Parte 10: Uma Traição Inesperada na Cozinha Na Reta Final da Recuperação

Da série Mark e seus Pais
Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1028 palavras
Data: 25/02/2026 12:47:11

Uma semana já havia passado desde o fim dos desafios intensos de gargante profunda, e a casa parecia em paz – ou pelo menos era o que Mark acreditava. A rusga entre Sabrina e Adelaide havia se acalmado, com as duas evitando provocações, mas o ar ainda carregava uma tensão sutil. Mark acordou com o cheiro de café fresco no ar, era sábado pela manhã. Ele se espreguiçou, sentindo o corpo relaxado após uma noite de sono profundo, e foi até a cozinha, atraído pelo aroma e pelos sons baixos que ecoavam. Faltavam apenas um ou dois dias para voltar à ação e macetar sua linda namorada. Não via a hora.

Ao chegar à porta, parou congelado. Sobre a mesa da cozinha, Sabrina estava nua, deitada de costas com as pernas abertas, gemendo alto enquanto levava rola de um desconhecido – um homem mais velho, forte e grisalho, que estocava fundo na boceta lisa dela com movimentos ritmados. Ao lado, Adelaide, também nua, cavalgava o pau de um rapaz mais jovem, provavelmente o filho do homem, devido à uma grande semelhança, seus seios grandes balançando enquanto ela rebolava. As duas gemiam alto, o ar cheirando a suor e sexo, a mesa rangendo sob o peso.

Adelaide revirava os olhos, parecia prestes à gozar: "Ah, dar pra outro de vez em quando é bom, né, norinha? Mantém as coisas picantes." Sabrina, ofegante e corada, rebateu entre gemidos: "Eu não concordei com isso… ahh, mas tá bom demais… já gozei uma vez e tô quase gozando de novo!" Ela virou o rosto, os olhos vidrados de tesão: "Prometi fidelidade pro Mark, mas olha pra mim agora… só cedi porque tô morrendo de tesão depois desses dias sem sexo." Ela gemeu mais alto, pedindo: "Mais forte, Sr. Rodolfo… me fode assim! Aaahhhh!!"

Adelaide riu, tirando o pau de William (o filho do vizinho) da sua boceta carnuda e oferecendo para Sabrina: "Prova esse aqui, norinha. É jovem e dura." Sabrina não se fez de rogada, inclinando-se para chupar o pau dele, lambendo e engolindo com fome enquanto Rodolfo continuava a penetrá-la por trás. Mark assistia de longe, escondido na porta, totalmente irritado – o coração apertado de raiva e traição –, mas querendo ver a reação dela. Só para vê-la sendo comida por ambos, alternadamente: Rodolfo e William trocavam posições, fodendo Sabrina em dupla, um na boceta e outro na boca, enquanto Adelaide apoiava, masturbando-se ao lado: "Um chifre não dói se você contar depois, um outro dia, Sabrina. Relaxa e goza."

Sabrina tentou rebater, mas o tesão venceu: "Ahh, William… mete mais forte, tô quase gozando de novo!" Ela gritou em outro orgasmo, o corpo magrinho tremendo. "Isso tá uma delícia… mas vou contar pro Mark hoje mesmo." Então, um tapa veio – William acertou a cara dela, dizendo: "Putinha boazinha não fala nada pro marido ou namorado." Sabrina retrucou: "Ei, não faz isso…" Outro tapa, mais forte. Ela gritou, uma mistura de dor e prazer: "Ahh… tá bom, não conto!" E acabou prometendo, gemendo como uma puta: "Vou dar pra vocês de novo… sim!"

Mark estava arrasado, o peito doendo como se tivesse levado um soco. Seu pau estava quase duro e dolorido pela excitação involuntária, mas a traição o consumia. Ele voltou pro quarto em silêncio, passando pomada no pau para relaxar a tensão e tomando um relaxante muscular, e chorou baixinho, tentando processar a cena e o que ouvira, e acabou adormecendo novamente, perdido em seus pensamentos e lágrimas.

Acabou sendo acordado por Sabrina, que o beijou suavemente na bochecha: "Bom dia, amor. Vem tomar café?" Deveria ter passado umas 2h. Sua reação foi fria – ele se levantou sem um sorriso, o estômago revirado. Na cozinha, o café estava pronto, mas o clima era pesado. Adelaide serviu as xícaras, murmurando: "Hugo saiu cedo pra um trabalho de emergência." Elas nada diziam, com vergonha estampada nos rostos, evitando olhares.

Quando Mark enfim decidiu confrontá-las, sua voz saiu gélida: "Eu vi tudo. O que foi aquilo?" Sabrina começou a chorar alto, as lágrimas rolando: "Me perdoa, amor… não esperava transar com outras pessoas sem você saber nunca mais! Mas quando acordei e fui à cozinha, encontrei a Adelaide chupando dois homens – o vizinho, Sr. Rodolfo, e o filho dele, William. Eu tava muito excitada pelos dias sem sexo… eles não tiveram dificuldade em me convencer a participar." Ela contou tudo, soluçando, Incluindo os tapas e a promessa… "que eu nunca pretendi cumprir." - disse ela, chorando muito. Adelaide franziu o rosto, um ar de superioridade que Mark começava à conhecer, uma expressão que ele não via em sua mãe quando ele nada sabia sobre as orgias de seus pais, e que agora o incomodava mais do que nunca.

"Foi um erro, eu juro! Não vai se repetir! Me pedoa!" - suplicava Sabrina aos prantos.

Mark questionou a mãe, os olhos frios: "E você, mãe? Isso é normal?" Adelaide admitiu, agora ficando com os olhos marejados, apesar de uma expressão de desafio: "Às vezes transo com o vizinho e o filho dele, filho… mas sempre conto pro Hugo depois. Nem sempre no mesmo dia, mas nunca deixei de contar nada pra ele. Somos abertos, mas… isso... talvez foi longe demais. Mas não vejo problemas muito grandes. Foi só sexo." Adelaide dizia, iniciando um choro que Mark já não sabia se era sincero. Mas logo desabou num choro também forte: "Sou uma mulher horrível… não mereço você, filho." Ela saiu da cozinha, e Sabrina acabou saindo também, cada uma indo para sua cama, deixando Mark sozinho com a dor.

Agora ele entendeu o que sua cunhada sentira. Mesmo em um relacionamento aberto, merdas assim podem acontecer. Pior: sua própria mãe parecia ser a arquiteta daquela merda toda. A mais safada de todas.

Ele pegou algumas coisas – roupas, o celular, uma mochila –, arrumou tudo em silêncio no quarto, sem Sabrina perceber à princípio, pois ela chorava com o rosto enterrado no travesseiro. Quando enfim saía pelo portão de casa, começou à ouvir apelos de ambas, vindo da porta: "Mark, por favor, não vai… vamos conversar!" As vozes preocupadas ecoaram, mas ele não olhou para trás, o coração partido, precisando de espaço para pensar no que restava daquela família caótica.

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