A Secretária Capítlo 8 - O EVP

Da série A Secretária
Um conto erótico de Raquel
Categoria: Heterossexual
Contém 3334 palavras
Data: 25/02/2026 00:16:12
Última revisão: 25/02/2026 02:22:47

Eu havia desmaiado na sala do presidente da companhia, todo o estresse da semana, o boa noite cinderela, o assédio dos executivos, a situação que parecia rapidamente se complicar com o Cleiton, eu estava dormindo mal, pulando refeições, mas quando descobri que meu namorado era o EVP da empresa, eu só colapsei…

Quando acordo estou no sofá do escritório, uma das quatro poltronas para receber pessoas, estou apoiada no sofá, um médico parado do meu lado me avaliando, fazendo pergunta, ele obviamente, decretou logo, que eu preciso comer direito e dormir mais, de preferência o mais rápido possível, no que o Alê concordou.

“Está bem doutor, muito obrigado, vou garantir que ela vá para a casa e descanse.”, foi o que eu ouvi ele falando para o doutor, enquanto acompanhava ele até a porta, antes de voltar para ficar do meu lado, ele se ajoelhou do meu lado e segurou a minha mão, seus olhos, estavam tão preocupados, tão… Eu senti meu coração apertar, mas eu também estava magoada e com lágrimas nos olhos e acabei falando a única coisa que tinha na minha cabeça.

“Por quê?”... Ele respira fundo, “Eu ia te falar, só não consegui o espaço e eu não esperava que tudo ficasse tão ruim para você de repente.”, eu fico parada, movo os lábios digerindo e repetindo em silêncio, aos poucos o que ele acabou de falar, “Mas você nunca disse, você escondeu de mim.”, eu falo para ele já chorando, com voz de choro, ele se aproxima tentando me abraçar, mas eu me afasto.

“Eu não sei o que pensar Alê… Minha cabeça está uma bagunça, de verdade.”, “Desculpa amor, eu prometo que vou resolver tudo na empresa, e…”, eu acabo não deixando ele terminar, “Não é só a empresa Alê! A gente está namorando a meses, quase seis meses, você sabia que eu trabalho aqui, você fingia ser só o chefe ou o namorado em comunicações distintas! Eu mereço e quero saber o porquê?”

“Agora eu sei, porque sua mãe me quer tanto fora da sua vida.”, ele olha para o lado para a janela, “Não é ela que decide Raquel e não sabemos se foi ela no caso da droga.”, ele responde como se lesse meus pensamentos, eu sorrio magoada olhando para ele, “A sua noiva, disse que eu não estou segura aqui dentro… Isso serve de algo?”, ele se aproxima e dessa vez me abraça apertado, firme, eu percebo que ele está quase chorando.

“Raquel, só me deixa explicar?”, a gente têm um almoço agendado, não têm? Eu faço que sim com a cabeça devagar, ainda magoada, anestesiada também por tudo o que está acontecendo, “Então me deixa explicar?”, eu olho para ele, me lembro do almoço que ele fez eu eu agendar, era para eu estar lá, mas… “E a terceira pessoa?”, ele olha para mim e respira fundo, “É só o Alam.”, eu faço que sim com a cabeça, aceitando isso.

“Raquel a Camila nunca mais vai te tratar desse jeito, não aqui dentro, eu já me garanti disso… Por favor, eu te amo. Dá uma chance para nós?”, eu estava tão anestesiada, esgotada emocionalmente, que eu faço que sim com a cabeça, eu só aceito, confusa, emocionalmente confusa, mentalmente e fisicamente esgotada, nos braços do homem que eu mais amo no mundo e que me enganou por literal seis meses.

Alê me vê recuperando meu centro, apesar da confusão, sou uma secretária executiva, meus problemas emocionais dificilmente afetam meu trabalho, ou eu já teria feito besteira nos últimos meses, ele me passa instruções específicas do que ele como presidente precisa de mim para agora de manhã, já que depois do almoço estou dispensada para ir descançar. Depois eu vou perceber que ele literalmente ocupou minha mente, para desanuviar a confusão.

Ele simplesmente me conhece bem de mais, sabia que o trabalho iria separar a minha mente e meu emocional e que isso seria o melhor para mim, simplesmente para conseguir conversar com ele, ele precisava que eu estivesse calma e centrada, como aconteceu no café, eu entendi aquilo enquanto trabalhava no que ele me pediu e percebia, que não era tão emergencial assim, era só para matar tempo.

Eu levanto para tomar café e sinto uma mão no meu ombro, como sempre falo sou bem baixinha 1,58, não é difícil colocar a mão no meu ombro, eu me viro bruscamente, dou um tapa na mão que está no meu ombro fazendo sair, achando ser a Camila, quando percebo o Diretor Marcos me olhando, respiro aliviada que não chegamos nisso, mas ainda alerta.

“Não precisa ser rebelde, eu já falei que rebeldia é pior para você.”, eu olho para ele dessa vez desafiadora, “Acredito que o Sr. Jiang, não vai gostar de ver o senhor tomando liberdades e assediando a secretária pessoal dele.”, ele olha para mim, testando seu terreno, um terreno tão conhecido nos últimos meses, “Ele já sabe como você se comportou semana passada?”, eu desvio os olhos com as bochechas vermelhas, mas sinto que não posso continuar recuando, mesmo pelo bem do próprio Alê.

“Se encostar em mim de novo, a empresa inteira, terá que saber, porque eu vou quebrar o seu nariz.”, ele deu um passo para trás, olhando para mim um pouco aturdido, sem dúvida, não esperava por essa e está avaliando minha capacidade de cumprir, “O que o senhor gostaria? Devo anunciá-lo para o Sr Jiang?”, pela primeira vez vejo esse homem realmente se assustar, mudo minha postura para totalmente profissional e vejo ele recuar de verdade..

“Parece que algo mudou não é mesmo? Não precisa avisar, obrigado.”, ele se retira e eu respiro fundo, finalmente, conseguindo me impor, finalmente, com o EVP aqui, meu cargo vale o suficiente para calar a boca desse cara, mas isso me leva a outra questão, com o EVP sendo meu namorado, como isso vai acontecer? Como vou manter minha reputação? Já falavam que eu dava para o chefe antes e agora, eu realmente estou dando…

Essa situação é, no mínimo, desconcertante…

… … … … … … … … …

Chegamos no local, um restaurante chique longe suficiente para ser uma reunião, que ninguém nunca saberia, mal me sentei e o Alam chegou me levanto para cumprimentalo, ele cumprimentou primeiro o irmão depois me deu um beijinho no rosto antes de se sentar, fizemos os pedidos calmamente como o Alê fez comigo no café, antes de conversar.

“Raquel por que você não respondeu minhas mensagens?”, Alam me perguntou e eu fiquei totalmente sem jeito, “Eu não… Eu não queria te decepcionar pelo que aconteceu e resolvi que deveria falar com seu irmão antes.”, ele olha para mim e faz um sinal que compreende, “Eu estava preocupado até o Alessandro falar que você falou com ele.”, eu sorrio e fico sem jeito..

Respirei fundo, “Ele também só me respondia a noite.”, “Por que eu estava em Pequim…”, eu fico um tempo absorvendo aquela informação, confrontada com o quão pouco eu sei de tudo o que está acontecendo, sorrio um pouco magoada e ferida resolvendo que não quero mais ficar no escuro, “Ok gente me conta tudo.”, olho para o Alê, “Tudo mesmo! Por favor.”

Ele me olha e respira fundo, depois vira para o irmão, “Começa você Alam, acredito que seja o mais importante de já tirar do caminho.”, eu olho para o Alam que concorda com o irmão, “Ok, vamos falar primeiro de domingo passado.”, meu sangue gelou imediatamente, Alê segurou minha mão por cima da mesa, só aí que eu percebi que estava tensa e relaxei.

“Eu tentei entrar em contato com você por que fui eu quem te tirou da festa na noite do sábado.”, eu olho para ele com os olhos arregalados, “A Roberta demorou para escolher uma roupa para ela, então quando eu e a Roberta estávamos chegando, já era tarde, eu te vi andando no acesso ao estacionamento, você estava chorando e falando desconexamente, mas entendi que pedia socorro, só de meias e o vestido, sem sapatos e mal conseguia se manter em pé, eu te peguei no colo e coloquei no carro no banco de trás a Roberta se sentou com você para cuidar de você enquanto eu buscava suas coisas na casa.”

Na hora eu lembrava do flash de memória como um flashback a sensação de segurança quando ele me pegou no colo e colocou no banco do carro, mas depois vinha aquela cama, as luzes no rosto… “A Roberta desconfiou que você estava dopada. Veja, nós somos amigos a quanto tempo? Uns seis meses, já te vi bêbada, a Beta também, então resolvemos levar você diretamente para uma clínica particular.”, ele fala isso eu coloco a mão por instinto no meu braço onde sinto a dor aguda, na lembrança, ele percebe e explica antes de eu perguntar.

“Eles aplicaram soro e tiraram sangue para exames atrás de drogas.”, meu cérebro demora um pouco para processar, mas quando processa eu sorrio. “Então existe uma prova.”, ele sorri de volta e faz que sim com a cabeça e eu sinto que começo a chorar, “O médico me falou que foi sorte a gente te levar dentro das primeiras 12 horas, agradece a Beta depois, ela que teve a ideia e insistiu. Fica pronto semana que vêm.”, eu estava sorrindo e chorando, feliz, olhando para ele, tudo tinha jeito, eu tinha provas, só precisava descobrir quem…

“E como eu cheguei na minha cama.”, ele sorriu e deu de ombros, “Obviamente eu e a Beta te levamos até seu prédio, na porta do seu apartamento a Beta te levou para dentro para te ajudar com a meia calça já que você não estava bem e estava reclamando dela molhada nos pés, depois mandou você trancar a porta e ir dormir direto e pelo que você falou para o Alê suponho que foi o que você fez…”, eu queria abraçar o Alam, ele realmente tirou um peso de mim, me sentia mais leve mais segura, as lágrimas, escorrendo, “Obrigada.”, eu consigo dizer.

“Raquel, você é família cunhada, não precisa agradecer, eu sei que vocês dois fariam o mesmo pela Beta.”, eu olho para o Alê que sorri para mim e aperta a minha mão, três apertões super leves, nunca falei sobre isso aqui. Mas temos esse pequeno código, três apertões leves, ou três toques em sequência, ‘eu.. te.. amo…’, mesmo durante nossos jogos de dominação, brincadeiras, castigos, enquanto apoia sua mão nas minhas costas, me dando cintada na bunda na frente de outras pessoas, três flexões com os dedos e ele me diz: “eu te amo”, sem dizer uma palavra, sem sair do personagem e eu correspondo igual, em toda e qualquer situação, sempre trocamos juras de amor em silêncio.

Mas agora era a vez do Alê explicar o porquê me deixar por meses no escuro de tudo isso…

“Vamos lá…”, ele começa, segurando minha mão como se quisesse me dar forças para algo, “Eu não sou só, filho da sócia da empresa brasileira, meu pai é o CEO e sócio majoritário da chinesa que comprou ela.”, ainda bem que eu não estava em pé, ou teria desmaiado de novo, senti todo o calor deixando meu corpo, ficando toda mole, ele aperta mais a minha mão eu respiro fundo, percebendo que havia prendido minha respiração por vários segundos, sinalizo para ele continuar.

“Quando você foi contratada meu pai mandou eu não aparecer na empresa e deixar você trabalhar sozinha por um tempo.”, “Porquê?”, minha voz saiu mais nervosa do que eu esperava. “Porque você é over qualificada mas inexperiente, Raquel, seu cargo é Secretária Executiva Nível III isso precisa de 6 anos de experiência no mínimo, que você não têm.”, eu olho para ele e relaxo, fazia sentido eu tenho 3 e não 6, ele aperta minha mão, três apertãozinhos que eu respondo de volta apertando também.

“Se você fosse nível II trabalharia para o Marcos, mas você é nível III mesmo sem ter experiência, apesar de sua juventude, você é super qualificada, mas… Meu pai está te testando, por isso você teria que passar um tempo sozinha e demonstrar que consegue assumir essa responsabilidade toda.”, eu faço que sim com a cabeça, demonstrando estar entendendo e aceitando esse fato, “E meu pai acha que você pode chegar a Nível C em poucos anos.”, eu olho para ele de olhos arregalados e queixo caído.

“Ok… Mas?”, eu indago pedindo para continuar, “Sim, com o aumento do assédio, eu viajei para Pequim para falar com o meu pai, para ele tirar essa restrição e me permitir te acompanhar, eu não quero que você continue sozinha e acho que o assédio vai acabar te ferindo muito e eu não quero isso.”, eu sorrio olhando para ele, “Ele concordou que eu poderia assumir o cargo de uma vez, com uma condição.”

Eu olho para ele querendo saber qual condição… “Eu me casar com você na china e a gente se estabelecer lá para criar nossos filhos.”, eu fico olhando para ele, toda vermelha, toda sem jeito, “A cor mais bela que uma mulher pode usar é vermelho, eu gostaria de ver você de vermelho um dia.”, ele recita o poema em chinês, (vermelho é a cor do vestido de noiva tradicional chinês), o poema é um pedido de casamento tradicional e eu começo a chorar.

“Pode me responder depois se quiser eu sei que é muita coisa.”, agora em português, eu faço que sim com a cabeça, me sentindo confusa e sem forças… Alam segura minha outra mão, me fazendo olhar para ele, “Bem vinda a família Ruiva.”, eu desabo chorando de vez, chorando de soluçar, Alessandro se levanta e abraça repousando meu rosto no peito dele, até que eu me acalme, acariciando meus cabelos, minhas costas, me dando todo o suporte que eu precisava nesse momento.

“Cuida bem do meu irmãozinho Raquel.”, “Eu prometo não tirar os olhos dele Alam, por nada nesse mundo, nem no trabalho.”, ele dá risada, “Duvido que ele vai deixar você sair de debaixo das asas dele no trabalho.”, todos demos risadas. “Agora posso falar de algo mais chato?”, eu olho para ele séria, faço que sim, algo me dizia que eu sabia qual seria o assunto, então vamos.

“Você desconfia de alguém?”, faço que não com a cabeça olhando para ele, “A Camila, foi um pouco dúbia hoje e deixou no ar que ela pode ter algo haver.”, ambos se ajeitam desconfortáveis, afinal, isso poderia implicar a mãe deles no assunto, mas o Alam quebra o silêncio, “Brother.”, olhando para o irmão, o próprio Alê completa o raciocínio, “Começa investigando as duas. Espero que não sejam elas, mas precisamos eliminar suspeitos e elas estão na primeira fila.”, Alam acena positivamente.

“E quanto ao Marcos e Cleiton?”, o Alê me pergunta, eu olho para ele, não sei se quem está me perguntando é o namorado ou o chefe e percebo que é um pouco de cada, “O Marcos eu consegui dar um cala boca nele hoje, sua chegada na empresa mudou tudo, porque agora, meu cargo carrega peso da sua palavra de forma mais inegável.”, Alê parece satisfeito com isso, “Isso é ótimo.”, eu olho para os dois, “Cleiton é uma vítima como eu, ele não sabia que eu estava drogada. Eu converso com ele.”, ambos se olharam, como se tivessem suas dúvidas.

De qualquer forma sinalizaram que ok, deixando essa decisão para mim. Pagamos o restaurante e enquanto voltávamos para o carro, eu abracei o braço do Alê, com a cabeça no ombro dele, como da outra vez, recuperando minhas forças para o que vai ser necessário… “O que minha linda secretária está pensando.”, o Alê pergunta, eu dou risada com as bochechas vermelhas, resolvi provocar um pouquinho.

“Pensando se vale a pena vir trabalhar de plug.”, ele dá risada com as bochechas vermelhas, “Não faça isso, da última vez você de plug foi…”, eu interrompi ele, “Interessante? Deliciosa?”, ele dá risada vermelho e me responde, “Engraçada.”, eu dou um soquinho no peito dele, “Safado, você judiou muito de mim aquele dia.”, ele dando risada, “Safado eu? Você está avisando seu chefe que vai vir trabalhar com um plug no rabo e eu que sou safado.”, Fiquei toda vermelha, “Te amo.”, falo em chinês, “Também te amo.”, eu ouço a resposta também em chinês, o que me dá forças.

… … … … … … … … …

Voltando para a empresa, eu queria falar com o Cleiton, antes de ir para casa, marquei com ele para conversarmos, precisaria colocar isso a limpo de uma vez por todas, “Quer ir para um café, eu te levo de carro, conheço um ótimo.”, “Cleiton, desculpa, mas não entro mais no seu carro por um bom tempo.”, “Tah bom ruivinha, como quiser.”, eu marquei em um café perto da empresa, a conversa precisava ser mais privada, mas não tinha necessidade de ser escondida e eu queria ir logo para casa descansar.

Alessandro havia concordado que eu falaria com o Cleiton, além disso, eu deveria isso há ele, por mais que tenha transado comigo enquanto eu estava sobre efeito de drogas, ele não sabia, ele é meu amigo desde infância, seus pais são amigos dos meus pais, ele frequentava a minha casa, não têm lógica eu me afastar dele sem nem uma consideração por isso, já que ele não era culpado de nada… Ao menos é como eu enxergo.

Estávamos em um café na Faria Lima, eu com o meu docinho mocaccino quente nas mãos e ele com um café puro. “Engraçado como você ainda têm paladar de criança...”, olho para ele intrigada, ele aponta para o meu copo eu fico vermelha, “Têm muito açúcar nisso aí Raquel. Só falta você dizer que ainda toma café com leite moça?”, “Tomo.”, sorrio e ele dá risada.

Eu sorrio sem jeito e olho para ele mais séria, “Você sabe porque te trouxe até aqui né?”, “Eu fui um babaca com você de novo né?”, “Sim. De novo.”, ele olha para mim e baixa os olhos, eu respiro fundo olho para fora do restaurante, “Mas a culpa também foi minha. Depois do que aconteceu, eu deveria ter me afastado, não fui justa com você também.”, de um jeito ou de outro eu sei o efeito que o meu corpo têm, usar ele de âncora foi uma péssima ideia…

“Raquel desculpa, mas, como você acha que isso vai funcionar? Seu namorado é o dono da empresa, a ex-noiva dele, trabalha lá e a mãe dela é acionista, tipo isso têm tudo para dar errado Ruivinha.”, ele percebe a dúvida nos meus olhos de como ele chegou aí, “O povo comenta, viram você e ela discutindo eu vi você e seu namorado voltando do almoço.”, eu me ajeito na cadeira e respiro fundo.

“Sinceramente eu não sei. Mas estou disposta a descobrir, eu preciso descobrir. Meu coração precisa disso.”, “Mas Ruivinha e se você acabar se machucando? Tipo é uma coisa séria, o seu namorado é o seu chefe, sua carreira está em risco. Você precisa entender que pode se machucar com esse caminho.”, eu sorrio e olho para ele, “Calma Cleiton ele não é o chefe da boca é um empresário!, Eu sou grandinha e sei me cuidar.”

Ele sorri sem jeito e bebe seu café, “Meu único arrependimento, Raquel, foi ter perdido você lá atrás. Agora poderia ser a gente o casal dez.”, “Nunca saberemos Cleiton. Mas e então? Amigos?”, ele olha para mim, percebo que isso magoou um pouco, mas não há mais nada a ser dito ou discutido, o que eu ofereço é a amizade em nome da boa amizade dos nossos pais, não posso oferecer nada além disso..

“Amigos.”, ele aceita e eu respiro aliviada…

=== === === … … … FIM … … … === === ===

Plantei a sementinha da discórdia.

No próximo conto as coisas começam a se resolver e a Raquel a juntar a trilha de migalhas que eu deixei sobre o que aconteceu no sábado.

Todas as pistas estão no texto dos últimos três contos desde que ela teve os flashbacks. Estou curiosa com quem vai juntar as peças antes, ela ou vocês?

É isso povo, votem, comentem, façam uma autora feliz. 💗💗

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Foto de perfil de GizGizContos: 63Seguidores: 240Seguindo: 41Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

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Muito bom!!!

Bom acertei que o Alan tinha algo a ver com a história...e que ele era o salvador não estuprador.

Acho que o Marcos ter citado o que aconteceu indício de que tem algo a ver...o carro novo do rapaz que apareceu do nada meio suspeito...e se o Alan e a Roberta encontraram ela "pedindo socorro", o erro do rapaz não foi apenas ter feito sexo num momento que ela foi dopada...ou realmente aconteceu um estupro com o rapaz ou pode ter acontecido algo junto ou depois com esse Marcos...

E acho que a participação da ex e da mãe muito provável...

Muito bom giz...eu acertei TB que o Alê sabia de algo antes dela contar...por isso a forma como ele recebeu a informação dela.

Tá vendo...há bina homens no mundo!!! Kkkk

Ótimo dia e obrigado pela história, está muito boa

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*há bins homens no mundo!!

Há BONS homens no mundo

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Outro excelente capítulo!

Parabéns!

👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

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Muito obrigada, fico muito feliz que esteja gostando da série.

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