Rose chegou em casa com o corpo quebrado, o Palio sacolejando na rua de paralelepípedos enquanto o sol se punha em Cachoeirinha, o céu tingido de laranja e roxo escuro. O cu dela queimava a cada solavanco, o jeans apertado roçando na pele sensível enquanto a porra do Sérgio ainda escorria pelas coxas, o líquido grudando no tecido apesar da estopa que ela tinha usado pra se limpar. Ela estacionou o carro no quintal, o motor tossindo enquanto desligava, as pernas tremendo tanto que mal conseguiu sair, mancando até a porta da frente com o rosto vermelho de dor e vergonha. Paulo estava na estrada de novo, Amanda na casa de uma amiga, e o silêncio da casa a engoliu enquanto entrava, o ventilador zumbindo na sala como um eco do caos na mente dela.
Ela jogou as chaves na mesa, o celular vibrando no bolso enquanto subia as escadas, o corpo gritando a cada degrau enquanto o cu dela latejava, vermelho e inchado do esforço de aguentar o pau monstruoso do Sérgio. No quarto, ela tirou o jeans e a blusa com dificuldade, o tecido grudando na pele suada enquanto ficava nua, o ar-condicionado ligado no máximo jogando um frio que aliviava o calor do corpo dela. O celular vibrou de novo, e ela pegou ele com as mãos trêmulas, os olhos arregalando enquanto lia a mensagem do Sérgio: "Rose, tu foi incrível hoje. Adorei. Olha a foto que eu tirei. Não esquece de apagar depois." Anexada, uma imagem granulada mas clara — o pau enorme dele metendo na buceta dela no capô do Corolla, o rosto dela virado pro lado, os olhos fechados em dor e prazer.
O coração dela parou, o medo subindo pela espinha enquanto olhava pra foto, o pau de 27 centímetros visível até a metade dentro dela, as coxas dela abertas no metal quente. "Filho da puta...", ela murmurou, os dedos tremendo enquanto pensava em apagar, mas o cansaço a venceu. Ela jogou o celular na cabeceira da cama, o corpo exausto caindo no colchão enquanto virava de bruço, o cu pra cima, o ventilador apontado direto pra ele, o vento frio aliviando a queimação enquanto ela fechava os olhos, o sono vindo pesado como uma tempestade, nua e quebrada no quarto gelado.
O sol da quarta-feira entrou pelas frestas da persiana, o calor voltando enquanto Rose acordava devagar, o corpo dolorido mas menos trêmulo, o cu ainda sensível mas não mais uma fogueira. Ela piscou, os olhos ajustando à luz enquanto virava o rosto, e então congelou — Amanda estava ao lado da cama, os olhos castanhos arregalados, o celular da mãe na mão, a foto do Sérgio na tela enquanto olhava pra ela, o rosto jovem cheio de choque e raiva. "Mãe, que porra é essa?", Amanda disse, a voz alta enquanto apontava o celular, o vestido curto dela balançando enquanto dava um passo pra frente.
Rose sentou rápido, o lençol caindo enquanto cobria o peito com as mãos, o coração batendo na garganta enquanto tentava pegar o celular. "Amanda! Me dá isso!", ela gritou, a voz tremendo enquanto a filha recuava, os olhos estreitos enquanto pressionava. "Não, mãe! Eu quero explicação! Tu tá transando com o Sérgio? O marido da Larissa? Por quê?" Rose sentiu o chão sumir, o medo virando pânico enquanto levantava da cama, o corpo nu tremendo enquanto pegava o robe no canto, os olhos marejando enquanto falava. "Me dá o celular, Amanda. Agora."
Amanda cruzou os braços, o celular firme na mão enquanto olhava pra mãe, os 18 anos dela carregados de uma teimosia que Rose conhecia bem. "Não até tu me contar o que tá acontecendo. Eu vi a foto, mãe. Ele tá te comendo. Por quê?" Rose engoliu em seco, o corpo ainda mancando enquanto dava um passo pra ela, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto cedia, o peso da verdade esmagando ela. "Tá bem, Amanda. Eu conto. Mas tu não pode contar pra ninguém. Jura."
"Juro", Amanda disse, os olhos fixos nela enquanto sentava na cama, o celular no colo enquanto Rose respirava fundo, o robe apertado no corpo enquanto falava. "É pela Larissa. Ela tá traindo o Sérgio com um coroa rico porque não aguenta o tamanho dele. Ele descobriu, ia se separar, e eu... eu fiz uma proposta. Eu sirvo ele sexualmente pra ele ficar com ela. Pra salvar o casamento dela, o teu sobrinho. Eu nunca quis isso, Amanda, mas eu não tive escolha." Ela chorou, o rosto enterrado nas mãos enquanto Amanda ficava parada, os olhos arregalados enquanto processava.
O silêncio caiu pesado, o ventilador zumbindo no canto enquanto Amanda levantava, o rosto mudando de choque pra algo mais duro, os olhos castanhos brilhando enquanto falava. "Mãe, eu não conto pra ninguém. Mas eu quero que ele me coma também." Rose parou, o ar saindo dos pulmões dela enquanto olhava pra filha, o pânico voltando enquanto balançava a cabeça. "Tu tá louca, Amanda! Nem eu aguento aquele pau, imagina tu! Ele tem 27 centímetros, é grosso pra caralho, eu quase desmaiei ontem!"
Amanda riu, o som leve mas firme enquanto cruzava os braços, o vestido subindo nas coxas jovens dela enquanto falava. "Não vamos saber se eu não tentar, mãe. Eu quero. Tu leva ele pro teu cu, eu aguento na buceta. Vamos juntas." Rose ficou sem palavras, o medo misturado com a teimosia da filha enquanto tentava argumentar, mas Amanda pressionou, os olhos brilhando com algo selvagem. "Ou eu conto pro pai, mãe. Tu escolhe." Rose cedeu, o corpo tremendo enquanto assentia, o peso da decisão caindo como uma pedra enquanto pegava o celular e apagava a foto, o coração batendo na garganta enquanto combinava com a filha.
A tarde chegou quente, o sol batendo no telhado da oficina enquanto Rose e Amanda entravam no galpão, o portão fechado atrás delas com um clang que ecoou no silêncio. Sérgio estava lá, o macacão sujo aberto até o peito, o cabelo preto molhado de suor enquanto mexia num motor, os olhos escuros arregalando enquanto via as duas, o pano caindo da mão dele enquanto franzia a testa. "Rose? Amanda? Que que tá acontecendo?", ele disse, a voz grave enquanto dava um passo pra frente, o cheiro de graxa subindo no ar abafado.
Rose respirou fundo, o jeans apertando as coxas enquanto falava, os olhos tremendo enquanto Amanda ficava ao lado, o vestido curto marcando o corpo jovem dela. "Sérgio, ela sabe. Viu a foto que tu mandou. Eu contei tudo, ela jurou não contar pra ninguém, mas... ela quer entrar nisso. Quer que tu coma ela também." Sérgio parou, os olhos escuros indo da mãe pra filha, o rosto duro enquanto ria baixo, o som rouco enchendo o galpão. "Porra, Rose, tu trouxe a guria pra brincar? Tá bem, eu aceito. Vamos ver o que ela aguenta."
Amanda não esperou, os olhos castanhos brilhando enquanto se abaixava na frente dele, as mãos dela abrindo o zíper do macacão enquanto tirava o pau pra fora, o monstro de 27 centímetros saltando livre, grosso e pulsante enquanto ela segurava com as duas mãos, os lábios dela se abrindo enquanto chupava a cabeça, a boca jovem esticando ao máximo enquanto lambia, o calor dele enchendo ela enquanto gemia baixo. Rose ficou parada, os olhos arregalados enquanto via a filha surpreender a todos, o boquete dela firme e profundo, a língua dela deslizando na cabeça enquanto engolia quase 15 centímetros, os olhos marejando mas o esforço dela impressionando até o Sérgio, que ria alto, a mão dele no cabelo dela enquanto falava. "Caralho, Amanda, tu é boa pra cacete!"
Depois de uns minutos, ele puxou ela pelo cabelo, os olhos escuros brilhando enquanto levantava ela e jogava ela no capô do Corolla, o vestido subindo enquanto rasgava a calcinha dela com um puxão, o pau enorme alinhando na buceta dela enquanto ela gemia, as pernas abertas no metal quente. "Vai devagar, Sérgio", Rose disse, a voz tremendo enquanto via, mas Amanda riu, os olhos castanhos fixos nele enquanto falava. "Não, mãe. Pode meter com força." Sérgio obedeceu, empurrando o pau na buceta dela com estocadas brutas, os 27 centímetros entrando até uns 20, o corpo jovem dela tremendo enquanto gritava, o prazer e a dor misturados enquanto agarrava o capô.
"Porra, Sérgio, que pau!", Amanda gritou, os quadris dela se mexendo contra ele enquanto ele metia, o pau grosso esticando ela enquanto gemia alto, o som molhado enchendo o galpão enquanto aguentava quase tudo, o corpo dela balançando no metal quente. "Não põe mais, tá bom assim! Da próxima eu aguento tudo!", ela disse, o rosto vermelho enquanto gozava, o líquido escorrendo pelas coxas dela enquanto ele ria, metendo mais forte enquanto ela tremia, o orgasmo explodindo nela como uma tempestade.
Sérgio saiu dela, o pau pingando enquanto olhava pra Rose, os olhos escuros brilhando enquanto falava. "Agora o cu, Rose. Vamos ver se tu aguenta hoje." Rose deu um passo pra frente, o medo subindo enquanto balançava a cabeça, o corpo tremendo enquanto falava. "Cu só o meu, Sérgio. Deixa ela fora disso." Amanda riu, sentada no capô enquanto limpava a buceta com a mão, os olhos castanhos fixos na mãe enquanto falava. "Mole, hein, mãe?" Rose ignorou, o jeans caindo enquanto se deitava de bruço no capô, o cu ainda sensível do dia anterior exposto enquanto ele cuspia na mão, esfregando no pau e no buraco dela.
Ele empurrou devagar, o pau enorme forçando entrada no cu dela, os 27 centímetros abrindo ela inteira dessa vez, o corpo dela tremendo enquanto gritava alto, o som rasgando o galpão enquanto agarrava o capô, as lágrimas escorrendo pelo rosto dela. "Sérgio, devagar!", ela berrou, mas ele metia com força agora, o pau grosso rasgando ela com estocadas brutais, o cu dela cedendo enquanto ele enfiava tudo, o corpo dela balançando no metal quente enquanto chorava, a dor explodindo como fogo enquanto tentava aguentar. "Pela Larissa...", ela repetia na mente, o pensamento da filha segurando ela enquanto gemia, o prazer vindo devagar mas forte, misturado com a dor que não parava.
Ele metia com intensidade, os quadris dele batendo nas nádegas dela enquanto ela gritava, o pau inteiro dentro do cu dela, os 27 centímetros esticando ela além do limite enquanto gozava, o orgasmo vindo em ondas enquanto tremia, o líquido escorrendo pela buceta dela enquanto ele ria. "Tá aguentando tudo agora, Rose!", ele disse, metendo mais fundo enquanto ela gemia alto, o corpo dela se rendendo enquanto o prazer traindo ela de novo. "Vou gozar", ele anunciou, saindo do cu dela rápido enquanto puxava as duas pro chão, o pau pulsando enquanto despejava uma quantidade absurda de porra na boca delas, o líquido quente jorrando nos lábios da Rose e da Amanda enquanto engoliam, o volume pingando no concreto enquanto riam baixo.
Rose levantou mancando, o cu dela queimando como nunca, o corpo tremendo enquanto vestia o jeans, as pernas moles enquanto saía do galpão, o portão batendo atrás delas. Amanda riu, os olhos castanhos brilhando enquanto limpava a boca, o vestido subindo nas coxas enquanto falava. "Tu é mole, mãe. Eu aguentei na buceta, tu quase morreu no cu." Rose virou pra ela, o rosto vermelho de dor e raiva enquanto repreendia. "Quero ver tu aguentar aquilo no cu, Amanda. Fala muito, mas não sabe o que é." Amanda riu de novo, o tom desafiador enquanto respondia. "Na próxima tu vai ver, mãe. Eu aguento."
Rose mancava pro Palio, o cu dela latejando enquanto dirigia pra casa, o corpo quente e quebrado enquanto pensava no que tinha virado essa promessa, o pau destruidor do Sérgio agora um fogo que queimava ela e a filha, o desafio da Amanda ecoando na cabeça dela como um trovão.