma, mas os olhos do meu compadre brilham de tão excitado que esta.

Ofereço uma cerveja pra ela, que aceita e senta-se de frente para o meu compadre. Brindamos e seguimos conversando, por vezes, os dois trocam olhares, mesmo comigo ali. Mais uma cerveja e cada vez minha esposa e meu compadre estão mais animadinhos. Tem hora que parece que eles nem precebem que estou ali, em todo momento, eles trocando olhares e sorrisos. Falo que vou até o banheiro dar uma mijada. Abro a porta do banheiro e fecho com força pra fazer barulho pra eles ouvirem, mas permaneço no corredor.

Venho caminhando na ponta dos pés até chegar perto da cozinha. Ouço um barulho, de "pegação", gemidinhos e estralos de beijos. Coloco a ponta da cabeça pra fora e vejo os dois grudados um no outro, que pareciam um só. As mãos do meu compadre, agarram o traseiro da minha mulher com força, seu shortizinho de algodão foi parar na cintura dela, o beijo deles é quente, eles estão ofegantes, com os olhos fechados, se entregam totalmente aquele momento, vejo muito fogo naquilo, há muito tesão no ar, me fez lembrar de nós mesmos há uns anos atrás. Como já relatei no conto anterior, minha mulher esfriou demais comigo depois que teve nosso filho. Olho para mim e estou com minha mão apalpando o meu pau, que está durissimo. Vou ao banheiro, entro e depois de mijar, meu pau continua uma rocha. Começo a mim masturbar e gozo gostoso pensando naquela cena que acabei de presenciar. Me recomponho, abro a porta e fecho com força pra eles perceberem que estou voltando.

Quando retorno, os dois tentam disfarçar, minha mulher dar uma arrumada na roupa, sento e pergunto pra ela, se tem alguma coisa pra comer. Ela responde que tem, mas precisa esquentar e sugere que eu vá até o trailer comprar uns lanches pra nós. Concordo com ela, pergunto pro meu compadre o que ele quer comer.

- Nada não, estou sem fome. Fala sorrindo pra minha esposa. Seus olhares se cruzam novamente.

- Então tá, vou comprar dois lanches. Falo, enquanto pego a chave do carro. Vou em direção a garagem, abro, tiro o carro e fecho o portão. Pego a chave do portão pequeno e entro no total silêncio, a cozinha esta vazia, vou até a última janela do corredor do lado de fora e colo meu ouvido nela. Meu coração já disparou e minhas pernas e mãos estão tremendo.

- Vem cá gostosa, chupa meu pau? Fala com a voz carregada de tesão. Coloco meu ouvido na janela pra escutar melhor.

-Aaaahhhh! Aaaahhhh! Isso minha putinha, chupa, engole tudo! Pelo tom da sua voz, percebo que ele está muito excitado.

- Huummm, que pau grande você tem, delícia. Ela certamente está fazendo isso com muito prazer. Já que o meu é menor. Engraçado que o meu ela não gosta de chupar. Fico fazendo comparações, ao mesmo tempo, estou segurando minha rola que está durissima.

Eles continuam se "pegando" , acho que pelo barulho deve esta rolando uns beijos. Fico com medo deles se apaixonarem e a minha mulher mim largar. Afinal, meu compadre é separado, a gente sabe que amor de pica, onde bate fica.

- Fica de quatro minha putinha! Fala com tesão.

- Vem, chupa o minha bucetinha e o meu cuzinho. Escuto a voz dela, o que me deixou espantado, pois durante o sexo comigo, quando raramente fazemos, ela não abre a boca pra nada. Estranho, estranho...

Depois de um tempo, Escuto um tapa na bundona da minha mulher.

Aaaiii! Que delicia! Vai bate na sua putinha, vai... vai! Outro tapa ecoa no quarto chegando até o corredor. Eles estão descontrolados, assim, até o vizinho vai ouvir, mas está tudo certo, porque se ouvirem vão pensar que sou eu comendo minha mulher. Morram de inveja então...kkkk.

Quero primeiro o cuzinho gostoso. Fala, meio que pedindo autorização.

- Tá bom, me fode toda... vai. Sua voz está carregada de desejo. Fico doido de tesão e mesmo sendo muito excitante ficar ali escutando tudo e imaginando como eles estão fazendo. É mais gostoso ainda ver como eles estão fazendo. Entro na minha casa, vou na ponta dos pés, até chegar na porta do quarto. Empurro a porta lentamente até abrir uma fresta e ver os dois na cama, fodendo gostoso. O cacete do meu compadre esta enterrado no cuzinho dela, vejo quando ele tira e enterra tudo, entrando e saindo totalmente, arrombando seu cuzinho todo. Que delicia, seguro meu pau com força, estou muito louco de tesão.

Ele resolve enfiar na bucetinha e depois no cuzinho dela, alternando vaginal e anal, até que começa a meter com força na bucetinha, o ritmo e os gemidos aumentam, percebo que vão gozar e resolvo sair pra comprar os lanches, mesmo contrariado.

Vou o caminho todo pensando naquela metida gostosa. Quando retorno, meu compadre já tinha ido embora.

Fizemos o lanche e fomos dormir. Nem tentei transar com ela , ja sei que ela vai dizer que está cansada ou qualquer coisa assim.

No sábado a tarde, o Xandão me manda uma mensagem. " E ai? Vamos tomar uma agora? "

Respondi que não dava, pois vamos levar o filho no cinema. Ele lamenta e transfere o convite pro domingo. Digo que depois eu confirmo. O cara tá foda, quer comer minha mulher todos os dias? Me pergunto. Assim não dar.

Fomos ao cinema e depois fomos tomar uma cerveja e comer um lanche. Entre um chope e outro, comento com minha mulher que nosso compadre mandou mensagem pra mim, pra ir tomar uma cerveja la em casa.

Comentei ainda, que eu acho que ele tem vindo na nossa casa com uma frequência grande.

- Claro, ele é nosso compadre e agora que ele está separado, é normal procurar companhia dos amigos. Justifica.

-Aliás, porque a gente não aluga a nossa edicula no fundo da casa pra ele? Sugeriu.

- Sei... mas como você sabe que ele quer alugar a nossa edicula? Questiono com firmeza.

- Eu não sei, mas você poderia falar com ele. Todos sairiam ganhando com isso. Explica.

Não é que a filha da puta tá certa, eu ganharia uma grana a mais, o compadre companhia toda hora e a mulher rola grande e grossa. Eu entendi o raciocínio dela. Não sei porque, mas parece que eu vou " tomar no cu" de novo, já que eu faço de tudo pra agradar minha gostozinha.

Domingo chegou e lá pra hora do almoço, meu compadre chega com aquela tradicional caixinha de cerveja. Nos cumprimentamos e vamos pra cozinha, onde minha mulher esta terminando a preparação das comidinhas. Ele cumprimenta-a com um beijinho no rosto e nos sentamos pra tomar uma cerveja. Aproveito a oportunidade pra perguntar sobre o interesse dele em alugar a nossa edicula. Ele confirma que tem interesse sim. Explico que preciso fazer uma pintura e depois esta liberado pra se mudar em janeiro de 2025. Estou um pouco aprensivo sobre essa mudança, mas vamos ver se vai dar certo.

Bebemos a tarde toda e já estamos bem "animados", só que a cerveja acabou e como sempre fui escalado pra comprar, uma meia hora depois voltei, mas não sei o que aconteceu na minha ausência, sei que os dois estavam muito sorridentes.

No próximo episódio, vou falar sobre a mudança do meu compadre pra nossa edicula, ou como ele diz: Vai mudar para nosso "fundinho"...

Até a próxima!

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Comentários

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Como é bom ter amigos, primos, cumpadres...Minha mulher tem um primo que visita ela com frequencia...descobri que ele já pegava desde novinha...Mas não posso criticar, por que eu tenho um primo que me pegava tbm, desde muito novinho....

Se é bom, por que proibir....ou se melindrar...

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Conto meio sem nexo,a mulher dá pro cara assim sem mais nem menos,será que haverá uma explicação futura? Não basta apenas uma boa descrição sexual,tem que haver alguma ligação com a realidade. Como uma mulher se envolve assim do nada?

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É bem provável que sim. Mas, não parte 3, que estou escrevendo, falo sobre isso. Eu acho que eles transaram outras vezes, só que quando perguntei pra eles, negaram.

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Tinha q ser um corno idiota mesmo, cara só dá essa bosta de corno manso aqui. Já está chato isso

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Pois é se assume e deixa o compadre comer o casal. Todos saem ganhando seu corno

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Porque esse corno não fala logo com a mulher, que sabe de tudo, e que aceita ela fuder com o compadre, com jeitinho ele deve até dar o rabo pro compadre.

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Há um ano atrás, quando eu vi minha mulher com meu compadre pela primeira vez, como relato na Parte 1 desse conto, eu achava que isso, era coisa de corno manso mesmo, coisa de homem que não gosta mais da mulher e quer ver outro homem com ela. Mas, não é verdade, ao contrário, eu amo tanto minha mulher que sou capaz de suportar essa situação, só pra ve-la muito feliz.

Hoje, já conversei com o meu compadre e com a minha mulher sobre tudo que ocorreu, no começo eles negaram, mas quando contei o que vi, não teve jeito. Isso vou abordar na Parte 3, que estou escrevendo.

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