Parte 7: A Aposta e a Derrota

Da série Mark e seus Pais
Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1122 palavras
Data: 23/02/2026 02:25:26

No dia seguinte, a cunhada de Mark anunciou que estava solteira. Descobriu que ele estava planejando criar uma família com uma menina que tinha engravidado e não tinha contado pra ela. Uma amiga dela descobriu e passou a informação no mesmo instante que confirmou tudo. Ao saber, terminou na hora. Não tinha o que fazer. Ela decidiu viajar um pouco para espairecer e se despediu de Mark com abraço forte e promessas de um delicioso reencontro futuro.

Mark ficou abismado com aquilo. Um casal que era aberto, pareciam tão parceiros e ele foi lá e cagou tudo. Mesmo em um relacionamento mais aberto que o normal então era possível dar essas merdas? Isso deixou Mark um tanto encucado, mas por hora, estava tudo bem. Sua namoradinha linda se dava bem com seus pais e eles faziam umas aventuras juntos cabulosas. Mas ao menos, era o que ele achava.

Enquanto isso, Adelaide, cada vez mais convencida de que Sabrina se achava demais, via em sua nora uma rival a ser superada e um brinquedinho à ser usado após isso, especialmente após as provocações passadas sobre quem aguentava mais. Mais ainda após saber de Hugo fodendo ela e a irmã dela enquanto ela dormia. Ela não engoliu isso bem, mesmo depois provando a irmã de Sabrina e o seu (agora ex) namorado. Sentiu o seu orgulho dominador ferido. Numa noite de sexta, com Hugo relaxando no sofá e Mark assistindo TV, Adelaide propôs uma aposta ousada na cozinha, enquanto preparavam o jantar.

"Ei, norinha", disse Adeilaide, piscando maliciosa para ela, que lavava a louça. "Aposto que eu consigo chupar o Mark e fazê-lo gozar melhor que você". Sabrina, se sentindo desafiada, responde de imediato: “Então nada de garganta profunda meia-boca – tem que engolir tudo, deixar ele foder sua boca até gozar." Adelaide ergueu uma sobrancelha, o orgulho sendo ferido novamente: "Ah, é? Eu quero um prêmio bom, norinha safada, quando eu vencer." Sabrina sorriu: "Se você ganhar, eu te dou meu cu por uma semana – você manda, viro sua escravinha sexual nesses sete dias. Mas se perder… o seu cu é nosso por uma semana. Eu e o Mark vamos judiar dele como quisermos." Hugo, ouvindo da sala, riu alto: "Haha, isso vai ser bom! Aceita, amor – mostra pra nora quem manda." Adelaide, com sua confiança lá em cima, assentiu: "Aceito. Vou provar que aguento mais que você."

Eles se reuniram no quarto de Mark, o clima carregado de excitação. Adelaide se ajoelhou nua na cama, os seios grandes pesando, e começou a chupar o pau grosso de Mark – lambendo a cabeça, engolindo devagar. Mark, excitado, segurou sua cabeça e estocou fundo, fodendo a boca dela ritmado. No início, ela aguentou enquanto ele entrava e saía devagar, gemendo: "Viu? Eu consigo, bobinha…" Mas quando Mark aumentou o ritmo veio o engasgo, e ela vomitou um jato quente pelo canto da boca, tossindo frustrada. "Droga… de novo não!" Sabrina riu: "Ih, falhou! Mas tenta de novo, sogrinha. Eu deixo. Melhor de três, vai lá."

Segunda tentativa: Adelaide respirou fundo, chupando mais devagar, mas Mark acelerou, batendo na garganta. Engasgos vieram em sequência – ela vomitou duas vezes, fluxos espessos escorrendo pelo pau e pernas dele, o cheiro forte enchendo o quarto. "Ahh… não é possível!", gemeu ela, limpando o rosto, os olhos marejados de frustração. Hugo, assistindo do canto, zoou: "Haha, amor, você é uma delícia, mas não aguenta nem cinco minutos chupando o pau grosso do moleque! Meu garoto tá te quebrando." Sabrina piscou: "Duas falhas, sogra. Última chance. Você não era a fodona?"

Terceira e final: Adelaide, determinada, engoliu o pau inteiro, deixando Mark foder forte – estocadas profundas que a faziam gargarejar. Ela segurou por um minuto, mas vomitou várias vezes – jatos quentes e repetidos, escorrendo pelo queixo e chão, sem parar o boquete. "Me usa… eu aguento!", insistia ela entre tosses, mas falhou miseravelmente, o corpo tremendo de exaustão e humilhação. Sabrina aplaudiu: "Três falhas! Você perdeu, sogrinha. Seu cu é nosso por uma semana. E sem reclamar, a ideia foi sua."

Para estrear a vitória ali mesmo, Sabrina pegou um pau de borracha grosso do armário – um brinquedo que era de sua sogra –, lubrificou e mandou Adelaide ficar de quatro na cama. "Abre esse cu carnudo pra mim", ordenou ela, enfiando devagar, depois estocando ritmado, fazendo Adelaide gemer alto: "Ahh, norinha… devagar, é grosso!" Sabrina acelerou, fodendo o cu apertado dela com força, as nádegas negras balançando a cada investida. "Toma, sogrinha… por não aguentar o pau do meu homem!" Adelaide gozou gemendo, o corpo convulsionando, sucos escorrendo pela boceta enquanto o pau de borracha a preenchia.

Hugo assistia tudo, masturbando-se devagar e zoando a esposa sem piedade: "Haha, olha só você, amor – vomitando no pau do garoto três vezes e agora levando no cu da nora! Foi inventar essa aposta e se fudeu, literalmente haha. Nosso filho e nossa norinha tão te ensinando uma lição, hein?" Adelaide, ofegante e excitada apesar da derrota, rebateu entre gemidos: "Cala a boca, marido… ahh, mas tá bom demais!"

Mark, excitado pela cena, se juntou à "estreia", posicionando-se atrás de Adelaide para uma dupla dominação.

Enquanto Sabrina continuava estocando o cu dela com o pau de borracha, Mark penetrou a boceta carnuda e úmida por baixo, sentindo as paredes quentes e pulsantes envolverem seu pau grosso em estocadas sincronizadas. "Isso, mãe… toma no cu e na boceta ao mesmo tempo", grunhiu ele, os movimentos criando uma fricção intensa que fazia Adelaide gritar de prazer: "Ahh, filho… norinha… assim vocês me quebram! Tô gozando de novo!" Eles alternaram: Mark trocou com Sabrina, agora fodendo o cuzinho apertado dela com seu pau real – devagar no início para lubrificar, depois forte e profundo, as bolas batendo contra a boceta enquanto Sabrina usava o brinquedo na boceta de Adelaide. "Sente isso, sogrinha… o pau do meu alfa no seu cu perdido", provocou Sabrina, enfiando o pau de borracha ritmado. Adelaide gozou múltiplas vezes, o corpo voluptuoso tremendo, sucos escorrendo pelas coxas em uma bagunça suada e gemida.

Hugo continuou zoando, se masturbando: "Haha, amor, olha você levando rola do filho no cu enquanto a nora te fode a boceta! Perdeu feio essa aposta – semana inteira assim vai te deixar destruída!" Mark finalizou gozando dentro do cu de Adelaide, enchendo-a de porra quente que escorria misturada aos sucos, enquanto Sabrina a fazia gozar uma última vez com o brinquedo. A aposta selou a rivalidade: Adelaide, frustrada por sua "fraqueza" na garganta profunda, jurou treinar para uma revanche, mas por enquanto, seu cu pagava o preço, deixando a família ainda mais entrelaçada em jogos de poder e prazer. A semana prometia mais judiação – Mark e Sabrina alternando no cu dela com paus, dedos e brinquedos, sempre com Hugo assistindo e rindo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Alucardmaru a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários