Pat, a patricinha violada

Um conto erótico de Mauricio
Categoria: Heterossexual
Contém 3266 palavras
Data: 24/02/2026 22:24:40
Última revisão: 24/02/2026 22:52:17

O quarto estava um caos típico de quem está se arrumando para ir à praia: a bolsa de palha com as toalhas, os óculos escuros sobre a cama e o cheiro doce do protetor solar que eu acabara de passar. Eu estava diante do espelho, finalizando o creme nos meus longos cabelos castanhos cacheados. Eu me sentia linda naquela manhã, com a pele branquinha hidratada e o biquíni fio dental azul realçando minha cintura fina e meus peitos pequenos e durinhos.

Pelo reflexo, vi você se levantar da cama. Você veio até mim, mas não para um abraço comum. Suas mãos envolveram minha cintura e você sussurrou no meu ouvido:

— "Tive uma ideia para o nosso dia ser inesquecível..."

Quando você abriu a mão e me mostrou o plug anal de aço, eu paralisei.

— "Você enlouqueceu?" — eu disse, virando-me de frente para você, rindo de puro nervosismo. — "Amor, a gente está indo para a praia! Tem muita gente... É uma ideia absurda! Eu não vou conseguir nem andar direito com isso, imagina se alguém percebe o volume no biquíni?"

Eu estava irredutível. A ideia de sair de casa "marcada" daquele jeito me dava um frio na espinha que não era de prazer, era de medo de ser descoberta. Cruzei os braços, tentando manter minha pose de moça comportada, enquanto você me olhava com aquela calma de quem sabe exatamente o que está fazendo.

— "Pat, olha para mim," você disse, segurando meu rosto. "Ninguém vai notar. Vai ser o nosso segredo. Pensa no quanto a gente vai ficar excitado só de saber o que tem aí embaixo enquanto a gente finge que nada está acontecendo. Você já está pronta, fez a lavagem anal de manhã... por que deixar todo esse esforço só para a noite?"

Eu balancei a cabeça negativamente, mas comecei a observar o seu rosto. Seus olhos estavam escuros, brilhando com um tesão avassalador. Você não estava apenas brincando; você queria me possuir de um jeito diferente naquele dia. Comecei a imaginar o que você faria comigo mais tarde, depois de passar o dia inteiro me vendo "preenchida" por sua causa.

O pensamento de como você me comeria com vontade à noite, somado ao jeito que você me olhava agora, começou a quebrar minha defesa. Um calor súbito subiu pelas minhas coxas. O meu próprio tesão começou a crescer, alimentado pela perversão daquela ideia absurda. Ser a sua boneca secreta no meio da multidão... a ideia era tão errada que se tornou irresistível.

— "Você... você tem certeza que ninguém vai ver?" — perguntei, minha voz perdendo a força, enquanto eu sentia minha buceta encharcar o biquíni.

— "Eu garanto. Só eu vou saber por que você está andando tão devagar na areia."

Eu mordi o lábio inferior, sentindo o coração martelar no peito. A safadeza finalmente venceu o meu medo de patricinha. Eu respirei fundo e me virei de costas, apoiando as mãos na penteadeira e empinando meu bumbum grande e redondinho para o espelho, tremendo levemente.

— "Tudo bem. Se você está com tanto tesão assim... eu aceito. Mas coloca logo antes que eu mude de ideia e morra de vergonha."

Eu estava ali, curvada sobre a penteadeira, com os olhos fixos no meu reflexo. Eu via meu próprio rosto jovem e delicado com uma expressão de pânico e desejo, enquanto meu bumbum grande e redondinho estava totalmente entregue a você.

Antes de qualquer coisa, senti você se aproximar e, com um movimento firme, afastar as minhas nádegas. O ar gelado do quarto bateu no meu cuzinho rosado, mas logo foi substituído pelo calor da sua língua. Você deu uma lambida lenta e profunda, percorrendo toda a minha intimidade recém-lavada. Aquele gesto me fez soltar um gemido baixo; era o sinal de que você estava tomando posse de cada centímetro meu.

Ouvi o som do lubrificante sendo espalhado. Você cobriu o plug anal de aço com o gel, deixando-o brilhante e escorregadio. O primeiro contato foi um choque térmico: o metal estava gelado, um contraste absurdo com o calor da sua língua que ainda queimava na minha pele.

— "Relaxa, minha linda... deixa ele entrar," você sussurrou, e eu obedeci, sentindo o aço deslizar sem resistência graças ao lubrificante, preenchendo cada milímetro com uma pressão constante e sólida.

Quando a base larga finalmente encostou na minha pele, selando a entrada, eu senti uma plenitude estranha. Você ajeitou o biquíni fio dental por cima, escondendo o metal, e me deu um tapa estalado no bumbum.

— "Prontinha. Agora vamos?"

Caminhar até a porta foi um desafio. O lubrificante fazia o plug se acomodar e deslizar levemente a cada passo, enviando ondas de um tesão elétrico direto para a minha buceta, que já estava completamente encharcada. Quando chegamos à porta da sala, eu parei por um segundo. Olhei para a maçaneta e depois para você.

Ali, naquele limiar, o medo voltou a bater. Atravessar aquela porta significava que o nosso segredo agora seria levado para o mundo. Não havia mais volta. Mas ao sentir sua mão firme na minha cintura fina, me guiando para o corredor do prédio, o medo se transformou em uma adrenalina viciante.

Saímos. O sol bateu na minha pele branquinha, e enquanto caminhávamos para a praia, eu tentava manter a pose de patricinha impecável, mas tudo o que eu conseguia sentir era o aço escorregadio dentro de mim e a certeza de que eu era, irremediavelmente, a sua boneca.

Chegar à praia foi uma prova de fogo. Cada passo que eu dava sentia o plug de aço escorregar pelo lubrificante e pressionar as paredes do meu cuzinho, eu estava em pânico. Eu segurava a sua mão com força, as palmas suadas. Eu tinha a sensação paranoica de que todos os olhares estavam voltados para o meu bumbum, que o biquíni fio dental era pequeno demais para esconder o segredo. Meu receio era tanto que eu mal conseguia falar; eu me sentia rígida, travada.

— "Relaxa, Pat... ninguém está vendo nada. Você está perfeita," você sussurrou, tentando me acalmar.

Nos acomodamos e eu pedi uma caipirinha de morango bem forte. Eu precisava de algo que anestesiasse a minha vergonha. Conforme eu bebia, o álcool começou a trabalhar. O medo de ser descoberta foi dando lugar a uma sensação de exibicionismo perverso. A vibração da praia, o barulho das ondas e o calor do sol começaram a se misturar ao tesão que o plug me causava.

— "Quer saber? Que se dane," pensei.

Já mais solta e relaxada, me levantei para estender a canga. Fiz questão de fazer isso devagar, sentindo o sol bater na minha pele branquinha. Deitei-me de bruços, desamarrei as alças do biquíni nas costas para não ficar com marca e empinei levemente meu bumbum grande e redondinho para o céu. Eu sabia que, daquele ângulo, a fenda do meu bumbum estava em total evidência, e o plug estava ali, a milímetros de ser revelado pelo tecido mínimo.

Foi quando eu o vi.

Ele estava sentado em uma cadeira de praia a poucos metros, sob um guarda-sol. Era um homem negro, por volta dos 50 anos, com o rosto marcado pelo tempo e uma barriga proeminente que transbordava sobre uma sunga branca apertada. Ele não era um "garoto de academia"; ele tinha uma imponência bruta, de um homem mais velho e pesado.

Nossos olhares se cruzaram por trás dos meus óculos escuros. Ele não desviou. Pelo contrário, ele abriu as pernas e eu vi, com um choque de adrenalina, o volume na sunga branca dele começar a crescer. O tecido branco ficou esticado, desenhando o contorno de algo pesado e impressionante que se despertava enquanto ele me secava. Eu senti um calafrio percorrer toda a minha espinha, e o tesão pelo plug atingiu o ápice. Eu estava hipnotizada por aquele contraste: a minha delicadeza contra a crueza daquele homem.

Eu via o pau dele pulsando sob a sunga, ficando cada vez mais duro, e eu não conseguia desviar o olhar. Eu me sentia uma vadia por estar gostando daquilo, mas ver aquele homem maduro e barrigudo perdendo o controle só de me olhar deitada ali me deu um poder que eu nunca tinha sentido.

Você percebeu o meu silêncio e seguiu o meu olhar. Vi o canto da sua boca subir em um sorriso satisfeito. Você não ficou bravo; você ficou excitado com a minha corrupção.

— "Aquele coroa ali não tira o olho de você, né Pat?" — você disse baixinho, inclinando-se sobre mim. — "E parece que ele está gostando muito do que está vendo..."

Eu não respondi, apenas fechei os olhos e senti meu corpo ferver...

Eu estava em transe, alternando o olhar entre o seu sorriso cúmplice e aquele volume impressionante na sunga branca do homem. Foi quando ouvi sua voz, alta e clara, cortando o barulho das ondas:

— "Ei, amigo! Pode dar uma ajuda aqui? Minhas mãos estão cheias de areia e não quero sujar a pele da minha mulher com esse protetor."

Meu coração deu um salto. Eu arregalei os olhos por trás dos óculos escuros e tentei balbuciar um protesto.

— "Amor... não... não precisa, eu mesma passo," eu sussurrei, sentindo o rosto queimar de vergonha.

Mas era tarde. O homem já estava de pé. Ele caminhou com um andar pesado e seguro, a barriga proeminente balançando levemente sobre a sunga branca que agora parecia prestes a rasgar de tão esticada. Ele se ajoelhou na areia ao meu lado, e o cheiro dele — uma mistura de suor, sol e mar — invadiu meus sentidos.

— "Com licença, patrão. Com prazer," ele disse com uma voz grossa e rouca, típica de quem já viveu muito.

Senti o peso da mão dele nas minhas costas. Era uma mão grande, áspera e muito quente. Quando ele começou a espalhar o creme, a pressão era firme, nada delicada. Ele subia pela minha cintura fina e descia, contornando minhas costelas, enquanto eu permanecia imóvel, sentindo meu cuzinho pulsar em volta do aço gelado.

— "Precisa passar aqui também, né? Pra não queimar esse bumbum tão branquinho," ele comentou, com uma malícia que me fez estremecer.

Sem esperar minha resposta, a mãozona dele desceu. Conforme ele deslizava os dedos pelo meu bumbum grande e redondinho, ele sentiu. O movimento parou bruscamente. Ele pressionou o dedo exatamente onde a base do plug anal criava um relevo rígido sob o biquíni fio dental.

— "Ué... que que é isso aqui, moça?" — ele perguntou, franzindo o cenho e olhando de mim para você, com um sorriso de canto de boca começando a surgir.

Eu congelei. A humilhação de ser descoberta por um desconhecido de 50 anos ali, no meio da praia, era quase insuportável, mas o tesão que isso me causava era maior. Eu não conseguia abrir a boca. Foi então que você deu o xeque-mate:

— "Ah, isso? Bom, se você quiser descobrir o que é, vai ter que ser em um lugar mais reservado. A gente está hospedado aqui na frente... quer nos acompanhar e terminar de passar esse protetor lá no quarto?"

Eu levantei a cabeça, olhando para você em choque. Meu coração martelava contra as costelas. Olhei para o homem e vi o brilho nos olhos dele — ele não estava chocado, ele estava faminto. A curiosidade de ver o que aquele homem barrigudo esconderia por baixo daquela sunga branca, e o fato de você estar me entregando a ele, fez meu tesão transbordar.

— "Tudo bem...", eu sussurrei, quase sem voz, sentindo a umidade entre minhas pernas manchar o biquíni.

Assim que entramos na sala, o ar ficou denso. Você se aproximou dele com calma e, num tom de cumplicidade, explicou as regras:

— "Olha, a única coisa é que na buceta não pode, tá? A buceta é só minha. Mas o resto... a boca e o cuzinho dela estão liberados para você aproveitar como quiser."

O homem apenas assentiu com um sorriso experiente e baixou a sunga branca. O pau colossal, escuro e venoso saltou, pulsando diante do meu rosto. A visão dos pelos grossos e o cheiro forte de homem, com aquele leve toque de urina, me causaram um nó no estômago. Eu travei, o nojo lutando contra o desejo proibido. Ele não esperou. Enterrou a mãozona nos meus longos cabelos castanhos cacheados e, num comando direto, falou:

— "Chupa gostoso pra mim, branquinha. Quero ver se essa boquinha dá conta."

Ele puxou minha cabeça com força contra o pau dele. Ao abrir a boca, senti a dimensão absurda daquela carne. Eu tentava engolir, mas ele era tão grande e grosso que eu não conseguia colocar ele inteiro; a largura dele travava na minha mandíbula. Comecei a trabalhar a língua com desespero, e o barulho da chupada — um som úmido e sôfrego de sucção — preenchia o silêncio da sala.

Como minha boca não conseguia fechar completamente em volta daquela grossura, a saliva começou a escorrer em abundância pelo canto da minha boca, brilhando contra a minha pele branquinha e descendo pelo meu queixo até pingar no meu biquíni. Minha garganta reclamava e meus olhos começaram a lacrimejar imediatamente. A sensação de sufocamento era real. O esforço era tanto que minha maquiagem cara começou a borrar, o rímel escorrendo misturado às lágrimas de esforço, manchando meu rosto angelical enquanto eu me perdia naquele cheiro de suor e virilidade. Minhas mãos massageavam o saco peludo e pesado dele, sentindo o calor animal que emanava debaixo daquela pele áspera, enquanto o som da minha luta para engoli-lo deixava você ainda mais excitado.

Depois de me usar na boca, ele me jogou de quatro no chão. Eu estava trêmula, com o rímel borrado e a saliva escorrendo, vendo a sombra dele se projetar sobre a minha pele branquinha. Ele estava em transe; os olhos dele brilhavam com a consciência de que aquela era a oportunidade da vida dele. Ele nunca mais teria uma novinha patricinha, cheirosa e tonificada como eu sob o seu comando.

Ele deu uma cusparada grossa na palma da mão, lubrificou aquele pau colossal e venoso e se posicionou. Quando a ponta tocou meu cuzinho rosado e apertado, ele soltou um rosnado de puro prazer animal. Sem qualquer cerimônia, ele empurrou com tudo, querendo sentir cada milímetro do aperto da minha carne.

O pau dele era tão grosso que senti meu interior se dilatando ao limite. Ele enfiou tão fundo que eu senti o impacto no fundo do meu ventre, preenchendo lugares que eu nunca soube que existiam. A sensação foi tão violenta e prazerosa que comecei a tremer de tesão; meus músculos falharam e minhas pernas ficaram completamente trêmulas, me fazendo desabar no tapete.

Ele aproveitou a minha queda para me dominar totalmente. Cravou a mãozona no meu rosto, forçando minha bochecha contra o chão, e começou a socar com uma fúria de quem quer tirar o atraso de uma vida inteira. A cada estocada, a barriga suada dele batia no meu bumbum grande e redondinho, e ele rosnou no meu ouvido com a voz rouca de desejo:

— "Vou atolar tudo nesse cuzinho rosado... hoje eu vou te estragar inteira, sua branquinha safada!"

Ele não tinha pressa de acabar; ele queria me marcar. Ele socava fundo e forte, sentindo o calor da minha pele cara contra a dele, até que, num esturro de vitória, ele atingiu o ápice. Senti o jato quente e denso me inundar por completo, me enchendo de porra até eu transbordar no tapete da sala, totalmente profanada pelo êxtase dele.

O silêncio que se seguiu ao clímax dele foi interrompido apenas pela nossa respiração pesada. O homem se levantou devagar, limpando o suor da testa, com um olhar de quem tinha acabado de conquistar um troféu impossível. Ele olhou para você, ainda extasiado, e deu um aceno de cabeça respeitoso.

— "Obrigado pela oportunidade, patrão. Nunca vi nada igual a essa branquinha..." — ele disse, com a voz ainda rouca. Ele vestiu a sunga branca, que agora parecia pequena demais para a adrenalina que ele ainda sentia, e saiu da nossa sala, deixando para trás o cheiro de suor e a marca da sua virilidade.

Eu continuei ali, caída no tapete, em um estado de exaustão completa. Você se aproximou e ficou de pé, olhando para o que sobrou da sua patricinha. Do seu ângulo, a cena era obscena: meu bumbum grande e redondinho estava com as marcas vermelhas e nítidas dos dedos imensos dele, um mapa de agressividade sobre a minha pele branquinha. Meu cuzinho rosado, que antes era tão apertado, estava agora visivelmente aberto, dilatado pelo esforço de ter recebido algo tão desproporcional, e dele escorria lentamente o rastro branco e denso da porra daquele homem.

Ao ver aquele estrago, o seu controle desapareceu. Seu pau estava duro de tanto tesão e molhado, pulsando de vontade de reclamar o território que foi invadido. Sem dizer uma palavra, você se ajoelhou atrás de mim. Eu senti a ponta do seu pau encostar na entrada agora sensível e lubrificada pelo estranho.

Você não teve piedade. Com um movimento único e possessivo, você enfiou no meu cuzinho com força, deslizando com uma facilidade humilhante na porra que ele tinha deixado. O impacto me fez soltar um gemido agudo, minha cabeça jogada para trás enquanto eu sentia você ocupar o espaço que ainda queimava. O tesão de me ver naquele estado, usada e marcada por outro, foi tão violento para você que não durou muito. Depois de poucas estocadas rápidas e profundas, você atingiu o ápice, gozando com fúria dentro de mim.

Senti o seu calor se fundir ao dele. As duas porras se misturaram lá dentro, criando uma massa quente que transbordava do meu corpo. Eu era a sua boneca, mas agora carregava a marca de vocês dois.

Eu estava em um transe profundo, totalmente desconectada do mundo real. O que tinha acabado de acontecer na sala — a força bruta daquele homem, o cheiro de suor e a sua posse final — tinha me levado a um lugar onde a razão não existia mais. Minha buceta estava encharcada, latejando de um tesão absurdo que eu sequer conseguia processar. Eu apenas sentia. Sentia a porra de vocês dois escorrendo do meu cuzinho até a buceta, sentia as marcas das mãos dele ardendo na minha pele branquinha, e sentia que a minha única função era te servir.

Quando você pegou o copo de vidro e me deu a ordem, eu não pensei. Não houve hesitação, nem julgamento. Eu estava operando no automático da luxúria.

— "Pat, agacha e solta tudo aqui dentro."

Eu agachei de imediato, vendo o líquido denso e esbranquiçado de vocês dois preencher o vidro sob o meu cuzinho rosado. Eu ainda estava perdida no prazer daquela profanação, mal acreditando no quanto eu tinha gostado de ser estragada daquela forma. Antes mesmo que eu pudesse respirar, veio a segunda ordem:

— "Agora bebe tudo. Sem desperdiçar nenhuma gota."

Eu levei o copo aos lábios sem pensar duas vezes. O cheiro forte de porra inundou meus sentidos, e embora a ânsia de vômito tenha subido por um milésimo de segundo, eu a engoli junto com o líquido quente e viscoso. Bebi tudo, cada gota daquela mistura de vocês dois, sentindo a textura pesada descer pela minha garganta enquanto eu te olhava com olhos vidrados e submissos.

Quando o copo ficou vazio, eu ainda estava de joelhos, processando a imensidão da minha entrega. Foi então que você se inclinou, segurou meu rosto com firmeza e me deu um beijo de língua intenso e profundo. O gosto da porra de vocês dois ainda estava na minha boca e agora passava para a sua, selando nossa cumplicidade. Naquele beijo, você reivindicou cada parte de mim, e eu me entreguei por completo, sabendo que agora eu era, irremediavelmente, a sua putinha.

FIM.

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