O sol de terça-feira subiu preguiçoso sobre Cachoeirinha, o calor já grudando na pele mesmo antes do meio-dia, as ruas de paralelepípedos brilhando com o orvalho que evaporava rápido. Rose acordou com o corpo pesado, a cama ainda quente do sono inquieto que ela mal conseguiu pegar, o ventilador zumbindo no canto do quarto como um eco dos pensamentos que giravam na cabeça dela. O pau destruidor do Sérgio — aqueles 27 centímetros de grossura desumana, o peso dele na boca dela, o prazer que explodiu no capô do Corolla — queimava na memória dela, misturado com o medo do que ele tinha dito: "Da próxima vez eu coloco tudo." Ela tomou café sozinha, o gosto amargo descendo devagar enquanto Paulo roncava no sofá da sala, o caminhão estacionado na rua desde a madrugada. Amanda já tinha saído pra escola, o silêncio da casa pesando nos ombros dela enquanto se arrumava.
Ela trocou o vestido por um jeans velho e uma blusa solta, o cabelo loiro preso num rabo de cavalo que balançava enquanto pegava o Palio, as mãos suadas no volante enquanto dirigia pra oficina. O corpo dela ainda doía da tarde anterior — a buceta sensível, as coxas marcadas pelo esforço de aguentar metade daquele pau monstruoso —, mas a promessa pra Larissa era uma corrente que a puxava pra frente, o rosto da filha e do neto, Pedro, queimando na mente dela enquanto estacionava na frente do galpão, o portão fechado como ontem, o cheiro de graxa e metal quente subindo no ar abafado.
Rose bateu no portão, o som metálico ecoando enquanto esperava, o coração batendo forte no peito, o medo subindo pela espinha como uma sombra fria. Sérgio abriu, o macacão sujo aberto até o peito, o cabelo preto molhado de suor, os olhos escuros fixos nela enquanto abria passagem. "Pontual, hein, Rose?", ele disse, a voz grave enquanto fechava o portão atrás dela, o clang do metal batendo como um aviso que fez o estômago dela revirar. O galpão estava quente, o Corolla prata ainda no canto, o capô manchado de suor e estopa do dia anterior, o cheiro de óleo e sexo velho pairando no ar enquanto ela cruzava os braços, o jeans apertando as coxas suadas.
"Eu vim, Sérgio", ela disse, a voz baixa mas firme, os olhos azuis tremendo enquanto olhava pra ele, o corpo grande dele enchendo o espaço enquanto limpava as mãos num pano sujo, o movimento lento e quase ameaçador. "Mas lembra das regras. Ninguém sabe." Ele assentiu, o rosto duro mas os olhos brilhando com algo que ela já conhecia — desejo puro, selvagem, pronto pra explodir. "Tá combinado, Rose. Ninguém vai saber. Agora vem cá", ele disse, jogando o pano no chão enquanto abria o zíper do macacão, o tecido caindo até a cintura enquanto tirava o pau pra fora.
Rose congelou de novo, os olhos arregalando enquanto via o monstro — 27 centímetros de comprimento, grosso como o pulso dela, as veias pulsando visíveis sob a pele escura, a cabeça inchada brilhando com o calor do galpão. Era ainda mais assustador hoje, o tamanho dele parecendo crescer na mente dela enquanto dava um passo pra trás, o medo subindo pela garganta. "Vai devagar, Sérgio, por favor", ela murmurou, a voz tremendo enquanto se abaixava devagar, os joelhos batendo no concreto frio enquanto olhava pra ele, o coração batendo tão forte que doía.
"Primeiro chupa, como ontem", ele disse, a voz rouca enquanto segurava o pau com uma mão, o membro pulsando enquanto ela se aproximava, as mãos dela tremendo enquanto segurava as bolas dele, grandes e cheias, o peso delas enchendo as palmas suadas dela enquanto tentava abocanhar a cabeça. Os lábios dela se abriram ao máximo, o calor dele enchendo a boca dela enquanto chupava o que conseguia, a língua dela deslizando na cabeça inchada enquanto engasgava, os olhos marejando de esforço. Era grande demais, grosso demais, e ela mal passava da ponta, a boca esticando enquanto tentava respirar pelo nariz, o gosto salgado dele misturado com o medo que queimava no peito.
"Relaxa, Rose. Usa a língua mais", ele disse, a mão dele no cabelo dela guiando ela devagar, o gemido grave dele ecoando no galpão enquanto ela chupava, as mãos dela segurando as bolas com força pra se equilibrar. Ela tentou, o calor dele pulsando na boca dela enquanto lambia a cabeça, os dentes raspando de leve enquanto engasgava de novo, o esforço deixando o rosto dela vermelho e molhado de saliva. Depois de uns minutos, ele puxou o cabelo dela, os olhos escuros brilhando enquanto falava. "Tá bom, Rose. Agora eu quero teu cu."
Ela parou, o ar saindo dos pulmões dela como se tivesse levado um soco, os olhos arregalados enquanto levantava o rosto, o medo virando pânico enquanto balançava a cabeça. "Sérgio, eu nunca dei o cu. Nunca. Nem pro Paulo", ela disse, a voz tremendo enquanto se levantava, as pernas moles enquanto dava um passo pra trás. "Eu não sei se aguento isso." Ele riu baixo, o som rouco enchendo o galpão enquanto dava um passo pra ela, o pau enorme batendo na coxa dele enquanto falava. "Tu aguentou metade na buceta ontem, Rose. Vai aguentar no cu hoje. Pela tua filha, né? Promessa é promessa."
Rose engoliu em seco, as lágrimas brilhando nos olhos dela enquanto assentia, o corpo tremendo enquanto virava pro Corolla, o jeans aberto por ele com um puxão rápido, a calcinha branca caindo nos tornozelos enquanto se deitava de bruço no capô, o metal quente contra o peito dela enquanto agarrava as bordas, as unhas arranhando a pintura. "Vai devagar, Sérgio. Por favor", ela pediu de novo, a voz rouca enquanto virava o rosto, os olhos azuis arregalados de medo enquanto sentia ele cuspir na mão, esfregando o líquido no pau e no cu dela, o dedo dele forçando entrada pra preparar o caminho.
Ele empurrou a cabeça do pau contra o ânus dela, o buraco apertado e virgem resistindo enquanto ela gritava, o som ecoando no galpão enquanto o corpo dela tremia, as mãos dela agarrando o capô com força. "Calma, Rose, eu vou devagar", ele disse, a voz rouca enquanto forçava aos poucos, o pau enorme abrindo ela devagar, a carne cedendo com um gemido alto que escapou da garganta dela enquanto ela chorava, o rosto vermelho de dor e medo. Ele entrou só um pouco — uns 10 centímetros —, o pau grosso esticando ela como nunca antes, o corpo dela tremendo enquanto ele enfiava e tirava, o movimento lento mas firme.
Mas logo ele perdeu o controle. O gemido dele virou um grunhido animal, as mãos dele agarrando os quadris dela enquanto metia com força, o pau enorme forçando mais fundo, uns 15 centímetros agora, o cu dela se abrindo além do limite enquanto ela gritava alto, o som rasgando o ar enquanto batia no capô, as lágrimas escorrendo pelo rosto dela. "Sérgio, para! Tá doendo muito!", ela berrou, o corpo dela balançando no metal quente enquanto ele metia, o pau grosso rasgando ela com estocadas brutais, o suor pingando nas costas dela enquanto ele ria baixo, o prazer dele crescendo enquanto ela passava apuro.
Ela nunca tinha sentido tanta dor — o cu dela queimava, o pau dele esticando ela como se fosse rasgar, o corpo dela tremendo enquanto tentava aguentar, as unhas arranhando o capô até deixar marcas. "Pela Larissa... pela Larissa...", ela repetia na mente, o pensamento da filha segurando ela enquanto gemia de dor, o medo misturado com o esforço de cumprir a promessa. Mas o corpo dela não aguentava mais — as pernas dela cederam, o joelho batendo no chão enquanto ela caía do capô, o pau dele saindo com um som molhado enquanto ela desabava no concreto, ofegante e chorando, o cu dela vermelho e inchado enquanto tremia.
Sérgio parou, o pau enorme pulsando no ar enquanto olhava pra ela, o rosto duro mas com um toque de pena enquanto falava. "Tá bem, Rose. O cu não deu hoje. Vamos na buceta então." Ele levantou ela com uma mão, o corpo dela mole enquanto a jogava de volta no capô, as pernas dela abertas enquanto alinhava o pau na buceta dela, o líquido do cu dela escorrendo enquanto ele empurrava, os 27 centímetros entrando até onde ela aguentava — uns 15 centímetros —, o pau grosso esticando ela enquanto ela gemia, o corpo dela balançando no metal quente.
Ele metia com força, os quadris dele batendo nas nádegas dela enquanto ela gritava, a dor misturada com o prazer que começava a subir de novo, o calor explodindo no corpo dela enquanto gemia alto, as mãos dela agarrando o capô enquanto o orgasmo vinha, forte e rápido como ontem, mas mais intenso, o corpo dela tremendo enquanto gozava, o líquido escorrendo pelas coxas dela enquanto ele ria. "Tá gostando, né, Rose?", ele disse, metendo mais fundo enquanto ela gemia, o prazer traindo ela enquanto o cu dela ainda queimava de dor.
"Eu vou gozar", ele anunciou, saindo dela rápido enquanto despejava outra quantidade absurda de porra, o líquido quente jorrando na buceta dela, nas coxas, no capô, pingando no chão do galpão como um rio branco que não parava. Rose ficou ali, ofegante no capô, o corpo tremendo enquanto sentia a porra escorrer pelas pernas, o volume dele pingando na coxa dela enquanto tentava se levantar, as pernas moles e o cu dolorido demais pra suportar o peso. Ela pegou a estopa de novo, esfregando a pele enquanto mancava, o jeans subindo devagar enquanto o corpo dela gritava de dor.
Sérgio sentou na cadeira, o pau ainda semi-duro pingando enquanto limpava as mãos no macacão, os olhos escuros fixos nela enquanto ria baixo. "Tu aguentou bem, Rose. Amanhã eu quero o cu de novo. Tu vai se acostumar." Ela não respondeu, a voz sumindo enquanto saía do galpão, o portão batendo atrás dela enquanto mancava pro Palio, o corpo quente e quebrado enquanto dirigia pra casa, as pernas tremendo no acelerador, a porra dele ainda escorrendo no jeans enquanto o cu dela queimava a cada solavanco da estrada.
Em casa, ela caiu na cama, o ventilador zumbindo no canto enquanto chorava baixo, o corpo dolorido demais pra se mexer, o cu vermelho e inchado, a buceta sensível do esforço de aguentar aquele pau destruidor. Ela tinha passado apuro, quase desmaiado de dor, mas o prazer tinha vindo de novo, forte e confuso, deixando ela perdida enquanto olhava pro teto. "Pela Larissa...", ela murmurou, as lágrimas escorrendo enquanto pensava no que faria amanhã, o medo e o desejo girando na cabeça dela como um vento quente que não parava.